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    É simples, mas de coração! Mais um ano vai terminando, mais um ano em que não consigo ficar bem nessa época de festas, mais um ano em que o balanço anual traz a necessidade de mais e mais aprendizado pessoal. Mas também mais um ano de crescimento muito grande do Mãe de Cachorro, do aumento de pessoas e peludos ajudados pelo blog e de exposição cada vez maior de cães e gatos em diversos setores da rotina das pessoas. Depois escrevo minha mensagem de fim de ano, mas já queria deixar registrado aqui meus sinceros e profundos agradecimentos ao carinho de vocês para comigo e meus pequenos. Se dá para dizer algo do ano que está chegando ao fim é que foi MAIS UM ANO em que os cães dominaram e direcionaram minha vida e vocês fazem parte disso, muito obrigada. Uma noite de Natal de muita Paz, Saúde e Tranquilidade a todos nós, principalmente aos peludos!  Que este clima de afeição e simpatia com o próximo perdure nos corações das pessoas o ano que vem inteiro. Forte abraço, Ana, Shoyo e Javinha!

    Feliz Natal Au Au!

    24 de dezembro de 2011Mãe de Cachorro

    Neste dia da independência tenho pensado muito no meu pai… Sim, um homem de origens tão humildes que só foi ter o primeiro par de sapatos aos dez anos de idade. Filho de gente do campo, menino que ficou órfão de pai aos 12 anos e que foi até empregado doméstico de uma senhora chamada Ana, daí meu nome (mais o Corina da mãe dele). Este homem que conquistou sua independência financeira sozinho, que criou dois filhos pagando com esforço os melhores colégios – e que não consegue falar comigo sem perguntar “Minha filha, o que você está fazendo com a sua vida? Por que você não larga isso tudo e vai fazer um concurso? O pai se preocupa com você todos os dias porque você vive grudada nesse computador, vive cada vez mais sem dinheiro e nem emprego tem…” – tem me feito pensar na vida muito mais do que eu gostaria. 99% das vezes estou tão certa do caminho que meu coração escolheu que não dou bola, mas em 1% delas sou obrigada a pensar com um certo medo que meu pai pode estar certo (como pais geralmente estão!). Também existe a culpa de não estar correspondendo às expectativas de quem tanto se sacrificou por mim, mas isso é outra história… Cada vez que alguma conta chega, ou quando não faço alguma conta justamente pra não ter que pagá-la, confesso que lembro do meu pai e de sua preocupação com o meu futuro financeiro e tenho um forte sentimento de estar fazendo algo muito errado com a minha vida. E o primeiro passo para mudar tal “destino” seria largar tudo que construí com o Mãe de Cachorro nestes 4 anos e meio e ir atrás do meu sustento, da minha independência financeira. Aquela que vai me permitir pagar […]

    Independência ou morte?

    7 de setembro de 2011Mãe de Cachorro

    Quem me mandou a novidade foi a amiga Luciana Von Borries, mãe da Konie e agora autora do livro “O que ela tem que eu não tenho?” (#recomendo 100%). Como o texto do blog Bicharada está ótimo, reproduzo um trecho aqui, mas a íntegra e outras fotos da Erin Vey vocês conferem por lá, ok? Achei importante compartilhar o artigo não só pela beleza das fotos, mas para mostrar mais uma vez como filhos pequenos não excluem o convívio dos peludos em família e muito menos justificam o abandono e a ‘doação’ após a chegada do pimpolho. Leia também: A família vai aumentar e um bebê vai chegar? Aprenda como acostumar cães a filhotes de humanos A família aumentou e um bebê chegou? Aprenda como acostumar cães a filhotes de humanos – parte 2 Quando a fotógrafa Erin Vey, de Seattle, EUA, engravidou, já sabia que teria um longo caminho para preparar Gracie, sua cachorra de sete anos, da raça dogue alemão (conhecida por ser a maior do mundo), para a chegada de um bebê. Quando Maggy, a filhinha nasceu, Gracie passou uma semana na casa dos pais da Erin, que é amante dos cães e nunca pensou em abandonar a sua peluda por causa da filha. Quando voltou para o seu lar percebeu que havia algo de diferente. Cheirou a casa toda e as fraldas da recém nascida.

    Minha gigante, minha bebê! Fotógrafa registra o nascimento da amizade entre suas filhas, a peluda e a pelada!

    Pessoas amadicas que me leem: como vivemos em um país de dimensões imensas, cheio de diferentes realidades, climas e particularidades, gostaria de conhecer mais sobre vocês. Assim, posso focar melhor os posts, priorizando assuntos. Para isso, coloquei uma enquete aqui no menu da direita e gostaria de pedir que vocês votassem nela. HÁ UM ERRO de digitação: onde lemos “Morador(a) da região Sudeste do BrasilMorador da região Centro-Oeste do Brasil”, a opção diz respeito à região Sudeste do Brasil, ok? Beijo grande e super obrigada! Um ótimo fim de semana a todos. Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Quem é você?

    29 de julho de 2011Mãe de Cachorro

    Da esquerda pra direita: Dani e Fritz, Camilli, Cassia e Winie, Eu e Mandrake, Erika e Caro, Pri e Julie. Demorei, mas cá estou com o relato de como foi meu fim de semana em Sampa City no mês passado. Pela segunda vez fui à Terra da Garoa – que foi toda céu azul pra mim – só por motivos “caninos”. E se da primeira vez conheci uma pá de gente legal pessoalmente, desta vez não foi diferente. Ou melhor, foi. Porque pessoas são únicas e momentos também, então mesmo que as circunstâncias fossem parecidas, na verdade tudo foi novidade e diversão. Voltar a Sampa com gostinho de rever ao vivo amigos queridos – ainda que mega rapidinho – é bom demais. Antes eu havia ido para conhecer praticamente todo mundo, dessa vez já era pra ver de novo e conhecer outras pessoas. E a sensação é uma delícia. Ser recebida pelas queridas amigas Erika e Luli, rever seus peludos, rever Fowler, Sylvia Angélico, Vanessa Firmino, Gabi Barroso, Terê, Izolina, Heidi (esqueci alguém?), foi uma delícia, com gostinho de amizade consolidada.    Eu e grandona (de 7 meses!) e Pri com sua Julie (adotada!), no Ibira. AGORA… Poder ver ao vivo pela primeira vez a Pri, do Amo Cachorros, a Cassia, do Cão Amor, a Dani, do Barbas e Bigodes, a Fúlvia (e sua linda familia), do Canto dos Bichos, a Camilli Chamone, do Seu Buldogue Francês, a Sara Favinha e o Léo, do Tudo de Cão, a Fernanda, do Projeto Segunda Chance, a Vanessa, do CãoMinhando, as minhas queridas leitoras Kátia Rossi (e o maridão querido, o Danilo) e Daniele Dorico – que por conta do Mãe de Cachorro conheceram todo o resto da turma, a Maria Fernanda, a Rita, a Andreia, o pessoal da Chacrinha (onde aconteceu a […]

    Minhas andanças caninas em Sampa: passeio no Ibira e aniversário do Cachorro Verde!

    Ontem recebi um texto belíssimo da amiga Mari Siebert, via Twitter. Divulguei no Twitter e no Facebook do blog e foi o maior sucesso, as palavras da Lu Medeiros falam ao coração dos que amam de verdade e eu não poderia deixar de compartilhar algo tão bonito e emocionante com os leitores que não possuem contas em redes sociais. Abaixo, um pedaço do post “Todo amor que houver nessa vida…”, lá do blog “O segredo está no tempero”, da Lu Medeiros. A íntegra vocês leem clicando aqui. “Só quem tem animais e os ama de verdade entende certos sacrifícios que às vezes precisam ser feitos por eles. Só quem sabe o que é estar mal e o bichinho elétrico chegar perto de você super mansinho só pra te acalmar, sabe o que é amor incondicional. Você briga com ele, enxota, xinga, e mesmo assim ele vai estar ao seu lado sempre que você precisar. Ali, alegre, língua de fora, sempre disponível, e sem pedir nada em troca. Afeto sem interesse, genuíno, que de fato não tem preço. E nesse dia onde meu corpo arde de dor e cansaço, posso dizer de boca cheia que nessa casa pode estar faltando grana, comida, ou qualquer outro item, mas de sobra tem AMOR, que não enche a barriga, mas preenche a alma e conforta, dá energia pra seguir adiante e superar as dificuldades. E me faz querer continuar acreditando em um dia após o outro, e que as coisas podem sim melhorar.” – Lu Medeiros – fonte: Todo amor que houver nessa vida… Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Lindeza de texto: Todo amor que houver nessa vida…

    Você acha que já leu tudo sobre Theo, o cocker spaniel que vem salvando a vida de Kelly Sears, a moça inglesa que sofre de narcolepsia e cai no sono sem querer e a qualquer momento? Confira a coluna de hoje e veja que há mais detalhes legais sobre este cão herói! Salvador Mais um exemplo de cão salvando vidas humanas: Theo, um cocker spaniel inglês de dois anos, foi treinado para acordar Kelly Sears, uma moça de 19 anos que sofre de narcolepsia. Como assim? Acontece que a doença faz com que Kelly caia em sono profundo de maneira inesperada, provocando de machucados a acidentes. Desde que viraram amigos, há dois meses, Theo não sai de perto de Kelly nem por um minuto e a acorda com lambidas no pescoço e no rosto quando ela tem crises de sono. Tem mais! Além de acordar Kelly, Theo, único cão na Europa com treinamento para ajudar portadores de narcolepsia, foi adestrado para buscar ajuda de outras pessoas se ela demorar a acordar! O cão salvador de vidas foi doado à moça pela Medical Detection Dogs, uma organização beneficente do Reino Unido. A equipe que o treinou agora está tentando descobrir que sinais o corpo de Kelly passa a Theo antes mesmo dela entrar em crise, para que então ele possa ajudá-la a prevenir os episódios de sono inesperado. Cães heróis A Medical Detection Dogs trabalha especificamente com o treinamento de cães para auxiliar pessoas com as mais variadas limitações físicas e mentais e também com cães treinados para detectar tumores malignos e outras doenças em humanos. Acontece que o faro maravilhoso destes animais tem uma precisão de até 99% para sentir, literalmente, cheiro de câncer e de outros males que nos afligem! Bicharada Cachorro está na moda. Basta uma lida em […]

    Coluna de hoje -> Theo: o cão herói, evento beneficente e mais!

    10 de junho de 2011Mãe de Cachorro

    Depois de um tanto de enrolação por motivo$ variado$… Tá na mão minha tatoo em homenagem aos peludos. Mesmo eu tendo inventado um desenho para tatuar meu amor infinito pelos cães em mim, no fim das contas optei pelo óbvio: Mãe de Cachorro! Na pele, no sangue, no coração! Detalhe: a letra é minha! Legal, né? Amei, amei, amei!!! Na verdade a escolha, além dos significados do ‘mãe de cachorro’ na minha vida, também passa pelo fato de eu ser apaixonada pelas letras, por leitura, então queria palavras em mim, não um desenho (ainda!). Como não saí de casa pra isso, acabei indo no meio da tarde pra conhecer o tatuador e no fim terminei fazendo, a foto não ficou das melhores porque foi feita com o celular da minha amiga que estava junto… Mas dá pra ver, né? =o] Para quem é de Floripa e quiser fazer uma tatoo também, fiz a minha no estúdio do Marquinho, na Lagoa da Conceição. Tudo mega-limpo e organizado, com alvará, autoclave e tudo mais que a segurança da saúde dos clientes necessita. Fora que ele tem uma mão ótima. Fomos em 3 amigas e as outras 2 fizeram desenhos, que ficaram perfeitos! Recomendo. O telefone do Marquinho é o (48) 9911-3758. Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Mãe de Cachorro na pele e no sangue: fiz minha tatuagem =o]

    Ano que vem é O ano… E se eu tivesse ganhado R$100,00 pra cada vez que ouvi “Tens que ter filho até os 35!”, estava rica, rica, rica e com grana sobrando pra doar muiiito mais castrações! Pra vocês que gostaram do post “Mas eu já tenho um bebê!!”, aí vai um trechinho de outro post do mesmo tema: a luta por respeito e pelo meu direito de ainda não estar desesperada para ser mãe biológica!! “Filho pra fazer sombra? Não, obrigada.” ou “Eu odeio os 35”Não sei quantos anos você tem. Não sei se você é homem ou mulher. Não sei se você tem filhos ou não. E tudo bem, porque este texto na verdade, é sobre mim. Só que aposto pra ganhar como na verdade ele será sobre muitas outras pessoas. Talvez até sobre você também, principalmente se for mulher… É peculiar observar como as pessoas criam expectativas sobre o que devemos fazer ou não de nossas vidas. Um dia começamos a namorar alguém lá pela época da faculdade, dali a um tempo a família percebe que o namoro é mesmo sério e daí pra frente tudo se resume a cobranças e mais cobranças. Estão namorando? Hum… Quando é que vão noivar? Noivaram? Hum… Quando é que vão casar? Casaram? Hum… Quando é que vão ter filhos? Tiveram filhos? Hum… E o irmãozinho é pra quando? Ai, coisa irritante! Acho que desde os meus (idos) vinte e cinco anos não passa batizado, nascimento ou festinha de aniversário de criança sem alguma pessoa chata perguntar “E o teu, quando é que vem?“. E quando a resposta obviamente não é a esperada, que no caso seria “Logo” ou “Já estamos tentando“, o encerramento da conversa é sempre o mesmo “Olha, cuidado, viu? Depois dos 35 anos é perigoso“. Então, com […]

    ELES estão chegando… Seriam os 35 anos o limite para ser mãe biológica?

    10 de maio de 2011Mãe de Cachorro, Off topic
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