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    foto: Kiko Della Giustina Vejam que legal! O autor das fotos do famoso “cão do presépio de Criciúma” me escreveu contando que ele foi adotado. No e-mail que ele me passou, havia dois outros textos abaixo, de reportagens contando que o cão na verdade era uma cadela, conhecida dos lojistas em redor, e que as fotos foram feitas em 16 de dezembro de 2008. —– Forwarded Message —-From: Kiko Della Giustina To: anacorina@maedecachorro.com.brSent: Sun, December 27, 2009 8:42:38 PMSubject: Kiko Della Giustina – Aconteceu no Presépio, praça central de Criciúma SC Oi, Eu é que tive a grande honra e felicidade de ter clicado as fotos da cena este lindo e abandonado cãozinho na manjedoura. Nunca vou me esquecer, era um dia frio e chuvoso. Chorei…..muito…. Infelizmente, só não o levei pra casa porque moro em apartamento e ja tinha e ainda tenho dois adotados de rua. Mas fiquei sabendo depois que foi adotado. Inclusive estas fotos sairão no portal: www.engeplus.com.br com o titulo “É tempo de… Natal!” no qual sou colaborador. Abraço Kiko Della Giustina Criciúma-SC. Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    O cão do presépio de Criciúma foi adotado e era fêmea.

    27 de dezembro de 2009Animais de rua

    Recebi da Yaskara! Vejam que fofo este desenho animado: Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Um cão especial…

    18 de novembro de 2009Animais de rua

    Pra quem está se perguntando a quantas andam as tirinhas do Clóvis Geyer sobre animais abandonados, respondo: estão cada vez melhores… Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Tirinhas do Clóvis

    Essa vida é esquisita… Postei o texto que segue abaixo em março deste ano, no dia em que retirei das ruas a Bebel, gravidíssima, que foi castrada no dia seguinte e que depois virou Cora, foi doada, fugiu, foi encontrada e, finalmente, ganhou um lar pra lá de maravilhoso. Na época, só repassei o texto aqui pro blog, botei uma frase em negrito e deu. Hoje, recebi o mesmo texto da querida Mircea e ao relê-lo, tive uma reação totalmente diferente. Como consegui simplesmente postá-lo em março, sem tecer comentários? Antes de mais nada, gostaria de dizer (ou mais provavelmente, de repetir, porque já devo ter dito isto aqui antes) que os cães (e gatos) não são vira-latas. Eles estão. Estar vira-latas é ter a infelicidade de precisar vasculhar lixeiras em busca de comida. Não ter raça definida, ou seja, ser um cão SRD (sem raça definida), é ser filhote de qualquer raça misturada. Mas as pessoas sempre confundem e acham que o cão vira-latas é o sem raça definida. Se for um schnauzer revirando lixo, por exemplo, não é vira-latas, é abandonado. Ai, ai… Enquanto isso, compram cachorros mestiços e se acham no direito de ter preconceitos contra os pobres animais de rua, ou que têm família, mas não a tal raça ‘definida’. Você diria que uma pessoa é “de rua”? Ninguém “é de rua”, são as circunstâncias que definem este “ser das ruas” e, consequentemente, virar as latas… Você tem preconceitos contra pessoas que vivem essa extrema miséria humana? Bem… Preciso dizer que quem despreza um “simples cão” com certeza desprezará um ser humano? A base do respeito ao próximo é a mesma, seja ele de que espécie for… “Ah, Ana, mas o meu cachorro é de raça! É filho de poodle com bichon frisé…” Eu digo: É […]

    Afinal, o que é ser um vira-latas?

    Eu já sabia da história do cãozinho perdido que motivou um grupo de publicitários a tentar achar sua família. Mas havia me irritado um pouco com o sucesso provocado, quando há milhares de outros “Boeings” por aí, precisando tanto quanto, mas que ninguém dá bola só porque não viraram celebridades. Claro que a iniciativa da turma que o ajudou é louvável. Mas sabe quando você acaba tomando as dores de alguém? Então, tomei as dores de todos os infinitos cães e gatos do mundo à espera de uma oportunidade como essa, de ter fila de adotantes os disputando, e acabei ficando quieta. E outra, fugiu como? É castrado? Foi atrás de cadela no cio? Tudo isso já me passa pela cabeça e fico neurótica pensando em como uma simples cirurgia de castração evitaria tantos Boeings sofrendo por aí, sem terem tido a sorte de cruzarem com a mãe da Carol, que o carregou pra casa. Mas agora o Boeing, que na verdade é o Guga, já está até entregue em sua casa verdadeira, e meu mau humor passou um pouco. Mesmo fuçando o site de divulgação do fofo, fiquei sem entender uma pá de coisas e não gostei muito quando o dono dele já chegou metendo um correntão no pescoço do fofo, mas deve ser só para segurá-lo, porque dá para ver pelo vídeo que a casa é bem fechada e espero que ele fique solto sempre… Também espero, de coração, que toda essa divulgação do caso do Guga Boeing sirva para que outros cães queridos e abandonados/perdidos, encontrem um lar amoroso e definitivo. E que as milhares de pessoas que visitaram o site “Cara, cadê meu dono?“, abram seus corações para a causa dos animais abandonados e que todos os que estavam querendo adotar o Guga Boeing, adotem um […]

    O Boeing perdido, que era Guga… Final feliz para o cãozinho perdido mais famoso do Brasil nos últimos tempos…

    Cada vez que escuto alguém dizendo “Se eu ganhasse na mega sena acumulada, comprava um terreno bem grande e fazia um abrigo de animais” acontecem três coisas comigo: Sinto um frio correndo pela espinha; Desejo sincera e profundamente que aquela pessoa jamais ganhe prêmio em $$$ capaz de cometer essa besteira e Tento explicar porque abrigos não são a solução e que o dinheiro dela seria muito mais bem empregado se aplicado em campanhas de educação sobre guarda responsável e castração gratuita para todo e qualquer cão e gato, seja quem for seu tutor ou quanto dinheiro ele tiver. Para que vocês entendam também um pouco do meu pensamento (o lugar de cães e gatos é em um lar amoroso!), deixo aqui este ótimo texto que retirei do excelente site do Clube das Pulgas: “Acreditamos que abrigo não é solução para o problema e nem vida digna para os animais abandonados. A população canina e felina aumentou consideravelmente nas últimas décadas e isso se deve à irresponsabilidade do ser humano, que ainda trata o animal como algo descartável. A posse responsável ainda é o maior trunfo contra o abandono de animais, pois embora existam ações que agora começam a fazer parte do nosso cotidiano, seja através de programas de ensino implantados pela prefeitura nas escolas municipais, seja através das entidades de proteção aos animais, como o Clube das Pulgas, que enfocam cada vez mais o controle populacional pelo método das castrações (esterilizações); a conscientização da população ainda é lenta. Mas o que fazer com os animais que já existem e ninguém mais os quer? É o caso do abrigo. De alguma maneira estes animais foram para lá e lá permanecem pelo resto de suas vidas. Abrigo é o sinônimo de abandono e compaixão, abandono pela sociedade que não os quer […]

    Abrigos NÃO são a soluçãoooo!!!

    Obrigada, Jéssica, muito obrigada mesmo, de coração. Na noite de segunda-feira, mesmo chorando ainda pela passagem da minha Moira amada, continuei a fazer o blog e a programar os posts que estão entrando durante esta semana. Fiz isto principalmente por mim, para lembrar de não parar, porque confesso que a vontade é de nem ver mais nenhum outro cão pela frente que não sejam os dois amores que ainda tenho a felicidade de ter junto a mim. E, querida, você não falhou em não devolvê-las às ruas, você fez uma escolha e se comprometeu com ela até o fim. Minha única dica é que tentes doá-las quanto antes porque este dinheiro que vais gastar em hospedagem já serviria para castrar outras e evitar que inúmeros animais nasçam para uma vida de sofrimento. São poucas as pessoas que conseguem castrar e devolver na rua, eu mesma só devolvo quando percebo que o animal está sendo cuidado, nem que seja por comerciantes e claro que não é fácil, mas é a minha escolha, porque minha luta maior é por educação e castração, mas é preciso que haja todo tipo de ajuda para os animais, porque a maioria deles realmente nem tem condições físicas e psicológicas de voltar para a dura realidade de viver nas ruas. Parabéns por tudo e por favor continue com teu projeto de castrar a cachorrada do bairro com ajuda das ONGs, ok?Beijo grande! Ah, tinha esquecido de botar a carta abaixo também. Valeu Fábio! Mais um desconhecido carinhoso comigo… Obrigada de coração! Notícias do Dia, 1º de setembro de 2009.Clique na imagem para lê-la. From: JessicaTo: Ana CorinaSent: Wednesday, September 2, 2009 12:37:40 PMSubject: Querida Ana! Olá Ana, Estou te escrevendo esse email, para agradecer em meu nome, e no nome de muitos animais que eu acredito que […]

    É esse tipo de demonstração de carinho que dá forças pra continuar, quando tudo que eu gostaria no momento é de parar e curtir meu luto…

    Recebi da Diane no Orkut e colo aqui pra gente por um motivo bem simples: diferentemente de inúmeras pessoas que com certeza têm lido este texto desde 2003, nós, pais e mães de cachorro, entendemos muito bem a mensagem… “Já me perguntaram e eu mesmo me pergunto qual seria a imagem mais completa e dramática do abandono, da desgraça, da miserabilidade. Respondo aos outros, mas nem sempre tenho coragem de responder a mim: a do cão cego e sem dono. Ou pior: a do cão sem dono e cego. Deve parecer exagero atribuir a um cão um dos atributos mais comuns à espécie humana. Mas o homem tem sempre uma alternativa, a de acabar com tudo quando nada mais suportar. Já disseram que o único problema que realmente enfrentamos é o suicídio, uma capacidade que os animais não têm, exceto, segundo já me disseram, mas não tenho certeza, o escorpião. Além de dispor de uma saída radical para a miséria e o abandono, o homem é responsável, até certo ponto, pelo seu destino. Há sempre uma esquina errada que ele dobrou pela vida afora e cujo preço pagará inevitavelmente, mais cedo ou mais tarde. O cão sem dono e cego é uma coisa viva e sofredora, sem apelação, pior do que inútil e desgarrado, pior do que desesperado, pois adquire a mansa lucidez de sua tristeza, de seu abandono, e desconfia de que nada possa mudar o seu destino. À esta altura da crônica, antes que o possível leitor me faça, faço eu mesmo a pergunta: por que estou escrevendo um texto tão triste, tão despropositado e, acima de tudo, tão discutível? Afinal, eu não sou cego, ainda não cheguei ao ponto de me considerar um cão e tenho muitos donos, donos demais. De que estou reclamando? Não sou pago […]

    Cão cego e abandonado… Uma crônica.

    24 de agosto de 2009Animais de rua, Animais e nós

    Outras do peludo clicando aqui. Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Teobaldo, o cão filósofo do Frank Maia…

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