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    O cãozinho Rex foi adotado pelo norte-americano Ed Gernon e passou de cão “feral”, aquele que por estar em condições de abandono em áreas que permitem, caça e leva uma vida mais próxima à natureza selvagem, a cão domesticado. Na antiga realidade, Rex precisava caçar para sobreviver. Apesar de seus instintos, o pequeno cão salvou a vida de um beija-flor que encontrou coberto de formigas, trazendo-o para Ed, que cuidou da ave, terminando o trabalho de salvamento iniciado por Rex. E agora que o beija-flor, que recebeu o nome de Hummer, não desgruda de Rex. Na matéria do jornal Daily Mail, de onde tirei as informações, Ed conta que sua expectativa é de que em breve Hummer voltará naturalmente à natureza. Tomara que um dia o jornal faça outra matéria sobre a duplinha para sabermos como as coisas andam! Leia também: O beija-flor e sua mamãe de verdade!!! Assista a um vídeo (no Facebook) desses amorecos convivendo:

    O cão e o beija-flor!

    Que delícia poder compartilhar algo tão lindo! Aproveitem e encham seus corações de energia positiva! Adotem um bichinho especial!! Para conhecer histórias reais de finais felizes postados aqui no blog, acesse a seção Finais Felizes:

    Salvo por um cão! Animação linda, linda!

    Então… muita emoção nesta história linda, com finais felizes e várias reflexões. Ah, e muiiito amor pelo Eric ter escolhido adotar um cão adulto e obeso!! Mas… Peety estava doente e foi abandonado em um abrigo por ser mais um cão no mundo que é adquirido (seja comprado, ganhado ou adotado) por alguém que simplesmente não tem tempo e vontade real de conviver com um cachorro. Ficou largado no quintal até adoecer seriamente, como tantos mais, mundo afora. E sobre isso venho alertando há anos: o número de cães sofrendo por solidão, adoecendo e sendo mortos (direta ou indiretamente) é muito maior do que os que sofrem por abandono e maus-tratos mais óbvios (como acorrentamento, espancamento, falta de cuidados veterinários, má alimentação etc.). Largar um cachorro sozinho, ainda que de banho tomado, vacinado e alimentado, não é praticar guarda responsável. Se você não tem condições de conviver com um cão para estimulá-lo psicológica, física e emocionalmente, por favor, não tenha um animal! Quer estar por perto de cães sem ser responsável por eles? Seja voluntário em um abrigo, ajude protetores passeando com os cães deles, ofereça lar de apoio (é tão legal e necessário!). Ou você apenas quer ter um cachorro? Se for este o caso, então vá malhar, namorar, passear, estudar, enfim, vá preencher seu vazio existencial, ou sua necessidade de consumo e de ‘adequação social’ com qualquer coisa que não seja uma vida que depende 100% de você! O vídeo imediatamente abaixo já roda com as legendas prontas em português, mas é preciso estar logado no Facebook para assisti-lo.  No próximo, ative as legendas e depois (em ferramentas, botão ao lado das legendas) a tradução automática do YouTube.

    Regime do amor: ele emagreceu 63kg com a ajuda de um cão adotado!

    PA.RA. TU.DO. pra eu compartilhar com vocês uma delícia de notícia!! Ok, ela nem é novidade (é de janeiro), mas só fiquei sabendo agora. Vamos a ela, que pra mim, é divida em duas partes boas: Parte boa 1: O ainda candidato, Mauricio Macri, adotou um vira-latas em julho de 2015, durante a campanha presidencial. O peludo ganhou o nome de Balcarce, o apelido de Balca, muitos fãs e uma conta no Twitter: @ElPerritodelPRO Parte boa 2: Já presidente eleito da Argentina, Macri sentou Balcarce na “Sillón de Rivadavia”, cadeira reservada ao chefe da Casa Rosada, registrou o momento e postou em sua conta no Facebook, dizendo, “Balca esteve na Rosada e se sentou na famosa poltrona presidencial. É o primeiro cachorro da história argentina que chega a esse lugar. Estamos muito orgulhosos dele”(fonte). Odiadores, odiarão. Mas nós, que amamos cães e gatos, adoramos, entendemos e vemos o lado positivo da ação do Presidente, que incentiva a adoção de animais, especialmente de mestiços e de vira-latas, e a tolerância com o convívio. Faz bem o Presidente Macri em ter um Primeiro Amigo tão sincero, fiel e confiável! 😉 Pena que o Presidente Obama, dos EUA, não foi de vira-latas adotado também. Fez toda uma firula e no fim… quéquéqué… Leia aqui o que rolou lá em 2009, quando os Estados Unidos também ganharam um Primeiro Cão.

    Presidente da Argentina adota vira-latas e posta foto do peludo na cadeira presidencial!

    4 de abril de 2016Adoção, Destaques, Notícias

    Às vezes, adotar um segundo ou terceiro cão é a coisa mais acertada a fazer, para os animais e para a família. Mas há vários fatores que devem ser levados em consideração antes de tomar a decisão. Novo cão A decisão de aumentar a família canina deve ser bem pensada. Para quem gosta de animais, o impulso em adotar pode terminar sendo algo prejudicial para pessoas e animais. Mas resistir nem sempre é fácil. Pesquisas científicas já comprovaram que o simples fato de trocar um olhar com um cachorro libera ocitocina em nosso organismo, o famoso hormônio que promove sensação de bem-estar e afetividade. Rotina Para os cães, conviver com outro cachorro não é garantia de gasto de energia física e mental. Mesmo tendo uma companhia, cães podem ficar entediados e apresentar comportamentos destrutivos. Ou seja, se você não tem tempo e energia para exercitar um cão, como será com dois? Como a sua rotina engloba o seu cachorro? Ele está integrado em suas atividades e passeios? Você tem crianças ou idosos em casa e elas conviverão pacificamente com mais de um animal e as adaptações iniciais após sua chegada? Continue a ler clicando aqui.

    Pensando em aumentar a família canina? Reflita bem antes de tomar essa decisão.

    Neste sábado tem festa de aniversário do Darci, o cachorro vira-latas de Florianópolis que virou celebridade na web, e lançamento do seu projeto educativo, o Solidário Reino do Darci (SRD)! Celebridade Amanhã tem festa de aniversário do Darci, o cachorro vira-latas que saiu direto do abandono para a fama. O simpático cachorrinho bagunceiro virou celebridade na internet e é presença VIP em eventos beneficentes em prol de cães e gatos vítimas de maus-tratos e abandono. Continue a ler clicando aqui.

    Hoje é aniversário do Darci, o vira-latas que virou celebridade na web.

    Recebi este Final Feliz impactante da Elayne, leitora que virou amiga querida, mãe da Led, cuja história já contei aqui no blog e que hoje está morando no céu dos cachorrinhos. Espero que gostem e que ponha um sopro de esperança e luz no coração de todos nós. Às pessoas envolvidas neste salvamento de uma vida, meus parabéns! Beijo, turma! Desculpem o sumiço, mas até eu acabar o mestrado o blog ficará assim, mais devagar, ok? Linda, aproximadamente um ano e meio de idade, pelos macios e brilhantes, olhos de agradecimento e amor…sem esquecer os outros deliciosos atributos: arteira, saltitante, destruidora de caixas, carinhosa e tem o hábito de dar risadinhas!!! Essa é a Vida, nome que recebeu da veterinária Sâmia Coli, depois de examiná-la a meu pedido e assim a salvarmos da eutanásia.   Vida perambulava pela zona rural de Itajubá, no Sul de Minas, pedindo comida e carinho aos moradores. Muito magra e com a sarna, que já tinha tomado todo o seu corpo, não era bem-vinda por todos. Rodrigo, namorado da minha irmã, sempre a alimentava, dava água e afagos. Ele conta que mesmo fraca, sempre estava ela… abanando o rabinho. Mas ele percebeu que aquilo não era suficiente. Ela precisava de cuidados urgentes e decidiu levá-la a uma Ong que atende a cidade. Depois de dois dias, o responsável pela Ong informou Rodrigo que Vida, que então era chamada de Somália, por sua situação,  foi examinada por dois veterinários e os dois tinham a mesma opinião: ela estava muito debilitada e tinha que ser eutanasiada. O responsável pela Ong disse ainda que a decisão dos veterinários foi repassada ao Conselho da Ong, que é formado por três pessoas, e todas concordaram. Mas quando minha irmã me falou da decisão, eu pedi que a veterinária das nossas […]

    Finais felizes: Vida, a cachorrinha salva da eutanásia.

    30 de setembro de 2014Adoção, Destaques, Finais Felizes, Resgate

    Para mim, os cães e gatos sem raça definida são os melhores e não se discute. Mas se você precisa de razões para optar pela adoção de um vira-latas, a coluna de hoje é para você. Vira-latas Vira-latas é um estado em que o cão ou gato se encontra, abandonado nas ruas, não uma característica física. Eles estão vira-latas, não são. Mesmo um cão de raça definida, como um poodle, por exemplo, se estiver abandonado nas ruas será um “vira-latas”. Mas o significado mais popular do termo é o que designa como vira-latas todo cão ou gato sem raça definida, ou SRD. Também há os mestiços, aqueles animais em que uma ou mais raças são percebidas em suas características físicas e ficam com aquela cara de pastor alemão com qualquer coisa, poodle com pinscher e por aí vai. Agora, vamos a alguns motivos pelos quais você deveria considerar seriamente a adoção de um SRD ou mestiço, ou ainda, se preferir o termo, um vira-latas. Saúde Com um vira-latas você tem os benefícios das várias (ou poucas) raças das quais ele descende. Cães e gatos de raças definidas (ditas puras) são mais propensos a doenças genéticas resultantes dos cruzamentos entre familiares e linhagens, prática comum entre fabricantes de filhotes. Um animal mestiço tem muito menos tendência a desenvolver doenças hereditárias. E essa mistura de genes interfere no temperamento, inteligência e saúde geral do animal. Surpresas Você gosta de surpresas e pode arcar com elas. Ao adotar um filhote sem raça definida, você aceita descobrir aos poucos como será aquela bolinha peluda quando crescer. Ele terá porte pequeno, médio, grande? A pelagem mudará? Será mais agitado ou mais calmo quando adulto? Assim, se você prefere uma vida mais programada, tem problemas com espaço onde criar o peludo etc., opte em adotar animais […]

    5 bons motivos para adotar um vira-latas!

      Confira na coluna de hoje como ajudar um cão traumatizado e medroso a confiar novamente nas pessoas e aprenda a fazer petiscos saudáveis em casa para usar sem risco para a saúde do peludo. Medo de gente Algumas vezes acontece de adotarmos um cachorro que, por ter sofrido muito, tem medo de pessoas e precisa reaprender a confiar nos seres humanos. Como acostumar um cão traumatizado à vida no novo lar é uma dúvida que eventualmente recebo dos leitores. A coluna de hoje traz dicas para reverter esta situação, mas o principal é ter calma, paciência e esperar que o animal vá se soltando no seu ritmo, mesmo que isso implique viver um bom tempo sem interagir muito com ele. Associações A primeira coisa a fazer após perceber o comportamento medroso e desconfiado é iniciar um treinamento que permita ao cão associar a presença de pessoas a coisas positivas. Você pode fazer isto jogando algum petisco ou comidinha bem apetitosa para ele sempre que se aproximar, mas sem ficar olhando para ele e chamando-o. Apenas observe se ele se aproxima, mesmo que depois de algum tempo e de maneira cuidadosa e ressabiada, e pega o petisco. Aos poucos Se o apetite do cão estiver dentro da normalidade, ele irá pegar os petiscos e, à medida que você notar que ele está ficando mais confiante e buscando mais rapidamente a guloseima, pode começar a tentar jogar de longe e ficar esperando (também a certa distância), que ele venha pegar também nessa nova condição (petisco mais distante).  Você só deve avançar na aproximação quando o cachorro demonstrar confiança e nenhuma das reações de medo, como colocar o rabo entre as pernas, salivação excessiva, busca de um esconderijo e até tentativas de agressão. Continue a ler a coluna e uma receita saudável de petisco […]

    Como conquistar a confiança de um cão traumatizado e com medo de pessoas?

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