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    Várias doenças são silenciosas e, quando os animais apresentam sintomas que nos chamam mais a atenção, estão bastante avançadas e podem ser até incuráveis. Dor em gatos Muitas vezes não sabemos interpretar sinais de dor nos gatos, o que atrasa a ida deles ao veterinário em busca de diagnóstico e tratamento. Várias doenças são silenciosas e quando os animais apresentam sintomas que nos chamam mais a atenção, estão bastante avançadas e podem ser até incuráveis. A coluna desta sexta-feira ajudará você a conhecer alguns sinais que poderão ser úteis para decidir se o comportamento do seu bichano está demandando atenção médico veterinária. Irritação Um gato com dor poderá ficar aborrecido e reagir com hostilidade com outros gatos ou até mesmo pessoas que queiram interagir com ele. O animal também poderá reclamar e reagir negativamente ao ser tocado nas partes do corpo onde está com dor. Se um gato estiver com dor na boca, seja por doenças periodontais ou lesões, ele pode parar de repente de comer, ou ao menos de comer certos alimentos que aumentem essa dor. Falta de jeito Se um gato está demonstrando perda na habilidade motora, se cai ao tentar pular, se não consegue andar normalmente em superfícies planas ou se simplesmente não está sendo tão ágil ao se mover quanto antes, pode estar com dor. É difícil ser habilidoso quando se está com dor, principalmente nas articulações. Continue a ler o texto clicando na imagem ou aqui.

    Conheça 6 sinais de dor em gatos!

    É importante considerar vários fatores antes de adotar, inclusive se o cão solta mais ou menos pelo. Mas este fator sozinho não pode determinar a decisão final por este ou aquele animal, pois há fatores mais importantes na escolha. Peludos pelados As pessoas procuram cães que têm fama de não soltar pelo por vários motivos. Algumas procuram um cão antialérgico, que não existe, outras querem ter menos trabalho para cuidar da pelagem de seus animais e outras simplesmente preferem não conviver com pelos largados por todos os lados. Todos os cães soltam pelo diariamente, assim como todos nós soltamos cabelo. Nem mesmo raças como o pelado mexicano deixam de ter pelo ou de soltá-lo. O que existem são tipos de pelagem que caem mais ou menos ou que caem em tufos ou aos montes. Normal Soltar pelos é normal em todos os cães, a queda natural geralmente está atrelada às trocas de estações do ano e suas mudanças climáticas. Ela também depende da qualidade de alimentação do animal, de sua imunidade e saúde geral e até mesmo exposição ao sol. Situações como parto, estresse, viagens, doenças e alergias também farão o cão soltar mais ou menos pelo. Uma pelagem curta não significa que o cão solta menos pelo, veja os pugs, por exemplo. E uma pelagem longa também não, lembre do pastor alemão. Continue a ler clicando na imagem ou aqui.

    Existem cães que não soltem pelo?

    Quando começamos a estudar seriamente a questão de alternativas mais saudáveis e naturais para cuidar de nossos peludos, termina sendo inevitável conhecer outros assuntos que não o principal pesquisado. Através dos meus estudos sobre alimentação natural, acabei caindo em outras matérias e gostaria de compartilhar uma delas com vocês hoje: o excesso de vacinação de cães e gatos. Estou ensaiando este post há tempos. Depois de muito ler, decidi que na verdade tudo o que eu poderia dizer já foi muito bem colocado por outras pessoas, em especial pela Carmen Cocca, médica veterinária autora do blog HomeoPatas e pela Sylvia, do Cachorro Verde. Também parabenizo o trabalho da Camilli Chamone, que estuda o assunto (e muitos outros relacionados a cães) com afinco.Para quem não tiver paciência de ler tudo, fique apenas com a informação de que há anos o protocolo vacinal oficial nos Estados Unidos orienta que os reforços das vacinas sejam aplicados a cada três anos e não anualmente. Só isto já diz muita coisa e ao menos deveria fazer com que nós, pais e mães de peludos, ficássemos mais atentos e questionássemos mais os profissionais que não estudam o tema e que continuam colocando interesse$ financeiro$ à frente da promoção real de saúde de seus pacientes.Em nenhum momento apoio a auto-medicação e minha recomendação será sempre a de procurarmos um veterinário competente para decidir sobre questões envolvendo a saúde de nossos peludos, mas infelizmente há que se reconhecer que há profissionais e “profissionais“, e que temos que estar bem embasados e conscientes para poder achar os que realmente querem ver nossos filhos saudáveis, afinal, “a saúde é subversiva porque não dá lucro a ninguém” (Sônia Hirsch).Quer entender por que você deveria se preocupar com este assunto? Você sabia que vários autores e pesquisadores, entre eles veterinários com experiênciae […]

    Vacinação anual de cães e gatos: é mesmo necessária?

    28 de março de 2010Destaques, Vacinação
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