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    Estou sumida, certo? Dois os motivos: o mais chato de todos é que a minha net de casa estava uma lentidãooooooo insuportável e eu não tenho paciência pra ficar postando pingadinho. O segundo, e mais importante, é que ontem de noite, quando voltava da área de serviço, uma coisa levantou vôo na minha frente e bateu nos vidros da porta da cozinha. Levei um susto, achei que fosse um super besouro gigante, mas era um… BEIJA-FLOR!!! Pela foto não dá para ver, mas acho que ele é do tipo deste do desenho, por que é todo verdinho. Só que ainda não tem esse bicãooo!Ele, ou ela, deve ser adolescente, por que não é assim suuuuper bebê, mas também não é adulto(a) ainda. Resumo da ópera: peguei o bichinho correndo, antes que a minha turminha canina assassina o visse e o botei em uma caixa forrada com uma toalha. Dei água mineral e só, por que uma vez alguém me falou que não se dá água com açúcar. Hoje de manhã, prendi os cães no canil e, quando fui soltar (o)a fofurinha, para meu espanto havia larvas na toalha! No fim, o pobre animalzinho estava com larvas pelo corpo todo, tirei 11 no total, contando com as que já tinham saído sozinhas e estavam na toalha e eram 4. foto: Beija-flor hoje de manhã, na minha mão. Tá, a foto está horrível, mas vai bater foto enquanto segura um beija-flor ao mesmo tempo e me conta… O estranho é que ele não tem machucados no corpo, tirei as larvas e ele, aparentemente, está bem. Uma tristeza tirar tantos vermes de um corpinho tão minúsculo, mas ainda bem que os achei! Ter todo o trabalho de salvar o beija-flor para depois ele morrer comido pelas larvas! Eu ODEIO MOSCAS e suas larvas […]

    "Mãe de… beija-flor!!!!" ou "Só comigo" ou "Ana e o Beija-Flor"

    19 de outubro de 2007Filhos

    Pois bem… vou voltar a usar o blog para o que ele foi inicialmente destinado: ser o diário de uma mãe de cachorro. Nesta viagem, há dois casais com filhos. Um com três, outro com um. E fica difícil evitar, ao ver as crianças existindo, sendo crianças, ao ouvir os pais conversando sobre elas, educação, limites etc., deixar de lembrar e falar nos MEUS filhos! Uma vez li no Mothern – o livro, com todas as letras, que não devemos JAMAIS comparar crianças com nossos amados cães… Mas isto é praticamente impossível para esta pessoa que vos escreve, e que tem um interesse absurdamente elevado por tudo que tenha quatro patas, focinho e rabo (ou seja, vai um pouco além dos cães, mas eles são a paixão principal, sem dúvida)… Na verdade, os cães estão em meu coração e em minha vida simplesmente desde que me entendo por gente. Então, por exemplo, quando vejo pais falando que seus filhos testam seus limites o tempo todo, não consigo deixar de lembrar da carona gigante e preta da minha Moira Linda Bebê, depois de eu comandar “Senta – Deita”, só para assisti-la, sentando, deitando e, durante todo este processo, dando largos passos em minha direção – tudo sem deixar de me encarar profundamente com seu olhar mais sofrido… Ou do “Spider Shoyo”, que corre para o encosto do sofá e fica em posição de Mulher Maravilha, jurando que está invisível dentro do seu jatinho, e que não o mandaremos descer do sofá… O bom é que os pais que são realmente meus amigos entendem que meus comentários não querem desmerecer em nada suas crianças, e o melhor, é que, mesmo que eles não entendessem, eu não estaria lá muito preocupada também. Coisas que a gente vai aprendendo ao longo dos anos: 1- […]

    Um pouco sobre a maternidade que meu coração escolheu…

    Recebi o comentário abaixo no blog e, ao invés de publicá-lo no respectivo post, decidi escrever um post inteiro sobre ele. Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem “Recorde total de acessos!!“: Aqui em Belém o que não falta é criança precisando de ajuda também. Crianças sofrem com a miséria, passando por todo tipo de privaçoes e que também precisam ser adotadas. Eu pergunto: o que vale mais, a vida de um cachorro ou a vida DE UMA CRIANÇA?Pense nisso! Publicar este comentário. Recusar este comentário. Moderar comentários para este blog. Postado por Anônimo no blog Mãe de cachorro também é mãe em Quarta-feira, Agosto 01, 2007 3:46:00 PM Pois bem, vamos lá… Primeiramente, gostaria de sugerir à pessoa Anônima que me escreveu que faça, ela mesma, um blog, um site ou qualquer outro tipo de iniciativa que possa tomar, em prol das crianças carentes de Belém. O que esta pessoa poderia ter pensando antes de escrever me (nos) acusando é que o AMOR é um sentimento só, válido para TODAS as formas de VIDA, sendo, portanto passível de ser demonstrado por e para todos. Quem ama e não tem coragem de maltratar um animal jamais será insensível com a dor humana. As crianças de Belém sofrem? Sim, as de lá, as aqui de Floripa e, infelizmente, as do mundo todo. Mas uma dor invalida a outra? Porque as crianças sofrem lá, cá e acolá devemos fechar os olhos para todos os outros tipos de dor? Para a dor dos animais, que são desumanamente tratados e escravizados desde que o mundo é mundo, para a dor das mulheres, que apanham, são abusadas e subjugadas desde que Eva – ou a primeira macaca que lhe equivala- veio ao mundo, para a dor dos adultos que sofrem por falta total […]

    Reflexão: ajudar crianças ou cachorros?

    Não sei quando você foi criança. Pode ter sido nos anos 50, 80, 90… O que eu sei é que quando euera criança, na década de 80, nossa relação com cães e gatos era bastante diferente. De gatos eu até não sei falar, pois realmente nunca os tive. Ou melhor, tive uma vez, em 2004, por algumas semanas quando tirei um das ruas, tratei e doei. O único gato da minha vida. Seu nome era Zen. Tá, voltando… Mas de cachorros na década de 80 eu sei falar (quer dizer… ao menos sobre os da vila militar onde eu morava). Meu pai sempre achou que ou você cuida realmente de um animal, ou não o tem (é isso aí, paizão!!! Guarda responsável, sempre!). E nós tínhamos o melhor cão do Universo. Dava um banho na perfeição do Shoyo. Na época, eu era uma irmã de cachorro… E meu irmão, meu amor, meu amigo, era o Tóto. Assim, com acento na primeira sílaba mesmo. Tóto, e não Totó. Que vida boa teve o Tóto… Morando em vila militar andava livre pelas ruas, pois as casas não podiam ter cercas ou muros e os carros não andavam a mais de 30km/h. Nossa preocupação era com ele, não havia nenhum tipo de consciência social. Castração? Que bicho era esse? E com isso lá ia o Tóto… Procriando. Fugir da gente? Impossível, foi o Tóto quem apareceu e nos adotou. Ele saía por aí, mas sempre voltava. Ficar preso? Bom, isso nem nos anos 80, nem nunca. Só se fosse dentro de um quintal. E o quintal do Tóto era o mundo… Era uma vila militar inteira. Ser atropelado? Era a mesma chance para mim e para ele… E não era só meu amigão canino que era livre… Eu também. Que felicidade dizer que […]

    Tóto e eu: outros tempos, outro mundo!

    Estes são meus três bebês: Moira é a Mastim, Sushi é o yorkie sentado e o Shoyo, o menorzinho. Mas no meu coração também cabem todos os outros cães do mundo. Sim, do mundo! Pois coração de mãe sente a dor e o amor por todos os filhos do mundo e isso não é diferente se os filhos em questão têm quatro patas, pêlo abundante por todo o corpo e um rabo alegre. Este sentimento define também uma mãe (ou pai) canina! Se você sente menos do que isso, sinto muito… Talvez você seja um irmão de cão, um amigo, um primo, mas pai e mãe, definitivamente não! Sim, eu gostaria que todos os cães do mundo fossem felizes e saudáveis. É por amar tanto os meus filhos caninos que não consigo ficar indiferente ao sofrimento dos animais em geral. Mas, mais do que tudo, é porque meus filhos cães me ensinam diariamente o Amor Maior, o respeito à Vida. Este espaço é o meu movimento na tentativa de alcançar o coração do maior número possível de humanos para que possamos, com nossos cães maravilhosos, aprender, vivenciar e pôr em prática o Amor Maior. ps: Infelizmente Sushi e Moira viraram anjinhos em 2009. Hoje sou mãe do Shoyo e da Java.

    Considerações iniciais

    6 de janeiro de 2007Filhos, Mãe de Cachorro
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