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    Meu feriadão foi correria total. Entre festas de aniver, compromissos familiares e casamentos, ontem ainda foi aniversário do meu pai. Sim, em pleno Dia das Crianças. Tudo bem que cães não são crianças e que eu não tenho filhos, o que em teoria me desobrigaria de postar sobre a data. Mas é como já falei, meus cães são minhas crianças… E também já faz um tempinho que tenho refletido mais um pouco no papel deles em nossas vidas (ou ao menos na minha). Amar o belo, o agradável, o que é nosso, é muito fácil. Difícil, é amar o diferente, o feio, o alheio. Pensando nisso, dia desses percebi que na verdade o nosso amor pelos animais, tão estigmatizado e tantas vezes incompreendido e mal visto, é ainda mais bonito e sublime. Ter um filho e amá-lo não é virtude alguma. É, no mínimo, obrigação moral e até mesmo, obediência às leis da natureza (até porque, antes de qualquer coisa, somos bichos, e como já disse antes, dos mais fraquinhos…).Agora, amar e respeitar um animal, um ser de outra espécie, principalmente quando a maioria absoluta das culturas ensina há milênios que eles são inferiores, isto sim é amar incondicionalmente e com desprendimento ou qualquer parcela de obrigação. Raciocinem aqui comigo: a pessoa que não ama nem mesmo sua própria carne, seu próprio sangue, boa coisa não é. Amar um filho que saiu de você, que tem seus genes, é muito fácil! Já amar, respeitar e ainda por cima defender perante tudo e todos a um “simples” animal, isto sim é amor, é desprendimento real e deveria ser passível de uma admiração absurda das outras pessoas e não motivo de chacota e discriminação. Lógico que não estou aqui dizendo que amemos mais a animais do que a seres humanos.  Não é isso! Mas estou […]

    Por que todo dia é dia deles…

    Essa vida é esquisita… Postei o texto que segue abaixo em março deste ano, no dia em que retirei das ruas a Bebel, gravidíssima, que foi castrada no dia seguinte e que depois virou Cora, foi doada, fugiu, foi encontrada e, finalmente, ganhou um lar pra lá de maravilhoso. Na época, só repassei o texto aqui pro blog, botei uma frase em negrito e deu. Hoje, recebi o mesmo texto da querida Mircea e ao relê-lo, tive uma reação totalmente diferente. Como consegui simplesmente postá-lo em março, sem tecer comentários? Antes de mais nada, gostaria de dizer (ou mais provavelmente, de repetir, porque já devo ter dito isto aqui antes) que os cães (e gatos) não são vira-latas. Eles estão. Estar vira-latas é ter a infelicidade de precisar vasculhar lixeiras em busca de comida. Não ter raça definida, ou seja, ser um cão SRD (sem raça definida), é ser filhote de qualquer raça misturada. Mas as pessoas sempre confundem e acham que o cão vira-latas é o sem raça definida. Se for um schnauzer revirando lixo, por exemplo, não é vira-latas, é abandonado. Ai, ai… Enquanto isso, compram cachorros mestiços e se acham no direito de ter preconceitos contra os pobres animais de rua, ou que têm família, mas não a tal raça ‘definida’. Você diria que uma pessoa é “de rua”? Ninguém “é de rua”, são as circunstâncias que definem este “ser das ruas” e, consequentemente, virar as latas… Você tem preconceitos contra pessoas que vivem essa extrema miséria humana? Bem… Preciso dizer que quem despreza um “simples cão” com certeza desprezará um ser humano? A base do respeito ao próximo é a mesma, seja ele de que espécie for… “Ah, Ana, mas o meu cachorro é de raça! É filho de poodle com bichon frisé…” Eu digo: É […]

    Afinal, o que é ser um vira-latas?

    Esta é a segunda das três reportagens especiais da revista Mente e Cérebro. Para conferir a primeira, clique aqui. Aguarde a terceira! Aumente as imagens clicando em cada uma delas e boa leitura! Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    2ª matéria do especial "Animais Terapeutas" da revista Mente e Cérebro.

    Promessa é dívida! Fiquei de postar o ensaio inteiro, aqui vai ele. Eu ia cortar o Nasi por causa do lance da tartaruga [na boa, bicho de estimação pra mim é só gato e cachorro. O resto só vale se for resgatado e olhe lá…] A Danieli nós já conhecemos, né? Como sempre, clique nas imagens para lê-las ampliadas. Parabéns para a amiga do André, que recolheu o Churrasco da rua e, claro, parabéns para o André, que ficou com ele. Agora só falta ele aprender que abrigos não são a solução! Parabéns pra Sheron, que tem três animais adotados, sendo que um deles, o gato Tripé, só tem três patinhas (daí o nome original!). Pô Nasi, recolher e adotar a gatinha das ruas foi louvável, mas comprar tartaruga? Pecado feio! Hello, irmãs! Nunca ouviram falar de castração? Putz, que mancada, deixar nascer 8 gatinhos que tiraram a oportunidade que outros 8 já nascidos teriam de encontrar um lar. E duvido que doaram os 8 filhotes castrados. TSC TSC TSC Depois que termina o ensaio, a próxima seção também fala de peludos, então está aqui pra gente: Dos reis da web, dois já conhecemos aqui no blog. O cão que anda de skate e o gato da caixa.Tinha mais uma página! E não vi! Sorry, aí vai ela. Como eu havia comprado a revista só por causa do ensaio, cuja propaganda assisti na SKY [na capa nem tem nada sobre os peludos, não tinha visto que havia também mais reportagens sobre eles, como a abaixo. Clique na imagem para ler a matéria. Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Ensaio "Mais que um amigo" e Reportagem "Guardiãs dos gatinhos" da revista Criativa de setembro: "histórias de bichos que são quase da família"

    Gente, conforme tenho postado sobre matérias na mídia sobre nossos amores, mais e mais leitores me mandam material. Deixo com vocês hoje duas reportagens da Folha de SP que o Viera mandou e mais uma indicação de matéria da Kelen, da revista Casa & Jardim. Folha de SP – 20/9/09Clique nas imagens para ampliá-las. Folha de SP – 13/9/09 Clique nas imagens para ampliá-las. Folha de SP – 13/9/09 Clique nas imagens para ampliá-las. Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Reportagens da Folha de SP sobre peludos!!

    Gente, na verdade a notícia não é nova. Comprei esta revista em fevereiro de 2007 e como ela trazia três reportagens longas e excelentes sobre a interação homem-animal, acabei me enrolando pra escrever um post resumindo tudo, e no fim não saiu nada. Até que decidi que era um pecado esse material todo ficar guardado, então digitalizei todas as três matérias na íntegra pra nós (foi uma chatice, mas valeu!) e vou fazer com elas três posts diferentes, ok? Elas somam as manifestações crescentes de inserção cada vez maior e irreversível dos cães e gatos em nossas rotinas. Este é o primeiro deles e traz a capa, o editorial daquele mês e a primeira das reportagens especiais. Aumente as imagens clicando em cada uma delas e boa leitura! Clique nas imagens para ampliá-las e lê-las. Clique nas imagens para ampliá-las e lê-las. Clique nas imagens para ampliá-las e lê-las. Clique nas imagens para ampliá-las e lê-las. Clique nas imagens para ampliá-las e lê-las. Clique nas imagens para ampliá-las e lê-las. Clique nas imagens para ampliá-las e lê-las.

    Animais terapeutas na capa da revista Mente e Cérebro

    Cada vez que escuto alguém dizendo “Se eu ganhasse na mega sena acumulada, comprava um terreno bem grande e fazia um abrigo de animais” acontecem três coisas comigo: Sinto um frio correndo pela espinha; Desejo sincera e profundamente que aquela pessoa jamais ganhe prêmio em $$$ capaz de cometer essa besteira e Tento explicar porque abrigos não são a solução e que o dinheiro dela seria muito mais bem empregado se aplicado em campanhas de educação sobre guarda responsável e castração gratuita para todo e qualquer cão e gato, seja quem for seu tutor ou quanto dinheiro ele tiver. Para que vocês entendam também um pouco do meu pensamento (o lugar de cães e gatos é em um lar amoroso!), deixo aqui este ótimo texto que retirei do excelente site do Clube das Pulgas: “Acreditamos que abrigo não é solução para o problema e nem vida digna para os animais abandonados. A população canina e felina aumentou consideravelmente nas últimas décadas e isso se deve à irresponsabilidade do ser humano, que ainda trata o animal como algo descartável. A posse responsável ainda é o maior trunfo contra o abandono de animais, pois embora existam ações que agora começam a fazer parte do nosso cotidiano, seja através de programas de ensino implantados pela prefeitura nas escolas municipais, seja através das entidades de proteção aos animais, como o Clube das Pulgas, que enfocam cada vez mais o controle populacional pelo método das castrações (esterilizações); a conscientização da população ainda é lenta. Mas o que fazer com os animais que já existem e ninguém mais os quer? É o caso do abrigo. De alguma maneira estes animais foram para lá e lá permanecem pelo resto de suas vidas. Abrigo é o sinônimo de abandono e compaixão, abandono pela sociedade que não os quer […]

    Abrigos NÃO são a soluçãoooo!!!

    Mitos sobre cães… Deixei alguns porque o texto era ENORME, para ler o texto completo, visite o site! Por Ayrton Mugnaini Jr., especial para o Yahoo! Brasil Ah, agosto, mês do folclore, que é uma das coisas mais injustiçadas que existem. Muita gente boa entende “folclore” não como sinônimo de sabedoria & tradição popular e sim de besteirol & boataria. Mas é fato que não faltam mitos, noções erradas e até lendas urbanas sobre tudo que é assunto – inclusive cães. Vamos lembrar aqui alguns dos mitos sobre a cinofilia mais, digamos, acreditáveis e por isso muito comuns, do tipo “eu acredito porque foi minha avó quem me contou” ou “sei que é verdade porque vi na televisão ou na Internet”. É verdade que quem mora num mundo como este e vê o que se vê tende a acreditar em tudo mesmo. Mas nem comentaremos aqui histórias realmente inacreditáveis, como aquela de que os Dobermans são potencialmente perigosos porque seus cérebros não param de crescer ou a outra segundo a qual um cão que morder algum outro bicho e engolir sangue poderá se tornar violento. O que lembraremos aqui são mitos até que acreditáveis, meias-verdades e quase-fatos, separados por assuntos, para organizar ainda mais a bagunça: a saúde do cão, sua alimentação, sua socialização e seu adestramento & treinamento. Saúde “Focinho quente é sinal de doença.” A temperatura dos focinhos costuma subir durante o sono do cão, daí ele acordar de nariz quente, o que é normal. Só haverá problema se, além de quente, o focinho do bicho estiver seco e o cão mostrar grandes alterações de comportamento. Alimentação “Cães comem pedras, papéis e colchões atrás de nutrientes para complemento alimentar.” Na verdade, cães gostam de mordiscar tudo o que aparece para se divertirem, ter o que fazer e chamar […]

    Mentira pouca é bobagem…

    24 de agosto de 2009Notícias, Textos favoritos

    Perfeitoé pouco! Adorei, amei, milhões de palmas. E tem mais uma questão que ficou de fora deste belo texto, mas que também é muito pertinente neste mundo de “salvadores da pátria”: quantas vezes “o bem” é feito porque há reação real e sincera a uma situação e quantas ele é feito para simplesmente cobrir enormes vazios existenciais e disfarçar problemas pessoais com os quais as pessoas simplesmente não querem/sabem/conseguem lidar? Percebo muita gente, principalmente os que julgam, cobram e apontam dedos, claramente trabalhando em prol de causas dignas, mas com uma energia de escapismo que só tem uma definição: patética! E estas pessoas, por mais que construam de um lado, sempre, inevitavelmente, destroem muitíssimo mais de outro. Porque não conseguem agir com união, com um espírito de trabalho em equipe, estão sempre fazendo rolo, fofocas, reclamando que fulano ou beltrano não fizeram isto ou aquilo, enquanto que elas, santas almas abnegadas, vejam só!, estão fazendo tudo isto e aquilo. Tenham dó da nossa inteligência e vão procurar um bom psicólogo, psiquiatra ou terapia que os valha! Entopem-se de bichos, neuroses e destilam venenos pelos poros, repletos de más energias, dívidas e falcatruas, tudo usando os pobres dos peludos como desculpa. Mão na consciência que é bom, lhufas! Arf! Vamos ao texto! FONTE: http://www.amigobichopf.com.br/ *Marlene Nascimento A eficiência de uma pessoa que trabalha na causa animal não deve ser medida pelo número de animais que esta pessoa possui ou que recolheu, cuidou, esterilizou e doou, mas sim pelo número de pessoas que ela conseguiu fazer com que tomasse esta atitude. Muitas pessoas se julgam protetoras porque salvaram, doaram ou adotaram algumas dezenas de animais que estão em suas casas ou foram doadas. Essa atitude é válida e merece nossa consideração. São poucos os seres humanos que doam seu tempo e seu […]

    Proteção e eficiência: texto PERFEITO!

    18 de agosto de 2009Campanhas, Textos favoritos
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