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    Resolvi juntar os posts todos aqui do blog sobre peludos que convivem com fumantes e peguei mais um lá no blog Dicas Peludas. Também vale clicar na imagem para ler um artigo em inglês sobre o assunto. Boa leitura e boa semana. É proibido fumar! Malefícios do cigarro para os filhos de patas Mais sobre cigarro e seus impactos para os peludos… Como o cigarro afeta os peludos

    Cães, gatos e cigarros!

    5 de agosto de 2013Câncer, Cigarro, Saúde

    Prevenir é sempre melhor do que remediar, seja para a saúde do animal ou para poupar sofrimentos futuros e economizar com tratamentos. Leia a coluna de hoje clicando no gatinho.

    Coluna de hoje: Conheça hoje onze situações em que seu gato precisa de atendimento veterinário urgente.

    Você tem um filho peludo – cão ou gato – de focinho achatado ou curto? Então informe-se porque ele precisa de cuidados especiais, tenha raça definida ou não. Há muito tempo assisti a um documentário sobre cães que era claro: todas as raças com focinhos curtos/encurtados/achatados são deformidades produzidas pelo bicho-homem, não naturais e não condizentes com a cabeça/focinho do “canídeo pai de todos os cães”, o lobo. Mas agora estas raças de cães (e gatos) já existem, estão por todos os lados e, como no caso de raças da moda (como Pug, Shih Tzu e Bulldogue Francês, para citar só 3 delas), estão sendo largamente procriadas e por qualquer um, sem o menor preparo. Então o que fazer para evitar ainda mais sofrimento e deformação? Para começar: CASTRE seu cão/gato de focinho achatado/curto, não colaborando para que nasçam mais animais doentes.  Divulgue este post*, ele pode salvar vidas de muitos cães e gatos. E mais importante de tudo: se você pretente mesmo comprar um cão (bulldogue francês, boston terrier, shih tzu, pug, boxer, bulldogue inglês, pequinês, bulldogue americano, dogue de bordeaux etc. – ver listagem abaixo) ou gato (persa, himalaia etc. – ver listagem abaixo) braquicéfalo, o cuidado é triplicado, já que os comerciantes de animais e os fabricantes de filhotes estão interessados apenas em lucrar em cima do seu amor pelos peludos, sempre prontos a cruzar cães e gatos sem a menor preocupação com sua saúde e a dos filhotes nascidos, sem saber realmente o que estão fazendo, sem entender de genética, de linhagens de sangue, procurando apenas características físicas que mais vendem, como certas cores, tamanhos (sempre minúsculos) ou “diferenciais” (focinhos deformados de tão achatados!), o que conseguem fazendo cruzamentos entre familiares (inbreeding) com a desculpa de ‘reforçar características’.Ou seja, ao comprar qualquer cão ou gato braquicéfilo […]

    Você tem um peludo de focinho curto, encurtado ou achatado? Então leia este post com atenção! (Cuidados a tomar com cães e gatos braquicéfalos)

    24 de julho de 2013Saúde

    (post de agosto de 2009) Sexta passada fiquei sabendo que uma conhecida minha cruzou sua yorkshire, que teve três filhotes. Detalhe: a cadela dela já era yorkie-lata e foi comprada como puríssima em uma petshop que compra filhotes de cães e gatos e os revende com 100% de lucro [quando não mais] e de cuja dona ouvi a pérola “Enquanto vocês doam um, eu vendo trinta!“. Humm, por que será que doamos tão pouco, né? Bem… Voltando aos filhotes da yorkie: como eu sabia que minha conhecida tinha voltado na petshop pra fazer rolo e reclamar porque a cadela era fora do padrão da raça e ela pagou pedigree e tal, fiquei ainda mais abismada de mesmo assim ela a ter cruzado. Agora, pasmem com o motivo [e eu já não fico mais surpresa, porque não é a primeira nem a décima vez que escuto este absurdo]: ela foi ao veterinário para castrar sua yorkshire e ouviu dele que antes deveria tirar uma cria primeiro. Claro que sim, pelo bem do santo bolso dele, obviamente!Não é pra mandar cassar o diploma de um infeliz desses? A pessoa querendo castrar não só para promover saúde do seu animal, mas também preocupada com a superpopulação de animais que terminam nas ruas [ainda esta semana resgataram uma yorkshire no CCZ de Floripa] e um imbecil de um veterinário, que por obrigacão deveria orientá-la, diz que ela deve cruzar sua cadela antes de castrar. A troco do quê é o que eu gostaria de saber. Qual a desculpa científica para esta ignorância de conselho? Porque só consigo pensar em uma coisa: lucro [e se houver alguma justificativa plausível, digam-me porque faço questão de depois vir aqui no blog me retratar e contar a todos o motivo de algo que no momento só consigo considerar […]

    Preciso cruzar minha cadela antes de castrar? A resposta é NÃO!

    Para quem quer informações sobre Parvovirose,  recomendo a leitura dos textos abaixo: post do blog Dicas Peludas  e post do blog Seu Buldogue Francês Para muitos pais e mães de cachorro a doença nunca foi um problema, mas para quem trabalha com ajuda a cães e gatos carentes ela infelizmente é uma realidade relativamente frequente. ATENÇÃO: para proteger seu cão contra a parvovirose NÃO É PRECISO ENTUPI-LO DE VACINAS! Existe uma vacina chamada Nobivac Puppy que protege cães filhotes e adultos especificamente contra cinomose e parvovirose. Se você não estiver achando a vacina na sua cidade, entre em contato diretamente com a fabricante:  “Ligação Gratuita 0800-13 11 13 ou 0800-70 70 512″ Separei pra gente um trecho importante que traz uma dica que quase ninguém segue: vacinar os filhotes em casa e a íntegra do texto da Camilli vocês leem clicando aqui, ok? (post de 2010, atualizado) Como [a parvovirose] é transmitida? O parvovírus canino é altamente contagioso. É transmitido através do contato direto cachorro-cachorro, do contato do cão com fezes contaminadas, do contato do cão com ambiente e pessoas “sujas” com o parvovírus canino. O vírus facilmente contamina superfícies do canil, das tigelas de água e comida, coleiras, mãos e roupas de pessoas que manipulam os cães infectados. É resistente ao calor, umidade, frio e secagem, e pode sobreviver no ambiente por longos períodos de tempo. Mesmo pequenas quantidades de fezes contendo parvovírus pode servir como reservatórios ambientais do vírus e infectar outros cães que vêm para o ambiente infectado. Este vírus é facilmente transmitido de um lugar para outro, através dos pelos ou patas de cães contaminados ou através de gaiolas, sapatos ou outros objetos. Viram como é importante não ir a uma clínica veterinária, desnecessariamente, quando se tem um filhotinho? Precisa vaciná-lo? Chame o veterinário a sua casa, […]

    Parvovirose canina: entenda o que é e como evitar e tratar.

    8 de julho de 2013Saúde

      Já falei sobre leishmaniose em outras oportunidades aqui no blog (links no fim deste post), mas como as autoridades continuam insistindo em matar cães e não mosquitos, precisamos fazer o que as autoridades não fazem: educar a população para a prevenção e ensinar maneiras de impedir abusos de autoridade e extermínio de animais! Repasso três informações importantes que o advogado Vinícius Ouriques Ribeiro deixou em um post meu no Facebook falando sobre a doença: 1 – Delegado de Polícia ou policiais militares NÃO podem entrar na sua residência para apreender seu animal sem mandado de busca e apreensão; 2 – O Mandado de Busca e Apreensão deve estar datado, assinado pelo juiz, indicando o seu endereço completo, seu nome, etc. Tudo especificado… O mandado não pode ser genérico; 3 – A vigilância sanitária TAMBÉM NÃO PODE entrar na sua residência sem a sua autorização; O poder fiscalizador da autoridade pública não é maior do que o seu direito de intimidade. Abaixo, o trecho de um post da Camilli sobre prevenção a ser feita em nossas casas, ruas etc. (…) devemos proteger os nossos lares para não permitir que eles se tornem maternidades dos mosquitos. O mosquito da leishmaniose possui um ciclo de reprodução diferente do mosquito da dengue. O mosquito fêmea da dengue precisa dá água para colocar seus ovos. O mosquito fêmea da leishmaniose coloca seus ovos em área rica de matéria orgânica. Leia o ciclo de vida do mosquito da leishmaniose aqui. Portanto, é essencial: – manter o jardim capinado, – manter a cerca viva muito bem aparada, – manter o galinheiro limpo, – manter o lixo em lixeiras tampadas, dentro dentro de sacos de lixo, – manter o lote vago (aquele que você está juntando dinheiro para construir um dia) limpo e capinado, – recolher o […]

    Leishmaniose visceral canina: dicas naturebas de prevenção!

    2 de julho de 2013Leishmaniose, Saúde

    Como vocês sabem, procuro trazer informações sobre meios de promover a saúde real dos nossos amados peludos, o que passa por não entupi-los com remédios em excesso ou até mesmo desnecessários. Cada indivíduo é único e deve ser medicado ou não como tal, com um histórico de vida que deve levar em conta o local onde mora, a imunidade do momento, o tipo de alimentação que consome, os remédios que já tomou, as doenças que já teve, a idade, as reais chances de contágio etc. Então hoje quero compartilhar com vocês uma informação muito útil sobre o uso mensal dos remédios para o “verme do coração”. Vamos aos fatos! Dirofilariose: a doença do “verme do coração” O que é: doença transmitida pelas fêmeas dos mosquitos do gênero Aedes, Culex e Anopheles infectadas com o filarídio Dirofilaria immitis, ataca preferencialmente cães. No fim do ciclo de vida do verme, suas larvas migram através da pele e da musculatura e penetram nos vasos sanguíneos, alojando-se no ventrículo direito, na artéria pulmonar e na veia cava. Dependendo do grau de infestação, os parasitas poderão provocar uma redução considerável da função cardíaca, dificuldades respiratórias e tosse crônica. Traduzi partes de um texto do veterinário norte-americano Peter Dobias sobre prevenção do “verme do coração”. Como todo bom veterinário holístico, que considera a saúde real dos animais, ele procura saber dos riscos reais de contágio para só então prescrever tratamentos, sempre buscando minimizar efeitos colaterais. Para quem quiser ler mais sobre a doença, clique aqui. Segue a tradução. 1) Qual o risco real de contágio de dirofilariose na região onde o animal mora? O ciclo de vida do filarídio Dirofilaria immitis depende de uma temperatura que deve permanecer acima de 14º C por pelo menos 45 dias consecutivos e pelo menos duas semanas em temperaturas acima […]

    Verme do coração (dirofilariose): informações sobre tratamento e prevenção.

    1 de julho de 2013Saúde

    Como os cães, gatos também sofrem nas terríveis fazendas de filhotes e na falta de conhecimento de tutores que os cruzam sem o menor conhecimento sobre reprodução, principalmente no que diz respeito à idade fértil de machos e fêmeas. Aproveitando o gancho levantado pelo post “Cadelas entram na menopausa?”, procurei o dr. Carlos Gabriel Dias, um querido veterinário especialista em felinos domésticos que me segue no Twitter, para responder algumas questões sobre o ciclo reprodutivo dos bichanos. Mãe de Cachorro – Com que idade acontece o primeiro cio nas gatas? Dr. Carlos Gabriel – O primeiro cio (chamado cientificamente de estro) das gatas domésticas é influenciado por vários fatores, inclusive presença de outros gatos exibindo comportamento sexual, número de horas de luz e raça. Assim, podemos observar gatinhas exibindo o primeiro cio aos 4-5 meses até 14 meses de idade. MDC – Com que frequência elas entram no cio? Dr. Carlos Gabriel – Também pode variar muito. Pode parecer que eu estou sendo bastante inespecífico quanto às respostas. Quando falamos sobre cães, apesar das variações fisiológicas, existe certa regularidade nos intervalos e parâmetros fisiológicos. Por exemplo, as cadelas geralmente exibem o cio com intervalo de 6 meses. Mas, gatas domésticas são bastante peculiares quanto ao comportamento reprodutivo. O que poderíamos dizer é que o cio dura em média 7 dias e que vão existir vários ciclos de 7 dias até que ela seja coberta ou termine o cio. Esses períodos de vários ciclos de cio podem variar bastante. MDC – Qual a idade fértil dos gatos (machos e fêmeas)? Dr. Carlos Gabriel – Pode-se dizer que a idade fértil ideal é de 2 a 7 anos. Neste período a gata doméstica apresenta índices bem sucedidos de gestação e parto. Antes de dois anos e até o final da vida, elas apresentam cios irregulares que […]

    E as gatinhas, têm menopausa? (+ dúvidas sobre reprodução de gatos)

    22 de maio de 2013Câncer, Gatos, Saúde

    Recebi a seguinte dúvida nos comentários do blog: Ana, a Mimosa tem 11 anos,minha dúvida é a seguinte : cachorra entra na menopausa ? ela nunca tomou vacina para naõ emgravidar e só cruzou uma vez e os filhotes eram prematuros , morreram todos , mas ela naõ os quiz eu tentei salva-los mas imfelizmente morreram , isso faz 3 anos a veterinaria disse que ela ja era idosa… obrigado – Por Conceiçaõ A. Santos (Conce ) Para responder, fiz uma pesquisa rápida na internet e a resposta é NÃO! Cadelas não entram na menopausa! Mas vamos lembrar que: Castrar evita inúmeros problemas de saúde, fugas e demonstra uma atitude responsável e socialmente consciente da parte do tutor do animal, seja cão ou gato, macho ou fêmea, pois é um animal a menos contribuindo para a superpopulação de animais de rua. Não se iludam, por mais criterioso(a) que você seja, eventualmente algum descendente do(a) seu(sua) peludo(a) irá sofrer maus-tratos ou abandono. Maus-tratos incluem falta de cuidados básicos e, inclusive, falta de atenção e amor. Você quer MESMO ter esta co-participação na vida de um animal? Abaixo, três das fontes pesquisadas sobre a menopausa em cadelas: “ ‘Cio seco’: Algumas cadelas não apresentam sangramento durante o cio. Nessas fêmeas, é muito mais difícil identificar o momento certo para o acasalamento. Para quem tem um casal de cães e não tem muita experiência, isso é um problema pois os acasalamentos indesejáveis poderão acontecer. Algumas pessoas, por não perceberem sangramento na fêmea, acham que seus animais nunca tiveram cio. Cadelas mais velhas podem apresentar cio seco. As fêmeas têm cio até o final da vida. Não existe a ‘menopausa’ em cadelas.” Silvia C. Parisi – médica veterinária – (CRMV SP 5532) – Webanimal “As cadelas não entram na menopausa, diferentemente dos humanos. Mas, […]

    Cadelas entram na menopausa?

    20 de maio de 2013Câncer, Piometra, Saúde
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