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    Até um monge pode ser impaciente, mas um cão jamais deixará de nos perdoar e amar! Boa semana, turma!

    O monge e o cachorrinho!

    5 de agosto de 2013Fidelidade canina, Vídeos

    Este lindo “mora” relativamente perto da minha casa e eu sempre achei que tivesse sido abandonado, não sabia da história tão igualzinha a do filme do Hachi… Já tentaram adotá-lo, mas ele não se deixa pegar, ou volta sempre ali para o cantinho no Rio Tavares. Mais um relato de amor e fidelidade animal…

    “Sempre ao seu lado” em Floripa: a história de Lobão.

    21 de julho de 2013Fidelidade canina

    Acabei de postar na página da Revista Au. uma notícia que tem tudo a ver com a última edição da revista: lealdade canina! Só que em seguida fiquei com vontade de vir aqui contar pra vocês do Bleik. Cachorro espera na porta de casa por volta de extrativistas mortos no Pará. Após 26 dias do crime, Bleik não sai de assentamento em Nova Ipixuna (PA). José Claudio e Maria Espírito Santo foram assassinados em emboscada. O cachorro Bleik permanece no mesmo local à espera de seus donos desde 24 de maio. O vira-latas criado sem coleira em meio à vegetação nativa do Pará era o fiel escudeiro do extrativista José Claudio Silva, que foi morto nesta data em uma emboscada ao lado da mulher Maria do Espírito Santo, em Nova Ipixuna (PA). Bleik não sai da varanda da sede da fazenda no assentamento Praialta Piranheira, onde vivia o casal antes de ser assassinado. O cachorro tem preferência por um lugar na casa, perto da farda camuflada do extrativista, que ainda permanece pendurada em um gancho na varanda lateral do imóvel. "É como se ele estivesse esperando meu irmão voltar. É como se meu irmão e minha cunhada estivessem viajando e prestes a voltar. Ele ficou órfão", disse a ambientalista Claudelice Silva dos Santos, 29 anos, irmã de José Claudio. (…) Claudelice contou que o animal foi deixado na casa por conta do medo de familiares, que receberam ameaças de morte por fazendeiros e madeireiros da região. Eles se sentiram inseguros em permanecer no local e saíram da carregando apenas objetos pessoais e algumas roupas. "Voltamos para a casa de meu irmão para tentar levá-lo com a gente, mas ele estava arredio, agressivo, ficamos com medo de sermos mordidos. Parece que ele só quer esperar meu irmão voltar. Para onde meu […]

    Mais um exemplo de fidelidade canina… (Tem alguém para ajudar o Bleik???)

    Ô, Jesus!!! Mais um lindo exemplo de fidelidade animal. Aliás, aguardem a 3ª edição da Revista Au., com o tema Lealdade! A cadela Pretinha, que há oito anos vive no portão do Cemitério da Saudade, onde possivelmente seu antigo dono está enterrado, mobiliza moradores de Sorocaba. A cachorra, sem raça definida, dorme em uma caixa de papelão desde que a fiscalização de trânsito mandou retirar a casinha de madeira instalada pelos motoristas de um ponto de táxi para abrigar o animal. Mais de 400 pessoas assinaram um documento enviado à Câmara pedindo à prefeitura que autorize a recolocação da casinha. O taxista Claudemir Antonio Pastri, de 53 anos, conta que ele e os colegas se cotizam para dar ração e tratamento veterinário à cadela. “Levamos à clínica uma vez por mês.” Segundo ele, Pretinha já teve uma casinha de madeira, mas um carro descontrolado subiu na calçada e a destruiu. “O motorista nos ajudou e compramos outra, mas os fiscais da Urbes (empresa municipal de trânsito) não deixam instalar.” Ele diz que a cachorra era pequena quando foi “adotada” pelos taxistas que têm ponto na entrada do cemitério. “Dizem que o dono está enterrado aí, mas acho que é lenda.” O motorista de caminhão de aluguel Geraldo Almeida, de 57 anos, afirma que a cachorra costumava seguir enterros, mas foi proibida de entrar no cemitério. “Falam que ela seguiu o enterro do dono e ficou por aqui.” Almeida ajuda a bancar os custos de ração e veterinário do animal. Com a chegada do frio, a cachorra “sem-teto” ganhou roupas e manta, mas permanece ao relento. Continue a ler clicando aqui. Fonte: Estadão Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Cidade de Sorocaba batalha para ajudar Pretinha, uma cadelinha fiel ao tutor morto, a continuar sua vigília no cemitério.

    Mais um exemplo da famosa lealdade canina… O último caso mais famoso foi o do akita Hachiko, que virou até filme estrelado pelo bonitão Richard Gere. Mas há pouco li no Twitter a história do Canelo, postada pelo Zé Magrelo fofoleto e seria impossível não correr aqui pra contar a vocês sobre ela…Segue um trecho pra gente e a íntegra da matéria vocês conferem clicando aqui (fonte: blog Jornal Defesa dos Animais). Também corri pro tio Google para saber mais sobre o Canelo e achei o vídeo que encerra este post, mas não consegui assistir até o fim porque ultimamente estou chorando até em comercial de eletrônicos…Doze anos, assim mesmo como o lêem. Esse foi o tempo que o nobre animal passou esperando fora do hospital a saída de seu dono. Nunca se cansou, nem saiu em busca de alimento, tampouco buscou uma nova família. Sabia que seu único amigo havia entrado por aquela porta e que ele deveria esperá-lo para voltar juntos para casa.A espera se prolongou até nove de dezembro de 2002, dia em que Canelo morreu atropelado por um carro nas cercanias do hospital.Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Canelo, o cão fiel

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