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    Apesar do título do post do site Cachorro Verde falar apenas do teste de titulação de anticorpos testado pela veterinária Sylvia Angélico, o texto que ela produziu é uma verdadeira aula sobre vacinação de cães e gatos, inclusive com referências bibliográficas científicas que podemos indicar para veterinários que ainda não estudaram a questão da real necessidade ou não dos reforços anuais e mesmo da aplicação de algumas vacinas, não necessárias a todos os animais. O texto é claro e está tudo lá muito bem explicado é dito. Só não entende e não aprofunda a leitura quem não quiser, o que sempre será uma pena com prejuízos para aqueles a quem tanto bem queremos: cães e gatos. Boa leitura e espero que muitos passem a estudar mais o assunto e a repensar protocolos vacinais abusivos. Segue o início do texto da Sylvia, que vocês podem terminar de ler clicando aqui. Há mais de uma década a literatura científica como um todo vem insistindo que as vacinas mais importantes são capazes de proteger o cão por muito mais que um ano. Uma vacina importada contra cinomose, por exemplo, confere proteção por até cinco anos, até nove anos ou por até toda a vida do cão – dependendo do estudo que você ler. Divergências à parte, o consenso é claro: vacinas contra agentes virais como a cinomose, parvovirose e hepatite infecciosa barram infecções por no mínimo três anos. Essa mudança de paradigmas tornou a velha prática de vacinar todo cachorro com todas as vacinas que existemtodos os anos uma conduta cientificamente ultrapassada e antiética. E pior: desnecessariamente arriscada. Sim, a vacinação é uma importante medida preventiva – isso não está em discussão – mas não tem nada de inofensiva. Toda aplicação tem o potencial de causar reações adversas que vão do comum mal estar passageiro a problemas mais sérios, como convulsões, doenças autoimunes, alergias, inflamações crônicas e até tumores. […]

    Vacinação anual para cães e gatos: necessidade ou excesso?

    16 de junho de 2014Destaques, Vacinação

    Há anos eu e outras pessoas, veterinários inclusive, temos feito um exaustivo trabalho de alertar as pessoas para os MALEFÍCIOS DO EXCESSO DE VACINAÇÃO de cães e gatos. Eu disse EXCESSO, não esqueçam. Em nenhum momento eu e essas outras pessoas falamos para que não seja feita vacinação jamais. Apenas temos repassado nossos estudos sobre o fato (fato! fato! fato! cientificamente comprovadíssimo) de que reforços vacinais anuais não só não são necessários, como ainda fazem MUITO mal à saúde de cães e gatos. Lembrando: por favor, nunca, jamais, vacinem contra raiva antes dos 6 meses de vida e no mesmo dia em que vacinarem para outras vacinas! Deem sempre no mínimo 1 mês de intervalo da vacina antirrábica para outros procedimentos (vacinas, vermifugações, castrações, cirurgias etc.) Mas após a vacinação inicial dos filhotes (primovacinação), QUANDO vacinar então? Quando o animal não tiver anticorpos para as doenças. E há uma maneira de medir isto. Ou seja, a gente mede e só depois vacina, se houver necessidade realmente, por falta de anticorpos e/ou por possibilidades REAIS de contágio. Assim, agora você pode checar seu animal todos os anos e ver se ele precisa MESMO ser revacinado! Antes essa medicação de anticorpos só era feita em laboratório. Agora você pode fazer com ajuda de um veterinário. Para entender melhor o que é titulação de anticorpos, clique aqui. Quem descobriu a novidade do  (salve, salve!) foi a amiga Nisa, que recém lançou o maravilhosoparatudoelêoblog “Comida Boa Pra Cachorro”. Citando um trecho do texto da Nisa:  “Para realizar o teste é só seguir o passo-a-passo explicativo que vem junto com o kit. Um kit custa R$325,00 e inclui suprimento para doze testes que podem ser administrados individualmente. (Na matemática cada teste ‘custaria’ R$27,09. Acabaram as desculpas, em especial de quem tem muitos cães, para não titular por que é caro. Os que tem […]

    Titulação de anticorpos: descubra QUANDO seu cão REALMENTE precisa ser revacinado!

    12 de fevereiro de 2014Saúde, Vacinação

    Há pouco tempo o cão de uma grande amiga minha quase morreu ao tomar a vacina polivalente e a antirrábica no mesmo dia. Quase morreu mesmo. A schnauzer de uma conhecida minha aqui em Floripa já não teve tanta sorte, morreu em seguida. O westie de uma leitora minha também morreu. Meu Sushi teve uma alopecia (perda de pelo) permanente após ser vacinado contra gripe canina (quando eu ainda não tinha estudado vacinação canina a fundo). Se eu ficar aqui contando casos mais ou menos graves de reações vacinais, não paro nunca. Para você que quer saber mais sobre o assunto, mandei algumas perguntas para a veterinária Sylvia Angélico, cuja tese de conclusão de curso teve como tema a questão das novas diretrizes vacinais, tantas vezes abordada aqui no blog e que prega que cada animal deve ter um protocolo vacinal personalizado, levando em consideração sua idade, saúde, riscos reais de contágio etc. Para ler o artigo da Sylvia na revista Clínica Veterinária (nº97 mar/abr/2012) clique aqui. Post fundamental sobre malefícios do excesso de vacinação em cães e gatos: Vacinar é importante. Educar-se a respeito de vacinas também é. Se você lê em inglês, vale conhecer este artigo. Mãe de Cachorro: O que é uma reação vacinal? Quais os sintomas e como saber se meu cão/gato está tendo uma? Sylvia Angélico: Uma reação adversa à vacina é definida como sendo qualquer efeito colateral indesejável ou não planejado (incluindo ausência do resultado esperado, que é a proteção) associado à administração da vacina .Nenhuma vacina é totalmente eficiente ou completamente destituída de riscos de provocar reações adversas no organismo do animal. A verdadeira incidência de efeitos adversos pós-vacinais ainda é amplamente desconhecida, uma vez que tais ocorrências podem não ser reconhecidas como sendo relacionadas à vacinação, podem não ser reportadas pelos proprietários aos […]

    Meu cachorro/gato passou mal após tomar vacina, e agora?

    Clique na imagem. Quem acompanha o blog pelo menos desde 2010 com certeza sabe da minha preocupação com a questão dos efeitos colaterais do excesso de vacinação em cães e gatos. Mas mesmo que você esteja lendo sobre o tema pela primeira vez, o texto que a Sylvia Angélico publicou ontem no Cachorro Verde é mais do que suficiente para começar a abrir seus olhos e sua mente para o assunto. Reserve um tempo e direcione toda sua atenção, porque o que você está prestes a ler pode fazer toda a diferença entre a saúde real ou um sem fim de doenças na vida de seu cão ou gato. Boa leitura e bem-vindo(a) ao mundo dos que usam a cabeça para algo mais além de enfeitar o pescoço ;-D Abaixo, trecho do texto Titulação de anticorpos contra cinomose e parvovirose: nós testamos!, cuja leitura recomendo na íntegra. Para ler o material completo e conhecer suas várias referências bibliográficas (de peso!), clique aqui. (…)Titular anticorpos é medir a concentração de anticorpos IgG, específicos contra cinomose, por exemplo, no soro do sangue de um cão. Se o resultado do exame der positivo, significa que anticorpos foram detectados e que o animal já entrou em contato com o agente causador da doença, seja por meio de vacina ou por infecção prévia natural – e se encontra protegido. A literatura científica recente afirma que uma única vacina viva contra cinomose ou parvovirose, se aplicada em um cão saudável com mais de 4 meses de idade, é capaz de conferir proteção por 9 anos ou mais. Essa informação tornou obsoleta e cientificamente injustificável a prática dos reforços anuais contra essas doenças. (…) Com o exame de titulação – amplamente adotado nos EUA, Europa e Canadá, e que passou a ser estudado até por veterinários da […]

    Você se preocupa com a questão das vacinas em excesso para cães e gatos? Então leia!

    22 de março de 2011Vacinação

    Dia desses recebi um e-mail que me fez rir. A pessoa reclamava da falta de fontes sobre o tema dos perigos do excesso de vacinação de cães e gatos e me passava uma lista de links defendendo o protocolo universal de vacinação que seria cômica, se não fosse trágica. Como “fonte” importante havia um portal de notícias. Sim, desses que muitas vezes não se dão nem ao trabalho de revisar os textos, de fazer traduções decentes e por aí a coisa caminhava. Na boa? Ignorei. Sim, porque não tenho mais tempo para abrir os olhos de quem não quer enxergar e se a pessoa não tem a capacidade de ler e compreender textos (no caso meus posts sobre o tema e todo o vasto material citado neles), então paciência. Eu escrevo ABC, o cidadão lê XYZ, vou fazer o quê a respeito? Mas… Como a vida opera de maneiras misteriosas e muitas vezes irônicas, logo mais eis que a dona Sylvia Angélico lá do Cachorro Verde fez um post tão didático e cheio de fontes sobre o assunto que agora mesmo é que só posso dizer: Entendeu, ou quer eu faça um desenho? Vamos a um trecho dele e o resto quem quiser pode ler (o que recomendo enfaticamente) clicando aqui. ************** 60 dias (2 meses): 1 dose de V2 (protege contra cinomose e parvovirose, as duas doenças mais importantes para essa fase e é a vacina com menor potencial de reações adversas). Ou 1 dose de V6 (protege contra cinomose, parvovirose, hepatite infecciosa canina, parainfluenza, coronavirose e adevovirose tipo II – não contém leptospirose, a fração considerada a mais alergênica das vacinas e desnecessária para filhotinhos tão jovens). Duas empresas no Brasil fabricam a V6: essa e essa. Ou 1 dose de V8 (protege contra todas as doenças da V6 + leptospirose). Observações: – Não vacine filhotes […]

    Entendeu, ou quer eu faça um desenho? “Vacinas para cães – afinal, quais e quando aplicar?”: um post para todo mundo entender.

    25 de janeiro de 2011Vacinação

    Recebi os dois comentários reproduzidos abaixo quase que em sequência no blog, em posts diferentes. Achei interessante pedir a uma médica veterinária formada e com bastante experiência para responder as duas questões, assim não fica aquela coisa de que eu, que não sou nada, apenas uma mãe de cachorro, estou metendo o bedelho onde não sou chamada. Como também confio demais na competência, trabalho árduo e estudos criteriosos e sérios da Sylvia Angélico, do Cachorro Verde, que está quase terminando a faculdade de medicina veterinária, pedi a ela para responder também. É que excesso de vacinação é um dos temas que a Sylvia mais estuda com afinco. Com vocês então, as dúvidas e as respostas, carinhosamente elaborada pela médica veterinária Carmen Cocca, autora do blog Homeopatas e do site Bicho Integral, e pela Sylvia. Minhas queridas, muito obrigada! Desculpe a invasão: sou gateira, mãe de 17 crianças.Tenho dúvidas quanto a sugestão de protocolo de vacinação para felinos.Anualmente eles são vacinados com a triplice e raiva. Resido no Rio de Janeiro – capital em apartamento, sem acesso a rua e telado.Comem ração Royal Canin Fit 32,água filtrada,além de fonte com filtro petmate.Gostaria de sua orientaçao desta vacinação para meus filhos…Como tenho um gatinho que está com linfoma renal,estou sempre no vet(é levado em bolsa de transporte)e por isso tenho receio de não vaciná-los já que estamos sempre num local onde há incidência viral grande. Meu e-mail é claudiag.seabra@globo.com. Bjs Claudia – Para ler o comentário no post onde foi deixado, clique aqui. ********** Ana, falei com a vet do Arthur logo que comecei a ler seus textos e outros em inglês sobre a supervacinação e conversando com outras mães e protetoras de Ong de gatos, concordamos em parar as vacinas dele ano a partir do ano que vem ( 5 anos […]

    Dúvidas sobre o excesso de vacinação em cães e gatos.

    2 de janeiro de 2011Vacinação

    People do bem… Não pensem vocês que eu não preferia estar postando sobre assuntos leves, banais e divertidos. Mas há fases em que o blog realmente fica um pouco mais “denso” porque me sinto na obrigação de ajudar vocês a manter a saúde dos peludos sempre boa. Então, peço um minutinho (ok, um pouco mais do que isso) de atenção a todos e recomendo a leitura do post onde a Camilli Chamone fala da importância da correta conservação das vacinas para cães e gatos e do que acontece “por trás do balcão”. Leiam por favor, ok? E divulguem! Mais uma vez, é a saúde dos nossos amorecos que está em jogo. O texto da Camilli começa assim: Há cerca de 6 meses, tomei conhecimento que o veterinário XXX solicitou vacinas déctupla e Leishmune, da empresa que distribui as vacinas da Fort Dodge em Belo Horizonte – MG, e as vacinas foram entregues com temperatura superior às preconizadas. Após entrar em contato com a distribuidora, a mesma prontificou-se a realizar a troca das vacinas.  Foram solicitadas medidas providenciais, uma vez que outras clínicas/veterinários, provavelmente, receberam vacinas com temperatura inadequada, inadvertidamente.  Leia mais: E você continua lendo o post da Camilli clicando aqui.

    A importância da correta conservação das vacinas para cães e gatos

    25 de setembro de 2010Vacinação

    Já faz algum tempo que o Mãe de Cachorro e outros blogs nacionais (Cachorro Verde, HomeoPatas, Ville Chamonix) têm chamado a atenção das pessoas para os perigos do excesso de vacinação de cães e gatos. Lógico que com as recentes notícias das mortes de peludos no RJ e em SP o assunto só não chama a atenção de quem realmente insiste em não usar a própria cabeça para pesquisar e se perguntar o que há por trás do bilionário comércio de vacinas pet aplicadas em excesso e de maneira generalizada (sem levar em conta as particularidades de cada animal vacinado, seu estilo de vida, saúde, doenças pré-existentes, vacinas já tomadas, idade etc.). Para quem continua querendo pesquisar, segue um trecho de um post da Camilli Chamone sobre as recentes mortes provocadas pela vacina anti-rábica no Brasil e mais alguns materiais que acho interessante e importante todo mundo ler: O  Ministério da Saúde está de saia justa, porque a vacina anti-rábica está provocando muitas reações adversas nos pets. Em uma declaração meio controversa, o presidente da TECPAR – Luis Fernando de Oliveira Ribas, disse: “É muito chato dizer isso, para quem é o dono do bichano, mas podem ocorrer óbitos em 0,01% a 0,03% dos casos, particularmente em felinos, mais sensíveis à fórmula”. Parece existir mais felinos sensíveis do que supõe essa estatística, pelo menos é o que mostra essa matéria de O DIA online, onde há relatos de mais de 30% de felinos adoecidos, depois da aplicação da vacina. Leia a íntegra do post clicando aqui. Mais informações relevantes: Recomendações da American Animal Hospital Association para a frequência de aplicações de vacinas (em seu 70º encontro anual, em 2003). Vacinas obrigatórias, opcionais e não recomendadas Obrigatórias: Anti-rábica, Cinomose, Parvovirose, Adenovírus canino tipo 2 (CAV-2) –> A cada três anos Opcionais: Bordetella (tosse […]

    Recomendações da American Animal Hospital Association para a frequência de aplicações de vacinas em cães e gatos

    23 de agosto de 2010Vacinação

    Mais uma vez trago a vocês material não só confiável e com referências, mas de extrema importância para quem está realmente preocupado com a saúde de seus cães e gatos. Literalmente não ganho nenhum tipo de compensação financeira para tanto, sendo minha recompensa única o bem-estar dos peludos, caso as pessoas passem a considerar e estudar os assuntos abordados. Aproveitem, é de coração, com muito carinho e demanda toda atenção do mundo da parte de vocês, ok? Boa leitura e bom estudo! Artigo: “Puppy Shots and Dog Vaccinations”, escrito por Michele Welton e publicado aqui. Tradução: Sylvia Angélico Reprodução expressamente proibida. Vacinações… São necessárias ou não? Há apenas alguns anos as pessoas eram obrigadas a trazer seus cães para uma visita anual ao veterinário a fim de que fossem vacinados. Os tempos mudaram.  Leia o que a médica-veterinária Christina Chambreau tem a dizer sobre reforços vacinais anuais: “Como você reagiria se seu médico te dissesse para tomar vacina contra sarampo, caxumba, rubéola, difteria, coqueluxe, tétano e hepatite todos os anos de sua vida, até a sua morte, em vez de apenas algumas doses na infância?” Mesmo entrando em contato com centenas de pessoas no dia-a-dia as pessoas não precisam de re-vacinações anuais. E veterinários pesquisadores imunologistas agora nos dizem: cães e gatos também não precisam! Uma das maiores “bíblias” veterinárias, diz: “Uma prática que teve início há muitos anos e que é destituída de validade ou verificação científica são os reforços vacinais anuais. Com raras exceções, não há necessidade imunológica para a revacinação anual. Imunidade contra vírus persiste por anos ou por toda a vida do animal. Apenas a resposta imunológica a TOXINAS requer reforços (exemplo: o reforço contra a toxina tetânica que, para humanos, é recomendado uma vez a cada 7-10 anos). Para cães e gatos atualmente NENHUMA vacina contra […]

    Artigo claro e pontual sobre os malefícios da vacinação excessiva de cães e gatos.

    2 de agosto de 2010Vacinação
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