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    Filhote usando um crate como cantinho de descanso.   Continuando com a ajuda da minha amiga Fúlvia Andrade para dar sequência às traduções da Série Filhotes no Mãe de Cachorro, segue um post sobre a importância do uso correto das caixas de transporte (crates) na educação de cães.   Sobre o assunto de hoje recomendo a leitura da série “Crate is Grate“, da Camilli Chamone.   –> Para acessar o índice dos posts da Série Filhotes, clique aqui. Texto: Sarah Hodgson – Puppies for Dummies – 2nd Edition  Tradução e adaptação: Fúlvia Andrade – Todos os direitos reservados. A reprodução é expressamente proibida.   Crate A visão de um crate parece mesmo a de uma gaiola. Mas seu filhote adorará ganhar um, simplesmente porque parecerá uma toca, coisa que todos os cães adoram. Muito útil durante os estágios iniciais da educação, o crate ajuda o filhote a sentir-se seguro quando você não está em casa. Deixá-lo no crate também ajuda no treino do uso do banheiro, já que nenhum cão suja o lugar onde dorme. Ainda não quer dar um ao seu filhote? Pense assim: ter seu próprio cantinho todo especial para brincar e descansar é sinônimo de dar a uma criança sua própria cama e levá-la lá quando for hora de dormir. Você não deixaria uma criança dormir desprotegida em um cômodo grande, deixaria?   Quando for comprar o crate, verá que há muitas opções: diferentes tamanhos, materiais e cores. Qual levar? Algumas dicas: Crates de plástico são o padrão e podem ser usados em viagens bem como no dia-a-dia. Se você planeja viajar, compre-o – dará mais segurança ao filhote quando você estiver fora de casa. E quando o levar para qualquer outro lugar, o crate será sua referência de segurança, funcionando uma toca portátil!  Crates de arame têm maior ventilação e visão e podem ser cobertos com uma […]

    Série Filhotes no Mãe de Cachorro: 9º post – O uso de crates (caixas de transporte) dentro de casa

    –> Para acessar o índice dos posts da Série Filhotes, clique aqui. Continuando a falar sobre as fases comportamentais da infância canina, chegamos à fase que em inglês é chamada de Terrible Twos e que serve para descrever também uma fase de infância de crianças. Bem, na verdade é uma expressão usada para descrever crianças que foi ‘roubada’ para descrever também nossos peludos amados em um período todo especial de seu crescimento e que, pra nossa sorte, dura apenas quatro semanas. Texto: Sarah Hodgson – Puppies for Dummies – 2nd Edition Tradução e adaptação: Ana Corina – Todos os direitos reservados. A reprodução é expressamente proibida. Durante a fase dos “Terríveis Dois Anos” (Terrible Twos) seu filhote está começando a reconhecer quais comportamentos chamam a sua atenção, que jogos/brincadeiras duram por mais tempo (e estes não necessariamente são os jogos/brincadeiras que você quer praticar no momento) e quem é o chefe da relação (e nos olhos do seu filhote, pode ser que não seja você!). Ainda que ele possa agir de maneira bastante confiante nesta fase, seu filhote precisa de direcionamento/liderança. Os conselhos neste post podem ajudar você a guiar seu bebê peludo durante estas 4 semanas. Mantenha o controle Quando você estiver em casa, sempre saiba onde está seu filhote. Se você der a ele liberdade total, ele terminará aprontando alguma coisa e você vai pagar por isso de várias maneiras. Sem supervisão seu filhote pode reorganizar seus armários, comer lixo. mastigar móveis etc. e, pior ainda, se ferir ou ficar doente por isso! Você está lidando com um filhote jovem, mantenha-o sempre por perto de você e use as técnicas abaixo para te ajudar: Mantenha-o em uma área específica no cômodo onde você estiver. Você pode conseguir isto deixando-o preso em uma guia de tamanho normal, restrito a […]

    Série Filhotes no Mãe de Cachorro – 6º post: Educando seu filhote de acordo com seus estágios de crescimento – de 12 a 16 semanas de vida

    Todo ano, neste período de festas natalinas e de revéillon, cães e gatos perdem-se, fogem, machucam-se e até morrem por conseqüência direta justamente das celebrações (fora os que são abandonados ou simplesmente largados sozinhos em casa). Da virada de 2007/2008, lembro de dois casos bem chocantes: um gato que ficou dias preso na rede de segurança da janela de um apartamento e uma cadela shih-tzu que fugiu com medo dos fogos de artifício e terminou comida por um jacaré no mangue do Santa Mônica, aqui em Floripa… Sim, você leu certo: comida por um jacaré. Fique ligada(o)! Se for viajar, tome todas as providências necessárias para que seu animal de estimação fique bem e em segurança; Se ele for ficar hospedado em algum lugar, tenha certeza de que estará seguro e de que não ficará o tempo todo trancado em uma gaiola; Em caso de deixar seu filho peludo hospedado fora (seja num estabelecimento comercial ou na casa de alguém de confiança), leve-o no local algumas vezes antes de deixá-lo para viajar. Peça para deixá-lo lá por pequenos períodos (2 horas, por exemplo) e quando for buscá-lo, leve um petisco gostoso. E não esqueça de levar os objetos com os quais ele está acostumado: potes de comida e água, caminha, cobertores, brinquedos e, para que ele sinta-se ainda mais seguro, inclua no ‘enxoval’ uma peça de roupa sua, usada recentemente e que não tenha sido lavada; Na hora de escolher uma hospedagem paga, além de pegar referências, apareça sem avisar e veja como outros hóspedes são tratados. Se não te deixarem visitar todas as instalações, desconfie, pois transparência é fundamental no cuidado com os animais!; Se você já sabe que seu cão morre de medo de fogos de artifício, de visitas, de crianças ou de qualquer outra coisa diferente que […]

    Festas de fim de ano: atenção redobrada!

    Mais uma vez recebo e-mail de alguém que teve problemas voando com seu animal de estimação. Da outra vez, foi só (muita) incomodação. Desta, o prejuízo foi muito maior e não há meios de ser ressarcido. Fiquei completamente sem palavras quando terminei de ler o relato da Tatiana, que transcrevo literalmente abaixo. Infelizmente o que houve com o Horatio não é tão incomum. A recomendação que recebi ao conversar com pessoas do meio aéreo foi: ao embarcarem um animal como carga viva SEMPRE comuniquem o comandante e a chefe dos comissários de bordo ao entrarem no avião porque é o comandante quem envia o oxigênio para o compartimento. Assim não há perigo dele ‘esquecer’ e de uma fatalidade ocorrer. Fica a dica. E só mais um comentário: a Tatiana fala que, por não terem filhos, o Horatio era como um filho pra ele. Mas há inúmeros pais e mães de cães e gatos que também têm filhos, netos e até bisnetos e a perda de seus animais amigos não é em nada menor por isso. A partir do momento em que amamos e respeitamos um animal, não importa mais nada, ele faz parte da nossa vida. foto: Horatio – arquivo pessoal Tatiana Lunardelli Cara Ana Corina Descobri seu site por acaso ontem e gostaria de divulgar meu caso, acho que talvez seja um alerta para as pessoas que viajam com seus animais e gostaria que o máximo possível de proprietários ficassem sabendo. Agradeço desde já a colaboração e qq dúvida estou a disposição. Sou de Porto Alegre e moro em SP a quase 4 anos e esse ano resolvi ir em abril p Porto Alegre, com meu marido e nosso cachorro – um bulldog inglês de 3 anos – para o aniversário de 50 anos da minha irmã. Compramos a […]

    Aviões e animais de estimação: fique ligado.

    23 de setembro de 2008Caixa de Transporte, Crate, Denúncias

    Recebi o texto abaixo em fevereiro. É longo, mas não cortei nada para justamente deixar bem claro o stress e a tensão vividos pela autora. Como no Brasil parece que nascemos com um nariz de palhaço (sobre aviões: olha Congonhas aí, operando, com conexões inclusive, como se nada tivesse acontecido, ninguém tivesse morrido…) e tudo conspira contra quem faz a coisa certa, acho que todos que utilizam meios de transporte coletivo deveriam ler. Quantas pessoas não deixam de viajar por não concordarem com o tratamento dado a seus animais queridos? Quantas viajaram com os mesmos e têm histórias terríveis para contar? Se alguém souber de alguma petição ou qualquer outro movimento pedindo mudanças neste assunto, avise-me para eu divulgar, ok? Removi o nome da companhia aérea, que fica sendo a XXX. Também retirei os nomes de seus funcionários e removi os destinos para dificultar a identificação. O que significa viajar com seus pets pela XXX, uma experiência pessoal Após uma pesquisa nas duas maiores empresas aéreas escolhi a XXX para viajar com meus dois cachorros da raça Shih Tzu, ao nordeste do Brasil, para passar as festas de fim de ano com minha avó. A escolha pela XXX se deu após uma exaustiva pesquisa. As informações que me convenceram foram as que obtive junto ao pessoal de terra e no próprio site da XXX. De acordo com essas informações, um dos meus pets poderia ir comigo na cabine. A XXX também garantiu lidar de forma diferenciada e mais cuidadosa com o embarque de animais de estimação que as outras companhias. Eu estava totalmente convencida da escolha que havia feito e comprei minha passagem por volta do dia 25/10/2008. A ida foi marcada para o dia 20/12/2007 e o retorno para o dia 13/01/2008. Me informaram, então, que eu precisava ligar […]

    Vai viajar de avião com seu peludo? Então leia!

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