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    Meu cachorro/gato passou mal após tomar vacina, e agora?

    Mãe de Cachorro - Ana Corina | 16 de julho de 2012

    Fonte da foto: clique na imagem

    pouco tempo o cão de uma grande amiga minha quase morreu ao tomar a vacina polivalente e a antirrábica no mesmo dia. Quase morreu mesmo. A schnauzer de uma conhecida minha aqui em Floripa já não teve tanta sorte, morreu em seguida. O westie de uma leitora minha também morreu. Meu Sushi teve uma alopecia (perda de pelo) permanente após ser vacinado contra gripe canina (quando eu ainda não tinha estudado vacinação canina a fundo). Se eu ficar aqui contando casos mais ou menos graves de reações vacinais, não paro nunca. Para você que quer saber mais sobre o assunto, mandei algumas perguntas para a veterinária Sylvia Angélico, cuja tese de conclusão de curso teve como tema a questão das novas diretrizes vacinais, tantas vezes abordada aqui no blog e que prega que cada animal deve ter um protocolo vacinal personalizado, levando em consideração sua idade, saúde, riscos reais de contágio etc. Para ler o artigo da Sylvia na revista Clínica Veterinária (nº97 mar/abr/2012) clique aqui.

    Post fundamental sobre malefícios do excesso de vacinação em cães e gatos: Vacinar é importante. Educar-se a respeito de vacinas também é.

    Se você lê em inglês, vale conhecer este artigo.

    • Mãe de Cachorro: O que é uma reação vacinal? Quais os sintomas e como saber se meu cão/gato está tendo uma?

    Sylvia Angélico: Uma reação adversa à vacina é definida como sendo qualquer efeito colateral indesejável ou não planejado (incluindo ausência do resultado esperado, que é a proteção) associado à administração da vacina .Nenhuma vacina é totalmente eficiente ou completamente destituída de riscos de provocar reações adversas no organismo do animal. A verdadeira incidência de efeitos adversos pós-vacinais ainda é amplamente desconhecida, uma vez que tais ocorrências podem não ser reconhecidas como sendo relacionadas à vacinação, podem não ser reportadas pelos proprietários aos veterinários, e podem não ser notificadas pelos veterinários aos fabricantes. O fato de não existir uma base de dados nacional dedicada à notificação de relatos de reações adversas, à qual veterinários e pesquisadores tenham acesso, também torna mais complicado o acurado levantamento estatístico das reações adversas.

    Mal estar, letargia, febre, inapetência e dor no local da aplicação são eventos adversos em geral transientes, e são os mais frequentemente observados. Contudo, podem ocorrer reações de hipersensibilidade do tipo I, II, III e IV. (Leia mais sobre os 4 tipos reações de hipersensibilidade no final desta entrevista).

    A literatura científica recente aborda inúmeras outras reações adversas associadas à vacinação: osteodistrofia hipertrófica (uma alteração óssea) em filhotes de Weimaraner, ausência de resposta à vacina, imunossupressão transitória (queda de imunidade, favorecendo o desenvolvimento de uma infecção oportunista ou que o animal estava “incubando” antes), problemas de pele, encefalite (causa convulsões) relacionada à vacina atenuada contra cinomose, coceiras,formação de anticorpos que podem atacar a glândula tireóide, e até morte. Pesquisadores sugerem que a vacina antirrábica pode estar associada à deflagração ou agravo de doenças alérgicas, como asma, dermatite atópica e rinite, de acordo com um estudo que detectou aumento de anticorpos IgE, imunoglobulinas associadas a alergias, após a aplicação do produto em cães.

    • Mãe de Cachorro: Como proceder se meu pet estiver tendo alguma das reações vacinais mais graves?

    Sylvia Angélico: Cuidados podem ser tomados no sentido de se prevenir ou minimizar a ocorrência de eventos adversos pós-vacinais nos cães. Deve-se evitar vacinar animais sob influência de oscilações hormonais (cio, gestação, lactação), uma vez que o organismo enfrenta um estresse que pode comprometer a resposta imune e favorecer reações. Além disso, a inoculação de cadelas gestantes com vacinas atenuadas (feitas com vírus vivos enfraquecidos) pode expor os filhotes aos vírus vivos eliminados no ambiente, pela própria mãe. Certas raças, como Dachshund, Pug, Boston Terrier, Pinscher, Chihuahua e Boxer, além de Akita, Old English Sheepdog e Weimaraner, bem como determinadas famílias ou linhagens de cães de raça pura, apresentam maior suscetibilidade a desenvolverem reações adversas à vacinação. Um estudo relatou que cães de pequeno porte apresentam maior risco de reações vacinais, em relação aos de grande porte; e que animais castrados correm maior risco em comparação aos indivíduos sexualmente intactos. Esta pesquisa também demonstrou que cada dose adicional de vacina administrada no mesmo dia aumenta em 27% o risco de reações adversas nos cães de pequeno porte (peso inferior a 10kg) e em 12% nos cães com mais de 12kg de peso. De acordo com alguns autores, a administração de não mais do que uma vacina por consulta e a adoção de intervalos de 3 a 4 semanas entre aplicações podem ajudar a reduzir significativamente a ocorrência de reações adversas.

    Também se recomenda ter cuidado considerável com animais muito jovens (idade inferior a 8 semanas), idosos, debilitados e acometidos por doenças alérgicas ou de alguma forma inflamatórias ou crônicas, uma vez que a estimulação do sistema imune pode exacerbar essas condições. Somente cães comprovadamente saudáveis, não-febris, bem nutridos e livres de infestações e/ou infecções parasitárias intensas, devem ser vacinados, com produtos bem conservados e reconhecidamente eficazes (de preferência vacinas de marca importada). Antes de aplicar uma vacina, o veterinário deve considerar a probabilidade de ocorrência de um evento adverso, assim como as possíveis conseqüências ou a gravidade desse evento. Esses fatores devem ser ponderados em relação aos benefícios que a aplicação trará ao animal.

    • Mãe de Cachorro: Existe alguma homeopatia ou fitoterapia que ajude após as vacinações?

    Sylvia Angélico: Na esperança de minimizar ou evitar reações vacinais adversas, sugiro administração via oral de algumas gotinhas do remédio homeopático Thuja occidentalis, na potência CH6 logo após a vacinação. Oriento o tutor a administrar 4-5 gotas da Thuja 2-3x ao dia durante 5 dias da inoculação. A Thuja não é adequada para ser administrada juntamente com a vacina antirrábica. Para essa, se indicam outros remédios (Lyssin, difícil de encontrar no Brasil). A consulta com um veterinário homeopata a este respeito esclarecerá melhor esta questão.

    • Mãe de Cachorro: Como proceder caso meu pet tenha reações mais graves, como choque anafilático ou até mesmo óbito?

    Sylvia Angélico: Para reportar uma reação adversa, o responsável pelo cão deve entrar em contato com o veterinário que aplicou a vacina. Este, por sua vez, deve entrar em contato com o fabricante do produto e informar os seguintes dados: nome e código do produto, número do lote/série e data de validade, resenha e histórico do paciente (idade, espécie, raça, sexo), descrição dos sinais clínicos ou diagnóstico associados à administração da vacina e tempo decorrido entre a inoculação e o surgimento dos sinais clínicos.

    Reações de hipersensibilidade

    A reação de hipersensibilidade do tipo I ocorre alguns minutos ou horas após a vacinação, e tipicamente provoca urticária, angiedema (inchaço do rosto) e reação anafilática aguda. Além de conter vírus ou bactérias para promover imunidade, as vacinas podem conter células de outros animais (fetos bovinos, ovos, células de rim de coelho etc), inúmeras proteínas residuais e outros elementos potencialmente alergênicos, resultantes do processo de fabricação, adicionadas propositadamente ou mesmo acidentalmente. Elementos potencialmente alergênicos incluem proteínas do ovo, albumina do sangue bovino, gelatina e fibronectina do soro fetal de bezerros, antibióticos utilizados para evitar crescimento bacteriano dentro do frasco etc.

    Reações de hipersensibilidade do tipo II atingem a membrana celular de diversos tecidos do corpo. Anemia hemolítica auto-imune (situação em que as hemácias do animal são destruídas pelo próprio sistema imune),inflamação renal, trombocitopenia imunomediada (destruição de plaquetas pelo próprio sistema imune), poliartrite (inflamação de diversas articulações) e polineurite (inflamação de várias terminações nervosas) são exemplos de hipersensibilidade do tipo II. Se forem ocasionados pela vacinação, surgirão geralmente a partir de 3 semanas após a aplicação.

    As reações de hipersensibilidade do tipo III resultam em grande volume de complexos que são depositados nas paredes de vasos sanguíneos levando ao ataque imunológico e à vasculite (inflamação dos vasos sanguíneos). Seu surgimento se dá várias semanas após a vacinação. Um exemplo de hipersensibilidade do tipo III é a vasculopatia cutânea pós-vacinal, levando à à queda de pelos no local da inoculação, em geral associada à administração da vacina antirrábica. A vasculite sistêmica é um evento mais raro e significativamente mais severo que também pode ocorrer.

    As reações de hipersensibilidade do tipo IV em geral são caracterizadas pela formação de granulomas (“nódulos”) no local de inoculação, geralmente provocados em resposta a substâncias da vacina chamadas “adjuvantes” que contenham alume ou óleo. Um estudo italiano submeteu 15 tumores malignos do tipo fibrossarcoma, originados em locais de aplicação em cães, a exames histológicos e imunohistoquímicos. Oito dos tumores caninos continham depósitos de alumínio e um certo padrão inflamatório, evidências também encontradas em tumores do tipo fibrossarcomas felinos associados à aplicação de vacinas.

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    349 Comentários:

    1. lucy alves disse:

      24 de março de 2014 às 15:48

      Oi Ana, um abraço para você, continue com essa missão linda que Deus te
      conferiu, tenho acompanhado o site e sei que tens ajudado muitas mmães,
      bj no coração.

    2. rose disse:

      24 de março de 2014 às 11:15

      ola ana bom dia, bom desde já te agradeço pelos concelhos que vc me deu, a minha cadela sobrevivel,ela esta otima comendo brincando lembra que eu te escrevir desesperada que ela tinha tomado a vacina com 30 dias e que ela tinha tido 3 convulçoes e que estava sem comer pois é ela a (mel)DEI um antibiotico para ela durante 8 dias e graças a Deus ela esta bem ela esta com 2 meses e 6 dias obrigada

    3. Nadja disse:

      17 de março de 2014 às 22:44

      Oi Ana, minha cachorrinha de 47 dias tomou a primeira dose da vacina hoje. Após isso, ela já vomitou 3 três.Isso pode ser reação da vacina ou você acha que ela já estava com o vírus antes da vacina?
      Estou muito preocupada pois tenho outra cachorrinha de 9 anos e tenho medo de ela se contaminar também!
      E para piorar a situação, na minha cidade não tem veterinário!

      Já li vários posts, mas não encontrei a resposta.

      Muito Obrigada!
      beijo

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        21 de março de 2014 às 17:10

        Nadja, a cadela de 9 anos foi vacinada alguma vez pelo menos nos últimos 5 a 7 anos? Você pode testar a imunidade dela: http://www.maedecachorro.com.br/2014/02/vaccicheck-descubra-se-seu-cao-ou-gato-precisa-realmente-ser-revacinado.html

        Quem aplicou a vacina na cachorrinha se não tem veterinário aí? Vendedor de agropecuária? Pq o problema de comprar vacina assim é que não há garantia do armazenamento ideal. Não tenho como afirmar que é reação da vacina, mas posso dizer que é muito cedo pra iniciar a vacinação e que vacinar a cadela adulta caso ela já tenha entrado em contato com o vírus (e qual seria ele?) só vai piorar tudo… Afasta as duas por um tempo, manda a outra pra casa de alguém e veja como a pequena evolui. Ela pode estar vomitando até por verminose… Beijo e sinto muito, fica difícil sem um veterinário perto :(

    4. Suely disse:

      15 de março de 2014 às 17:48

      Ola.. meu filhote 6 meses SRD logo após tomar a vacina pneumodog (segunda dose)a 4 dias ficou em volta dos olhos com uma membrana vermelha e mal abria os olhos, bastante abatido não aceitava nem a ração.me foi recomendado dar 10 gotas de dipirona,realmente após ser medicado melhorou e sozinho foi se alimentar.A membrana desapareceu mas a minha preocupação é q nos cantos dos olhos continuam vermelhos.O que devo fazer?Agradeço desde já sua atenção e parabenizar por tantos esclarecimentos.

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        21 de março de 2014 às 16:03

        Suely, quando eu ainda não tinha estudado tudo que sei hoje sobre vacinação, deu tudo quanto foi vacina nos meus cães e nenhuma foi tão terrível em termos de efeitos colaterais imediatos quanto a Pneumodog. Além do mais, como está bem dito nos outros posts sobre vacinação, ela é indicada apenas para animais que vivem em canis e abrigos. Sobre os olhinhos do teu pequeno, já faz um tempo que vc escreveu (desculpe, mas eu tinha mais de 100 comentários e estou respondendo na ordem em q formam deixados) e já deve ter passado, não?

      • Suely disse:

        21 de março de 2014 às 21:22

        Boa noite Ana. Venho agradecer por sua atenção. Graças a Deus meu filhote está bem.Preocupada o levei a veterinária e ela receitou epitezan de 8 em 8 hrs por sete dias pois ainda estava com os olhinhos um pouco vermelho, aproveitou pediu um hemograma e o resultado me deixou mais feliz ainda, está em um ótimo estado de saúde.Ana muito mas muito obrigada mesmo por sua consideração e respeito que você trata a todos que te pedem orientação e ajuda.Quanto a demora de sua resposta, entendo com certeza,pois vejo quantas mensagens recebe. Parabéns por este trabalho maravilhoso que está fazendo.Que Deus continue te abençoando sempre.Mais uma vez muito obrigada.Beijos em seu lindo coração. Suely

        • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

          23 de março de 2014 às 23:52

          Oi Suely, que bom que está tudo bem. Pensei no epitezan quando li teu relato, mas não sou veterinária, o bom é sempre consultar um. Beijo!

    5. jussara disse:

      13 de março de 2014 às 15:05

      Oi, tenho um labrador de 5meses e ela tomou a vacina dela esses dias a primeira vacina,mas desde esse dia ela ficou quieta so dorme,nao come e o pelo esta caindo demais ja estou muito preocupada pq ela emagreceu muito e o pelo caindo muito por favor me ajude.

    6. juliana jantorno disse:

      5 de março de 2014 às 17:49

      Oi Ana td bem flor?! Bom eu e o Joey estamos otimos..lembra dele?! Eu comentei ha uns posts atras…ele eh meu yorkshire q nasceu dia 06/11/13. Entao ele tomou as doses das vacinas ja. Soh sentiu reacao na primeira msm q foi qdo te contatei…. el3 veio com a 1 dose e eu dei mais 2…. poreeemmm na ultima dose eu havia eskecido de levar a carteirinha e a vet tb tinha eskecido se ele tinha tomado ja as 3 ou se faltava uma ainda. Enfim por via das duvidad voltei la depois dos 30 dias d intervalo e ai ela viu q eu ja havia dado as 3 e soh faltava a de raiva. Eu disse pra ela q keria dar apos um ano e ela disse q aki na minha cidade havia dado um surto de raiva e q era bom prevenir…ai eu acabei dando…GRACAS A DEUS o pentelhinho aki nao sentiu absolutamente nada… soh chorou na picadinha mas esta otimo..ja faz uma semana… a minha duvida eh pq eh tao recomendado dar a anti rabica soh apos um ano das poli. Bjs linda Deus te abencoe mto pelo trabalho maravilhoso q vc e suas parceiras veterinarias fazem!!!!

    7. Nazaire disse:

      5 de março de 2014 às 07:54

      Primeiro, venho trazer uma boa notícia: nosso cãozinho que sofreu dias com parvovirose, sobreviveu e está se recuperando, ganhando peso e já está todo animadinho como antes,teve algumas reações como abcessos que segundo o veterinário que o atendeu é reflexo dos soros e medicações intravenosas que recebeu, mas ainda o estamos deixando em um recinto separado dos demais animais. Vacinamos os dois irmãoszinhos dele com a V8 Vanguard a quase 15 dias e não houve nenhum reação adversa. A veterinária sugeriu vacinar tb com a antirábica, mas depois de ler todas as suas recomendações não deixei, prefiro aguardar para vacinar quando tiverem 1 ano. E a dúvida que me leva a escrever aqui novamente é: já posso liberar a convivência dele com os irmãoszinhos que foram vacinados a 15 dias? Estamos super ansiosos por deixar ele solto de novo no quintal, correndo e brincando como antes, ele já se alimenta normalmente, as fezes estão durinhas como antes e ele super alegre. Aproveito para dizer a todos que tiverem animais com problemas como a parvovirose que há chances de cura sim, primeiro tem que socorrer rapidamente e depois tem que se dedicar muito, respeitando horários de medicação, dando alimentação correta, hidratando muito o animal com água de coco e soro caseiro e não desistir dele…o veterinário que o atendeu não acreditou que o salvaria e ele está aí a mais de um mês se recuperando plenamente. Outra pergunta: já posso vaciná-lo tb ou aguardo mais algum tempo ( e como sugerido, como ele já tem 8 meses só com uma única dose, certo)?

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        19 de março de 2014 às 06:10

        Nazairme, QUE PENA eu só ler agora! Como estão as coisas por aí? Parabénsssssssss pra vocês!

        Olha, eu esperaria um pouco para deixá-los com os irmãos, mais uns 10 dias, mas agora já faz esse tempo todo que vc me escreveu.

        Isso, como ele já tem 8 meses, eu daria só uma dose de V6 ou V8, ok? A antirrábica é bem como vc aprendeu, só mais tarde. Beijão!

        • Nazaire disse:

          31 de março de 2014 às 15:31

          Neste sábado depois de uma consulta e vacinação com a V8, o meu sobrevivente de parvo foi liberado para voltar ao convívio com os outros cãozinhos de casa. Pense na alegria dele a voltar a ter todo o quintal para correr e poder brincar com os irmãozinhos ( moramos em um sitio, então imagina o quanto ele correu)…Devido a parvo e a enclausuramento forçado ele desenvolveu uma espécie de alopécia, que a veterinária diz ser de Stress( a princípio parecia sarna, mas não houve nem piora e nem melhora).Ela receitou que deixássemos ele a ter contato com sol normalmente e darmos uma cápsula por dia de Omega 3. Só estamos um pouco apreensivo pois depois de ser vacinado neste sábado com a V8 Vanguard, notamos que ele está mancando da perna esquerda dianteira.Ele está se alimentando e não apresentou outra reação…como ele correu muito, não conseguimos definir se ele de repente se machucou ou stressou o músculo já que ficou durante quase 2 meses em um quartinho com espaço limitado, ou se ele desenvolveu alguma atrofia ou se é reação da vacina…enfim, nosso lutador ainda nos preocupa, devido a fragilidade dele nesses últimos meses…você já ouviu algo assim: mancar devido a V8 nas patas dianteiras?

          • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

            1 de abril de 2014 às 11:18

            Nazaire, fico feliz com a recuperação dele, mas não entendi> a vacina foi aplicada na pata dianteira?
            Outra coisa> onde é a alopecia? Investigue hipotiroidismo, pois a doença pode causar alopecia!

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