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    Uma coisa levando à outra, e nosso amor pelos cães permeando tudo! Até 2005 eu era só uma mãe de cachorro a mais no mundo; Em janeiro de 2007, fiz um blog para defender o amor que devoto a meus cães e dar voz a outras mães e pais de cachorro mundo afora; Desde então, através do blog, venho ganhando amigos e amigas, conhecidos e conhecidas, colegas etc.; No fim de 2007, troquei de emprego por indicação de uma amiga que fiz através do blog (e que por um bom tempo só conhecia ‘de internet’); Hoje, consegui um emprego para uma amiga que conheci através do blog; Em maio, doei a Bebel para a Rogéria, através do blog, Ontem, a Rogéria estava passeando na rua com o Igor e o ofereceu para uma moça que estava passando: esta moça é a Mary, mãe do Brad, ex-Oito, que doei domingo último!!! E como as duas, Rogéria e Mary, completas estranhas, descobriram isto? Porque as duas lêem o blog! E por qual motivo as duas lêem o blog? Porque são MÃES DE CACHORRO! E depois falam que o mundo é pequeno… Que nada, são as energias que atraem as pessoas. Vibramos envolvidos por nosso amor aos cães (e gatos) e acabamos conectados, nos esbarrando cedo ou tarde. E depois, tem gente que deixa de agir por achar que um só é pouco. Pois é o ‘um’, que forma os muitos! E são os muitos, formados por vários ‘um’, que transformam o mundo para melhor, ou pior, depende de você escolher para qual lado da balança quer pender!É como dizem por aí: “se você não faz parte da solução, é parte do problema”… E para reforçar… Uma lembrança do início de cada um de nós, filhos de Um, vencedor entre milhões! Este artigo […]

    Como os cães nos unem… E como cada um de nós faz a diferença!

    Continuando a contar adoções bem sucedidas e a mostrar mães de cachorro orgulhosas e seus peludos, falo hoje sobre o Neto e sua mamãe, a Fabiana Bast. A Fabi conheceu e adotou seu amoreco em outubro de 2006, na casa de uma protetora que mantém quase uma centena de cães, com muita dificuldade, aqui em Floripa. Dentre tantos cãezinhos, Neto chamou sua atenção pelo péssimo estado em que estava. Sorte a dele o fato de ser pequeno, pois a Fabi mora em apartamento, então, casada a fome com a vontade de comer, um coração querendo dar amor, outro precisando receber, hoje esta situação não tem frente nem verso, é um amor só. A Fabi dando e recebendo, o Neto idem.Eu o conheci pessoalmente bem rapidamente. Ele é um docinho em forma de cão, realmente amoroso e dedicado, e sempre acaba aceitando os (vários) cães que a Fabi tira das ruas e fica cuidando até achar um bom lar para doá-los. Mas depois que os cães vão embora, é perceptível a alegria dele em ter a mãezinha para só pra ele. Por três meses Neto ficou em tratamento e só então começou apresentar o belo estado que tem hoje. Clique nas imagens para ampliá-las e conferir o ‘antes’ e o ‘depois’ do lindão! Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Mais uma história de amor e dedicação

    17 de dezembro de 2007Adoção, Animais e nós

    Confiram o final feliz da “Abandonadinha do poste” abaixo: “Ana, notícias maravilhosas! Ontem pela manhã a pequenininha resolveu sair do esconderijo no mato e se aproximar. Como os monstrengos estavam dentro de casa, ela pulou a cerca pra dentro do meu quintal e ficou chorando na janela do meu escritório. Foi a deixa para darmos um jeito de pegá-la – antes ela sempre fugia, mas com jeitinho conseguimos nos aproximar. Demos um banho quentinho, passamos Frontline (estava cheia de pulgas) e resolvemos guardá-la na cozinha da nossa edícula, que é um local que dá pra deixar totalmente fechado mas sem ficar claustrofóbico pq tem janelas. No início fiquei preocupada com a possibilidade de ela ficar ganindo ou latindo, já que afinal era um ambiente estranho… mas que nada, menina. Ela comeu ração, bebeu água e pirulitou-se pra cima de um sofá meio velho que tem lá. Nem um piu o dia inteiro – apesar dos monstros em volta, farejando… devia estar cansada da vida tensa da rua e finalmente se sentindo segura. Muitas pessoas deram retorno manifestando solidariedade e pedindo até informações sobre o temperamento dela – caso de uma colega jornalista que pensou em adotar, mas que mora em apartamento. Cheguei a ligar para dois lugares para orçar uma hospedagem solidária, mas como ela ficou quietinha na minha cozinha resolvemos só usar essa possibilidade se a adoção demorasse muito – porque afinal fica aquela coisa, prende monstro, solta cachorrinha; prende cachorrinha, solta monstro. Ana, e tens que ver que fofura que ela é. A gente solta, ela vai no gramado direto fazer xixi. Nenhuma vez precisou usar o jornal. Uma fo-faaaaa!!!!!! Bom, mas o final feliz começa aqui. Hoje de manhã resolvi levá-la no veterinário. Liguei para o meu vet e ele estava saindo para atender uma emergência. Daí […]

    Final feliz para a cadelinha abandonada amarrada no poste!

    10 de dezembro de 2007Adoção

    Em 24 de julho, fiz um post sobre o comércio de gatos persas. Hoje, recebi o comentário que reproduzo abaixo. Decidi postar o comentário por que não conheço a pessoa que me escreveu, então não posso responder a ela, agradecendo de coração todo o empenho e amor que está dedicando a esta alminha especial. Também queria que esta Luciana soubesse que entrei em contato com um possível adotante para o animal. Luciana, se você puder me escrever ou deixar no blog seu e-mail, agradeço. Particularmente, gostaria muito que este post circulasse largamente na internet, para que as pessoas lessem e entendessem o absurdo que os criadores fazem com os animais que EXPLORAM. Claro que há (poucos) criadores realmente sérios e competentes, mas ações como: a adoção de um animal a pesquisa exaustiva das condições dos canis se a pessoa realmente deicidir pela compra o boicote total a feiras de animais e a quaisquer outros estabelecimentos que vendam animais (pet shops, agropecuárias etc.) podem ajudar a diminuir, e muito, o número dessas pessoas monstruosas que se dizem ‘criadores’ já que estas ficariam sem demanda para o seu ‘produto’. Com vocês, o comentário da Luciana, que também pode ser conferido na postagem onde foi deixado (clique aqui). A foto é do gato persa em questão (a Luciana me mandou depois que viu a postagem).Ana, penso como a nossa amiga a respeito da venda dos gatos persas. Não só penso, como vivo uma situação dessas. Estou com um gato persa que foi dado por uma dessas criadoras “dinheiristas e desumanas” para um amigo meu que já recolheu sete bichos de rua que vivem com ele. Esse amigo passa por dificuldades financeiras, então para ajudá-lo peguei o gato persa que estava com ele e levei-o para casa e depois na veterinária Dra. Eloane da […]

    Um depoimento emocionante sobre o comércio de gatos

    19 de setembro de 2007Adoção, Denúncias, Gatos

    Recebi da Denise, uma pessoa querida, pró-ativa e batalhadora da causa animal! Repasso para vocês: Vira-lata é ‘cult’ [por Deborah Giannini] “Adotar um ‘sem-terra’ é superchique. Todo mundo que tem um cachorro de raça deveria também adotar um de rua, acho bacana”, diz a banqueteira Maria Alice Solimene, que já teve dois beagles e hoje é dona de um vira-lata chamado “Sem Terra”, abandonado na esquina de sua casa, na Vila Nova Conceição. Compartilhando filosofia parecida, o artista plástico Rodrigo Bueno, 37, proprietário do antiquário Passado Composto, nos Jardins, diz com orgulho que é dono de cães sem pedigree: Cosme, Damião e Preta, todos sem raça definida, foram retirados de entidades protetoras. “Eles são únicos e muito afetuosos. Você não tem que ficar ensinando, já sabem o que fazer”, conta ele, que já teve pastor e dogue alemão. A glamourização do vira-lata se reflete em números. De acordo com a ONG “Vira-lata é Dez”, que mantém 450 cães e 60 gatos, a procura por adoção aumentou 30% desde o início do ano. “As pessoas estão mais conscientes, às vezes levam até cães velhinhos e com deficiência física, o que não acontecia antes. Pensam: por que vou comprar um cão de R$ 1.000, se há tantos animais em asilos precisando de uma família?”, diz Ana Tancredi, presidente da ONG. A veterinária Andréa Acaui, que organiza feiras de adoção, concorda que ter um vira-lata hoje se tornou “cult”, mas apenas entre os “politicamente instruídos”. “Quem procura por vira-lata é o pessoal descolado mesmo. Isso independe de condições financeiras. Na feira de adoção, as pessoas mais pobres geralmente querem bichos de raça”, conta. O lado bom dessa “moda”, segundo ela, é que incentiva as pessoas a tirar os animais das ruas.E com uma vantagem para os donos: os cães adotados de entidades protetoras […]

    Cães sem raça definida caem nas graças dos descolados,

    31 de agosto de 2007Adoção, Animais e nós, Notícias

    Explico: tenho recebido alguns e-mails de pessoas que lêem o Mãe de Cachorro e escrevem pedindo ajuda para algum problema que estão tendo com seus cães, ou então de gente querendo adotar, ou saber mais da Cão Terapia. Fora que estou, neste momento!, no chat do Mãe de Cachorro batendo o maior papo com uma mãe de cachorro muito querida, a Francieli, que está tendo problemas com a saúde da sua filhota Dorothy e com uma veterinária que consultou sobre uma tosse preocupante da fofa. O que só reforça minha teoria: desconfie, sempre (bom, ou ao menos quase sempre)! Informe-se sozinha(o), pesquise, consulte outros profissionais. O que não dá é para crer piamente. Por favor! Uma boa dose de racionício próprio e de desconfiança só fazem bem quando o assunto é saúde, seja nossa ou de nossos peludinhos. Quem não tem ao menos uma história de diagnóstico errado ou de tratamento equivocado para contar, seja de médicos ou de veterinários? Está aí a Vitória para ilustrar. Um veterinário queria sacrificá-la quando na verdade o segundo disse que ela precisava era só descansar e ser devidamente medicada. foto: Dorothy Outro assunto super importante que veio à tona na conversa: ela comprou sua cadelinha, uma chihuahua, numa pet shop. Como a pet shop é mera atravessadora, nossa querida mãe de cachorro não sabe nada do passado de sua filhinha, que mesmo com tão pouca idade é cheia de traumas misteriosos.Um deles, bem preocupante, é um pavor com seu pescoço. Ela não aceita nem carinho. Mas é um animal que foi adquirido com 43 dias de vida e na pet mesmo já demonstrou esse terror com o pescoço. Então imaginem só o que essa pobrezinha não passou nestes 43 dias para ser tão traumatizada! E a Fran, tutora dela, é uma ótima mãe, […]

    Estou ME ACHANDO!!! (e dois assuntos realmente importantes!)

    Sim, o folgado na foto ao lado é ele! O famoso Dogo, o adotado mais sortudo deste ano! Pois então… o sr. Dogo é a prova de que existe uma espiritualidade cuidando dos animais, hehehe. Pois se ele tivesse sido adotado por qualquer casal menos paciente e amoroso, acho que já estava de volta às ruas ou já tinha até sido eutanasiado. Explico: pouco depois da Mili e o Lu o adotarem, o pobrezinho começou a ter convulsões horrorosas. Daí foi aquela coisa toda, corre para o veterinário, estuda o caso, espera, medica. Ah, isso que na castração dele já foi um rolo, a recuperação foi totalmente anormal, ao invés de ser tranqüila, como a maioria, o nosso amado Dogo foi a exceção. A Mili dormiu 3 noites no sofá da foto, enquanto o Dogo dormia em um colchão no chão (este onde ele aparece dormindo com a Luma). Depois de tudo isso, ele já conseguiu comer terra adubada e ficar doidão, enfiar o focinho no mato e levar picada de abelha ou de outro bicho peçonhento qualquer, o que o deixou com a cara toda inchada e mil outras coisitas mais, que fizeram com que o Lu e a Mili contratassem um adestrador, que está dando aula para ele e para a Luma, a irmã labradora dele (dormindo na foto com ele). Fora que ele deseducou a Luma totalmente e está com a péssima mania de dormir no sofá, como vocês podem ver (e também adora arrebentar as almofadas da Mili). Mas vai dizer que ele não é a coisa mais FOFA deste mundo? Tá, ele e os ursinhos panda, os coalas etc., mas ele é um queridãoooo! Tínhamos estranhado muito o fato de um dogo argentino estar vagando pelas ruas, mas ele deve ter sido abandonado justamente por […]

    Vejam a quantas anda nosso querido Dogo…

    23 de junho de 2007Adoção, Animais de rua

    Ontem fiquei vendo a Moira roer um osso que já não tinha mais nada de muito interessante para a bocona dela, então hoje passei num açougue e a turminha está toda roendo algo neste momento. Dona Moira está separada, para não bater nos pequenos e roubar os ossos deles, danadona. O Sushi já se enfiou na casinha com o osso dele e o Shoyo está enlouquecido lidando com o seu. hehehe Hoje fui no canil da Prefeitura de Floripa de tarde, não fiquei muito até porque amanhã volto lá para a Cão Terapia e também porque não estava com roupa apropriada para receber o amor da turminha. Mas dá uma peninha ir embora… Fiquei bem feliz, pois enquanto estava lá apareceu um senhor com o filho, foram olhar os cães para talvez adotarem um grande e um médio, ou só um grande. Vamos ver… viram todos, se agradaram de alguns, agora vão pensar. E é assim que tem que ser! Não podemos tomar uma decisão tão séria quanto esta, de adotar uma VIDA, sem pensar bem e sem estarmos prontos e dispostos a assumir essa responsabilidade. Prefiro que as pessoas não tenham bicho nenhum a não cuidarem bem dos que têm. E tem tanta gente que faz isso, que usa cães e gatos como um símbolo de status, como fazem com roupas de grifes, telefones celulares, carros etc. etc. Enfim, aquele deslumbre básico de ser humano alienado e sem auto-estima e que precisa da opinião e aprovação dos outros para sentir-se algo e alguém. Mas, focando no que realmente tem importância: vejam que legal essa figura que achei graças ao “Amigo Google”! hehe Quantos de nós podemos dizer que levamos uma Vida de Cachorro? Fica de reflexão para o fim de semana! Este artigo pertence ao Mãe de Cachorro Também é Mãe. […]

    A turma do osso… E a do canil

    Hoje meu dia foi quase todo dedicado à causa! Tenho muitas coisas legais para contar! De manhã trabalhei normal, meio dia almocei com a Ana Lúcia num restaurante vegetariano ali no Pantanal que recomendo a todos, uma delícia!Na volta para casa, salvei um filhotinho de “pastor-lata” de ser atropelado, descobri de onde e como ele havia fugido e consegui com o pessoal da pet que tem na minha rua para ficar com ele e o irmãozinho até os donos chegarem em casa para poderem tampar o buraco por onde estavam saindo. Às 15h eu, a Graça, da Coordenadoria do Bem Estar Animal e o Chico Perneta participamos do programa do Luis Carlos Prates AO VIVO na TVCOM e na rádio CBN Diário! O programa foi excelente e o Prates é simplesmente muito, muito, muito legal e muito, muito, muito cachorreiro! O espaço cedido foi para divulgarmos a Cão Terapia mas ainda deu tempo para falar de vários pontos relevantes, como abandono, maus tratos e a responsabilidade que as pessoas querem sempre transferir quando na verdade todos nós podemos ajudar não só a causa animal, mas muitas causas nobres.Não disse lá, mas digo aqui: sempre podemos fazer algo para termos um mundo melhor, seja não desperdiçando água, eletricidade ou sendo gentil e educados com todos a nosso redor. Saí de lá e fui distrubuir o “Fala, Bicho!” em vários estabelecimentos onde eu queria e ainda não tinha conseguido deixar. Indo para casa encontrei uma cadelinha teckel toda pretinha, abandonada. Já havia ouvido falar dela de um senhor que mora no bairro, mas ainda não a havia visto. Ela está há quase duas semanas morando na casinha dos vigias da Back que rondam um condomínio particular de casas no meu bairro. Foi abandonada inclusive com uma coleirinha. Algumas pessoas estavam dando comida […]

    Dia MUITO feliz e produtivo, mesmo com tanta chuva!

    18 de maio de 2007Adoção, Animais de rua, Eventos
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