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    No começo deste mês fui questionada por uma amiga aqui de Floripa sobre a toxicidade da cipermetrina, o que me fez colocar um aviso nos posts onde falo de seu uso como repelente e inseticida do inseto transmissor da leishmaniose visceral (LV) e, em seguida, enviar às pessoas daqui (que tenho mantido informadas com e-mails de materiais/informações sobre a LV desde que começaram os primeiros casos em Florianópolis) o e-mail que reproduzo no fim deste texto, com a figura que ilustra este post anexada a ele. Como São Chico anda meu amigo, a querida Camilli Chamone terminou fazendo um post exatamente sobre o mesmo assunto que eu faria, alertando para a toxicidade e cuidados de administração da cipermetrina, um dos repelentes mais usados contra o famigerado flebótomo transmissor da LV, então agora é só copiar e recomendar pra vocês!! Leiam o ótimo “Evite incidentes na utilização da cipermetrina para prevenção de leishmaniose” e fiquem por dentro (divulguem também!). Atenção! A cipermetrina usada em cães deve ser apenas a oleosa (pour on). Ela tem poder residual superior a 60 dias, mas sai no banho. Então as sugestões abaixo são pertinentes… Aplicar cipermetrina após o banho do cão e pensar seriamente em reduzir a quantidade de banhos, não só pela saúde geral do animal, mas para que ele não esteja semanalmente recebendo nova dose do repelente; Aplicar cipermetrina 1 vez por mês em cães que não tomem banho com frequência (como os que ficam à espera de adoção em canis ou nas ruas, por exemplo). Também vale ler o e-mail abaixo, que escrevi após tirar algumas dúvidas com a Vivi Vieri, que usa a cipermetrina há anos em diversos cães (para adoção ou não) que cuida : Prezados, Não custa lembrar que: 1) TODO o material que já enviei a vocês contém informações […]

    Cuidados com o uso de repelentes em cães (e alternativas de produtos!)

    11 de outubro de 2010Leishmaniose, Saúde

    Toda semana vou no site do Curtindo São Paulo Juntos para ver o Amigo da Semana porque é aquela coisa, quem gosta de cachorro, quer ver… cachorros! E o amigo desta semana me fez lembrar de um assunto bem pertinente em dias de leishmaniose visceral avançando a passos largos em todo o Brasil, continente, mundo: você pode estar ajudando a doença a viajar!Sim, sim! Você tanto pode se mudar para regiões até então sem a doença levando um animal/pessoa doente, como também pode entrar em contato com ela ao viajar com seu peludo Brasil afora e, consequentemente, pode voltar para casa infectado ou trazendo seu amigão infectado. Lembrando que a leishmaniose visceral pode ficar quietinha em nossos organismos por muito tempo. Então… Prevenção é a palavra! E ao viajar por aí, use repelentes em você e em seu amigo de patas! Existem vários produtos específicos para cães, como a coleira Scalibor, os medicamentos pour-on Advantage Max3, Pulvex e Tiper C e o spray Defendog. Isso para citarmos as alternativas tóxicas (sim, todas são, sem exceção!). Mas você também pode optar por uma proteção mais saudável com aplicações diárias de óleo de citronela ou óleo de neem (puros ou dissolvidos, daí depende da aceitação do animal) mais o uso diário do Estibion Plus Neem (aliás, lembrando que as ações contra a leishmaniose são mais eficazes quando feitas em conjunto já que nenhum método de prevenção é 100% eficaz, nem a vacina, ok?). Quer viajar? Ótimo! Mas seja consciente e responsável e proteja a saúde do seu cão e a sua: use repelentes contra o inseto transmissor da leishmaniose visceral! E faça uma ótima viagem! ;-DLembrando: NÃO use nenhum medicamento sem orientação médico-veterinária! Tudo que cito aqui no blog serve de referência para que os leitores conversem com veterinários de confiança. NÃO façam “consultas” […]

    Viaje com seu peludo, não com a leishmaniose!

    5 de outubro de 2010Leishmaniose

    Queridose queridas, Como os posts sobre leishmaniose visceral (LV) vêm aumentando, como nem todo mundo sabe usar os marcadores por assunto e preocupada com que todos leiam as informações estou fazendo este índice com os principais posts sobre LV. Assim, divulgo todos os posts com mais facilidade e vocês também podem fazer o mesmo. Para acessar todos os posts sobre a LV clique aqui. Beijobeijo! Atenção: há diversas alternativas de prevenção. Algumas exigem bastante cuidado porque são tóxicas (coleira de deltametrina, gotas de cipermetrina, gotas de produtos para cães contra pulgas etc.) e outras são naturais, mas exigem aplicação diária.  Por favor, estudem com atenção todo o material disponibilizado nos posts abaixo! Lembrando: NÃO use nenhum medicamento sem orientação médico-veterinária! Tudo que cito aqui no blog serve de referência para que os leitores conversem com veterinários de confiança. NÃO façam “consultas” com balconistas, vendedores ou qualquer outra pessoa que não esteja inscrita no CRMV de seu Estado como um médico veterinário formado. Remédios específicos para cães usados como repelente do inseto transmissor da LV Cuidados a tomar com o uso dos repelentes em cães Cartaz educativo sobre leishmaniose visceral (com link para versão para impressão) Coluna de ontem: mais sobre leishmaniose Matéria sobre Leishmaniose Visceral em cães na revista Cães & Cia de setembro/2010 (+ vídeo) Dicas sobre prevenção da Leismaniose Visceral e tratamentos. Coluna de hoje: especial leishmaniose visceral Leishmaniose visceral canina: dicas naturebas de prevenção! Leishmaniose: sobre tratamentos e prevenção. Leishmaniose: matar cães não resolve! –> atualizado com vídeo em 3 de junho Leishmaniose e nossos cães: o Brasil escolheu MATAR! Leishmaniose: prevenção é a solução! Assunto sério e pertinente. Leia com atenção e repasse! NÃO DEIXE de ler este texto: http://www.maedecachorro.com.br/2010/11/como-foi-pra-mim-o-ii-seminario-de-atualizacao-tecnica-em-leishmaniose-visceral-americana-em-sp.html

    Índice dos principais posts sobre leishmaniose visceral

    26 de setembro de 2010Leishmaniose

    Lembrando que o Neem é inseticida e repelente, ou seja: repele e mata! Para comprar, clique aqui. Repel-Neem Sachets Produto orgânico, certificado pela Control Union. Produto único, desenvolvido a base de neem indiano e andiroba, para uso doméstico, com alto poder de repelência de inseto e longa duração. Repele muriçocas, baratas, moscas, formigas, traças e uma infinidade de insetos. Aplicação: Retirar a capa da fita adesiva e colar 1 sachet para cada ambiente da residencia (1 para cada 30m²) sempre em lugares baixos (logo acima do rodapé, em baixo de camas e mesas e dentro dos armários). Não Tóxico Apresentação: Caixa com 5 Sachets prontos para uso. Eficaz contra mais de 400 tipos de insetos, inclusive o mosquito da DENGUE. Fonte: http://www.preservamundi.com.br/repel_sachets.html Outros produtos de Neem da mesma marca: http://www.preservamundi.com.br/produtos_neem.html Atenção: há diversas alternativas de prevenção. Algumas exigem bastante cuidado porque são tóxicas (coleira de deltametrina, gotas de cipermetrina, gotas de produtos para cães contra pulgas etc.) e outras são naturais, mas exigem aplicação diária.  Por favor, estudem com atenção todo o material disponibilizado no índice dos posts sobre leishmaniose visceral aqui no blog ! Lembrando: NÃO use nenhum medicamento sem orientação médico-veterinária! Tudo que cito aqui no blog serve de referência para que os leitores conversem com veterinários de confiança. NÃO façam “consultas” com balconistas, vendedores ou qualquer outra pessoa que não esteja inscrita no CRMV de seu Estado como um médico veterinário formado.

    Sachets de Neem: bons contra carrapatos, pulgas, leishmaniose visceral e insetos.

    23 de setembro de 2010Leishmaniose, Produtos pet

    Se você mora no Brasil mora no Planeta Terra não quer pegar leishmaniose, seja visceral ou tegumentar Leia este post com atenção e divulgue-o! Existem dois tipos de leishmaniose: a tegumentar, que apresenta lesões externas e é a mais comum no Brasil, ocorrendo em 98% dos diagnósticos de leishmaniose, e a visceral, que atinge as vísceras e é fatal em 90% dos casos não tratados. A leishmaniose visceral atinge em sua maioria crianças menores de dez anos e pessoas com imunidade baixa. A doença pode ficar quietinha sem apresentar sintomas por anos. O inseto cuja fêmea infectada transmite a leishmaniose visceral é um flebótomo, mais conhecido como mosquito palha. Só que ele não é um mosquito porque não põe ovos em água e sim em matéria orgânica. Ou seja: é ainda mais difícil de ser combatido já que qualquer folha caída em decomposição pode servir de berçário para o inseto. A fêmea do flebótomo precisa de algumas horas para ficar infectada e sair transmitindo a doença, assim, caso ela pique um hospedeiro qualquer e pique você em seguida, não haverá transmissão porque ela nem “processou” a doença dentro de si ainda. O flebótomo mede de 1 a 3 milímetros, é menor do que qualquer coisa que você considere minúscula e mal pode ser visto a olho nu.  Ele não consegue voar livremente como um mosquito e dá pequenos saltos baixos, mas não se iluda, é eficiente mesmo assim e pode ir de uma cidade a outra paradinho em carros, malas etc. Ao telar suas portas e janelas use a tela com espaçamento inferior ou igual a 1 milímetro (eu disse milímetro!). Não tenha a menor dúvida: é apenas uma questão de tempo até a leishmaniose visceral bater a sua porta. Não só o aquecimento global está contribuindo para que doenças […]

    Leishmaniose Visceral e você: NÃO pense que não tem nada a ver.

    22 de setembro de 2010Campanhas, Leishmaniose, Saúde

    Quem leu o post anterior já está contextualizado para este. Separei os dois porque um é mais pessoal e o outro mais técnico, mas mesmo nesse pretenso texto técnico, é impossível separar a emoção dos fatos científicos, principalmente quando eles refletem diretamente na vida de quem tanto amamos: cães (e gatos). No dia do seminário, Floripa amanheceu belíssima, já tendo recebido nosso querido Fowler na manhã de sexta-feira com um dia igualmente bonito e agradável. Apesar da felicidade de conhecer pessoalmente o Fowler, meu querido amigo virtual de alguns anos, e de quebra ainda ter a honra de iniciar uma amizade com dr. André Fonseca, a ansiedade para as palestras era imensa. Quando o assunto é leishmaniose visceral, como diz o Fowler, nada é fácil ou simples. Com um público muito abaixo do esperado, mas que reflete a falta de consciência e de interesse da população e da classe veterinária em geral, o seminário foi aberto pelas afiliadas da WSPA Brasil, representadas pelas figuras do Halem, do Instituto Ecosul, e da Shalma, da APRAP. E para quem se apegou na “falta de interesse”, sim, achei um absurdo o auditório não estar abarrotado de veterinários, profissionais diretamente interessados no assunto e que foram suficientemente avisados do evento e que, portanto, tinham obrigação até mesmo moral de estar lá. Felizmente os vets em quem confio lá estavam, o que só reforçou minha admiração por eles e segurança em correr para eles quando preciso/os recomendo. Na sequência, os representantes da saúde municipal tomaram a bancada (nomes de representantes públicos e autoridades presentes seguem no fim do post). Achei as explicações e a palestra do sr. Anselmo, Diretor da Vigilância em Saúde da PMF, condizentes com o esperado dos órgãos oficiais de saúde pública. A novidade ficou por conta da civilidade dos presentes, tanto do lado de lá, […]

    Seminário sobre Leishmaniose Visceral em Floripa: uma data para entrar na história da saúde pública e da defesa dos animais em Santa Catarina.

    20 de setembro de 2010Eventos, Leishmaniose

    Medos são sentimentos muitas vezes irracionais, em outras baseados em experiências traumáticas e por aí a coisa com certeza segue, mas não tenho conhecimento para classificar todos os tipos de medo. Entretanto, sei o que eu temo, e entre outras coisas, sempre tive medo de autoritarismo e situações sem controle. Assim, o tema da leishmaniose visceral e todos os absurdos cometidos contra os cães em nome da saúde pública é algo que desde o primeiro momento me causa inquietação, frustração e medo, muito medo. Só  que o meu medo é da doença, do descontrole humano, do mosquito, da ignorância que envolve a todos, nunca, jamais e em momento algum, é medo dos cães que são tão vítimas não só da leishmaniose, mas dos homens.Morei 9 anos em Campo Grande, cidade que hoje mata cerca de 25 mil cães por ano em nome da leishmaniose visceral e da saúde pública. Foi lá que comecei a construir minha identidade, que tomei consciência do outro, que me descobri apaixonada por cães e que fui absurdamente feliz com o meu primeiro amor canino, o Tóto. Anos depois, foi nesta mesma Campo Grande que meu irmão perdeu duas cadelas para a leishmaniose visceral e entregou mais uma para o assassinato a eutanásia sem questionar nada. Sim, irmãos, como todo mundo que tem um já deve saber, podem ser absurdamente diferentes. Foi o meu primeiro contato com a doença, ainda envolto em ignorância e aquele alívio egoísta e tranquilizador que diz “Ufa, não tem isso aqui em Floripa“. Em 2008 uma amiga veterinária que à época trabalhava para um dos laboratórios que faz uma das duas vacinas à disposição no mercado brasileiro me procurou e pediu para conversar sobre o tema. Me repassou material, conversou um pouco, explicou por cima e aquilo começou a me torturar. Meses depois, […]

    Meus contatos com a Leishmaniose Visceral até sexta-feira passada (já posto sobre o seminário de sábado, esperem um pouquinho).

    Clique na imagem para ampliá-la e conferir a programação. Já é neste sábado! Divulgue e compareça! O Instituto Ambiental Ecosul, a APRAP (Amigos e Protetores dos Animais de Palhoça) e a WSPA-Sociedade Mundial de Proteção Animal, convidam para o Seminário: “Leishmaniose Visceral: da saúde pública ao bem-estar animal” Data: 18 de setembro de 2010 Horário: das 8:00 às 13:00 e das 14:15 às 20:00 Local: Auditório da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) Rua Paschoal Apóstolo Pitsica, 4.860 – Agronômica – Florianópolis/SC (Entrada pela Beira Mar Norte ao lado da sede da Polícia Federal) Entrada: franca e aberta à comunidade E para saber sobre o VII Simpósio Internacional sobre Leishmaniose Visceral x Cães, que acontece nos dias 25 e 26 de setembro em Belo Horizonte, MG, clique aqui. Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Seminário "Leishmaniose Visceral: da saúde pública ao bem-estar animal", neste sábado, 18/9, em Florianópolis, SC.

    14 de setembro de 2010Eventos, Leishmaniose

    Clique na imagem para ampliá-la. Fonte: Grappa A Vivi Vieri tem mandado bastante material sobre Leishmaniose, juntei dois e-mails pra gente neste post e também gostaria de recomendar posts de outros blogs/sites que trataram do assunto, ok? Clique nos tópicos abaixo e leia mais! Informações variadas sobre Leishmaniose Receita de repelente econômico (também serve para pulgas e carrapatos!) Não deixe a Leishmaniose fazer mais vítimas! Abaixo-assinado: Matar não resolve! Assine! Dicas de prevenção Importante: Não vacine seu cão contra a doença se você não morar em áreas endêmicas e se não houver absoluta necessidade para tanto. Para vacinar um animal ele precisa fazer o teste para a Leishmaniose porque é necessário que se tenha absoluta certeza dele não estar contaminado, o que não acontece somente com os exames de sorologia. Esta dica me foi passada por uma veterinária que trabalhou em uma das empresas que fabricam a vacina e merece atenção!   Leishmaniose: por que tratar? André Luis Soares da Fonseca M.V. Mestre em Imunologia Professor Adjunto da UFMS Sinteticamente, as razões que fundamentam o tratamento da leishmaniose visceral canina (LVC) são consistentes e de várias ordens, quais sejam: 1) técnica; 2) ética; e 3) jurídica. Ordem técnica: o tratamento da LVC leva à cura clínica da doença, podendo a sorologia continuar positiva, o que apenas indica um prévio contato com o parasita, como acontece em outras doenças por protozoários, como na toxoplasmose e na doença de Chagas. Há um amplo arsenal de medicamentos que podem ser utilizados e o preço do tratamento, dependendo das drogas, é bem acessível. O receio de resistência medicamentosa é inerente no tratamento de qualquer doença infecciosa e não se justifica. O combate à LVC reside no controle do vetor. Se na dengue o controle do vetor é suficiente, por que para a LVC não […]

    Leishmaniose: sobre tratamentos e prevenção.

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