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    Papo de Mãe – Reflexão: O que importa

    Mãe de Cachorro - Ana Corina | 18 de setembro de 2011

    “As coisas andam feias demais. Falta gentileza, sobra pressa, rancor e cara feia. Fico impressionada com a quantidade de gente que mal dá bom dia. Pessoas que não olham nos olhos, esbarram em você na rua e nem pedem desculpa, tratam garçons e motoristas com ar superior, se sentem melhores que os outros. Na verdade, se achar o máximo é brega e ridículo.

    Um sobrenome não é nada. Uma conta recheada não é nada. Um rosto e corpo bonitos são apenas um rosto e corpo bonitos. A gente envelhece. E ninguém é melhor por ser mais belo ou não. Muitas jóias espalhadas pelos pulsos, pescoço e orelhas também não querem dizer absolutamente nada

    Longe de mim querer dar lição de moral. Só acho que as pessoas deveriam se preocupar mais com as coisas de dentro. O que tá fora, meu amigo, é completamente perecível.”

    Post da Mari Siebert para o Clube das Blogueiras. Texto: Clarissa Corrêa. Leia a íntegra do texto “O mundo precisa de mais pessoas bailarinaaqui.

    Categoria: Mari Siebert, Papo de Mãe
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    4 Comentários:

    1. djjullyv disse:

      19 de setembro de 2011 às 05:00

      Amei!

    2. eva disse:

      18 de setembro de 2011 às 17:12

      Realmente temos que aprender a dar valor as coisas certas da vida. Dinheiro, Status, jóias, beleza, roupas não fazem uma pessoa melhor ou pior. Queria eu um mundo mais gentil. Beijos

    3. Anie disse:

      18 de setembro de 2011 às 15:54

      Bom dia!!!O texto diz tudo…Adorei!!!!bj

    4. Kátia disse:

      18 de setembro de 2011 às 15:01

      Oi Ana, tudo bem?

      Amei o texto da Clarissa, hj em dia tem gente que se surpreende com a gente e diz que somos simpáticos pq simplesmente demos bom dia.

      Se isso não é sinal de que alguma coisa está errada, muito errada, não sei o que é.

      Diariamente convivo com pessoas que prezam mais o ter que o ser. Não são pessoas, são um objeto seguido de um $, ostentam o que tem, divulgam em tempo real o que compraram e quanto custou.

      Não as julgo, acho estranho, e penso: Se um dia essas pessoas perderem essas coisas o que restará?

      Só quem já perdeu tudo é que sabe o quão insignificantes são as "coisas" e feliz daquele que não precisou perder nada para perceber.

      Parabéns pelo texto. A Clarissa tem a delicadeza e a sensibilidade de uma bailarina.

      Bjão, estamos com saudades.

    Os comentários estão fechados.

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