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    A Prevenção é a melhor proteção contra a Leishmaniose.

    Mãe de Cachorro - Ana Corina | 23 de junho de 2015

    coracao

    Turma, hoje eu quero voltar a um assunto que já vem sendo tratado mais a fundo aqui no blog desde 2010 e do qual não falo há um bom tempo: a realidade da Leishmaniose no Brasil.

    São dois os tipos da doença, a tegumentar, ou cutânea, mais comum no Brasil,  e a visceral, ou calazar. A primeira apresenta feridas na pele, nas mucosas do nariz, da boca e da garganta. Já a variedade visceral ataca vários órgãos internos, principalmente o fígado, o baço e a medula óssea e acomete essencialmente crianças de até dez anos; sendo menos frequente após esta idade. A grande maioria das pessoas que contrai a doença é imunodeficiente, ou seja, não está em condições normais de saúde.

    De acordo com o Ministério da Saúde, “a leishmaniose visceral, primariamente, era caracterizada como uma doença de caráter eminentemente rural. Mais recentemente, vem se expandindo para áreas urbanas de médio e grande porte e se tornou um problema crescente em saúde pública no país e em outras áreas do continente americano, sendo uma endemia em franca expansão geográfica.

    O inseto cuja fêmea infectada transmite as duas variações da leishmaniose é o flebótomo, popularmente conhecido como mosquito palha, e nos dois casos os reservatórios podem ser tanto cachorros quanto pessoas.

    O bichinho mede de 1 a 3 milímetros, é menor do que qualquer coisa que você considere minúscula, mal pode ser visto a olho nu e apresenta cor amarelada ou acinzentada. Suas asas permanecem abertas quando está pousado. Ele não consegue voar livremente como um mosquito e dá pequenos saltos baixos. Mas não se iluda, porque ele é eficiente mesmo assim etc. Ao telar suas portas e janelas use a tela com espaçamento inferior ou igual a 1 milímetro para evitar que os flebótomos tenham acesso ao interior da sua casa.

    Estudiosos da leishmaniose visceral garantem: é questão de tempo para que ela esteja presente em todo o país e não está longe o dia em que será tratada como mais uma doença crônica nos cães e não mais como sentença de morte, pois atualmente as autoridades de saúde brasileiras recomendam a eutanásia dos cães infectados. Enquanto aguardamos por uma melhor solução para o caso, é de fundamental importância que a conscientização sobre a importância da prevenção seja feita para que a leishmaniose fique bem longe de nossos cães e das nossas vidas.

    São várias as dicas de prevenção:

    • Mantenha a casa, quintal e dependências, limpos e livres de lixo, principalmente do orgânico.
    • Não jogue lixo em terrenos baldios.
    • Use repelente e telas em portas e janelas.
    • Dedetize quintais, casas e dependências regularmente.

    Na prevenção diretamente relacionada aos cães, mantê-los abrigados ao entardecer e durante a noite, horários de “passeio” do flebótomo e instalar telas em casinhas e canis também ajuda, mas nem sempre é algo prático e passível de acontecer, certo? Por isso o uso regular da coleira Scalibor® é tão importante.

    Scalibor® repele e mata o mosquito transmissor da leishmaniose evitando que o seu cão seja picado e ainda auxilia os peludos no controle de carrapatos, pulgas e moscas.

    Scalibor® é a coleira mundialmente recomendada no controle do mosquito transmissor da leishmaniose. Mundialmente? Sim! A leishmaniose é uma realidade mundial, que tende a se proliferar tanto quanto no Brasil. Em outros países, há, inclusive, rações específicas para cães portadores da doença, que é vista como um mal crônico, não como uma sentença de morte.

    Este post é um publieditorial.


    Categoria: Destaques, Leishmaniose
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