• Instagram do Mãe de Cachorro

    Instagram
  • Receba os posts por e-mail:

    Dúvida do leitor: Como apresentar e socializar gatos estranhos?

    Mãe de Cachorro - Ana Corina | 11 de abril de 2012

    EXCLUSIVO – A leitora Daiane Ouvernay escreveu com uma dúvida (abaixo) que também serviu para o leitor Jorge Lerche, que adotou um gato que não está se ambientando bem com o outro felino da família. Pedi à querida amiga educadora canina Emmanuelle, da Cão em Casa – Treino e Comportamento Animal.

    Leia também: Distraia seu bichano!! Alternativas para manter seu gatinho ocupado, feliz e seguro, dentro de casa.

    Boa noite

    Em primeiro lugar, gostaria de mencionar que sou visitante assídua do site “Mãe de Cachorro”. Tenho um gato que é a felicidade da casa, um membro da família. Ele está comigo há um ano e vive dentro de casa (nunca saiu) e é filho único e, como tal, é extremamente mimado. Tentei adotar outro gato, mas tive problemas pois o Julian simplesmente ficou agressivo comigo, chegando a me arranhar ferozmente, além de não usar a liteira. Resultado, tive que devolver o novo gato. Procurei em diversos sites posts sobre o assunto “ciume” e o que encontrei foi insuficiente e superficial. Procurei no site de vocês, mas não encontrei nada relacionado. Gostaria de saber se há algum post sobre o assunto e se há, poderiam me mandar o link? Gostaria de saber sobre os “sintomas” do gato quando está com ciúmes, principalmente p mamães de primeira viagem como eu. Desde já agradeço. Daiane.

    Aí vai a resposta da Emmanuelle! Esperamos que seja útil para mais mamães e papais de gato.

    Oi Daiane, abaixo deixo algumas considerações sobre o teu caso:

    A agressão entre felinos pode ter uma variedade de motivos, dentre elas a territorial. Como você mesma menciona acima, o Julian é filho único e nunca saiu de casa. Imagino que ele também não deva ter sido socializado com outros gatos, muito menos que isso deva ter sido feito na fase ideal de socialização.

    Se ele não foi socializado com outros animais é aceitável que não se sinta bem diante de um “intruso” no seu território, o que pode provocar não apenas a agressividade que percebeu nele como ele mesmo, pode estar com medo do novo integrante.

    Como o seu gato já tem mais de um ano, a socialização fica um pouco mais complexa para acontecer. Sendo assim elenquei algumas medidas que podem ajudá-la no processo de introdução de um novo membro.

    Desde já oriento pela castração do Julian, e também do novo gato, o que poderá ajudar na diminuição da agressividade, bem como na diminuição da demarcação de território.

    O ideal é que seja feita um trabalho consistente de socialização quando os animais ainda são jovens, durante a fase ontogênica. Uma vez perdida esta fase, os trabalhos de socialização a serem feitos são “remediáveis” e podem nãoo atingir todo o potencial que conseguiriam se feitos no período correto.

    Existe no mercado um produto importado chamado Feliway (www.feliway.com), consulte o seu veterinário sobre o uso deste produto, que poderá ajudar no processo de introdução de um novo membro na casa.

    Quanto à escolha do novo gato, opte por um de temperamento tranquilo e que seja bem socializado com outros animais, de forma a facilitar o processo de adaptação com o teu.

    Quanto às bandejas sanitárias é indicado que tenha no mínimo uma por animal, mas pode, durante o processo crítico da adaptação, disponibilizar maior quantidade de forma a proporcionar que os animais tenham acesso às mesmas.

    O mesmo se aplica aos comedouros e bebedouros, que devem estar em locais de fácil acesso, sendo um por local, podendo usufruir de locais suspensos onde possibilite o acesso a um gato por vez. Distribua-os nos locais preferidos de cada animal, evitando assim disputas.

    Não tente manipular os gatos quando estiverem agressivos, pois poderá sofrer agressão redirecionada. Quando for necessário, utilize cobertores para se proteger.

    Invista em enriquecimento ambiental (arranhadores, brinquedos, locais suspensos para um só gato), e exercite o gato agressor de forma a baixar a energia do mesmo, possibilitando assim permanecer mais calmo.

    Outra dica é trocar os gatos de local, por exemplo: se nos momentos em que os mantém separados, utiliza um cômodo da casa para confinar um, depois confine o outro no mesmo local. De forma a possibilitar que os gatos familiarizem-se com o cheiro um do outro. O mesmo se dá com os panos, e caminhas utilizados no manejo.

    A exposição ao novo membro deve ser gradual e intercalada com períodos de segregação. Aliada à gestão do ambiente, enriquecimento ambiental, o contracondicionamento e a dessensibilização também é muito importante e em casos mais complexos, fundamental. Para tanto, procure ajuda profissional de um especialista em comportamento animal que utilize técnicas positivas.

    Espero ter ajudado,

    Emmanuelle Moraes

    Cão em Casa – Treino e comportamento animal.

    Categoria: Adestramento, Agressividade, Brigas, Emmanuelle Moraes, Gatos, Socialização
    Atenção!
    Plágio é crime federal previsto na Lei 9.610/98.
    Conheça a Licença de Uso do blog e saiba o que você pode fazer ou não com os posts do Mãe de Cachorro!

    31 Comentários:

    1. fatima disse:

      6 de abril de 2014 às 07:12

      vivo no Luxemburgo .tenho uma gatinha que e o meu chodo,estou a abituala a trela is vamos a Portugal de ferias e ela nunca saio de casa so para ir ao veterinário ,e não e muito social ,tem medo das pessoas que vem a casa em especial crianças
      ,pk a perseguem querem pegala para acariciala ,mas ela esconde-se,o que osso fazer ,obrigada

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        6 de abril de 2014 às 21:50

        Fátima, o processo de socialização consiste em expor os animais a TODA e qualquer circunstância, ambiente, pessoas, situações etc., de maneira gradual e controlada. É melhor que ocorra na infância, mas pode acontecer ao longo da vida, mas nem sempre com sucesso. Cada caso é único e sugiro que você procure um educador canino na tua cidade, pois ele poderá avaliar o animal, a vida de vocês e sugerir mudanças para que ela vá perdendo estes medos.

    2. Camila disse:

      13 de março de 2014 às 13:44

      Tenho uma cachorra e uma gata desde 2006 que conviveram até hoje numa boa, mas depois que minha irmã levou um gatinho pra lá as duas começaram a brigar feio. O gatinho ficou isolado por uns dias, pois a gata rosnava pra ele e somente a cachorra teve contato com ele amigável. Devido isto minha irmã levou o gatinho embora e a gata rosna pra cachorra quando ela chega perto, daí a cachorra fica brava e parte pra cima dela. Isto está acontecendo diariamente, várias vezes e não sabemos o que fazer pra que elas convivam como antes onde a gata fazia até carinho na cachorra. Tenho medo de que a cachorra venha machucar a gata, o que fazer?

    3. janine disse:

      11 de março de 2014 às 00:10

      Meu filho trouxe uma gatinha que achou na rua,e minha gata de 4 anos não gostou
      e sumiu já fazem 1 semana.Será que ela volta?É comum acontecer isso?

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        11 de março de 2014 às 19:54

        Oi Janine, infelizmente é comum, sim. E não tenho como garantir que ela volta ou nem que está viva, né? 🙁 Conheço vários gatos que “se mudaram”.

    4. Nadynnie disse:

      4 de fevereiro de 2014 às 11:34

      Oi… O meu caso é um pouco diferente eu tinha um gato chamado Nick (castrado) e uma gatinha da minha prima não saia la de casa (a lolo) e o meu no começo até se estranhavam mais depois de um tempo começaram a se dar bem, o nick meio que adotou a lolo.. dia 30 de janeiro o nick morreu e eu fiquei muuuuuito mal pq tratava ele como um filho :/ ai meu marido apareceu com um gatinho super docil uns 2 dias depois mais a lolo ta estranhando ele demais, eles tem medo um do outro… dois dias depois meu sobrinho de 10 anos apareceu com um gato que deve ter no maximo 1 mês ele encontrou na rua e eu decidi ficar agora os dois rosnam para o pequeno :/ ai assim toda vez que um rosna pro outro eu pego um borrifador de agua borrifo nele … vou esperar uns dias pra ver se eles se entendem

    5. marta disse:

      28 de novembro de 2013 às 09:13

      tenho dois gatos irmãos de 13 meses já castrados muito sossegados e carinhosos, vivem somente em casa e no quintal,agora adotei um gatinho filhote de +- 45 dias, e tenho também uma poodle toy que fica mais dentro de casa que aceitou bem o novo ser pois é tranquila, , como fazer para socializá-lo com os outros gatos? estou evitando deixá-lo com os gatos com medo de brigas, pois eles estranharam muito, ficaram ariscos em poses de ataque? o que vocês me sugerem para introduzi-lo ao territorio dos meus felinos ?

    6. Marize Buss disse:

      24 de maio de 2013 às 09:00

      Muito boa matéria. Ótimas dicas. Ja tive muitos gatos quando criança e fui acostumada com mais de um. Hoje moro em apartamento e acabei de pegar uma nova gatinha. As duas são brincalhonas, ronronantes, carinhosas e adoram morder… personalidades bem parecidas e agressividade também parecida. Porém a minha primeira agora com 8 meses não viu mais gatos após sua mãe e hoje esta estranhando muito a nova maninha. Como ja tentei todas as opções exceto o banho pra igualar os cheiros vou tentar pra ver se ajuda. Afinal estou toda arranhada… rs elas ja ficam no mesmo cômodo sem se encresparem tanto. O esquema e ter paciência e amor de mãe com todos em partes iguais inclusive nas brincadeiras. Assim distrai todos os lados e nossa energia também ja que os gatos sentem muito o que sentimos. Se possivel deixem os bichanos se cheirar fucinho com fucinho, mas sem muita insistencia. Caso o clima fique tenso facam todas as opções da dica do post após a pausa e por quantos dias seja necessário. Lembrando que gato é um felino e são muito territorialistas, mas depois de rosnar, marcar o territorio e mostrar quem manda tudo se normaliza.

    7. Liz disse:

      12 de maio de 2013 às 19:14

      Eu estou com um grande problema em relaçao a isso pois adotei uma gatinha e ela tem em media 5 mesers e ontem veio outra bebe pra mim. Porem a veterana esta muito agressiva chegou a me arranhar nao da pra chegar perto dela. Tenho medo q ela acabe machucando a novinha. Estou preocupada

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        12 de maio de 2013 às 21:54

        Oi Liz, tenha calma e faça o que o texto ensina. Tem outras dicas nos comentários. Boa sorte!

    8. Tatiana Tanganelli disse:

      21 de abril de 2013 às 11:31

      Olá Ana Corina. Estou precisando de sua ajuda! Tenho 3 gatos que se amam muito e vivem juntos, uma fêmea e dois machos. Há uma semana peguei uma filhotinha fêmea, muito pequena. Só um dos machos está a aceitando, o outro macho eu acredito que seja questão de tempo. Já a minha fêmea, que é extremamente arisca, desde que a viu não fica mais em casa, aparece só pra comer e já vai embora. E ela era muito caseira antes da chegada da filhote, e agora fico com muita dó por ela não estar aqui no aconchego do lar. O que faço? Tenho muito medo dela não voltar mais.

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        22 de abril de 2013 às 23:47

        Ai, Tatiana… a experiência que tive com casos assim foi sempre igual> o gato antigo se mudou pra nunca mais voltar… Inclusive na casa da minha sogra foi assim, a gata mais velha da família foi morar na casa da mãe dela, duas casas abaixo… E qdo minha cunhada continuou adotando outros gatos, uma outra gatinha delas seguiu a primeira e hoje moram as duas na casa da vó (mãe da minha sogra)…

    9. Sheila disse:

      26 de dezembro de 2012 às 12:51

      Boa Tarde! Ana Corina.
      tenho três gatos 1 perça macho, um vira-lata macho não castrados e uma femea castrada, (os dois ultimos foram das ruas), já socializados vivendo juntos a mais ou menos 1 ano e meio,dia 21/12/12 resgatei um das ruas, macho já adolescente, foi uma guerra quando eles se encontraram e ele não suportou e fugiu depois de dois dias lá de casa. Ele não deve ter ido muito longe caso ele volte o que faço?

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        28 de dezembro de 2012 às 10:01

        ai, querida… duvido que volte, sabia? se voltar, mantenha em cômodos separados, sempre preso dentro de casa, e vá socializando aos poucos,como ensinado no post.

    10. Priscila Oliveira Costa disse:

      15 de dezembro de 2012 às 21:14

      Parabéns pelo site!

      Tenho um enorme problea com 3 gatas de 2 anos cada nenhuma castrada.

      Duas moran juntas e se amam. Foram adotadas quando filhotes.
      Só que hoje tive que pegar a minha outra gata que mora na casa da minha mãe, pois irão fazer reforma no apartamento e não queria expor ela ao estresse com barulhos, pedreiros e muita poeira.

      A estadia será por 1 mês. Gostaria de saber qual a melhor forma de fazer isso.
      Desde ja agradeço a atenção e aguardo respostas.

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        16 de dezembro de 2012 às 00:33

        Priscila, vc leu o texto e nenhuma dica serviria?
        É um período muito pequeno de tempo… Não tem como prever, elas podem se adaptar logo, mas a tendência é rolar um estresse inicial que leva um tempinho pra passar…

    11. Ariana disse:

      8 de dezembro de 2012 às 12:42

      Olá!
      Tenho dois gatos adotados. Alice, hj com 10 meses, foi tirada das ruas e castrada aos 6 meses. E o Chico, que tem 4 meses e veio pra casa com 2 meses. Dois meses depois de adotarmos a Alice, trouxemos o Chico. Ela estranhou, brigou por três dias, mas no final das contas acabou adotando o chico, dando banho, brincando, dormindo junto e aquele monte de coisa bonitinha que gatos fazem entre si… Mas se tornou fria e distante com a gente, os humanos da casa. Ontem, levamos o chico pra castrar, e durante o dia que ele ficou ausente, ela voltou a ser a gatinha carinhosa e ronronenta que era antes dele chegar. Hj o trouxemos de volta e ela o está estranhando novamente. Não como no começo, mas voltou a ficar bicuda. Fico me sentindo a bruxa invasora de territórios! É normal o comportamento dela?

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        11 de dezembro de 2012 às 11:59

        PUTZ, não entendo muito de gatos… Só sei que se eles se dão bem entre si é bem melhor do que serem grudados em nós. Melhor pra saúde psicológica deles, né? Pq pras nossas carências é péssimo, hehehe.
        Uma amiga adestradora SEMPRE fala: eduque seus cães para ficarem bem entre eles, para se amarem, não para serem dependentes de humanos, então acho que com gatinhos o caminho é o mesmo.
        Creio que ela supra a necessidade afetiva com o Chico. Como ele não estava, sobrou carinho pra vocês. Talvez ela o estranhe por mais um tempo, mas a tendência é voltar tudo ao normal: anormal total entre os felinos, hehe.

    12. Emanuela disse:

      13 de abril de 2012 às 13:42

      Olá Ana, tenho 4 gatos e, dentre eles, a minha gatinha é a mais zangada. Qdo adotei o ultimo gato, ela queria matá-lo. Passava o dia perseguindo o pobrezinho. Depois de muito chamar a atenção dela, repreendendo os seus ataques, ela o deixou em paz, mas até hoje nao aceita brincar com ele. Por sua vez, este gato nao suporta nenhum gato q seja estranho ais da casa. Sempre recolho gatos de rua e os mantenho em minha casa até serem adotados e ele nao os aceita, quer bater, brigar. Fica agressivo até comigo. É uma situação complicada… Mas se quisesse adotar outro gato, acataria as sugestões da Emanuele. Beijos, Emanuela.

    13. Carla disse:

      13 de abril de 2012 às 13:17

      Primeiramente gostaria de parabenizar pelo site.
      Me encontro na mesma situação de conflito entre gatos, mas no meu caso o macho já tem 1 ano e 7 meses, ele já é castrado e eu trouxe uma fêmea filhote d 1 mês + ou -, como faço a socialização dos dois? Sendo que ele bate nela e assim tenho mantido eles distante um do outro.
      Agradeço desde já. Carla

    14. Aline – Meu dono é o bicho disse:

      12 de abril de 2012 às 21:54

      A socialização de gatos é um pouco difícil mesmo, até assustadora em alguns casos. Mesmo com gatos já socializados com outros gatos e ainda filhotes, pode ocorrer um estranhamento inicial. No meu caso, minhas gatas tinham quatro meses de idade quando adotei meu gato que tinha quase dois meses. Elas não gostaram nada da presença dele e demorou alguns dias para que elas parassem com os rosnados e patadas.

      Com as dicas da Emmanuelle e a dica da baunilha da Otávia, além de certa dose de paciência, as chances da socialização de gatos como no caso da autora da questão são bastante grandes. Muito bom o post.

    15. Marina disse:

      12 de abril de 2012 às 12:05

      Oi Ana! Tb tenho uma duvida que pode valer o próximo post. Meus pais tinham 3 cães no sítio. Todos idosos. A líder da matilha morreu agora. Ficaram a Joyce, uma boxer muito dócil, de 12 aos, mas que estranha um pouco os cães que passam pelos arredores do sitio e o Alfredo, um basset tb de cerca de 12 anos. Ele aceita melhor outros cães…meu pai quer uma nova cadela, pra ajudar a vigiar a casa. Ele quer uma pastor alemão ou mestiça de pastor filhotinha. Como promover o encontro?

    16. Bell disse:

      12 de abril de 2012 às 12:03

      Meses atrás tb adotei um gatinho, no inicio minhas meninas estranharam, mas acho q por ser macho aceitaram algumas semanas depois, até o adotaram; qto a caixinhas de areia tenho 3, mas o danadinho se apossou das 3 caixas de areia, o q fazer qto a isso…
      É guloso, come a comidinha dele, e vai nos pratos das meninas, ate parece que ta passando fome..rsrs, to acostumada com gatos fêmeas, será que todo macho é assim…

    17. Otávia disse:

      11 de abril de 2012 às 11:29

      otimo post! uma dica legal que sempre usamos é igualar os cheiros com baunilha. aplica-se dias antes no gato residente e no gato novo, para que se habituem e reconheçam o cheiro um do outro e fiquem menos stressados tb 🙂 gatos não-castrados e gatos castrados tb não combinam no mesmo ambiente, já que cheiros diferentes provocados por esses hormonios tb geram agressões. o ideal é que todos os bichos da casa sejam castrados antes de um novo membro – este tb castrado – ser introduzido

    Os comentários estão fechados.

  • Arquivo por data

  • Páginas

  • counter for wordpress
  • Assuntos

    Mãe de cachorro também é mãe!

    Todos os direitos reservados