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    Já falei dele aqui no blog antes. Mas nunca tinha contado a vocês nossa história de amor e amizade como fiz no texto que cedi à Coordenadoria do Bem Estar Animal para publicação na seção “Algumas histórias“. Passem lá!De tudo e todos em minha vida que já se foram, Tóto amado, saibas que estás nas saudades mais sentidas. Te amo. Ontem, hoje, sempre. Como o site da Coobea nem sempre está no ar, segue o meu texto do Tóto aqui pra gente: Tóto, o cão perfeito Hoje, sou mãe de cachorro. Mas já fui irmã. Dá até mesmo para dizer que já fui filha. E como toda história tem um começo, o meu chama-se Tóto, o animal que até hoje ocupa em meu imaginário a imagem de cão perfeito, a inteligência encarnada em quatro patas. Tóto foi meu pai, meu irmão, meu melhor amigo e, depois de 1987, minha mãe. Sim, o nome está correto. Não é Totó e sim, Tóto. Totó é qualquer vira-latas simpático que nos cruza o caminho e de quem não temos a menor idéia do nome, se é que o pobrezinho tem um… Já o Tóto, foi um cão de porte pequeno querendo ser médio. O mais puro dos vira-latas com quem já tive a felicidade de conviver. De pelagem média, rabo exibido virado para cima e tocando nas costas, era todo preto e branco, mas tinha a cabeça preta, e nela um rio de pêlos brancos nascia no focinho correndo no centro da cabeça para desaguar na pelagem branca da cernelha. Meu primeiro amor chegou num dia feliz. Era o almoço de comemoração da aprovação do meu irmão no vestibular. Naquela época, eu tinha pai, mãe, irmão e cinco anos. Tóto apareceu trazido pelo cheirinho da comida e foi ficando. Ele, literalmente, nos escolheu. […]

    Tóto, o cão perfeito.

    Adorei o texto abaixo. O recebi ontem, da Izolina Ribeiro do Esquadrão Pet e o colo aqui pra gente na íntegra, tal como veio pra mim. E por que gostei tanto das palavras da Vininha?Porque me mostraram que não estou sozinha quando insisto em bater o pé e dizer que quem realmente ajuda e faz diferença são as pessoas que estão bem, antes de mais nada, com elas mesmas e  que com isso têm energia criativa e bom astral suficiente para realmente fazer a diferença na realidade da ajuda aos animais e que promovem a cada dia educação real e, com isso, mudança efetiva não só na vida dos animais, mas das pessoas que, afinal, são quem os maltrata ou cuida. Pra mim, sinceramente, quem tem ‘trocentos‘ bichos em casa e com isso passa a viver praticamente através de esmolas [como muitas ONGs, por sinal] para poder sustentar os animais que tem sob sua responsabilidade não passa de um “secador de gelo”. Muito bem intencionado, na maioria esmagadora das vezes, mas tão carente de educação e direcionamento quanto aquela pessoa que desconhece qualquer noção de guarda responsável. Já falei mil vezes e volto a dizer, precisamos promover educação, mostrar às pessoas que se não for para cuidar de um cão ou gato como ele não só precisa, mas merece, que então simplesmente não os tenham; fazer com que elas entendam que um animal de estimação é um companheiro com quem partilhamos nossas vidas e por quem somos, inclusive, moral e legalmente responsáveis. Mas, antes de mais nada, precisamos ser pessoas equilibradas, educadas e agradáveis, a quem os outros enxergam vindo e não viram as costas, saindo de fininho e dizendo “Lá vem aquela(e) chata(o) querendo me empurrar bicho ou então me arrancar mais dinheiro para comprar tudo que sempre falta […]

    Assistencialismo é SECAR GELO!

    13 de junho de 2009Adoção, Textos favoritos

    São dez animais maravilhosos! Como cada um é mais fascinante que o outro, vou quebrar o assunto em três partes para não ficar cansativo, ok? Os textos abaixo e dos dois outros posts que serão publicados foram escritos e/ou traduzidos por mim, a partir de várias fontes de pesquisa, sendo a maior delas o site Oddee, que me permitiu achar os dez heróis. A dica veio da minha querida amiga Lu Von Borries, mãe da Konie. Sargento Stubby: o primeiro herói de guerra dos Estados Unidos Stubby no front de guerra e, abaixo, sendo condecorado com a medalha de ouro! Stubby, um mestiço de American Pit Bull Terrier, serviu o exército norte-americano na Primeira Guerra Mundial por dezoito meses e participou de dezessete batalhas. Ele foi um dos 240 cães que retornaram aos Estados Unidos, de um total de 400 que foram enviados para a guerra (onde foram mortos, deixados para trás ou simplesmente comidos. Sim, eu disse comidos). Em fevereiro de 1918 ele salvou seu regimento de ataques surpresa de gás mostarda. Stubby foi o cão mais condecorado da Primeira Grande Guerra e o único a ser promovido a Sargento em combate. Ele também localizava e confortava soldados feridos, levava mensagens sob fogo cruzado e chegou até a capturar um espião alemão pelas calças ao investigar um barulho vindo de alguns arbustos (e não só o rendeu, como ficou com ele até que seus ‘reforços’ chegassem). Após a guerra, Stubby tornou-se mascote do time de futebol americano da Universidade de Geogertown quando seu guardião, Robert Conroy, cursou Direito e o levou consigo. Em abril de 1926, o cão herói morreu de velho, nos braços de seu amigo humano.Clique aqui para ver o obituário que foi impresso para ele no jornal New York Times! Swansea Jack: O cão salva-vidas! Nascido […]

    Os DEZ cães mais fascinantes da vida real! Parte 1

    Clique na imagem para ampliá-la. Jornal Notícias do Dia, 10 de abril de 2009Colaboração Técnica: Jamil Junior (CRMV/SC 4016) Sempre brinco que minha energia não deixa que os casos mais escabrosos de animais sofrendo apareçam na minha frente e com isso sigo na minha vidinha de catar cães na rua basicamente só para castrar e ocasionalmente resgato algum para ficar sob meus cuidados até ser adotado. O último mais doente que vi e que parei para ajudar, foi o poodle do centro (não, nunca mais o vi). Mas se há um tipo de situação que me faz parar o que estiver fazendo, não importa o quê, é ver um cão com bicheira. Tenho um peso na consciência muito grande porque há anos vi um cão com uma bicheira enorme na cabeça entrando e deitando numa lixeira e deixei para ajudá-lo dez minutos depois porque na minha cabeça ele ainda estaria lá. Não só não achei, como fiquei desesperada e vou carregar essa culpa pro túmulo. Além disso, há todos os casos de animais com bicheira em que fiquei horas catando larva, sem que nem sempre eles sobrevivessem às complicações da doença. Depois que publiquei o post sobre as atrocidades que acontecem contra animais aqui em Floripa, e onde eu também falava da maldade que é negar ajuda a um animal com bicheiras, fiquei sabendo que os veterinários da Coobea fazem em média cinco atendimentos de casos graves de bicheira por dia (de segunda a sexta, sejam atendimentos internos ou externos), então enviei a eles a entrevista abaixo, que o médico veterinário Jamil Junior (CRMV/SC 4016) respondeu prontamente e ainda enviou as tristes fotos do cão branco e preto que ilustram este post. A coluna no Notícias do Dia de hoje também é sobre este verdadeiro horror e é complementada por […]

    Entrevista com um dos veterinários da Coobea sobre bicheiras (miíases) e coluna de hoje…

    Fazia tempo que eu não caía no choro copiosamente. Aquela coisa forte de pranto mesmo, do peito pesado, da cabeça que não consegue pensar em nada positivo. E tudo enquanto dirigia, o que me fazia chorar ainda mais e me sentir uma idiota, por estar tão sem tempo que não podia nem parar o carro pra chorar em paz. Chorei pela cachorrinha de dentes gastos e tetas caídas que recolhi grávida, castrei, doei e que o adotante deixou fugir e não me avisou quando aconteceu e que agora está novamente nas ruas, depois de uma longa vida de sofrimentos e partos;Chorei pelo adotante, que não tem nem entendimento para ver o tamanho das consequências de tudo isso;Chorei pelas pessoas que me ajudaram a ajudar este animal;Chorei por todos os animais que sofrem mundo afora, mas não aquele sofrimento natural, do leão comendo a gazela, mas das crueldades que o bicho homem os aflige;Chorei por todas as crianças abusadas sexualmente, por todas as que são escravizadas para trabalhar, por todas as que crescem em orfanatos e até mesmo pelas que crescem em palácios de ouro, mas secas de afeto e educação reais;Chorei por todos os adultos que tratam as crianças assim, porque provavelmente um dia foram crianças que sofreram tudo isso também;Chorei por quem quer que seja que tenha iniciado esse ciclo tão vil e cruel;Chorei por todos os seres humanos que sofrem fome, sede, frio, dor, solidão e falta absoluta e total de tudo que é mais básico para uma vida ao menos digna e respeitosa;E por todos os que desistiram de seus sonhos e cujas vidas é um eterno acordar e dormir sem ter nem ao menos uma reflexão ao fim do dia e que são como robôs ou zumbis e sem sequer se dar conta, apenas esperando chegar […]

    Ontem eu chorei

    Foto: Bebel, vira-latas linda e doce que achei na rua ontem de noite (depois boto um cartaz).Já está castrada (Sim! Assim rápido!), consultada, banhada etc. enfim, pronta para adoção.Porte pequeno. Contatos: anacorina@maedecachorro.com.br / 9621-1867 / 8405-223 / 3025-2334 Fresquinha para todas as mães e pais de vira-latas e para todos os que ainda não têm o melhor cão do mundo em suas vidas! Acabei de achar net e não podia deixar de botar aqui: Por Cristiano Baldi – Especial para o Yahoo! Um cão sem raça definida (SRD) é aquele que não tem a origem definida em um pedigree, que é um certificado que atesta a ascendência do animal. Já o termo vira-lata se refere ao comportamento de muitos cães SRD que, abandonados, vagam famintos pelas ruas, revirando latas de lixo atrás de algo para comer. Um cão SRD abandonado, ao menos em teoria, deixa de ser um vira-lata depois de ser adotado por alguém. E isso vem acontecendo cada vez mais: adotar cães abandonados virou na moda. Cada vez mais gente prefere escolher um vira-lata, em um abrigo para animais, a comprar um cãozinho de raça. Este é de fato um hábito muito saudável que, além de diminuir a população de animais abandonados em nossas cidades, ajuda no controle das zoonoses. Mas junto com a popularização da prática, surgiram alguns mitos. O primeiro deles é de que ao adotar um vira-lata filhote, ao contrário do que acontece com os cães de raça, não se pode saber qual o temperamento e o tamanho que ele terá quando adulto. A verdade é que o temperamento depende muito mais da criação do que da raça. Assim, se o bichinho for tratado com amor e respeito, provavelmente será dócil e carinhoso. E o tamanho pode sim ser estimado. Segundo a veterinária gaúcha Fernanda […]

    Razões para ter um vira-latas como melhor amigo!

    Ainda bem que há sempre um blog amigo com um post pra lá de interessante quando estamos sem tempo pra criar, hehehe! Tal e qual publicado no blog da Lord Cão (apenas com a ilustração por minha conta) , aí vai uma matéria que todos deveriam ler. E para ficar por dentro do que passam muitas pessoas que compram cães de comerciantes de animais, clique aqui e leia os comentários do post que mais tem participação dos leitores do Mãe de Cachorro. As observações em itálico/vermelho são da autora. Saiba a diferença entre criador e comerciante Antes de tudo, a diferença entre um criador responsável e um criador puramente comercial não tem relação direta com a quantidade de cães. Pode haver um criador comercial com 1 cão ou com 200, e o mesmo raciocínio pode ser utilizado com um criador responsável. A diferença básica é a ética. A ética, o respeito para com os cães e o objetivo final da criação. Veja abaixo com mais detalhes. UPDATE: Esqueci de comentar que se ninguém comprasse dos comerciantes de cães, esse mercado negro dos filhotes piratas se extinguiria e apenas criadores responsáveis gerariam ninhadas para venda. Aqueles que não achassem justo o preço cobrado pelos criadores, os que não concordassem em pagar por um filhote ou os que simplesmente não pudessem fazê-lo teriam sempre a opção de adotar um cachorro. Cada cão adotado é um a menos que escapa da morte certa. Essa política beneficiaria a todos, humanos e peludos. COMERCIANTE/FABRICANTE DE CACHORROS CRIADOR RESPONSÁVEL 1. Motivos para criar: diversão, bom para as crianças, para ganhar dinheiro (ou para recuperar o valor gasto com o cão). Não filtra compradores e raramente recusa uma venda, mesmo se o comprador for inadequado (só quer saber do dinheiro e não se preocupa com o destino […]

    Criador ou comerciante?

    Este post é, na verdade, um abraço. E chega até você carregado de energia positiva e curadora. Ele traz a garra e a força de todos que decidiram que por menor que parecesse o que puderam fazer em prol dos outros, tivessem estes pés ou patas, ainda assim o fizeram. Porque amor é soma, é multiplicação. Faz do pequeno, grande. E contagia, e dá exemplo. Lembremos diariamente das coisas que realmente têm valor, que são justamente as que ficam marcadas em nossas almas e fazem com que sejamos pessoas melhores. Que o “SER” volte a ser celebrado, respeitado e priorizado. E que o “TER” seja sempre referente a saúde, paz, amigos, honestidade, coragem, felicidade, lealdade, caráter, ética & tudo mais que engrandece. Porque como já dizia o grande & imortal Fernando Pessoa, “Tudo vale a pena se a alma não é pequena“. Mães e pais de cachorro, o amor que sentimos pelos animais e pela Mãe Natureza é o que salvará a humanidade. Sejamos pessoas cada vez melhores e façamos o exército do bem crescer mais e mais. Que a luz de nossos corações ilumine as trevas que insistem em assolar a humanidade e que possam dizer de cada um de nós, ao deixarmos este plano, “Ela/ele lutava pelo que acreditava e tentou de diversas maneiras e sempre, fazer deste um mundo melhor”. Uma ótima passagem de ano a todos. Com amor, Ana Corina. Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Último post de 2008…

    31 de dezembro de 2008Animais e nós, Textos favoritos

    Na maioria das vezes, quando estou conversando com alguém que não me conhece bem e digo que somos todos animais, socialmente condicionados, mas ainda animais, recebo olhares de incompreensão e confusão mental. COMO ASSIM?, as pessoas muitas vezes perguntam, ofendidas. Bom, vale lembrar que, em primeiro lugar, ninguém tem o poder de te humilhar ou ofender, a menos que você permita e aceite. Se alguém tenta te humilhar, mas você tem certeza do que é e dos seus valores, tudo que a pessoa despejar em cima de você será NADA. Basta você não aceitar aquilo. Se alguém tenta te dar um presente, e você não aceita, de quem é o presente? Da pessoa que o comprou, certo? Da mesma maneira, se alguém está te oferecendo palavras ruins, se você não as aceitar, não serão suas. Então, se eu digo que somos todos animais, você só se ofenderá se considerar aquilo pejorativo e, pior, tomar este pejorativo para você. Daí, amigos, o chapéu é realmente seu, paciência.Pra mim, que considero os animais maravilhosos e sábios, máquinas perfeitas da Natureza, se me chamarem até de dragão de comodo, acho lindo. 😉 Em meio a toda tragédia que assola Santa Catarina, recebi um relato do Jorge, da Associação Amigo Fiel, que me fez mais uma vez ter certeza de que somos dos animais e dos mais fraquinhos da Criação. Engenhosos, sim, mas com instintos bastante fracos. Vai saber até se não é justamente pela tal ‘inteligência racional’ que deixamos todos os outros instintos de lado? O Jorge, que é de Jaraguá do Sul, conta que resgataram um cãozinho dos escombros de uma casa abandonada e, assim que viu-se em segurança, o animal simplesmente fugiu. Ora, quem convive com cães sabe que esta não seria, definitivamente, a reação esperada. O mais certo seria um […]

    Um bicho e dos mais fraquinhos…

    28 de novembro de 2008Animais e nós, Textos favoritos
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