• Instagram do Mãe de Cachorro

    Instagram
  • Receba os posts por e-mail:

    Não consigo deixar de falar deste assunto repetidas vezes, principalmente quando sou deparada com exemplos diários de sofrimento de cães e gatos, dor que teria sido simplesmente INEXISTENTE se as pessoas abrissem sua mente para a castração e para a questão da NÃO reprodução de seus animais de estimação. Há algum tempo, mais precisamente no dia 26 de maio de 2011, eu estava dirigindo quando vi o cãozinho das fotos acima, com sua corrente arrastando, correndo atrás de um grupo de cães atrás de uma cadela no cio. Tentei pegar a cadela e ele, mas algumas ruas depois, só consegui capturar o pequeno fujão, e isso graças à corrente, presa a sua coleira metálica por um cadeado novinho. Voltei com ele no carro para a rua onde o vi pela primeira vez e saí batendo de casa em casa, até que achei uma senhora que disse “Lá naquela casa azul da esquina tem um que parece ele, vai lá ver.”.   FELIZMENTE o morador da tal casa azul sabia de onde o pequeno era e contou “Esse aí vive pelas ruas, pode deixar que ele volta sozinho”. E eu, “Mas senhor, e essa corrente arrastando? Ele vai ficar preso ou vai tentar voltar atrás da cadela no cio.“. Diante da minha cara meio de tristeza, meio de “não quero essa resposta”, finalmente ouvi, “Eu levo ele em casa, dona, amarra ele aí no meu portão que já vou.“. Ainda enrolei para ir embora, só para conferir se o senhorzinho ia mesmo fazer o prometido. Ele, muito querido, pegou um de seus cães para passear e lá se foi pelas ruas, devolver o pequeno namorador. Eu, metade feliz, metade triste, chamei a vizinha que havia dado a dica da casa azul para contar do fim da história. Por uma daqueles ironias […]

    Castração, por que não?

    Quando recebi o e-mail da Vera, respondi imediatamente dando algumas dicas mesmo sem ainda não tendo sequer pensando em quem eu pediria que comentasse o caso. Acontece que tivemos uma situação aqui em Floripa exatamente igual. Um cão comunitário estava ameaçado de morte por defender seu “território”. Felizmente ele foi colocado em uma hospedagem e hoje está feliz da vida, adotado e com uma famíllia para chamar de sua, mas até isto acontecer a situação estava bastante crítica para o lado dele. Para todos os que possam passar por algo parecido, aí vai a questão da leitora Vera e a resposta da amiga Cássia, educadora canina do Cão Amor. Minha resposta para a Vera, antes de eu ter a opinião profissional da Cássia, foi no sentido de que eles retirem o Fucinho de lá imediatamente, colocando-o em um lar de apoio ou hospedagem paga, que os moradores da rua que ele tanto cuida podem ajudar a pagar, ao menos até que a situação tenha uma outra solução. Bom, vamos ao relato da Vera: Bom dia, gostaria de uma orientação, pois estamos com um pequeno problema o qual não estamos conseguindo resolver. Cuidamos de um cachorro, o chamamos de Fucinho, cujo companheiro foi atropelado, inclusive quando esse morreu, o Fucinho não queria sair de perto do corpo do amigo, nem deixava que ninguém mexesse nele. Com paciência, conseguimos pegá-lo para enterrar, e a partir desse dia estamos cuidando dele, inclusive uma veterinária se prontificou a castrá-lo, e o restabelecimento do cão foi em minha casa, onde tenho mais 4 animais, dos quais um é bem pequeno, dois grandes, e um gato, e meu hóspede não se entendeu com nenhum deles, muito pelo contrário, tive que mantê-lo preso o tempo todo e era horrível . Agora estamos cuidando dele na rua, e […]

    Dúvida do leitor: Como ajudar um cão comunitário que avança em vendedores ambulantes e estranhos, defendendo sua rua e moradores?

    Acabei de receber por e-mail da Catarina Pierangeli e fui obrigada a correr aqui e postar. Colo abaixo o e-mail dela na íntegra e as fotos vocês conferem todas no Contém Cafeína. Para ver as fotos, clique aqui. O que mais impressiona nas fotos é a mudança do olhar de cada um deles!! Perceba o que o amor que se dedica a um animal abandonado é retribuido com seu olhar de felicidade e gratidão! Fotos de cachorros adotados (Antes e depois) A quantidade de cachorros, gatos e outros animais abandonados nas casas, ruas e estradas é assustador. Em países mais desenvolvidos esse número chega a mais de 100 mil abandonos por ano. No Brasil, embora não haja uma estatística oficial, esse número deve ultrapassar 300 mil animais simplesmente “jogados fora” e abandonados à própria sorte. E, o que é pior: 85% (oitenta e cinco por cento) morrem nos primeiros 20 dias, a maioria por acidentes de trânsito. Fonte do texto: Cão sem Dono

    Pensando em adotar um cão e salvar uma vida e precisando de um empurrãozinho?

    Já tentei recolher alguns cães das ruas sem sucesso e a palavra para descrever a situação é uma só: frustrante. Você encontra o animal, decide ajudá-lo e às vezes isto simplesmente não é possível. Felizmente, estas situações são minoria, mas marcam muito mais do que os casos com final feliz, porque ficam na memória com aquele gostinho de “E se?”. E se eu tivesse conseguido? E se houvesse como ter tentado mais um pouco? E se eu tivesse feito desta ou daquela maneira? E se eu não tivesse feito desta ou daquela maneira? Segue a dúvida da leitora Heveliz, respondida pela educadora canina Sara Favinha, do Tudo de Cão. Em outras trocas de e-mail com a Heveliz, ela e a mãe ainda estavam conseguindo encontrar a pequena pelos arredores, mas sem sucesso de resgatá-la. Espero que esta situação já tenha mudado! Bom dia. Em uma busca desorientada pela internet achei o seu site e espero que você possa me ajudar. Ontem a noite quando voltava para casa, eu e minha mãe vimos uma cadelinha fugindo de 3 cachorros, sendo totalmente assediada por eles. Na tentativa de fugir deles ela gritava muito, e nos lembramos que eram dela os gritos que há varias noites temos escutado de casa e achavamos que tinha alguem maltratando algum cachorrinho. Nos tentamos pegar ela, mas ela só fugia. Ela está no cio e está toda machucada, manca, inchada e com muita raiva, pois quando os cachorros encostam nela ela grita e mostra os dentes. Então nós fomos em casa, pegamos um saco grande, um pedaço de carne e uma casinha de animais e fomos novamente atrás; mas sem sucesso pois é só chegarmos perto que ela levanta e sai correndo e os 3 cachorros em cima dela, seguindo-a e incomodando-a. Queria alguma orientação de como […]

    Dúvida do leitor: Como resgatar um cão que está arisco e fugindo?

    Ela demorou um pouquinho a sair, mas já está disponível gratuitamente em pontos estratégicos de Floripa a nova edição da Revista Level, que traz alguns trechos da entrevista que dei para a jornalista – e mana de coração – Manu Scarpa. Abaixo a entrevista na íntegra. Espero que gostem! Manu Scarpa para Level #4: Como é a sua ligaçao com os animais, principalmente cães e gatos? Ana Corina – Mãe de Cachorro: “Sempre gostei de bichos em geral, mas com uma preferência especial pelos cães. Era daquelas crianças que dão o lanche para o cachorro magrinho que fica no portão da escola e na faculdade segui comprando comida para os cães da UFSC. Mas não tinha nenhuma noção de guarda responsável, bem-estar animal, adoção etc.” Manu Scarpa para Level #4: Qual a origem do maedecachorro.com.br? Ana Corina – Mãe de Cachorro: “Foi criado de brincadeira, começou a ser feito também na brincadeira, para defender o direito de nos sentirmos responsáveis pelos animais sob nossos cuidados, e acabou evoluindo para um trabalho sério e comprometido de educação que ganhou destaque nacional e que constantemente dá origem a diversas outras iniciativas de educação, sejam de minha autoria ou não. No fim das contas, virei madrinha até de blogs, o que é delicioso, pois dá forças para seguir adiante nos momentos em que a vontade é largar tudo e cuidar da vida…” Manu Scarpa para Level #4: Como a internet ajuda esses bichos? Ana Corina – Mãe de Cachorro: “De diversas maneiras. Sites de ONGs e perfis de protetores independentes e voluntários em redes sociais fazem com que milhares de animais sejam ajudados e adotados. Só o blog gaúcho “Adote, não compre“, um “afilhado” do Mãe de Cachorro, já comemorou a marca de mil doações em dois anos de vida. No Mãe de […]

    Entrevista para a Revista Level, edição de fevereiro/março de 2011

    Não sei se todo mundo já tinha visto menos eu, mas só fiquei sabendo porque a querida Lilian Rockenbach fez um post em um dos blogs dela e divulgou no Twitter. Então, ou estou muiiito desinformada (o que é possível, principalmente quando o assunto é TV), ou a matéria será inédita pra muitos de vocês como foi pra mim ;-D Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Matéria sobre adoção na TV Record

    22 de fevereiro de 2011Adoção, Animais de rua

      Em fevereiro de 2010 recebi um e-mail da leitora Luzia Cavalcante, de Brasília, contando sobre um cão que “morava” em um cemitério. Agora em janeiro outra leitora deixou um comentário no post Mascote de cemitério! contando que ele havia sido recolhido e que logo estaria disponível para adoção. Dali a uns dias, quem me escreve novamente contando a mesma novidade? A querida Luzia, repassando o e-mail abaixo (que veio pra mim sem cabeçalho)! E acessando o terceiro link indicado logo abaixo aprendi que, como Caramelo, o cão que ficou famoso por zelar sua tutora morta nas enchentes no Rio de Janeiro, também Tom morava no cemitério desde que seu tutor foi enterrado lá. Tom tosado, esperando por um lar. Foto: um dos anexos do e-mail recebido. Boa noite, Foi feita uma reportagem  no Correio Braziliense publicada dia 16/12/10 sobre o abrigo de Maria Hedwiges (Gi) que cuida de 80 cães em sua chácara em Planaltina (ver link abaixo). Foi resgatado no dia 23 de dezembro de 2010 um cachorro, chamado Tom, que vivia no cemitério de Brasília e soubemos que batiam nele e jogavam bombinha para ele sair das capelas. Ele está numa reportagem (ver link abaixo) do Globo Comunidade. Agora o Tom está no abrigo da Gi para adoção. Foram feitos exames de sangue e está tudo normal com ele. Aqui estão algumas fotos dele tosado pra adoção. Por favor, se for possível, ajudem a Gi pois ela tem uma grande despesa com veterinário, ração, remédio, etc. Jornal velho também será muito útil.      Leia também:  Matéria de 2010 sobre o Tom Matéria sobre a protetora que está com ele e indicações de ONGs no Distrito Federal<– Ouça o podcast de uma matéria recente sobre o Tom Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime […]

    Lembram do “cachorro do cemitério” de Brasília?

    A querida Luana Kessler postou esta delícia de imagem no perfil dela no Facebook junto com a frase "Vira-Latas são como alta costura! Não há dois iguais!", do estilista norte-americano Issac Mizrahiny. A autoria do texto ela infelizmente não tem e também não consegui achar… Mas os peludos lindos na foto são os bebês da Luana, que autorizou a publicação de tudo. Amados, não? Nhóóó! Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    "Vira-Latas são como alta costura! Não há dois iguais!" (Issac Mizrahiny)

    Ontem este vídeo lindo e emocionante (bem, eu choro quando assisto…) apareceu no meu feed de notícias do Facebook. A querida Nelma Vidigal postou e tive a sorte de estar conectada bem na hora. As fotos são do Lionel Falcon e o vídeo também. A música é de Alberto Cortez e peguei a letra pra nós, segue abaixo. Feliz 2011! Que neste ano todos nós possamos ter a felicidade de colocar um cão resgatado das ruas em nossas vidas! A todos que já têm um (e muitas vezes até mais de um), meus parabéns e obrigada, em nome dele(s). Callejero (Alberto Cortez) Era callejero por derecho propio; su filosofía de la libertad fue ganar la suya, sin atar a otros y sobre los otros no pasar jamás. Aunque fue de todos, nunca tuvo dueño que condicionara su razón de ser. Libre como el viento era nuestro perro, nuestro y de la calle que lo vio nacer. Era un callejero con el sol a cuestas, fiel a su destino y a su parecer; sin tener horario para hacer la siesta ni rendirle cuentas al amanecer. Era nuestro perro y era la ternura, esa que perdemos cada día más y era una metáfora de la aventura que en el diccionario no se puede hallar. Digo “nuestro perro” porque lo que amamos lo consideramos nuestra propiedad y era de los niños y del viejo Pablo a quien rescataba de su soledad. Era un callejero y era el personaje de la puerta abierta en cualquier hogar y era en nuestro barrio como del paisaje, el sereno, el cura y todos los demás. Era el callejero de las cosas bellas y se fue con ellas cuando se marchó; se bebió de golpe todas las estrellas, se quedó dormido y ya no despertó. Nos dejó el […]

    Para começar o ano na melhor companhia possível ;-D

    1 de janeiro de 2011Animais de rua
  • Arquivo por data

  • Páginas

  • counter for wordpress
  • Assuntos

    Mãe de cachorro também é mãe!

    Todos os direitos reservados