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    A coluna de hoje é minha declaração de amor aos vira-latas e por tudo o que representam para os seres humanos em termos de aceitação das diferenças e de amor incondicional. Vira-latas No Brasil, vira-latas é o cachorro ou gato sem raça definida, aquele que a gente não sabe dizer o que é, além de “um cachorro”, ou “um gato”. A coluna de hoje é minha declaração de amor aos vira-latas e por tudo o que representam para os seres humanos em termos de aceitação das diferenças e de amor incondicional. Espero que vocês também tenham a felicidade de conviver e de aprender com esses peludos especiais! Continue a ler clicando aqui.

    Somos todos vira-latas! Uma declaração de amor a esses peludos especiais

    Oie! Você alimenta seu cão ou gato com ração e quer fazer doação de ração sem gastar nenhum centavo a mais com isso? Ou quer pura e simplesmente doar rações da Max para peludos ajudados por ONGs e protetores? A Max – Total Alimentos já doou mais de 128 toneladas de alimentos para cães e gatos para aproximadamente 800 ONGs e protetores de todo o Brasil por meio do programa Max em Ação, que atende ONGs e protetores independentes inscritos no programa! COMO isso é possível? Para doar ração sem gastar nada> ao comprar uma embalagem de Max ou Max Cat (seja para o seu peludo, ou mesmo para fazer uma doação, quando então você doaria duplamente!), você deve: – Recortar o vale-ração impresso no verso da embalagem; – Entregar o vale para uma ONGs de proteção animal/protetor independente cadastrada(o) no programa ou – Depositar o vale em uma das urnas do programa (espalhada nos pontos de venda da ração). Para doar muito mais> você também pode optar em fazer a doação direto pelo site, pelo link http://loja.maxemacao.com.br/. Por lá você pode selecionar a ONG ou o (a) protetor(a) e a quantidade de ração que quer comprar para doar sem sair de casa!! Ou seja, você compra pelo site a ração que quer doar e a Max em Ação doa mais uma porcentagem de ração em cima. Se você doa uma embalagem de 20kg, a Max doa mais 8kg; se você doa uma embalagem de 15kg, a Max doa mais 6kg, se você doa uma embalagem de 8kg, a Max doa mais 4kg, se você doa uma embalagem de 4kg, a Max doa mais 2kg e se você doa uma embalagem de 2kg, a Max doa mais 1kg!!! Legal, né?  Seja qual for sua opção, é possível acompanhar no site as mudanças  em prol dos peludos que você ajudou a fazer. As ações da Max não param por aí, lembram que participei do 1º ENAPA em […]

    Programa Max em Ação de doação de ração para cães e gatos!

      Praias começando a lotar e quem ainda não entendeu que só existem cães nas praias porque estão abandonados ou soltos irresponsavelmente insiste em culpar animais irracionais pela falta de civilidade humana. Adote Amanhã, das 14h às 19h no Piso G3 do Shopping Iguatemi Floripa (subindo pela praça de alimentação), o Instituto é o Bicho realizará mais um evento de adoção em parceria com o Shopping Iguatemi. Cães e gatos, adultos e filhotes, todos resgatados das ruas ou de maus-tratos, foram reabilitados, vacinados e castrados e agora aguardam o tão sonhado lar! Haverá bazar e espaço infantil, com leitura, desenho e brinquedos. Apareça por lá e se não puder adotar seja voluntário, doe carinho, ração, medicamentos etc. Candidatos à adoção devem ter mais de 18 anos, apresentar comprovante de residência e documento com foto e assinar Termo de Responsabilidade. Taxa de adoção: R$20,00. Praias x Cães Lugar de cachorro não é na praia. E não só para o nosso bem, mas principalmente para o deles, que também pegam verminoses e bichos-de-pé, ficam desidratados e ainda podem sofrer com insolação, queimaduras graves e câncer de pele. Levá-los à praia para que se cortem com vidros e outros lixos deixados por banhistas? Para que bebam esgoto jogado direto no mar ou comam restos de comida largados na areia? Para que fiquem expostos à contaminação de bicho geográfico, de bicho-de-pé e de outras doenças que podem pegar das fezes e urina de humanos que não têm nem a desculpa de serem animais irracionais e que usam a praia de banheiro? Abandono Cães de rua que ficam nas praias só estão ali porque foram abandonados ou são criados soltos, sem responsabilidade, não porque querem ou gostam. Se você quer mudar esta realidade, castre seus cães e nunca os abandone. Quer ajudar mais? Recolha animais […]

    Praia não é lugar de cachorro e nem de gente mal educada que larga lixo por todo lado.

    Ok, sei que hoje é dia de Natal, mas a vida é isso aí, encarar a realidade e tudo que ela nos traz. E há beleza mesmo na tristeza. Para os que acreditam, Lobão agora finalmente terminou sua espera. Para os que não creem em nada, ainda assim é uma bela história. Feliz Natal e que nosso amigo Lobão esteja feliz e faceiro brincando com seu humano de estimação, lá do outro lado da ponte do arco-íris! Para saber quem é o Lobão: “Sempre ao seu lado” em Floripa: a história de Lobão. Se existe o céu dos cachorros, Lobão não vai para lá. O akita deverá encontrar seu dono, morto num acidente de carro, em outro céu depois de 14 anos de espera. É o que os moradores da servidão Vilmar Sotero de Farias, no Rio Tavares, falarão para suas famílias ao redor da mesa de Natal. A lealdade incomum nos homens tornou célebre o cão. Lobão, com sua pelagem de neve e cara de boa praça, conquistou muitas amizades no bairro – seladas com um prato de carne. Dificilmente alguém não se comovia com a história. Noite após noite esperava. Muitos tentaram adotá-lo. Sem êxito. A viúva do seu proprietário tentou carregá-lo com a mudança, mas Lobão saltou do caminhão. Há muito tempo ele pertenceu a um homem, que teve o nome esquecido pela vizinhança, não por ele, que guardou mais que isso. Dormia na porta da casa que morou. Se convidado para entrar, recusava. Não queria abrigo, queria reencontro, que não aconteceu (não em vida, dizem por lá). Continue a ler clicando aqui.

    Morre Lobão, o “Hachiko” de Floripa, que esperava pelo retorno do seu humano de estimação há 14 anos!

    Achei na web mais uma iniciativa interessante (a última foi o vídeo “Vai lá e faz” das meninas e do Pingo). Aí vai! Por conta de um gato doente herdado em uma longa história, a americana Wendy Chao decidiu criar um site para angariar fundos e pagar o tratamento do felino, ainda em 2003. Oito anos depois, com o gato saudável, a página continua no ar e faz alerta contra a Bartonella felina, além de doar os ganhos para o resgate de gatos de rua. (…) Além disso, a dona faz e vende camisetas com uma reprodução estilizada do gato, que, com uma boina à cabeça, se assemelha bastante a outro revolucionário, o argentino Che Guevara. Os interessados em ajudar podem ainda comprar brinquedos feitos a mão para felinos. São reproduções de tradicionais comidas chinesas, como gyoza e rolinho-primavera, feitos todos de lã por ela mesma. “Eu não ganho dinheiro com isso, é algo que faço simplesmente porque gosto”, conta Wendy, que é bióloga especializada em epigenética e também artista plástica. Questionada sobre como conciliar as atividades, ela brinca. “Não acho que o Chairman Meow atrapalhe meu trabalho. É o trabalho, na verdade, que interfere e torna difícil fazer mais coisas pelos gatos”, afirma. Fonte e matéria completa: G1 Assistam ao lindo querendo pegar uma borboleta recém-nascida, hehe. #coisasdegatos! post de outubro de 2011

    Chairman Meow, o gato revolucionário! Mais um exemplo de como podemos ajudar nosso próximo =o)

    “Três homens e cão” Artesanato de mais de 500 anos no Museu Regional de Guadalajara, México post de 3 de março de 2010 A sempre antenada Pri Coelho, do Adote, Não Compre!, me mandou o e-mail abaixo fazendo graça com a minha sina de gastar dinheiro comprando revistas que trazem matérias especiais sobre cães. Felizmente, a dona internet me permitiu economizar alguns Reai$$ desta vez! From: “Não Compre, Adote!” To: Ana Corina Sent: Fri, February 26, 2010 1:39:08 PM Subject: Artigo na revista Scientific American Brasil: Fidelidade e traição entre cães e seres humanosMais uma pra você gastar tua grana ou pedir emprestado/escaneado pra alguém! Sim, a matéria é enorme. Tem doze páginas na internet, mas recomendo a todos que a leiam inteira, porque além de interessante (e apesar de ser triste ver a obtusidade e crueldade humanas) traz dados históricos e é muito bem escrita e fundamentada. Triste é ver com dados e datas documentadas e registradas como os políticos lutaram contra os cães abandonados sempre com uma visão sanitarista de extermínio, sendo que se o primeiro tivesse tomado uma atitude abrangente de educar a população, a História seria outra. E só queria deixar registrado que neste exato momento em que publico este post, na madrugada de quarta-feira, sinto uma imensa, gigantesca, profunda vergonha por fazer parte do lado ‘traidor’ desta história que poderia ser tão diferente e mais cheia de amor e respeito.Deixo aqui pra gente os parágrafos finais da competente matéria de Nelson Aprobato Filho, “Fidelidade e traição entre cães e seres humanos” para a Revista Scientific American Brasil, edição 92, de janeiro de 2010. Do Paleolítico Superior aos sofisticados pet shops da atualidade, cada época, cada região, cada povo e cada sistema sociocultural e políticoeconômico tem estabelecido com o cão distintas relações. De animal sagrado nos […]

    Uma história de fidelidade canina e traição humana, sempre humana…

    Achei tão legal ver uma matéria sobre peludos e guarda responsável em um site NADA relacionado ao assunto que repasso a vocês com um pedido: no fim do texto eles perguntam se a informação foi útil. Vamos responder que SIM?   Abaixo um trecho do texto. Para ler a íntegra, clique aqui. Fonte: Personare "Todo ano é igual. As férias chegam e os protetores de animais já ficam em alerta. A gente já sabe: nesses meses o abandono de bichos de estimação é incrivelmente alto. Isso acontece porque muita gente ainda enxerga o bicho como um objeto. Cães são dados "de presente" para os filhos, no Natal e no aniversário."

    Abandono e férias!

    24 de janeiro de 2012Animais de rua

    Não adianta, por mais que saibamos que ser “vira-latas” é uma condição do animal que está nas ruas abandonado e não uma definição deste ou daquele tipo de cão, o termo é sinônimo de cães e gatos mestiços ou sem raça definida. Um animal de raça definida pode estar “vira-latas”, vagando nas ruas abandonado, mas basta ele ganhar um lar que será o “chow-chow”, o “poodle”, o “pastor alemão”. Já nossos amados SRDs (cães e gatos sem raça definida) serão sempre, por mais adotados que sejam, os eternos “vira-latas”. E não há absolutamente NADA de pejorativo no termo. Principalmente em um país como o Brasil, onde somos mestiços de várias etnias que formaram o caldo que dá o tempero especial do povo brasileiro, reconhecido no mundo inteiro como especial, alegre, divertido, sensual e bonito! Justamente como os cães e gatos… vira-latas! Foi com imenso prazer que descobri que hoje é Dia Nacional do Vira-Latas nos Estados Unidos! A realidade de lá é um pouco diferente da nossa. Não há, como no Brasil e em outros países, tantos “vira-latas puros”, aquele cão que não se consegue mais definir bem a ascendência, o sem raça definida purinho da silva! Só que sobram por todos os lados os mutts, cães mestiços produzidos pela negligência de pessoas que não castraram seus cães ou por criadores, já que agora a “moda” no Estados Unidos é FABRICAR MESTIÇOS! Sim, de propósito! E já contei pra vocês sobre isso antes aqui no blog, cliquem aqui para ler. Não lembro se falei também que na minha viagem aos EUA em abril último conversei com várias pessoas que tinham estes mestiços “de raça”. A mistura que mais vi? Labrador com poodle, o labradoodle, mas conversei com uma mãe de yorkshire misturado com shih tzu que me deu tantos nomes […]

    Dia Nacional do Vira-Latas nos Estados Unidos: é hoje, 2 de dezembro!

    Não consigo deixar de falar deste assunto repetidas vezes, principalmente quando sou deparada com exemplos diários de sofrimento de cães e gatos, dor que teria sido simplesmente INEXISTENTE se as pessoas abrissem sua mente para a castração e para a questão da NÃO reprodução de seus animais de estimação.Há algum tempo, mais precisamente no dia 26 de maio de 2011, eu estava dirigindo quando vi o cãozinho das fotos acima, com sua corrente arrastando, correndo atrás de um grupo de cães atrás de uma cadela no cio. Tentei pegar a cadela e ele, mas algumas ruas depois, só consegui capturar o pequeno fujão, e isso graças à corrente, presa a sua coleira metálica por um cadeado novinho. Voltei com ele no carro para a rua onde o vi pela primeira vez e saí batendo de casa em casa, até que achei uma senhora que disse “Lá naquela casa azul da esquina tem um que parece ele, vai lá ver.”.  FELIZMENTE o morador da tal casa azul sabia de onde o pequeno era e contou “Esse aí vive pelas ruas, pode deixar que ele volta sozinho”. E eu, “Mas senhor, e essa corrente arrastando? Ele vai ficar preso ou vai tentar voltar atrás da cadela no cio.”. Diante da minha cara meio de tristeza, meio de “não quero essa resposta”, finalmente ouvi, “Eu levo ele em casa, dona, amarra ele aí no meu portão que já vou.”. Ainda enrolei para ir embora, só para conferir se o senhorzinho ia mesmo fazer o prometido. Ele, muito querido, pegou um de seus cães para passear e lá se foi pelas ruas, devolver o pequeno namorador. Eu, metade feliz, metade triste, chamei a vizinha que havia dado a dica da casa azul para contar do fim da história.Por uma daqueles ironias da vida, no […]

    Castração, por que não?

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