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    Saber interpretar o que está por trás de comportamentos indesejados de nossos animais de estimação nos levará a solucionar o problema sem fazê-los sofrer. Mentira Cães e gatos não mentem, mas nós, ao não conseguirmos entender o que suas ações estão expressando, os julgamos de maneira errada e não os compreendemos. E essa inabilidade para a mentira, incompreendida pelos humanos, pode complicar muito a vida dos nossos amigos de pata. Se não formos atentos para o que eles estão nos comunicando com comportamentos que estamos interpretando erroneamente de alguma maneira, até mesmo suas vidas podem estar em risco. Exemplo Um exemplo simples é o de um cachorro ou gato que de repente passa a urinar por todos os lados. Tire um tempo para observá-lo e veja se ele, além dele estar errando o local onde já foi treinado para usar como banheiro, está urinando excessivamente. Muitas e muitas vezes, problemas de xixi fora do lugar são apenas o sintoma de doenças que vão desde infecções urinárias, até problemas renais graves. Clique na imagem para continuar lendo, ou aqui.

    Cães e gatos não mentem: procure entender o que o seu amigo está querendo dizer a você.

    Você pode optar em usar modelos de guias longas para deixá-lo mais livre em áreas de menor risco, mas nos trajetos mais urbanizados, manter a guia mais curta é fundamental para a segurança de todos. Segurança Usar coleira e guia para passear com nossos cães é muito importante. E não apenas para a segurança deles, mas também para a de outros animais que eles podem perseguir e atacar (gatos, cães, pássaros etc.), e de pessoas, que podem se assustar e/ou reagir mal. Continue a ler clicando aqui.

    Usar coleira e guia para passear com nossos cães é muito importante.

    Horário de verão Cães são animais que precisam de rotinas e de constância em suas vidas. Quando a rotina familiar é interrompida, a mudança pode afetar o comportamento canino. Os cachorros têm se ajustado ao excêntrico comportamento humano desde que o primeiro lobo decidiu se deixar domesticar. Na maior parte do tempo, eles estão acostumados a ajustar suas rotinas à nossa, mas algumas vezes precisam da nossa ajuda. Assim, como nós, eles também precisam de ajuste com o início e o término do horário de verão. Rotina Alimentar ou passear com os cães em horários que não sejam fixos os ajuda a passar pelos ajustes ao horário de verão de maneira mais tranquila. Também ajuda a diminuir comportamentos ansiosos que podem ser resultar em comportamentos inadequados, como latidos excessivos, agitação durante o passeio, engolir a comida rapidamente etc. As variações não precisam ser grandes, o cachorro pode ser alimentado logo que você acordar, por exemplo. No outro dia, ele recebe o alimento imediatamente antes de você sair e em outro, depois do seu desjejum e por aí segue a lógica. A prática reduz o estresse neles e em nós, que não os temos implorando/exigindo comida e passeios. Comportamento Cães que costumam latir muito ou os mais agitados são os que mais demonstram sentir as mudanças do novo horário. Outra questão: hora do xixi e do cocô. Adiantamos ou atrasamos o relógio, mas não conseguimos fazer o mesmo com o relógio biológico, nem com o nosso, nem com o deles. Então, para quem tem cães que só fazem as necessidades durante o passeio, ajudá-los a ajustar-se é ainda mais importante. Começo Quando o horário de verão começa, a hora que foi “perdida” pode fazer com o que animal não esteja pronto para suas necessidades fisiológicas ainda, o que poderá tornar os […]

    O horário de verão também afeta a vida dos cachorros?

      Alguns dos motivos para o uivo são causados por não darmos exercícios físicos e estímulos mentais suficientes aos cães ou por não controlarmos a síndrome de ansiedade por separação que criamos neles. Uivos Por que os cães uivam? Pesquisadores acreditam que uivar está na genética canina. A comunicação parece ser o principal motivo do uivo. Cães descendem diretamente dos lobos e na natureza, lobos e cães do mato uivam para chamar os colegas de volta à matilha após uma caçada. Estes, por sua vez, uivam de volta para sinalizar onde estão. O uivo funciona como um sinal para ajudar na localização. Cachorros de estimação que uivam parecem fazer o mesmo, ainda que achem que as pessoas são seus colegas de matilha. Eles uivam chamando-as de volta para casa, por exemplo, algo comum em animais com ansiedade por separação. Defesa Uivar também mostra a invasores que aquela área está ocupada. É um aviso de que a invasão poderá ser tratada com violência. Ao uivar, cães anunciam suas presenças a quem está vindo e avisam a matilha para ficar alerta para defender o território. Neste contexto, o uivo funciona como um mecanismo de defesa, tentando manter intrusos longe e protegendo a segurança do território e da matilha. Em casa, eles uivam pelos mesmos motivos. Ficamos irritados com os uivos, mas eles estão apenas tentando nos proteger. Um ladrão rondando nas redondezas pode fazer cães uivarem em alerta em vários quintais. Ansiedade Um cão uivando também pode estar tentando chamar atenção. O som atrai a atenção das pessoas, que vão até o peludo ver o que está havendo. Quando um cachorro não é exercitado, não ganha atenção e estímulos suficientes, ou fica longas horas sozinho e entediado, pode uivar para interagir, já que prefere uma bronca a ser ignorado. Se você achar que […]

    Por que os cães uivam?

    Turma, seguinte: passo muito, muito, muito tempo respondendo comentários com dúvidas que já estão respondidas mil vezes no blog em textos e comentários. Tanto tempo que tenho deixado de fazer novos textos, pois entre outras coisas, recebo até ofensas de gente que não teve o comentário publicado/respondido com a agilidade que julgam devida, esquecendo que o blog é um trabalho voluntário e que tenho vida, emprego, afazeres etc. Então tenho agrupado assuntos e links em textos para facilitar a vida também de vocês. E lembro a todos de que o blog tem busca e também um índice de assuntos no rodapé. É ali que eu mesma pesquiso para responder comentários, e-mails, mensagens e sinais de fumaça. Ou seja: faço o que qualquer pessoa pode fazer. E queria também chamar a atenção para a Série Filhotes, que ajuda cães de todas as idades, não só nossos adoráveis filhotinhos. Por lá a pessoa encontra também informações sobre: Socialização: http://www.maedecachorro.com.br/category/socializacao-2 Mordidas: http://www.maedecachorro.com.br/category/mordidas Ansiedade por separação: http://www.maedecachorro.com.br/category/ansiedade-de-separacao Agressividade: http://www.maedecachorro.com.br/category/agressividade-2

    Informações sobre educação e comportamento de cães filhotes e adultos

    6 de Janeiro de 2014Comportamento

    Este texto é uma tradução/adaptação de um artigo do site Animal Humane Society. Tradução e adaptação: Ana Corina. A popularidade dos parques para cães tem aumentado bastante as oportunidades para cães e seus tutores brincarem: alguns vão a parques com seus peludos, outros organizam encontros em grupo, há quem opte por “creches caninas” e também os que fazem saídas em turma, mas com números menores de cães que já se conhecem para que possam interagir e brincar. Por conta de tanta popularidade, muitos tutores acham que seus cães precisam ficar soltos nestas oportunidades para que possam estar felizes e mentalmente saudáveis. A questão é: o que o cachorro acha disso tudo? Brincar faz parte de uma importante parte da vida de cães jovens, especialmente dos filhotes. Além de gastar energia de maneira saudável e segura, a brincadeira ensina a eles como se comportar com diferentes tipos de cães. Brincando, filhotes e cães jovens aprendem regras de “educação”, como controlar a força da mordida e como brincar apropriadamente e serve como “vacina” contra comportamentos agressivos quando forem cães adultos. Cães no período da adolescência continuam a ser educados quando estão na presença de cães mais velhos e bem socializados, que ensinarão limites sem lhes causar mal. Sem essa experiência de convivência, cães adolescentes podem brincar de maneira agressiva demais quando ficarem adultos, o que pode resultar em brigas. Em geral, cães socialmente maduros demonstram interesse mínimo em brincar. Sempre há as exceções, algumas raças (como as de cães de esporte) podem ter uma adolescência prolongada, com um comportamento brincalhão durando mais do que os dois ou três primeiros anos de vida. Em geral, entretanto, cães maduros – principalmente as fêmeas – não precisam e nem gostam de muito tempo brincando fora da guia. Como já citado anteriormente, cães adultos bem socializados […]

    Prós e contras de deixar cães brincando sem guia em parques caninos e outros locais seguros.

    Vamos brincar um pouco? Que cachorro teríamos se cruzássemos um bichon frisé com um mix de pastor de shetland e doberman?  +  Esta lindeza abaixo! E como saber? Acontece que a belezura da foto é a Simone, cadelinha disponível para adoção em Toronto, Canadá, e ela teve seu DNA testado pelos funcionários do abrigo para cães onde foi recolhida. Ela na verdade estava no veterinário para alguns exames básicos e sua protetora decidiu (sem explicar os motivos) pedir o teste de DNA para ver que misturinha tinha produzido uma SRD tão fofa. Pois o resultado foi surpreendente: Simone é filha de um bichon frisé (possivelmente puro, diz o teste) com um cão mix de pastor de shetland com doberman (uau!). A protetora (que nem pelo post, nem pelo blog consegui descobrir se é também adotante da Simone, acho que sim) faz graça no post que fez para chamar a atenção para o fato de que NÃO IMPORTA A RAÇA, A MISTURA, A FALTA DE RAÇA, cachorro é tudo de MELHOR, SEMPRE: “a Simone não se importou muito desde que contei a ela que agora ela é oficialmente 50% um cachorrinho ‘frufru’. Vou começar a fazê-la usar lacinhos e jaquetas com glitter e a carregá-la em uma bolsa.” Achei graça e sugiro: por que não mostrarmos nossos melhores amigos sem raça definida (SRD) e maravilhosos e brincarmos de dizer que tipo de parentesco eles devem ter? Postem as fotos dos seus cães com suas misturas mágicas na nossa página do Facebook e vamos brincar de adivinhar! Clique aqui para ver o álbum no Facebook com as montagens dos leitores. Eu começo! Javinha: Cruza de Raposa do Pequeno Príncipe, com Pumba do Rei Leão, com Lulu da Pomerânia e uma IMENSA pitada de AMOR!!! (montagem: presente da amiga Gisele Colombini) post de 27 […]

    Qual a raça?

    Minha amiga Mariana Siebert adotou um cão capetinha, daqueles bem bagunceiros, em que cada dia traz uma destruição surpresa nova. Pra sorte dele, ela acha graça, fotografa tudo e até criou a Página do Darci. Mas para o azar de muitos cãezinhos assim, outras pessoas optam pela violência ou pelo abandono como modo de “lidar” com um comportamento que muitas vezes elas mesmas incentivam. Este texto é uma homenagem a todos os cachorros que aprontam muita bagunça e traquinagem e também a todas as pessoas que têm paciência e entendimento para lidar com eles. Importante: eduque seu cão, pois um animal educado tem menos chances de sofrer rejeição e maus-tratos. Você também tem um “Darci” em casa? Deixe um comentário e conte sobre suas peripécias e como você lida com elas! Leia também: Cães não sabem o que fizeram de errado! Quais as características de um cão bagunceiro? 1 – Carisma – Ser carismático, no caso do cachorro bagunceiro, consiste em convencer as pessoas de que se está fazendo o que elas querem, mesmo que não esteja. Eu diria até mesmo que alguns cães usam melhor o carisma do que outros, ao menos para se safar quando aprontam alguma traquinagem. 2 – Desejo de agradar – Cães bagunceiros adoram fazer ‘aquele charme’ para nos distrair e muitas vezes ‘aprontam’ para interagir conosco e nos agradar, ainda que o resultado seja o oposto disso. Se ele quebra um vaso e você acha lindo, dá colo e beijos mil, como ele vai saber que fez errado? 3 – Vontade de desobedecer – Mais ou menos como nós mesmos fazemos às vezes… entende? 4 – Senso de humor canino – Sim, cães sorriem! Com suas caudas, olhos e bocas. E sim, de alguma maneira, eles entendem quando sorrimos junto. E como adoram nos ver assim, fazem […]

    Pestinhas que amamos: como lidar com cachorros bagunceiros?

    27 de agosto de 2013Adestramento, Comportamento

    A querida Rejane Sagaz mandou uma sugestão de post que de cara concordei em compartilhar com vocês. Mas, cá entre nós, precisa ser cientista e fazer pesquisas pra descobrir o óbvio? Nossos peludos nos imitam e são influenciados por nossos comportamentos e temperamentos. Da mesma maneira que também têm a capacidade de nos influenciar com o deles. Pena que o que peguem de nós sejam justamente as neuroses e outros quetais do nosso lado negro. Bora ler a matéria! Tal cão, tal dono Estudo aventa hipótese de seres humanos influenciarem comportamento de animais domésticos. Casos de depressão canina, por exemplo, podem estar associados à saúde mental de seus proprietários. Por: Guilherme de Souza / Especial para a CH On-line/ PR Doenças renais crônicas, obesidade, depressão… Décadas atrás, era impensável a ideia de que tais enfermidades pudessem atingir cães, gatos e outros animais. Hoje, porém, a medicina veterinária enfrenta casos antes considerados tipicamente ‘humanos’. Mais que uma evolução dos métodos de diagnóstico, a mudança pode ser reflexo da influência dos donos sobre a saúde de seus animais domésticos. A constatação é do antropólogo Jean Segata, que observou o dia a dia de uma clínica veterinária no município catarinense de Rio do Sul. Com base nessa experiência, ele desenvolveu sua tese de doutorado, ‘Nós e os outros humanos, os animais de estimação’, defendida recentemente na Universidade Federal de Santa Catarina. Se os sintomas de depressão são os mesmos em cães e humanos, há semelhança também no tratamento da doença, com uso de psicotrópicos e psicoterapia Entre os diversos casos que acompanhou na clínica, Segata destaca a depressão canina. Embora sua ocorrência não seja uma unanimidade no meio acadêmico, a doença tem preocupado veterinários e, também, donos de animais. Em humanos, a possibilidade de expressar sentimentos e angústias por meio da fala facilita […]

    Cães e humanos: minhas neuras, suas neuras!

    18 de outubro de 2012Comportamento
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