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    Saber interpretar o que está por trás de comportamentos indesejados de nossos animais de estimação nos levará a solucionar o problema sem fazê-los sofrer. Mentira Cães e gatos não mentem, mas nós, ao não conseguirmos entender o que suas ações estão expressando, os julgamos de maneira errada e não os compreendemos. E essa inabilidade para a mentira, incompreendida pelos humanos, pode complicar muito a vida dos nossos amigos de pata. Se não formos atentos para o que eles estão nos comunicando com comportamentos que estamos interpretando erroneamente de alguma maneira, até mesmo suas vidas podem estar em risco. Exemplo Um exemplo simples é o de um cachorro ou gato que de repente passa a urinar por todos os lados. Tire um tempo para observá-lo e veja se ele, além dele estar errando o local onde já foi treinado para usar como banheiro, está urinando excessivamente. Muitas e muitas vezes, problemas de xixi fora do lugar são apenas o sintoma de doenças que vão desde infecções urinárias, até problemas renais graves. Clique na imagem para continuar lendo, ou aqui.

    Cães e gatos não mentem: procure entender o que o seu amigo está querendo dizer a você.

    A coluna de hoje é minha declaração de amor aos vira-latas e por tudo o que representam para os seres humanos em termos de aceitação das diferenças e de amor incondicional. Vira-latas No Brasil, vira-latas é o cachorro ou gato sem raça definida, aquele que a gente não sabe dizer o que é, além de “um cachorro”, ou “um gato”. A coluna de hoje é minha declaração de amor aos vira-latas e por tudo o que representam para os seres humanos em termos de aceitação das diferenças e de amor incondicional. Espero que vocês também tenham a felicidade de conviver e de aprender com esses peludos especiais! Continue a ler clicando aqui.

    Somos todos vira-latas! Uma declaração de amor a esses peludos especiais

    Especialistas recomendam que os pais sejam honestos com as crianças e que usem uma linguagem clara e apropriada à faixa etária para explicar o acontecimento. Respeito Os laços de amizade entre crianças e animais de estimação podem ser muito fortes e quando são quebrados pela realidade do ciclo natural da vida, que culmina na morte, o rompimento pode ser especialmente dramático para as crianças. Muitas vezes, é o primeiro contato de uma criança com a morte, podendo ser doloroso e confuso. Continue a ler clicando aqui.

    Como ajudar as crianças a lidar com a morte do animal de estimação da família?

    A chegada de uma criança à família deve ser melhor planejada quando há um animal de estimação. Pequenas mudanças de atitude podem facilitar a guarda responsável dos peludos. Planejamento Quando você estiver sem dormir e tendo que cuidar de um bebê, a última coisa da qual precisará é se preocupar com qualquer coisa além dele e de você. Não planejar com antecedência as necessidades dos animais de estimação após o nascimento da criança faz com muitas famílias se desfaçam deles. Levar o cão ou gato para o checkup anual no veterinário e estocar ração, tapetes higiênicos e remédios que ele utiliza são ações que devem ser tomadas antes do parto. Guardar alguns brinquedos novos para ele se distrair nos longos períodos sem atenção que virão também ajudará a manter toda a família mais calma. Anjos São infindáveis os relatos de cães e gatos que salvam vidas de crianças, de adultos e de idosos chamando a atenção de outras pessoas quando algo de ruim acontece sem que ninguém perceba a tempo. Quanto mais integrado à rotina familiar, tendo acesso ao interior da casa, mais calmo o animal será. Cães que ficam isolados no quintal, ou presos em sacadas e áreas de serviço, além de estarem sofrendo maus-tratos, ficam ansiosos e desesperados por atenção e afeto. Deixar que seu peludo realmente seja parte da família pode salvar a vida do seu filho, literalmente. Continue a ler clicando aqui.

    Sete dicas para tratar bem seu bichinho de estimação após ter um filho

    Quer ver a cachorrada por todos os lados? Você pode fazer a diferença na construção dessa realidade de aceitação! Aceitação Quem ama cães e já visitou países com uma tradição de maior aceitação à presença deles em locais públicos sempre volta ao Brasil se perguntando “Por que aqui não é assim também?”. Afinal, se somos o segundo maior mercado pet do mundo, por que nossos cães ainda são aceitos em tão poucos lugares? Como ainda há locais onde até mesmo deficientes visuais são impedidos de frequentar com seus cães de serviço, ainda que tais absurdos sejam hoje amplamente denunciados? Continue a ler clicando aqui.

    Por que o Brasil ainda não aceita a presença de cães tanto quanto outros países?

    Este post não é um publieditorial, ele é uma homenagem, escrita com muito carinho e admiração da minha parte por uma mulher forte e dedicada aos animais (e ao seu Amado)! Nem lembro direito exatamente quando e como conheci a Beth, acho que lá por 2007, um tempo depois de o Mãe de Cachorro nascer. No começo, fomos voluntárias em alguns eventos de proteção animal, mas um tempo depois acabamos estreitando a amizade. Pra mim, ela era uma mãe de cachorro e de gato (mais de gatos!), mas em seguida descobri que para o resto do Brasil (e agora também pra mim, porque pareço um mostruário de peças dela e virei até nome de colar), ela era “A Beth Barreto“, artista talentosa que cria peças lindas e que viraram meu presente de aniversário infalível prazamiga 😉 Não sabia quem a Beth por um único motivo bem simples: eu era uma alienada do mundo das bijoux. Dia desses fui visitá-la e pedi que me enviasse fotos do seu atelier, pois queria justamente fazer uma homenagem mostrando como ela, o marido (o amadíssimo Rogério Bernardo, abaixo nas fotos) e sua equipe trabalham nas peças de bijuteria em meio a muito verde, macaquinhos, cães e gatos, todos cuidados e tratados por eles, com livre acesso em todo o “escrita”, que é como a BB (apelido carinhoso não pelo óbvio Beth Barreto, mas por ser a Brigite Bardot tupiniquim do nosso grupo de amigas, o Clubicho) chama seu escritório. Vez ou outra aparece uma cobra, devidamente capturada e reintegrada à natureza em algum local mais distante do atelier, uma casa d.e.l.i.c.i.o.s.a. em um condomínio “roots” aqui em Floripa, com ruas de terra e com as casas construídas em integração à mata, sem muros e onde a Beth também reside, logo do outro lado da rua. O cuidado com o bicharedo que mora e/ou […]

    Beth Barreto & Rogério Bernardo: acessórios femininos e moda em sintonia com os animais!

    Conviver com cães nos traz valiosas lições de convivência com pessoas Comunicação Cães comunicam seus desejos, necessidades e sentimentos por meio de linguagem corporal e do tom/tipo de latidos e grunhidos. Ao prestarmos atenção neles em nossa rotina, desenvolvemos a capacidade de observar melhor e de “ler” as pessoas, percebendo o que elas não estão falando, mas que seus corpos denunciam. Basta começar a aplicar o conhecimento adquirido com os cães nas relações, deixando nossa própria fala de lado. Você já pensou em quantas brigas teria evitado se falasse menos e observasse mais? Gratidão Você chega em casa e seu cachorro fica absolutamente feliz em te ver. Você o acaricia e ele reage com a mesma felicidade. Você o alimenta e lá vem aquele reconhecimento máximo da parte dele. E assim por diante… Você já reparou quanta gratidão os cachorros nos proporcionam pelas ações mais banais? Eles ficam felizes apenas por interagirem conosco. Agora, pense em quanta gratidão você demonstra por estar com as pessoas que ama? Não precisa imitar os cães e lamber seus amigos, mas um “obrigado” sincero e um abraço apertado terão o mesmo efeito positivo. Entusiasmo Começos de relacionamentos são ótimos. Mas, depois que o entusiasmo inicial passa, passamos a perceber melhor o que consideramos defeitos e as insatisfações brotam facilmente. Cachorros, por sua vez, são como crianças e ficam felizes com as coisas simples da vida, vivenciando o momento. Ficamos tão ocupados com a realidade da vida e suas responsabilidades que, muitas vezes, nos esquecemos de ser espontâneos e entusiasmados. Que tal reviver as delícias dos “começos” e aparecer em casa com flores; ou, no trabalho, com bombons para os colegas? O que importa é o gesto, a demonstração de carinho e atenção, não o presente. Continue a ler clicando aqui.

    Cinco lições sobre relacionamentos que os cães nos ensinam!

    Este texto é uma homenagem a todos os cachorros que aprontam muita bagunça e traquinagem e também a todas as pessoas que têm paciência e entendimento para lidar com eles. Características de um cão bagunceiro? 1 – Carisma – Ser carismático, no caso do cachorro bagunceiro, consiste em convencer as pessoas de que se está fazendo o que elas querem, mesmo que não esteja. Eu diria até mesmo que alguns cães usam melhor o carisma do que outros, ao menos para se safar quando aprontam alguma traquinagem. 2 – Desejo de agradar – Cães bagunceiros adoram fazer ‘charme’ para nos distrair e muitas vezes ‘aprontam’ para nos agradar, ainda que o resultado seja o oposto disso. Se ele quebra um vaso e você acha lindo, dá colo e beijos mil, como ele vai saber que fez errado? 3 – Senso de humor canino – Sim, cães sorriem! Com suas caudas, olhos e bocas. E sim, de alguma maneira, eles entendem quando sorrimos junto. E como adoram nos ver assim, fazem de tudo para provocar nosso sorriso. 4 – Senso de humor humano – O que faz com que um cão seja engraçado ou irritante dependerá da nossa percepção do seu comportamento. Se você dá risada e interage quando ele está aprontando algo, ele continuará a fazer bagunça. Por que alguns cães são bagunceiros? 1 – Porque estão entediados – Este é o principal motivo para um cachorro fazer bagunça. Ou seja, cabe à parte “inteligente” da equação – nós, humanos – evitar que isso aconteça e ter o bom senso de perceber que só há um culpado: quem não providenciou ao cão as condições para extravasar energia sem destruir a casa. 2 – Para chamar atenção – Continue a ler clicando aqui.

    Como lidar com um cachorro bagunceiro?

    Tratar seu cão como o cachorro que ele é: fazer desta a maior meta para o ano novo trará mais qualidade de vida para o peludo e você. Ano Novo 2015: mais um novo ciclo inteiro pela frente. A simbologia trazida com as grandes comemorações nos impulsiona a reflexões, o que costuma (ou deveria) trazer mais maturidade. Que neste ano novo, sejamos pessoas melhores para nossos animais de estimação, tão dependentes de nosso bom senso e das nossas ações e decisões. Não é viver (ou deixar de viver) por eles, mas conviver em harmonia e respeito com sua natureza selvagem, tão presente em seus instintos. Lobinhos Mesmo domesticados há milhares de anos, cães descendem diretamente dos lobos e sua fisiologia não mudou. Mudanças físicas foram provocadas pela criação de raças pelos homens, tornando-os doentes e afetando seu equilíbrio emocional, mas os instintos ancestrais e a essência selvagem ainda habitam todos os cães, mesmo os mais humanizados. Respeito No novo ano, que tal mudar alguns hábitos e tratar seu cão como o que ele é: um cachorro? Pequenas mudanças trazem grandes resultados. Um exemplo: zero perfume, menos banhos e mais escovação! Experimente polvilhar amido de milho (maisena) e escovar o cão até tirar tudo. O resultado será um animal mais limpo, mais calmo e mais conectado com você. Banho toda semana retira a proteção natural que todo cachorro tem na pele e deixa-o justamente mais fedido. Independência Cães muito apegados a humanos sofrem de síndrome de ansiedade por separação, o que os torna tão ansiosos e dependentes que provoca sintomas físicos extenuantes a ponto de alterar seus batimentos cardíacos e sua respiração. Continue a ler clicando aqui.

    Ano novo com pequenas mudanças que trazem grandes resultados para a cachorrada.

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