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    A Livia querida mandou um site que descobriu com tirinhas de desenho sobre animais de rua.O autor é o Clóvis Geyer. Colo aqui as três primeiras pra gente: Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Tirinhas sobre o abandono de animais

    3 de agosto de 2009Animais de rua, Blogs e Sites

    Gosto muito das matérias da ARCA Brasil e vez ou outra boto alguma aqui pra gente, principalmente porque elas vêm cheias de links para outras matérias. Aí vai mais uma, do informativo de maio deles. CCZ de São Paulo: uma crise anunciada ARCA Brasil fala sobre o difícil momento do órgão responsável por gerenciar as questões da de cães e gatos na maior cidade do país “Muda ou fecha!”, “Esterilizar para não matar”, “Não jaulas maiores; Sim jaulas vazias”. Quem soube do protesto no último dia 29 contra o CCZ de São Paulo, certamente topou com uma dessas frases. Entre as reivindicações dos manifestantes estavam o desrespeito à lei que proíbe a eutanásia de animais sadios e dificuldades nos procedimentos de adoção. O movimento pedia a substituição do atual responsável pelo centro. O órgão, que realmente não está em um dos seus melhores momentos, com superlotação e demora na tomada de medidas saneadoras, também corre o risco de tornar-se palco de disputas partidárias. Confira a seguir mais elementos dessa delicada questão e porque esses protestos se repetem. “Muita vontade pública, orçamento para contratações, ações de treinamento de equipe, instalações e equipamentos. Somente estas medidas, acompanhadas de uma grande ação educativa junto à população poderão, em médio prazo, resolver o problema do abandono em uma metrópole com mais 1,6 milhões de cães como São Paulo.”, resume Marco Ciampi, presidente da ARCA Brasil. Para ele a questão vai além de um órgão público com notórias deficiências e combina comerciantes inescrupulosos, leis ineficazes ou de difícil execução, falta de projetos efetivos e milhares de bichos sendo despejados todos os anos nas ruas. A análise de Marco dialoga com os pensamentos do Veterinário Solidário Jorge Kachan: “A manifestação ocorrida diante do CCZ é somente a ponta do iceberg. O problema tem origens mais profundas […]

    Matéria da ARCA Brasil sobre o CCZ de São Paulo

    Na Cão Terapia do sábado passado, recebemos a visita pra lá de especial da Cris Scalabrin, autora do ÓTEMO Cachorro Paraguaio e clicando aqui você lê o post que ela fez sobre a experiência. Cris e eu, felizes da vida… (Foto: Sérgio Parisi) Abaixo, lemos sobre outra visita a um CCZ que, como o nosso de Floripa, não permite o sacrifício de animais saudáveis como controle populacional e que também tem tudo para gerar bons frutos para os animais! VENÂNCIO AIRES Cidade conhece exemplo para tratamento de cães Representantes da administração de Venâncio Aires visitaram o município vizinho de Lajeado, semana passada, e conheceram a alternativa encontrada pela cidade para o acolhimento e tratamento de animais abandonados e vítimas de maus-tratos. O secretário municipal da Saúde, Vilson Gauer e o vice-prefeito e secretário municipal de Planejamento, Giovane Wickert, estiveram no Centro de Controle de Zoonoses e Vetores (CCZ), que funciona no Bairro Moinhos D’Água desde junho de 2008 e é pioneiro na região dos vales. Construído através de investimentos estimados em R$ 100 mil, o CCZ possui 14 baias para o abrigo temporário de até 34 cães. No entanto, o lugar já chegou a abrigar 70 animais vítimas de maus-tratos. Sem permitir o sacrifício de animais, o controle da população canina é feito com a ajuda da comunidade lajeadense. “A história de vida e a fotografia dos cães são publicadas semanalmente no jornal local, que ajuda a sensibilizar a população para a adoção”, explica a estagiária Bruna Baratto. De janeiro a março deste ano, 44 cães do CCZ foram adotados. Para tanto, além de garantir carinho e os cuidados necessários a um animal de estimação, o novo dono precisa preencher um termo de compromisso de adoção garantindo que aquele animal não retornará às ruas. O cão sai do centro com […]

    Aqui ou acolá, felizmente as novas são boas!

    Recebi da Shalma da APRAP o seguinte comunicado enviado para a rede de afiliados da WSPA: “Boa tarde a todos, Estive ontem no CRMV de São Paulo para a reunião sobre o Infertile, onde o produto foi novamente apresentado a grupos de protetores animais e veterinários. O Dr. Francisco, que é quem está à frente do produto, mudou a fala dizendo que o Infertile é mais uma ferramenta para ajudar no controle populacional. Anteriormente o produto estava sendo apresentado como “a solução para a esterilização”. O problema é que segundoos resultados dos estudos realizados por ele e por sua equipe não fornecem dados científicos suficientes para embasar a segurança e eficácia do produto. – O monitoramento dos animais que receberam o Infertile foi apenas de um ano, período não suficiente para garantir que o animal com idade mais avança não venha apresentar nenhuma patologia decorrente das substancias que compõem o produto, – Não foi testado em animais não maduros sexualmente, portanto não se sabe se tem ou qual a porcentagem de eficácia na esterilização desse grupo de animais, – É necessária anestesia para aplicação, bem como um monitoramento no período pós aplicação até calcificação/ fibrose dos testículos, – Não tem 100% de eficácia para esterilização, a taxa está em torno de 70% de eficácia, o que demandaria uma segunda dose. – Ainda não temos um método de identificação para evitar reaplicações no mesmo animal – Existe a necessidade de um treinamento para os veterinários que irão aplicar o produto. Portanto até que se tenha mais resultados com comprovação técnica de eficácia e eficiência do produto, não podemos recomendar a utilização do mesmo para método de esterilização. Esperamos que com a continuidade dos estudos possamos vir a utilizar o Infertile como mais uma ferramenta para controle populacional. Abraços, Mônica Almeida” Gerente […]

    Posição da WSPA sobre a "castração" química

    Para quem é aqui da Grande Florianópolis, não é novidade o drama dos animais em Palhoça. E por enquanto eles só contam com a ajuda de protetores independentes e da Amigos e Protetores dos Animais de Palhoça (APRAP). Lembrando que as pessoas podem ajudar a APRAP contribuindo financeiramente com qualquer valor, apadrinhando castrações a partir de R$ 60,00 (sessenta reais), doando produtos e/ou serviços (impressão de folhetos, bunners, remédios, rações, potes de água/comida, casinha ou transporte de animais etc.), doando algumas horas de seu dia participando dos eventos de adoção, fazendo transporte de animais e divulgando o endereço www.bichoderua.blogspot.com e o orkut Cães e Gatos APRAP para que outras pessoas possam não só conhecer e ajudar os animais através da APRAP, mas também adotá-los e, mais importante de tudo, aprender sobre a causa para que possam ensinar e assim educar mais e mais pessoas! Os depósitos devem ser feitos somente na conta da APRAP (ninguém está autorizado a recolher nehuma doação em nome da APRAP).Banco do BrasilAg. Palhoça 2383-3cc 19.999-0, podemA P ANIMAIS PALHOCA APRAPCNPJ (para quem quiser fazer DOC/TED): 08.187.936/0001-85Contatos: (48) 8415-8845 / aprap.palhoca@gmail.com Entrevistei por e-mail a Shalma, diretora da ONG, para que pudéssemos ter uma noção de como andam as coisas por lá, confira! Mãe de Cachorro: Qual é a situação dos animais de rua e/ou vítimas de maus-tratos em Palhoça hoje? APRAP: É precária, de total abandono e descaso porque não existe nenhuma política pública de bem-estar animal e nem mesmo preventiva com relação às zoonoses. Mãe de Cachorro: Existe alguma política pública que trate do problema? APRAP: Embora a APRAP tenha conseguido incluir no orçamento para 2009 uma emenda coletiva dos Vereadores de Palhoça no valor de R$175.000,00 (cento e setenta e cinco mil reais) além dos R$55.000,00 (cinquenta e cinco mil reais) anteriormente alocados […]

    Alô prefeitura de Palhoça!!! Vamos cuidar dos animais também?

    Olha, inacreditável. A ignorância é mesmo a mãe do mundo ultimamente. O Diário Catarinense de hoje traz matéria sobre os cães nas praias (um pouco atrasado, já que o verão literalmente acabou, mas tudo bem) e exibe um vídeo de vários cães na Barra da Lagoa, visivelmente atrás de uma fêmea no cio e não ‘passeando’ em matilha e loucos para atacar os banhistas. Geral | 24/03/2009 | 19h10min Cachorros de rua dividem espaço com banhistas em praia de Florianópolis foto: Marcelo Mesquita para o DC/SC E o Notícias do Dia publicou a carta de uma leitora que reclama dos cães nas ruas, como se eles brotassem do chão e não estivessem nas ruas por serem abandonados ou criados soltos. Ai, ai. O dia em que EU sair por aí mordendo e avançando, a culpa vai ser dos pobres cães também? Porque olha… É só o que me dá vontade de fazer ultimamente… Quer ler mais sobre o assunto ou se inspirar para comentar a matéria do DC?Clique aqui para ler a coluna Mãe de Cachorro especial sobre o tema ‘cães nas praias’ e aqui, para ler os comentários do post “Qual é a sua praia?”. Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Mas o que há com essa gente? Mais pedra pra cima dos cães nas praias!

    25 de março de 2009Animais de rua, Denúncias

    Fazia tempo que eu não caía no choro copiosamente. Aquela coisa forte de pranto mesmo, do peito pesado, da cabeça que não consegue pensar em nada positivo. E tudo enquanto dirigia, o que me fazia chorar ainda mais e me sentir uma idiota, por estar tão sem tempo que não podia nem parar o carro pra chorar em paz. Chorei pela cachorrinha de dentes gastos e tetas caídas que recolhi grávida, castrei, doei e que o adotante deixou fugir e não me avisou quando aconteceu e que agora está novamente nas ruas, depois de uma longa vida de sofrimentos e partos;Chorei pelo adotante, que não tem nem entendimento para ver o tamanho das consequências de tudo isso;Chorei pelas pessoas que me ajudaram a ajudar este animal;Chorei por todos os animais que sofrem mundo afora, mas não aquele sofrimento natural, do leão comendo a gazela, mas das crueldades que o bicho homem os aflige;Chorei por todas as crianças abusadas sexualmente, por todas as que são escravizadas para trabalhar, por todas as que crescem em orfanatos e até mesmo pelas que crescem em palácios de ouro, mas secas de afeto e educação reais;Chorei por todos os adultos que tratam as crianças assim, porque provavelmente um dia foram crianças que sofreram tudo isso também;Chorei por quem quer que seja que tenha iniciado esse ciclo tão vil e cruel;Chorei por todos os seres humanos que sofrem fome, sede, frio, dor, solidão e falta absoluta e total de tudo que é mais básico para uma vida ao menos digna e respeitosa;E por todos os que desistiram de seus sonhos e cujas vidas é um eterno acordar e dormir sem ter nem ao menos uma reflexão ao fim do dia e que são como robôs ou zumbis e sem sequer se dar conta, apenas esperando chegar […]

    Ontem eu chorei

    Olha… Eu sabia que por aqui a coisa não era das melhores, mas saber que temos cerca de 20 milhões nas ruas, que a expectativa de vida dos nossos filhos é de apenas 3 anos (e é verdade, quantos cães bemm velhinhos você conhece e de quantas mortes prematuras ouve falar toda hora?), isto sem que os cães de rua tenham sequer entrado na estimativa, é demais! Mas só me anima a continuar trabalhando mais e mais e sempre pela educação dos humanos e a castração dos animais. No texto abaixo, os negritos em destaque foram feitos por mim, ok? Qua, 18 Mar, 02h57 Isabel Malzoni, especial para o Yahoo! Brasil Com base na quantidade de cachorros que estão espalhados por nosso território (cerca de 50 milhões), poderíamos dizer que o Brasil é um país de pessoas que adoram cães, certo? Não exatamente. Ou seja, há sim muita gente que ama cachorros e cuida deles como se fossem bebês, mas também existe um bocado de gente que os destrata e os abandona, como se eles fossem um brinquedo usado. Neste breve relatório sobre a situação dos animais no Brasil, alguns números e comportamentos mostram que a situação dos melhores amigos dos brasileiros carece de mais cuidado. O Brasil tem a segunda maior população canina do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos (onde vivem 60 milhões de cachorros). Por aqui, estima-se que haja 31 milhões de cães com dono, ou domiciliados – segundo dados da Anfal Pet (Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação) -, mais 20 milhões que vivem nas ruas (estimativa com base em estatísticas da Organização Mundial de Saúde). Embora esses dados denotem a popularidade dos cães no país – uma em cada sete pessoas possui um cachorro -, isso não significa que seus […]

    Média da estimativa de vida dos cães no Brasil é de apenas 3 anos!

    Foto: Bebel, vira-latas linda e doce que achei na rua ontem de noite (depois boto um cartaz).Já está castrada (Sim! Assim rápido!), consultada, banhada etc. enfim, pronta para adoção.Porte pequeno. Contatos: anacorina@maedecachorro.com.br / 9621-1867 / 8405-223 / 3025-2334 Fresquinha para todas as mães e pais de vira-latas e para todos os que ainda não têm o melhor cão do mundo em suas vidas! Acabei de achar net e não podia deixar de botar aqui: Por Cristiano Baldi – Especial para o Yahoo! Um cão sem raça definida (SRD) é aquele que não tem a origem definida em um pedigree, que é um certificado que atesta a ascendência do animal. Já o termo vira-lata se refere ao comportamento de muitos cães SRD que, abandonados, vagam famintos pelas ruas, revirando latas de lixo atrás de algo para comer. Um cão SRD abandonado, ao menos em teoria, deixa de ser um vira-lata depois de ser adotado por alguém. E isso vem acontecendo cada vez mais: adotar cães abandonados virou na moda. Cada vez mais gente prefere escolher um vira-lata, em um abrigo para animais, a comprar um cãozinho de raça. Este é de fato um hábito muito saudável que, além de diminuir a população de animais abandonados em nossas cidades, ajuda no controle das zoonoses. Mas junto com a popularização da prática, surgiram alguns mitos. O primeiro deles é de que ao adotar um vira-lata filhote, ao contrário do que acontece com os cães de raça, não se pode saber qual o temperamento e o tamanho que ele terá quando adulto. A verdade é que o temperamento depende muito mais da criação do que da raça. Assim, se o bichinho for tratado com amor e respeito, provavelmente será dócil e carinhoso. E o tamanho pode sim ser estimado. Segundo a veterinária gaúcha Fernanda […]

    Razões para ter um vira-latas como melhor amigo!

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