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    Bom… não dá para morar em Florianópolis e não tratar do assunto mais polêmico das últimas duas semanas: a operação Moeda Verde, deflagrada pela Polícia Federal. Mas como o nosso blog é sobre os bichos-animais e não sobre o bicho-homem, mas ainda assim, estamos todos inseridos na Natureza e é Ela que não é minimamente respeitada pelos poderes públicos e pela maioria do empresariado em Floripa, seguem duas indicações de leitura e fotos da manifestação ocorrida no dia 5 de maio de 2007. Clique e acesse:Corrupcionário da Ilha – A Criminalidade Urbanística em FlorianópolisCorrupcionário 2 Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Operação Moeda Verde da Polícia Federal – Floripa, Ilha da Falcatrua!

    10 de maio de 2007Eventos, Notícias

    Uma amizade inacreditável Gata adotou bem-te-vi que caiu de ninho e o protege como um filhote (SÍLVIA LISBOA) Em condições normais, Chiquita devoraria Pitico. Mas Chiquita não é uma gata qualquer, nem Pitico é um bem-te-vi comum. Em vez de uma relação de caça e caçador, os dois vivem um improvável caso de amizade em um pátio do bairro Jardim Planalto, na Capital. Quando Pitico caiu do ninho há três anos, tombando no terreno da dona de casa Nair de Souza, a moradora tratou de protegê-lo de Chiquita, temerosa de que o felino fosse abocanhá-lo. A avezinha estava duplamente indefesa. Além de passarinho, alvo dileto dos felinos, o bem-te-vi tinha um problema de nascença: suas asas não se desenvolveram como a de seus irmãos, que na mesma época deixaram o ninho voando. Conseguia apenas dar pulinhos, recurso ineficiente em caso de um ataque de Chiquita. Ainda filhote, Pitico vivia dentro de uma caixinha, sob o olhar atento de dona Nair. Os receios não se justificaram. Para a surpresa da dona de casa de 51 anos, desde o primeiro dia em que se conheceram, Pitico e Chiquita não se estranharam. Pelo contrário, a cada dia que passava, sempre sob vigilância, os dois animais criavam afinidade. Passaram a comer no mesmo prato. Dormem no sofá da sala, trocam carícias e passam o dia brincando no pátio. Pitico até ensaia vôos para impressionar Chiquita. Apesar da afeição pelo bem-te-vi, a gata não perdeu o apetite por passarinhos. Esperta, usa o companheiro como isca para atacar pardais que se aventuram no pátio. – Ela deixa o pardal se aproximar do Pitico, e quando ele está próximo, pula por cima dele e abocanha o pardal – conta a dona. A dupla só se separa quando Pitico vai tomar seus banhos – o bem-te-vi toma até […]

    Uma amizade inacreditável

    4 de abril de 2007Notícias

    Sim… ele é um ursinho lindo, adorável, fofo, mimoso e desperta todos os meus instintos mais infantis de ter um bichinho de pelúcia vivo e andando pela casa. Dá vontade de ter um e podia até já ser grandão, afinal, eles têm essa cara linda mesmo adultos, como os pandas e coalas. (Tudo bem, eu já tenho o Sushi-lindeza que é um bichinho de pelúcia vivo… e tem também a Moira-jamanta, que é a ursa gostosa da mamãe…). Mas por mais que esteja todo mundo babando no Knut, o ursinho que foi rejeitado pela mãe e que virou atração de zoológico, ele me fez refletir sobre essa mania que os humanos têm de decidirem que o que é agradável de se olhar deve ser subjugado. Então mantemos os animais em cativeiro, os utilizamos em filmes, circos etc. Tudo em nome do nosso grande ego… Eu seria muito mais feliz se todos os bichos estivessem na Natureza, com seus habitats preservados e vivendo suas vidas naturais, não bricando com bolas, vestidos como humanos ou pulando através de argolas incendiadas… Não consigo ser fã de zoológicos. Em todos os que visitei, tenha sido em Nova York, em Denver, ou no Brasil, os animais parecem todos tristes, têm comportamentos esquisitos (principalmente os ursos que vi, ficavam andando em círculos ou marchando num mesmo lugar) e sai de todos eles muito mais triste do que quando entrei… Focas, baleias orcas, golfinhos… Não consigo ver muita graça nas peripécias que eles fazem pois parece um insulto à inteligência e real capacidade dos mesmos, caso estivessem livres. Mas ainda não aprendemos a amar sem possuir… certo? Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Ursinho Knut

    3 de abril de 2007Animais e nós, Notícias
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