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    Enquanto eu procurava o texto sobre a menina que faleceu com seu cãozinho, para linkar no texto sobre animais após a morte, reli um monte de textos antigos. Dois deles eu simplesmente adoro: “A culpa é do umbigo” e “Somos todos animais“. E tem TANTA coisa nestes quase dois anos de blog que, olha… Dava para eu parar de escrever um bom tempo só para deixar vocês lendo tudo! Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Fuçando

    11 de novembro de 2008Textos favoritos

    Publiquei este texto pela primeira vez em 1º de outubro de 2007. Mas atualmente o blog tem muito mais leitores e achei interessante, hoje, no dia dos filhos, dar a todos mais uma vez a chance de deixarem aqui registrado o que significa ser pai ou mãe de seus animais de estimação, o que na linguagem do blog ficou traduzido como ser “mãe/pai de cachorro”. Gostaria também de linká-lo a outros textos, que têm tudo a ver com o assunto: Reflexão: ajudar crianças ou cachorros? Desculpas Um pouco sobre a maternidade que meu coração escolheu Pra mim, ser mãe de cachorro é… Amar, amar e amar mais um pouco!; Ser amada incondicional e eternamente; Sair para trabalhar com uma patinha ou outra “enfeitando” a roupa; Treinar para ser mãe de gente (nossa, são tantas as lições de paciência, doação, desprendimento); Querer voltar logo para casa para ficar com os filhos; Não conseguir ouvir as pessoas falando de seus filhos (humanos ou animais) sem querer falar dos meus e achar que são perfeitos, lindos e maravilhosos!; Entrar numa loja para comprar presente para aniversário de criança e pensar “Ai, meu cachorro ia ADORAR este mordedor/ursinho/boneca/sofá…”; Dirigir torcendo o pescoço para olhar todo cachorro que encontra pelas ruas; Sofrer (muito) por todos os animais e humanos que sofrem mundo afora; Ouvir piadinhas do tipo “Mas mãe de cachorro não é cadela?”; Amar e respeitar (ainda mais) a mãe natureza; Receber olhares PASMOS quando digo que trabalho com “Cachorros Carentes” e/ou que sou MÃE DE CACHORRO!; Explicar que meu amor pelos animais não exclui meu amor pelos humanos (como se estes não fosse também animais… Enfim…); Achar que TODOS os cachorros do mundo são LINDOS!; Responder com convicção “Sim, tenho três filhos”; Ficar emocionada assistindo meus filhos queridos dormindo; Morrer de rir ao […]

    Como ELES são minhas crianças e hoje é o dia ‘delas’…

    Foto: Vivi sapeca! Para ela parar quieta, só segurando! Confesso que este ano meu ânimo para comemorar a data é diferente do ano passado. Claro que temos ótimos veterinários parceiros, pessoas conscientes de seu papel na sociedade e realmente preocupados com os animais.Mas faz tempo que tenho visto tanto veterinário picareta, mais preocupado com dinheiro, que realmente dá uma desanimada. Isso para não falar nos preços ridículos. Chegaram a cobrar R$20,00 para tirar os dois pontos da castração de uma cadelinha adotada por um amigo meu. Fala sério, dá aqui que tiro de graça. A Livia sabe, hahaha. Entretanto, não dá para deixar de dar os parabéns e mandar as melhores energias possíveis a todos os maravilhosos profissionais da área, que verdadeiramente ajudam e amam os animais, fazendo jus ao juramento que fizeram em suas formaturas. Em especial, gostaria de citar e agradecer aos veterinários envolvidos no caso da cadelinha ‘Vivi Maurren’.Vivi representa vida e vitória eMaurren, foi homenagem à garra da atleta medalhista. Vivi foi abandonada paralítica e grávida com os filhotes mortos. Foi recolhida e castrada pela Cobea. Apesar de seu estado crítico, o veterinário responsável (Dr. Jamil) resolveu tentar ajudá-la e ver se havia possibilidade dela andar e optou em não sacrificá-la imediatamente.Como a Cobea não tem equipamentos nem convênio para fazer raios-x, e também não teria como fazer uma cirurgia de coluna, nem muito menos o pós-operatório, Vivi seria eutanasiada há duas semanas atrás. Só que a pequena sapeca e alegre já havia conquistado os corações de alguns voluntários da Cão Terapia, que se mobilizaram para tentar fazer com que Vivi andasse novamente.Ela foi retirada do canil, hospedada pela Rosane, levada pra fazer raio-x e consulta pela Jane, ganhou comida do Humberto e do Rafael etc. etc. Envolveu pessoas e mais pessoas, que ao conhecê-la, ou […]

    ‘Feliz Dia do veterinário’ e ‘O nascimento de (mais) uma estrela…’

    Recebi e compartilho com vocês essa delícia de texto! Vem bem a calhar nesta semana em que já falei sobre raça e em todo preconceito que ela gera até mesmo por sua presença (entre os que trabalham com resgate de animais abandonados/maltratados).A autora do texto, Ana Paula, faz parte a ABC Animal e é mais uma indignada com essa baboseira preconceituosa. Só podia ser coisa de uma “Ana” hahahaha.E como já falou muito bem a Lu uma vez: “Ao adotar um animal, a raça dele é o que menos importa. Afinal, o que precisa ser puro mesmo é o seu coração.” Qual a definição de raça? Ana Paula Lacerda Qual a definição de raça? Não vou ater-me a dicionários, pois estes livros contêm apenas definições de definições inventadas pelo homem. As raças foram divididas de acordo com características pertinentes a grupos humanos ou não. No entanto, nessas características vêm embutidos preconceitos e estes determinam o modo de lidar com essas diferenças basicamente físicas, por associar a palavra à diferença, separação. Mas esperar o que do homem, que se acha o centro do universo? Você – que está lendo este texto – qual a sua raça? Já sei! Descendentes de espanhóis pelo lado paterno, de italianos, pelo materno. Por que temos esta mania de achar que só descendemos de europeus. É mais chique?! Dê uma procurada na sua árvore genealógica, querido (a) e pode ter certeza de que há sangue “não branco europeu” correndo em suas veias. O que você é, afinal? Você, que se considerava um mestiço europeu, não passa de um S.R.D. (sem raça definida). Não existe um C.R.D (com raça definida) substancialmente. E por que motivo, então, só quer um cão ou gato “de raça”? Seria pelo mesmo motivo que só compra um relógio ou uma roupa de […]

    Mais sobre "raça"

    4 de setembro de 2008Animais e nós, Textos favoritos

    Muita gente talvez não entenda o que é ser voluntário como Lar de Apoio. Como eles são fundamentais para a ajuda a cães e gatos abandonados e/ou resgatados de maus-tratos, resolvi fazer um post só sobre o assunto. Ser Lar de Apoio significa abrigar e cuidar de um cão ou um gato até que ele seja adotado. E nem precisa ser numa casinha como as das fotos ao lado, hehehe.Se você lidar com um(a) protetor(a) consciente e correto(a), ele(a) te entregará o animal limpo e sem pulgas/carrapatos e fornecerá alimentação adequada durante todo o período em que ele estiver em sob seus cuidados. Assumirá tratamento veterinário, se necessário, e também te entregará um enxoval para que o animal fique bem: cobertores, casinha (se for o caso), coleira com placa de identificação, potes de água e comida, remédios que sejam necessários etc. O voluntário que servir de Lar de Apoio só precisará garantir a segurança do animal, fornecer água limpa em abundância, o alimentar de acordo com as instruções do protetor responsável, manter suas instalações limpas e administrar os remédios que ele possa precisar tomar durante o período em que estiver sob seus cuidados. Caso um interessado em adotar queira ver o cão/gato o responsável pelo Lar de Apoio pode decidir se abre sua residência para a visita ou se quer que o(a) protetor(a) responsável busque o animal e o leve a outro local.A pessoa responsável pelo Lar de Apoio também deverá estar à disposição para entregar o animal quando ele for adotado, junto com todo o enxoval que recebeu do(a) protetor(a). Se mais e mais pessoas abrissem suas residências para serem usadas como Lares de Apoio, mais e mais animais de rua e/ou resgatados de maus-tratos poderiam ser ajudados e doados, já que os protetores teriam muito mais tempo livre […]

    A importância dos Lares de Apoio!

    Acredito que nenhuma pessoa mentalmente sã gostaria de ser comparada a um dos maiores assassinos de todos os tempos. Não, ele não foi o maior em número, mas mesmo assim virou símbolo mundial de extermínio em massa. Pois bem, e o que pregava o sr. Adolf Hitler? Que a raça ariana era pura, a mais pura entre todas, e que tinha o direito e o dever de subjugar o resto do mundo… Só que qualquer pessoa que estude um pouco de história sabe que é praticamente impossível traçar este perfil de pureza. Sempre houve dominação de povos, sempre houve miscigenação, ainda que fosse todo mundo loirinho de olho azul e bochecha vermelha ou de olho puxado etc. E os cães com isso?Pense um pouco… Existe cachorro realmente puro, ainda mais que a maioria das raças é formada através do cruzamento de várias outras? E outra, existe alguma coisa realmente pura no BRASIL? No país de Macunaíma, do Manifesto Antropófago, da miscigenação libertadora e criativa, falar em raça soa a colonialismo ignorante. Mas o brasileiro sempre teve um deslumbre pelo que é de fora, de preferência de bem longe. Por outro lado, percebo também o preconceito de alguns defensores de animais de rua para com cães e gatos de raça. Como se estes tivessem alguma culpa por terem características criadas e catalogadas pelo bicho-homem. Afinal, não são todos cães, merecedores do nosso respeito, cuidado e amor? São, no fim, vítimas de um sistema cruel e que sempre privilegiou somente a raça humana. Dei um documentário sobre cães para minha sogra e dia desses assisti a um pedaço, bem quando diziam lá que os cães dos primórdios têm focinho alongado, como os lobos. Todos os cães de focinho curto são manipulados pelo homem para que sejam melhor aproveitados para esta ou aquela […]

    O Hitler em cada um de nós

    Sim, o lindo na foto do meu perfil no blog é o Benny. Ele era assim quando o conheci e me apaixonei (em julho): Morava em um abrigo superlotado, não sabem nem dizer há quanto tempo (mas é um cão novo). Não tinha coleira, o pescoço era marcado pela corrente. Era desnutrido, está em tratamento para fungo e sarna de ouvido e em processo de engorda e recuperação total. Tem alguns dentes quebrados porque lhe deram uma panela de pressão como pote de água e mesmo vendo que ele a mordia toda, não trocaram. Apesar de tudo que passou é um animal equilibrado, saudável, inteligente, educado e um ótimo cão de guarda.Ele conseguiu até a proeza de conquistar a Moira, que simplesmente não aceita nenhum outro animal em nosso quintal, mas que corre e brinca com o Benny. O Sushi e o Shoyo, que avançam nele o tempo inteiro, ele simplesmente ignora (palmas pra ele!).Hoje está disponível para adoção em um lar de apoio, mas foi lá para casa para ser castrado e fazer pós-operatório. Quem tiver interesse, pode me escrever. Benny hoje:Fazendo careta com a tia Ana.Dando um cheirinho na Momó.Ganhando carinho… Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Já que estão todos curiosos… ADOTADO!

    18 de agosto de 2008Adotados, Textos favoritos

    Todos os dias recebo e-mails e/ou ligações com as mesmas dúvidas: “Vi um cachorro doente na rua“, “Tem uma cadela grávida ou no cio na minha rua“, “Achei uma caixa com filhotes“, ou ainda “Vou me mudar, o que faço com meus cães/gatos?“. Gostaria que todos os que me escrevem/ligam entendessem o seguinte: as pessoas que ajudam os animais fazem a mesma coisa que qualquer pessoa que quer ajudá-los, inclusive você, pode fazer. Estas pessoas gastam tempo, dinheiro e muita energia os ajudando, não é nem justo que ainda tenham que dar conta dos animais que outras pessoas encontraram. Não há um lugar mágico e agradável para onde levá-los. Não há uma conta bancária de onde sairá dinheiro infinito para comprar remédios, pagar veterinários etc. Então, por favor, leiam com atenção: Tem um cachorro abandonado/doente/machucado no meu caminho… Se você teve coração para se comover e quer socorrê-lo, o passo-a-passo de quem ajuda cães/gatos é o seguinte: Recolher o animal da rua; Levá-lo a um veterinário (já peguei táxi, já fui a pé, já chamei amigos, já pedi carona…); Em casos tratáveis, pagar o veterinário, os gastos com o tratamento e, se for o caso, com hospedagem até o animal ficar bom (conheço pessoas que fazem empréstimos, vendem objetos pessoais, fazem rifas e ações entre amigos, mas nunca, jamais, deixaram de ajudar um animal porque não tinham dinheiro); Castrar o animal (há clínicas que fazem esta cirurgia por um preço social e há prefeituras que fazem de graça. Aqui sim você pode me escrever dizendo qual seu bairro/cidade para eu pesquisar um local que possa lhe dar descontos etc.); Tirar fotos para anunciar este animal por meio de e-mails, sites e cartazes. Anunciar em jornais é uma das melhores maneiras de divulgá-lo. A partir de hoje só divulgarei animais no […]

    Achei um cão na rua, e agora?

    Imagens: Sérgio Parisi, para a Cão TerapiaTexto: Fowler Braga Animais ficam condenados a passar o resto da vida em abrigos, pois ninguém quer adotar um bicho adulto e sem raça definida Porque existem abrigos? A resposta parece simples: porque existem animais abandonados. Mas não é tão simples assim. Na maioria dos abrigos, os animais só conhecem a porta de entrada. Uma vez que passam os portões dos, dificilmente os cães encontrarão a tão sonhada e necessária adoção. Há várias justificativas para que a adoção não ocorra, mas como regra geral, é porque as pessoas não querem os animais de abrigo. Preferem o cão de um pet shop, filhotinho, ou aquele adquirido nas feiras de fihotes. Aos animais de abrigo, resta o convívio em espaços exiguos, da alimentação nem sempre na quantidade e qualidade adequada, na ausência de exercícios e, na opinião deste colunista, o pior de tudo: a ausência da convivência com humanos. Com o passar dos anos, com a melhoria das condições de alimentação e avanço da veterinária, os animais passaram a viver mais, (apesar da pesquisa comentada na coluna anterior). Em abrigos com superlotação, a disseminação de doenças infecciosas é um risco constante e, os responsáveis por eles estão sempre atentos ao menor sinal, pois o estrago pode ser grande e, para controlá-lo, mais medicamentos deverão ser dispendidos. E com ele o custo operacional sobe. Abrigos existem porque há dois lados “culpados” neste fato. Há as pessoas que abandonam animais como se descartáveis fossem, e porque há pessoas que, mesmo sem condições físicas e financeiras para abrigar animais, continuam a fazê-lo. Pessoas mais sensíveis à questão dos animais abandonados acreditam que retirá-los das ruas e encaminhar para um abrigo é uma solução. Não é. Protetores independentes que fazem um trabalho sério, e muitas vezes solitários, percorrem um caminho […]

    Preconceito: nem os animais estão livres

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