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    Resgatar um cão que vive nas ruas e que foge da ajuda pode ser frustrante. Aprenda algumas dicas para aumentar as chances de sucesso do resgate. Resgate Como proceder quando você decide ajudar um cão que está nas ruas em situação de abandono? Você o viu e decidiu ajudá-lo, mas muitas vezes, ao tentar pegá-lo, apenas faz com que ele fuja mais e mais. Cães de rua estão constantemente em estado de alerta, fugindo ou atentos a qualquer aproximação, que pode ser boa ou ruim. Cachorros que são frequentemente enxotados, perseguidos ou que apanham, costumam ter essa atitude quando tentamos uma aproximação, pois não sabem das nossas intenções, então a fuga é sua estratégia. Sobrevivência Estes animais aprenderam que quando alguém se aproxima deles podem estar em perigo, portanto, manter uma distância mínima é vital para sua sobrevivência. Cachorros que gritam e fogem quando humanos ou outros animais chega perto podem ter aprendido que quando gritam, quem os “persegue” se afasta momentaneamente, o que faz com que o comportamento de gritar e fugir aumente cada vez mais. Nestes casos, é preciso ter bastante paciência caso você deseje resgatar o animal sem o uso de cordas para laçar ou outros acessórios que podem até matá-lo enforcado. Jeitinho Cada vez que você tenta pegar um cão estando de pé e se abaixando na direção dele, faz uma postura ameaçadora do ponto de vista do animal. O melhor é tentar se abaixar e ficar parado. Fique agachado ou sentado, sem estar virado em direção ao cão, e sim de lado, em uma posição de 90° com relação a ele. Jogue pedaços de carne, ou algo bem saboroso e cheiroso, longe de você e espere. Finja que não está fazendo nada ali, apenas está sentado de forma despretensiosa e não olhe diretamente nos olhos do cachorro. Confiança […]

    Dicas para resgatar um cachorro de rua que não confia em pessoas.

    Recebi este Final Feliz impactante da Elayne, leitora que virou amiga querida, mãe da Led, cuja história já contei aqui no blog e que hoje está morando no céu dos cachorrinhos. Espero que gostem e que ponha um sopro de esperança e luz no coração de todos nós. Às pessoas envolvidas neste salvamento de uma vida, meus parabéns! Beijo, turma! Desculpem o sumiço, mas até eu acabar o mestrado o blog ficará assim, mais devagar, ok? Linda, aproximadamente um ano e meio de idade, pelos macios e brilhantes, olhos de agradecimento e amor…sem esquecer os outros deliciosos atributos: arteira, saltitante, destruidora de caixas, carinhosa e tem o hábito de dar risadinhas!!! Essa é a Vida, nome que recebeu da veterinária Sâmia Coli, depois de examiná-la a meu pedido e assim a salvarmos da eutanásia.   Vida perambulava pela zona rural de Itajubá, no Sul de Minas, pedindo comida e carinho aos moradores. Muito magra e com a sarna, que já tinha tomado todo o seu corpo, não era bem-vinda por todos. Rodrigo, namorado da minha irmã, sempre a alimentava, dava água e afagos. Ele conta que mesmo fraca, sempre estava ela… abanando o rabinho. Mas ele percebeu que aquilo não era suficiente. Ela precisava de cuidados urgentes e decidiu levá-la a uma Ong que atende a cidade. Depois de dois dias, o responsável pela Ong informou Rodrigo que Vida, que então era chamada de Somália, por sua situação,  foi examinada por dois veterinários e os dois tinham a mesma opinião: ela estava muito debilitada e tinha que ser eutanasiada. O responsável pela Ong disse ainda que a decisão dos veterinários foi repassada ao Conselho da Ong, que é formado por três pessoas, e todas concordaram. Mas quando minha irmã me falou da decisão, eu pedi que a veterinária das nossas […]

    Finais felizes: Vida, a cachorrinha salva da eutanásia.

    30 de setembro de 2014Adoção, Destaques, Finais Felizes, Resgate

    Mais uma da série “quem salvou quem?”. Leiam a matéria inteira e vejam mais fotos deste Final Feliz no Hypeness. A história é comovente e parece tirada de filme: Jonny Hickey era um menino de 8 anos, isolado e solitário, devido ao autismo de que sofre. Há alguns meses, uma pequena cadela foi encontrada em estado incrivelmente frágil na beira da estrada e foi acolhida por uma instituição de proteção de animais. Jonny e Xena, a cadela, acabariam por mudar a vida um do outro. A luta e a recuperação extraordinária da cadela, uma mistura de Staffordshire Terrier e Pit Bull, lhe valeram o nome de Xena, a filhote guerreira, por ela ter sobrevivido depois de a morte a ter ameaçado. A sua fama chegou ao Facebook, onde tem milhares de seguidores, e a instituição decidiu fazer um encontro onde ela pudesse conviver com os admiradores e ser adotada. A honra coube à família de Jonny. Hoje, passados apenas alguns meses, a mãe do menino não tem dúvidas de que o filho nunca foi tão feliz. Ele começou conversando, cantando e demonstrando, pela primeira vez, interesse no mundo que o rodeia. A família gastou milhares de dólares em terapia para Jonny, que afinal podia ser substituída por um outro remédio, bem mais simples e barato: a amizade leal que só um cachorro poderia oferecer. Continue a ler clicando aqui.

    Finais Felizes: a cachorrinha quase morrendo e o menino autista.

    25 de junho de 2013Adoção, Animais e nós, Resgate

    Já tentei recolher alguns cães das ruas sem sucesso e a palavra para descrever a situação é uma só: frustrante. Você encontra o animal, decide ajudá-lo e às vezes isto simplesmente não é possível. Felizmente, estas situações são minoria, mas marcam muito mais do que os casos com final feliz, porque ficam na memória com aquele gostinho de “E se?”. E se eu tivesse conseguido? E se houvesse como ter tentado mais um pouco? E se eu tivesse feito desta ou daquela maneira? E se eu não tivesse feito desta ou daquela maneira? Segue a dúvida da leitora Heveliz, respondida pela educadora canina Sara Favinha, do Tudo de Cão. Em outras trocas de e-mail com a Heveliz, ela e a mãe ainda estavam conseguindo encontrar a pequena pelos arredores, mas sem sucesso de resgatá-la. Espero que esta situação já tenha mudado! Bom dia. Em uma busca desorientada pela internet achei o seu site e espero que você possa me ajudar. Ontem a noite quando voltava para casa, eu e minha mãe vimos uma cadelinha fugindo de 3 cachorros, sendo totalmente assediada por eles. Na tentativa de fugir deles ela gritava muito, e nos lembramos que eram dela os gritos que há varias noites temos escutado de casa e achavamos que tinha alguem maltratando algum cachorrinho. Nos tentamos pegar ela, mas ela só fugia. Ela está no cio e está toda machucada, manca, inchada e com muita raiva, pois quando os cachorros encostam nela ela grita e mostra os dentes. Então nós fomos em casa, pegamos um saco grande, um pedaço de carne e uma casinha de animais e fomos novamente atrás; mas sem sucesso pois é só chegarmos perto que ela levanta e sai correndo e os 3 cachorros em cima dela, seguindo-a e incomodando-a. Queria alguma orientação de como […]

    Dúvida do leitor: Como resgatar um cão que está arisco e fugindo?

    Todos os dias recebo e-mails e/ou ligações com as mesmas dúvidas: “Vi um cachorro doente na rua“, “Tem uma cadela grávida ou no cio na minha rua“, “Achei uma caixa com filhotes“, ou ainda “Vou me mudar, o que faço com meus cães/gatos?“. Gostaria que todos os que me escrevem/ligam entendessem o seguinte: as pessoas que ajudam os animais fazem a mesma coisa que qualquer pessoa que quer ajudá-los, inclusive você, pode fazer. Estas pessoas gastam tempo, dinheiro e muita energia os ajudando, não é nem justo que ainda tenham que dar conta dos animais que outras pessoas encontraram. Não há um lugar mágico e agradável para onde levá-los. Não há uma conta bancária de onde sairá dinheiro infinito para comprar remédios, pagar veterinários etc. Então, por favor, leiam com atenção: Tem um cachorro abandonado/doente/machucado no meu caminho… Se você teve coração para se comover e quer socorrê-lo, o passo-a-passo de quem ajuda cães/gatos é o seguinte: Recolher o animal da rua; Levá-lo a um veterinário (já peguei táxi, já fui a pé, já chamei amigos, já pedi carona…); Em casos tratáveis, pagar o veterinário, os gastos com o tratamento e, se for o caso, com hospedagem até o animal ficar bom (conheço pessoas que fazem empréstimos, vendem objetos pessoais, fazem rifas e ações entre amigos, mas nunca, jamais, deixaram de ajudar um animal porque não tinham dinheiro); Castrar o animal (há clínicas que fazem esta cirurgia por um preço social e há prefeituras que fazem de graça. Aqui sim você pode me escrever dizendo qual seu bairro/cidade para eu pesquisar um local que possa lhe dar descontos etc.); Tirar fotos para anunciar este animal por meio de e-mails, sites e cartazes. Anunciar em jornais é uma das melhores maneiras de divulgá-lo. A partir de hoje só divulgarei animais no […]

    Achei um cão na rua, e agora?

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