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    Gosto muito das matérias da ARCA Brasil e vez ou outra boto alguma aqui pra gente, principalmente porque elas vêm cheias de links para outras matérias. Aí vai mais uma, do informativo de maio deles. CCZ de São Paulo: uma crise anunciada ARCA Brasil fala sobre o difícil momento do órgão responsável por gerenciar as questões da de cães e gatos na maior cidade do país “Muda ou fecha!”, “Esterilizar para não matar”, “Não jaulas maiores; Sim jaulas vazias”. Quem soube do protesto no último dia 29 contra o CCZ de São Paulo, certamente topou com uma dessas frases. Entre as reivindicações dos manifestantes estavam o desrespeito à lei que proíbe a eutanásia de animais sadios e dificuldades nos procedimentos de adoção. O movimento pedia a substituição do atual responsável pelo centro. O órgão, que realmente não está em um dos seus melhores momentos, com superlotação e demora na tomada de medidas saneadoras, também corre o risco de tornar-se palco de disputas partidárias. Confira a seguir mais elementos dessa delicada questão e porque esses protestos se repetem. “Muita vontade pública, orçamento para contratações, ações de treinamento de equipe, instalações e equipamentos. Somente estas medidas, acompanhadas de uma grande ação educativa junto à população poderão, em médio prazo, resolver o problema do abandono em uma metrópole com mais 1,6 milhões de cães como São Paulo.”, resume Marco Ciampi, presidente da ARCA Brasil. Para ele a questão vai além de um órgão público com notórias deficiências e combina comerciantes inescrupulosos, leis ineficazes ou de difícil execução, falta de projetos efetivos e milhares de bichos sendo despejados todos os anos nas ruas. A análise de Marco dialoga com os pensamentos do Veterinário Solidário Jorge Kachan: “A manifestação ocorrida diante do CCZ é somente a ponta do iceberg. O problema tem origens mais profundas […]

    Matéria da ARCA Brasil sobre o CCZ de São Paulo

    Foto: Portal RPC Afiliada TV Globo Cara de pau e crueldade sem limites é o que possui essa gente. Agora vão sentir no bolso um pouco das consequências de tanta maldade, mas espero é que sintam muita vergonha e arrependimento pelo que fizeram, embora eu sinceramente duvide já que quem larga um animal abandonado dentro de um quintal fechado não tem consciência, muito menos coração. Fonte: O Globo CURITIBA – O Juizado Especial Criminal em Cascavel condenou um casal por ter abandonado um cão vira-latas, que acabou morrendo à míngua. Atílio Dallagnol e Marlene Dallagnol, responsáveis pelo abandono do cão Urso, foram multados em um salário mínimo (R$ 465) a ser depositado em favor do Conselho da Comunidade e obrigados a ressarcir R$ 500 à Associação Cidadã de Proteção aos Animais (Acipa), que bancou os gastos veterinários na tentativa de recuperar o cachorro abandonado pela família. O promotor Ângelo Mazzucchi Santana Ferreira disse que esse tipo de condenação não acontece com mais frequência porque não há em Cascavel um centro de zoonoses. O casal foi denunciado pela ONG Acipa por maus tratos, com base na Lei 9.605/98, que tipifica os crimes ambientais, entre os quais os maus-tratos a animais domésticos. O caso de Urso, que comoveu os voluntários da Acipa, começou no fim de dezembro, quando uma mulher ligou para a entidade denunciando o abandono de um cão pela família vizinha, durante uma mudança. Havia quase dois meses o cachorro permanecia no terreno e definhava por falta de cuidados, por mais que ela lhe desse comida e água sempre que podia. No dia 29 de dezembro de 2008, a tesoureira da Acipa, Laurenice Veloso, foi ao local para atender ao chamado. – O bichinho estava que era pele e osso. Nunca vi um cachorrinho com olhos tão tristes – conta. […]

    Bem feito!! Casal que abandonou cão para morrer à míngua é condenado!

    Cliquem nas fotos para ler as legendas ampliadas. Somente da semana passada até quarta passada (8/4), os cães abaixo foram atendidos na Coobea. São animais vítimas de uma violência que há tempos deixou de ser praticamente somente contra humanos. Ou talvez fosse mais correto dizer que são vítimas da violência que em seguida os criminosos cometem também contra pessoas e caímos naquela teoria de que as pessoas primeiro ‘ensaiam’ suas maldades em animais, para em seguida praticá-las contra humanos . Já as fotos abaixo, muito mais “cruas”, são todas de animais resgatados por uma voluntária independente e, ou tratados na Coobea (a cadela preta), ou em veterinário particular. Confesso que de todos os horrores, a questão dos animais com ‘bicheiras’ me toca de maneira particular. Porque imaginar uma morte tão lenta e dolorosa é algo que me revolta e todos os cães em questão ficaram semanas nestes sofrimento desumano, sendo vistos por várias pessoas até que uma alma caridosa os visse e recolhesse e, pior, muitos estavam em seus próprios quintais, convivendo com “donos” negligentes e criminosos que só tomaram a atitude de expulsá-los ou de chamar alguém quando seus corpos fediam tanto que não podiam mais ser ignorados. Sei que hoje é sexta-feira de Páscoa e que está todo mundo no clima do feriadão, ovos de chocolate e, quem é a aqui de Floripa, muita praia (porque o dia está magnífico).Mas dá pra ser feliz sabendo que ao nosso redor acontecem absurdos como estes praticamente todos os dias? Nestas horas, onde olhamos ao redor em busca de uma “solução”, confesso que sinto-me o ser mais impotente que existe. Quando fico sabendo uma mulher de 42 anos perdeu a vida porque um idiota com crack na cabeça cruzou seu caminho e a baleou para fugir com seu carro e roubar […]

    Atrocidades contra cães em Florianópolis (cuidado, fotos chocantes!).

    Direto do blog do Ale’Italia pro Mãe de Cachorro: A vice-ministra da Saúde da Itália, Francesca Martini, anunciou a entrada em vigor para o próximo mês de abril de um novo decreto contra agressões de cães. “Este é um dia histórico para as atividades do Ministério sobre a relação homem e animal. Um trabalho extraordinário dentro do quadro europeu”, ressaltou a vice-ministra. O decreto possui sete artigos para substituir a lista negra de raças perigosas, que foi abolida. Em seu lugar entram a responsabilidade penal e civil dos donos de cães, a proibição do adestramento à agressividade, do doping e das intervenções cirúrgicas destinadas a modificar a estética do cachorro ou a fins que não sejam de saúde. O decreto também obriga os donos de cães a terem sempre consigo instrumentos adequados para recolher as fezes do animal dentro do perímetro urbano. Além disso, alguns veterinários ficaram responsáveis por organizar um registro de cães altamente perigosos. Para estes animais, será obrigatório o uso tanto da coleira quanto da focinheira. Segundo Martini, os métodos adotados nos decretos anteriores “não tinham fundamento científico”. “Não existem raças perigosas. O decreto anterior, que listava 17 raças (perigosas), não produziu nenhum resultado, porque a lei não incidia sobre a responsabilidade dos donos, tanto que as agressões não diminuíram, pelo contrário, tornaram-se constantes”, afirmou a vice-ministra. “Com esse decreto histórico superamos a lista negra, que não servia para nada, e melhoramos a segurança dos cidadãos”, concluiu Martini. [e um vídeozinho de uma das ‘feras’ mais temidas] Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Não existem raças perigosas! E viva a Itália! Yupi!

    Ainda bem que há sempre um blog amigo com um post pra lá de interessante quando estamos sem tempo pra criar, hehehe! Tal e qual publicado no blog da Lord Cão (apenas com a ilustração por minha conta) , aí vai uma matéria que todos deveriam ler. E para ficar por dentro do que passam muitas pessoas que compram cães de comerciantes de animais, clique aqui e leia os comentários do post que mais tem participação dos leitores do Mãe de Cachorro. As observações em itálico/vermelho são da autora. Saiba a diferença entre criador e comerciante Antes de tudo, a diferença entre um criador responsável e um criador puramente comercial não tem relação direta com a quantidade de cães. Pode haver um criador comercial com 1 cão ou com 200, e o mesmo raciocínio pode ser utilizado com um criador responsável. A diferença básica é a ética. A ética, o respeito para com os cães e o objetivo final da criação. Veja abaixo com mais detalhes. UPDATE: Esqueci de comentar que se ninguém comprasse dos comerciantes de cães, esse mercado negro dos filhotes piratas se extinguiria e apenas criadores responsáveis gerariam ninhadas para venda. Aqueles que não achassem justo o preço cobrado pelos criadores, os que não concordassem em pagar por um filhote ou os que simplesmente não pudessem fazê-lo teriam sempre a opção de adotar um cachorro. Cada cão adotado é um a menos que escapa da morte certa. Essa política beneficiaria a todos, humanos e peludos. COMERCIANTE/FABRICANTE DE CACHORROS CRIADOR RESPONSÁVEL 1. Motivos para criar: diversão, bom para as crianças, para ganhar dinheiro (ou para recuperar o valor gasto com o cão). Não filtra compradores e raramente recusa uma venda, mesmo se o comprador for inadequado (só quer saber do dinheiro e não se preocupa com o destino […]

    Criador ou comerciante?

    Então leia não só o texto abaixo que a Sandra do Lord Cão escreveu, mas também este artigo. O legal do texto que colo aqui pra gente é que a Sandra, que é adestradora experiente, fez comentários (em vermelho) ao longo dele todo. Leitura fundamental para todos que gostam de cães e principalmente para quem deseja adotar um Labrador, aí vai ele: Caiu de amores pelo labrador?Continuando o post anterior, segue uma matéria da Revista Veja, edição 2096 de 21 de janeiro de 2009. Resista se for capaz: Assistiu ao filme, leu o livro e caiu de amores pelo labrador? Não é o único. Cuidado para que a sua versão de “Marley & Eu” seja menos conturbada. Quem nunca teve um Marley na vida? O labrador protagonista do livro “Marley & Eu”, transformado em filme recém-lançado, é daqueles cães endiabrados. Logo nos primeiros dias, ainda filhotinho, destrói a garagem da casa – e garagem, na concepção americana, é onde se guarda toda a tralha acumulada na história da família. Travesseiro, móveis e piso, nada escapa da sua fúria estraçalhadora. Incontrolável, arrasta atrás de si os donos, John e Jenny Grogan (vividos no cinema por Owen Wilson e Jennifer Aniston), e até a mesa de um restaurante. Não resiste à fresta aberta da janela do carro e salta dele em movimento. “Esse cão é como um vírus, que pode contaminar o grupo todo. Tirem-no daqui”, desiste a mais rígida das adestradoras (uma adestradora muito meia-boca isso sim, porque Marley era o aluno que mais precisava dela e ela o expulsou da classe!). “É o pior cão do mundo”, repete, exaustivamente, John Grogan, que transformou as travessuras em tema de sua coluna de jornal nos Estados Unidos, antes de lançar o livro. Incorrigível, sim, mas irresistível (?): “Marley & Eu”, com seu […]

    Assistiu ou leu "Marley & Eu" e agora está louco por um labrador?

    Olha, o dia em que isto virar realidade e for aplicado em massa talvez seja o mais feliz da minha vida. Muito provavelmente, aliás. Clique aqui e leia sobre a iniciativa de pesquisar uma vacina para esterelizar cadelas. Você consegue dimensionar o que significaria uma conquista destas, principalmente no que diz respeito ao controle de natalidade dos animais que já estão nas ruas? E o impacto que teria também na questão da posse responsável, que muitas e muitas vezes está mais para ‘irresponsável’? Que sonho! Não vejo a hora! É de deixar a cachorrada rindo à toa! E nós também! Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Não vejo a hora: vacina para esterelizar cães!

    Vejo tanta gente passeando ou praticando corrida/caminhada com seus cães soltos pelas ruas… Chego a ficar com frio na espinha. Conheço tantas pessoas que já perderam seus animais por andarem com eles soltos. Não entendo a cabeça de quem resolve pagar para ver. Achei uma reportagem bem boa sobre coleiras e de como escolhê-las. Clique aqui para ler. Particularmente, para cães de médio e grande porte, prefiro a coleira Gentle Leader (foto). A Moira foi adestrada com ela. Sair para passear com a Momoca, só usando a coleira de cabeça. É uma maravilha e a minha filha giganta fica ainda mais obediente do que nunca, fora que tenho total controle sobre ela quando está de coleira mesmo ela sendo muito mais forte do eu. Pra quê o controle? Para imprevistos, como ataques de outros cães, sustos que possam fazer com que ela saia correndo etc. Recomendo totalmente, mas é preciso ensinar o cão a usar a coleira de cabeça. Para quem comprar a Gentle Leader original, vem até CD e livro com treinos e dicas, perfeito para quem não terá a ajuda de um educador canino de confiança.

    Coleiras: já parou para pensar no assunto?

    30 de julho de 2008Guarda responsável, Saúde

    Retirar animais das ruas para depois não trabalhar a doação responsável deles não é proteção animal, é colecionar cães/gatos. O resultado são canis e abrigos superlotados, sem qualidade de vida efetiva para os animais. Gatos vivem em gatis lotados, cães vivem presos a correntes ou em canis pequenos e lotados. Tudo isto só os deixa estressados e, muitas vezes, doentes em virtude da baixa imunidade que tem muito a ver com a saúde psicológica. No fim, cães e gatos terminam tendo cada vez menos chances de adoção, já que novos animais chegam com freqüência e, sem ações efetivas de doação a bola de neve só cresce. Para ver como é possível fazer diferente, clique aqui e conheça o projeto da Prefeitura de Americana, onde eles trabalham a doação dos animais resgatados e utilizam, desde dezembro último, microchips para controle das doações, além de focar intensamente na instrução e divulgação sobre Posse Responsável. Adotou e abandonou? O microchip do animal ‘denuncia’ o malfeitor, que é multado!A Prefeitura também castra gratuitamente cães e gatos da população. Achei interessante que o cadastro é preenchido nos postos de saúde da prefeitura, que depois encaminha as fichas preenchidas para o Núcleo de Controle de Zoonoses (que não tem canis lotados, só doa animais castrados e trabalha ativamente as doações!), demonstrando parceria entre os centros de saúde da prefeitura. Pena que aqui em Floripa os agentes de saúde não estejam autorizados nem ao menos a entregar folhetos explicativos sobre a causa animal e controle de zoonoses. E mais pena ainda que a maioria absoluta das prefeituras nem sequer tenha política de proteção animal. Leia notícia sobre o projeto de Americana clicando aqui. Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Prefeitura de Americana: conheça este belo exemplo de inclusão social de cães e gatos!

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