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    texto originalmente postado em 12/12/2010 E por falar em sonhos… A querida Cássia, do Para quem gosta de Cachorros, abordou um tema que me interessa e que está em pauta aqui em casa. Já faz um tempinho que o Shoyo foi banido da cama (pra tristeza dele e minha) e hoje ele dorme na caminha dele, oras ao lado da minha, oras fora do quarto (mas daí nunca por vontade própria)… Tomei a decisão porque ela está enquadrada em um “pacote” de ações que a educadora canina (e fofa!) Emmanuelle Moraes me passou para reduzir a ansiedade de separação do meu “sombra” amado… Com a morte do Sushi no fim do ano passado, ficamos todos não só profundamente deprimidos, mas meio pirados por aqui, e o Shoyo virou o centro das atenções e cuidados, algo que pouco depois já comecei a perceber não estar fazendo psicologicamente bem a ele. Em outra ocasião voltarei no assunto e farei um post só sobre ansiedade de separação, mas agora deixo a indicação do post da Cássia pra nós, que você lê na íntegra clicando aqui e tem uma amostrinha abaixo: O cão é um animal social que está intrinsecamente inserido na rotina de sua “família humana”. Se pensarmos nos ancestrais lobos, eles costumam dormir juntos, aninhados, pois assim conseguem se proteger melhor, ficando menos vulneráveis, além de se manterem aquecidos. Para os cães, dormir próximo aos humanos equivale a estar próximo de sua família! Alguns já se manifestam favoravelmente a esta proximidade na hora de dormir, alegando que trata-se de um fator que aumentará o vínculo afetivo entre cão e seu dono. Mas, por outro lado, a análise desta situação tão cotidiana hoje em dia deve levar em conta consequências importantes, relacionadas a saúde e ao comportamento do cão. Em geral, cães que […]

    Dormir junto ou não? Eis a questão!

    O Bruno Moreno, pai de cachorro aqui de Floripa, postou na página do blog no Facebook. Fiquei com pena do doguinho, mas vejam que inteligente!

    Cãozinho esperto brinca sozinho de buscar a bolinha!

    23 de outubro de 2011Inteligência canina, Vídeos

    Ninguém sabe exatamente por quais motivos cães – e pessoas – vão perdendo suas capacidades mentais conforme ficam mais velhos. Mas sejam eles quais forem, o fato é que o cérebro e o sistema nervoso dos cães (e os nossos!) mudam drasticamente conforme eles envelhecem. Cães mais velhos possuem cérebros mais leves do que cães jovens. A mudança é bastante significativa e o cérebro mais velho pode terminar até 25% mais leve! É importante notar que esta mudança não deve-se necessariamente à morte de células cerebrais. Na verdade, em grande parte é a perda das conexões que já não são mais feitas entre as células que reduz o tamanho e o peso do cérebro! Nossos peludos começam a entrar na “terceira idade” em torno dos sete anos de vida. O equivalente canino ao mal de Alzheimer que acomete humanos é chamado de Síndrome de Disfunção Cognitiva em Cães (SDC). Sintomas Se seu cão sofrer deste mal, você possivelmente notará que ele está apresentando mudanças de comportamento que geralmente incluem: esquecimento (esquecer o treino do banheiro, pode não responder mais ao próprio nome etc.), desorientação, não reconhecer membros da família, sono alterado (passar noites acordado, inclusive podendo latir sem razão e controle e dormir em excesso durante o dia), não responder mais a comandos, e outros lapsos no comportamento habitual. A doença é bastante comum e, com base em dados estatísticos disponíveis, é possível sugerir que cerca de 25% dos cães com mais de dez anos de idade apresentem ao menos um dos sintomas associados ao envelhecimento cerebral. Em cães com mais de 15 anos de idade, mais de 60% são afetados de alguma maneira. Pesquisas recentes têm mostrado que um dos fatores mais significativos para evitar o declínio das capacidades mentais é manter a mente ocupada e desafiada. Uma pesquisa […]

    Seu cão está ficando idoso? Leve-o para caminhar e evite ao máximo a Síndrome de Disfunção Cognitiva em Cães (SDC)!

    30 de agosto de 2011Inteligência canina, Saúde

    Acabei de postar na página da Revista Au. uma notícia que tem tudo a ver com a última edição da revista: lealdade canina! Só que em seguida fiquei com vontade de vir aqui contar pra vocês do Bleik. Cachorro espera na porta de casa por volta de extrativistas mortos no Pará. Após 26 dias do crime, Bleik não sai de assentamento em Nova Ipixuna (PA). José Claudio e Maria Espírito Santo foram assassinados em emboscada. O cachorro Bleik permanece no mesmo local à espera de seus donos desde 24 de maio. O vira-latas criado sem coleira em meio à vegetação nativa do Pará era o fiel escudeiro do extrativista José Claudio Silva, que foi morto nesta data em uma emboscada ao lado da mulher Maria do Espírito Santo, em Nova Ipixuna (PA). Bleik não sai da varanda da sede da fazenda no assentamento Praialta Piranheira, onde vivia o casal antes de ser assassinado. O cachorro tem preferência por um lugar na casa, perto da farda camuflada do extrativista, que ainda permanece pendurada em um gancho na varanda lateral do imóvel. "É como se ele estivesse esperando meu irmão voltar. É como se meu irmão e minha cunhada estivessem viajando e prestes a voltar. Ele ficou órfão", disse a ambientalista Claudelice Silva dos Santos, 29 anos, irmã de José Claudio. (…) Claudelice contou que o animal foi deixado na casa por conta do medo de familiares, que receberam ameaças de morte por fazendeiros e madeireiros da região. Eles se sentiram inseguros em permanecer no local e saíram da carregando apenas objetos pessoais e algumas roupas. "Voltamos para a casa de meu irmão para tentar levá-lo com a gente, mas ele estava arredio, agressivo, ficamos com medo de sermos mordidos. Parece que ele só quer esperar meu irmão voltar. Para onde meu […]

    Mais um exemplo de fidelidade canina… (Tem alguém para ajudar o Bleik???)

    Ô, Jesus!!! Mais um lindo exemplo de fidelidade animal. Aliás, aguardem a 3ª edição da Revista Au., com o tema Lealdade! A cadela Pretinha, que há oito anos vive no portão do Cemitério da Saudade, onde possivelmente seu antigo dono está enterrado, mobiliza moradores de Sorocaba. A cachorra, sem raça definida, dorme em uma caixa de papelão desde que a fiscalização de trânsito mandou retirar a casinha de madeira instalada pelos motoristas de um ponto de táxi para abrigar o animal. Mais de 400 pessoas assinaram um documento enviado à Câmara pedindo à prefeitura que autorize a recolocação da casinha. O taxista Claudemir Antonio Pastri, de 53 anos, conta que ele e os colegas se cotizam para dar ração e tratamento veterinário à cadela. “Levamos à clínica uma vez por mês.” Segundo ele, Pretinha já teve uma casinha de madeira, mas um carro descontrolado subiu na calçada e a destruiu. “O motorista nos ajudou e compramos outra, mas os fiscais da Urbes (empresa municipal de trânsito) não deixam instalar.” Ele diz que a cachorra era pequena quando foi “adotada” pelos taxistas que têm ponto na entrada do cemitério. “Dizem que o dono está enterrado aí, mas acho que é lenda.” O motorista de caminhão de aluguel Geraldo Almeida, de 57 anos, afirma que a cachorra costumava seguir enterros, mas foi proibida de entrar no cemitério. “Falam que ela seguiu o enterro do dono e ficou por aqui.” Almeida ajuda a bancar os custos de ração e veterinário do animal. Com a chegada do frio, a cachorra “sem-teto” ganhou roupas e manta, mas permanece ao relento. Continue a ler clicando aqui. Fonte: Estadão Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Cidade de Sorocaba batalha para ajudar Pretinha, uma cadelinha fiel ao tutor morto, a continuar sua vigília no cemitério.

    Em outros países eles já são relativamente comuns, ajudando pessoas que sofrem das mais variadas limitações físicas. Mas agora o Brasil tem seu primeiro cão de trabalho entregue a uma família para ajudar a prever convulsões de um rapaz com hidrocefalia. Direto do R7: No interior de São Paulo, um cachorro dá um exemplo prático de como a inteligência destes pets pode ser útil ao ser humano através do adestramento. Já conhecidos por servirem de condutores para pessoas com deficiência visual e outras atribuições como auxiliar a polícia a encontrar drogas nos aeroportos, os cães adestrados se mostram muito mais versáteis do que se imagina. O novo aliado de um jovem que sofre com hidrocefalia no município de Sertãozinho. O cão, chamado Zulo, foi treinado para latir toda vez que o seu dono começar a convulsionar, assim a família poderá salvar o garoto a tempo.  Continue a ler clicando aqui e assista ao vídeo com mais detalhes sobre a notícia: Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Zulu, o primeiro cão brasileiro a prever convulsões!

    Meninos, não adianta reclamar!! Foto: Cão em Quadrinhos   Parece que sim! Garotos peludos, sorry, mas as meninas estão com tudo ;-D Achei no Twitter do CãoMinhando e repasso. ps: O Shoyo manda dizer que NÃO gostou da matéria, kkkkkkkkkkk. Cadelas são mais inteligentes do que cachorros A guerra dos sexos já tem vencedor. Entre os caninos, pelo menos. Um estudo da Universidade de Viena, na Áustria, constatou que os cérebros de machos e fêmeas apresentam diferenças substanciais. E que elas são mais espertas, de acordo com um teste criado para mexer com as cabecinhas deles: uma bola grande desaparecia atrás de uma mesa, enquanto outra, bem menor, surgia do outro lado. Segundo os pesquisadores, as cadelas percebiam que não se tratava da mesma bola. Mas os cachorros, bobinhos, não. Como eles sabem? Dá para deduzir pelo pouco tempo que as fêmeas passavam olhando para o objeto – “se algo inesperado ou, digamos, impossível acontece, os animais (assim como as crianças pequenas) observam o evento por mais tempo“, diz o líder do estudo, Corsin Müller. Ponto para elas. fonte: Revista Superinteressante Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    As cadelas são mais espertas do que os cachorros?

    29 de Abril de 2011Inteligência canina

    Ainda estou na correria de botar tudo em dia, não só o blog, mas a vida toda, inclusive compromissos com o Shoyo, que ontem foi tomar banho etc. Então peço desculpas, mas o post de hoje é metade requentado, metade inédito. E na verdade o post de 2009 sobre os cães-guia é tão legal, que achei interessante postá-lo pra nós novamente, porque quem ama cães tem sempre a primeira reação de abrir um sorriso ao ver um para já na sequência tentar fazer carinho no peludo, o que em alguns casos pode não ser uma boa ideia. Não entendeu nada? Então leia!! Ah, e para quem não sabe, o dia internacional dos cães-guia é comemorado sempre na última quarta-feira de abril. Guia de etiqueta do Cão-Guia Como devo me comportar perto de um cão-guia? É preciso muita concentração para que tanto a pessoa quanto seu cão-guia possam trabalhar em segurança juntos. Para ajudar este time a focar em seu importante trabalho, por favor siga as dicas a seguir: O cão-guia não deve ser o centro das atenções – por favor não brinque com ele, não o alimente e nem o distraia quando estiver trabalhando. Uma brincadeira cheia de boas intenções pode por abaixo meses de treinamento (e de boas intenções o inferno está lotadinho, né gente. Mas que é difícil ignorar tanta fofura e dedicação… Isto é, né?) Por favor, se quiser ajudar, não segure a pessoa ou a guia do cão. Pergunte se a pessoa precisa de ajuda primeiro e apresente-se. Se ela aceitar, deixe que ela segure em seu braço, e não você no dela, e ande do lado contrário ao do cão-guia. Ao partir, avise que está indo embora. Mantenha sempre seu cão na coleira e guia e/ou sob controle quando estiver perto de um cão-guia. Quando […]

    Dia Internacional dos Cães-Guia, 2011

    Como as conclusões em pesquisas geralmente são do tipo “pode ser que”, “parece que”, “provavelmente é”, aí vai uma pesquisa que “sugere” o que no fim quem convive bastante com os cães está careca de saber “Segundo estudo, os animais têm empatia pelas emoções humanas” (quem já foi consolado por um cão ao estar realmente triste ou chorando é testemunha dessa capacidade dos peludos amadicos, não é mesmo?). Pesquisadoras do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazr, em Portugal, constaram que os cachorros parecem sentir empatia pelas emoções humanas, tanto que os animais usados em terapias podem até adquirir as emoções de seus donos. De acordo com o estudo, os animais não copiam simplesmente as emoções que estão ao seu redor. Cães podem ficar chateados como uma criança quando criados em um ambiente familiar com brigas. E podem pedir por ajuda no caso de emergências, o que sugere certo grau de percepção e empatia. Fonte: Revista Galileu – Matéria: “Cães sentem pena das pessoas, diz pesquisa” Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Eles (provavelmente) têm pena de nós…

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