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    Vai se mudar? Hora de se preparar para levar o peludo junto! – Parte 1

    Mãe de Cachorro - Ana Corina | 1 de agosto de 2011
    “Estou num dilema, e morrendo de dó – Tenho uma cachorrinha de 8 meses, vou mudar p/ apartamento que comprei aqui em Florianópolis, e não tenho como ficar com ela, e até o momento não consegui ninguém p/ adotá-la. Onde posso deixá-la p/ adoção ? Nestas feiras de adoção eles pegam, onde posso achar ? Por gentileza, me dê algumas alternativas, nomes de pessoas, sites, telefones, etc. Tenho urgência, pois antes da mudança, vou p/ São Paulo por 15 dias.”
    Respondi dizendo que ajudaria a divulgar a adoção se ela castrasse e microchipasse a cadela e ofereci ajuda com contatos baratos para ela castrar, microchipar e hospedar a pequena não só na viagem iminente, mas depois da mudança, até ser adotada. Preciso dizer que nunca recebi resposta? Quer doar, mas não quer castrar, não quer microchipar, não quer deixar hospedado em hotel até ser bem adotado? Quer simplesmente repassar o “problema”?
    Fico impressionada ao ver como as pessoas adquirem cães e gatos sem refletir, sem pensar que a vida muda, sem se COMPROMETER! Ok, a vida muda, não podemos julgar as pessoas, mas façamos as coisas com consciência e responsabilidade, pôxa!! Com tantos peludos sem família precisando de ajuda, achar novos lares para pessoas que querem/precisam se desfazer de seus animais não é algo que protetores ou voluntários tenham prazer em fazer (especialmente quando o ‘precisar’ é discutível). Eles terminam ajudando por pena do pobre bicho, mas as pessoas que os procuram precisam entender que doar não é dar, é escolher com critério e responsabilidade um novo lar, é colocar-se à disposição para ajudar com o que for preciso ou receber o peludo de volta por toda sua vida, é doar castrado, é entrevistar a nova família e verificar se ela tem condições físicas, emocionais e financeiras de receber o novo membro. Doar demanda tempo, dinheiro e energia desprendidos, o que deve ser realizado por quem se comprometeu com o animal.
    Ou seja, se você realmente PRECISA doar seu animal, peça ajuda com orientações sobre como fazer cartazes, como doar com responsabilidade, como fazer um Termo de Responsabilidade de Adoção, mas não procure alguém para repassar seu animal como se ele fosse um objeto descartável. Se a pessoa procurar protetores e voluntários com uma postura preocupada e responsável, conseguirá toda ajuda do mundo, mas quem está nesta situação precisa entender que o animal em questão é responsabilidade sua, não de terceiros que trabalham à duras penas com ajuda a animais abandonados ou vítimas de maus-tratos!
    Cachorros e gatos não são peças de decoração que deixamos na casa antiga ou damos para quem quiser ao mudarmos para a nova. São seres sencientes como nós, ou seja, sentem fome, frio, medo, saudade e sofrem demais com as decisões humanas que vão desde arrumar um novo lar legal para eles ao extremo criminoso do abandono.
    Achei lá no portal Turismo 4 Patas um guia que facilita a vida de quem precisa viajar – seja de mudança ou não – com seu peludo, o “Manual do Pet Viajante”. Separei alguns itens abaixo, para ajudar quem estiver nesta situação.
    Três exemplos próximos a mim que me enchem de esperança no ser humano, pena que sejam raros: um casal de amigos foi morar no Canadá, levando junto seu cão. Uma família aqui de Floripa – pai, mãe, três filhos – mudou-se “ali” para a Bélgica e sequer cogitou a possibilidade de deixar para trás o gato da família. Já um casal de grandes amigos aqui de Floripa fixou residência em New York há 2 anos e meio, levando a filha peluda sem pensar duas vezes. Agora a família está de mudança para o Hawaii e o casal está pagando dois aluguéis: ele já foi para o novo endereço porque precisava trabalhar e minha amiga ficou em New York sozinha com a pequena até que a cachorrinha tenha a entrada liberada no Hawaii – que por não ter casos de raiva, pede uma série de medidas antes que novos cães possam mudar para lá (o que leva 4 meses!). Nenhuma das famílias é rica ou com dinheiro sobrando. São apenas pessoas que consideram seus cães e gatos como parte da família, e por nossa família fazemos todos os sacrifícios, certo?
    Ah, e um parênteses sobre vacinas: mesmo precisando fazer quarentena (em casa), exames e outros ‘quetais’, a cadelinha que vai morar no Hawaii não precisou ser vacinada contra raiva desnecessariamente. Foi feito o exame de titulação de anticorpos, que ao mostrar que ela apresenta anticorpos contra a raiva a livrou de tomar uma dose desnecessária de vacina! Não é o máximo? Isto se chama protocolo personalizado de vacinação e é questão de tempo até que o Brasil adeque-se à realidade: cães e gatos não precisam e nem devem receber todos os tipos de vacinas existentes à venda, todo santo ano! Cada caso é um caso e deveria ser estudado com critérios que visem a saúde real do animal (e não o lucro com a venda de vacinas) pelos veterinários, inclusive com o uso de exames para saber se as vacinas são mesmo necessárias (o que já existe no Brasil!). Leia mais sobre perigos dos excessos de vacinações em cães e gatos clicando aqui.
    Categoria: Caixa de Transporte, Crate, Guarda responsável, Mudança de casa
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    50 Comentários:

    1. Daniela disse:

      21 de novembro de 2013 às 16:02

      Oi Ana,

      Achei o sei blog por acaso.. Queria compartilhar a minha história com vc e seus leitores como uma forma de desabafo.
      Meu marido e eu morávamo fora do Brasil e temos uma pappillon linda que tratamos como filha. Viemos embora para o Brasil no inicio de 2013 e movemos ceus e terra para traze-la conosco. Graças a Deus, depois de muita burocracia, conseguimos. Mas agora o inesperado aconteceu e infelizmente estamos voltando para o país onde morávamos. O problema é que uma vez que a Lilli saiu de la, ela nao volta mais. O país tem leis muito rígidas em relaçao a animais. Nós estamos com o coraçao partido. Choro todos os dias porque vamos ter que deixa-la pra tras. A sorte é que meus pais gostam muito dela e vao cuidar dela. O que mais me preocupa é de que a Lilli nao aguente ficar longe de nós e adoeça. Se alguem tiver alguma dica, sugestao, por favor respondam a esse comentário. Sei que alguem pode pensar que fomos inconsequentes ao traze-la, mas sinceramente estávamos disposto a morar no Brasil. As circunstancias mudaram. Obrigada, Dani

    2. Fabrice disse:

      1 de outubro de 2013 às 21:55

      Adorei o post! Adorei mesmo! Porque quem gosta de verdade se muda pra onde pode levar o seu filho. Essa de “Vou me mudar e não posso levar” é a mentira mais descarada do mundo! Quem ama seu peludo já procura lugares que possa levar ele junto!

    3. Michelle Franzosi disse:

      5 de julho de 2013 às 05:18

      Olá, encontrei seu blog procurando informações sobre transporte de animais para a Bélgica e li essa matéria. Meu marido e eu moramos no Japão, e aqui adotamos a nossa cachorrinha Sophie, quando ela tinha 3 anos, agora está com quase 5 aninhos. Estaremos voltando para o Brasil, Porto Alegre, para visitar os familiares, no início de setembro e ficaremos por algumas semanas, depois mudaremos para a Bélgica. Logicamente a nossa amada Sophie irá junto. Ontem que tivemos a confirmação e desde então estou buscando informações sobre o transporte dela. Vc tem alguma informação sobre companhias aéreas que transportam, exigências de vacinas e microchip, exames, custos, enfim, qualquer coisa que seja importante saber sobre isso? Muito obrigada pela ajuda!

    4. Andréia disse:

      23 de Janeiro de 2013 às 16:15

      Olá pessoas do bem, estou com um problema e não consegui achar uma solução. Eu e meu filho vamos nos mudar para uma cidade a uns 400 km de distância e não sei como levar nossa bebê. Na verdade ela é uma rotwaille de 3 anos e grande, muito grande (mais de 45 quilos). Ela odeia andar de carro, e me falaram que no carro tbm é proibido levá-la. As empresas de onibus não levam, já fui verificar. è desumano deixá-la no caminhão de mudanças e se não puder levar nosso bebê não faremos a mudança, mas eu preciso “mesmo” me mudar. Por favor me deem uma dica. Obrigada

    5. Aline disse:

      14 de Janeiro de 2013 às 15:51

      Olá, Ana Corina.
      Moro em Piracaia, interior de São Paulo, e gostaria de receber informações sobre onde e como Microchipar meus cachorros. Qual o custo aproximado?

      Meu marido teve uma proposta de emprego nos EUA, e estamos cogitando a possibilidade. Nossa primeira atitude foi pesquisar as exigências para entrada de cães no país. Temos 5 filhinhos adotivos peludos, todos ex- moradores de rua, de todos os tamanhos, idades e personalidades. Tem até uma “de raça” no meio, uma pastor alemão, que foi resgatada pelo adestrador da cidade, vítima de maus-tratos.
      Um dos meus medos é o de ‘despachar’ eles no avião mesmo estando identificados com coleira. Tudo bem que meu marido tem uma certa razão quando diz ‘quem é que rouba vira-latas?’ mas lendo seu blog, acredito que estando chipados estaremos mais seguros.

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        15 de Janeiro de 2013 às 23:35

        Aline, sou de SC, não tenho a menor ideia! Vc precisa procurar um veterinário, ok? Até pq são veterinários quem implantam o chip. Microchip é tudo de melhor, não importa a raça ou falta dela. E se ele some, alguém acha e jura que é dele? Com o cão chipado vc tem como PROVAR! 🙂

    6. Selina disse:

      14 de dezembro de 2012 às 16:55

      Bom Tarde,

      Talvvez vc não tenha a resposta pro meu problem, mas não custa nada tentar. Sou proprietária de uma cadela que foi microchipada num outro país. Gostaria de saber se é possível mudar o endereço que consta no microchip de minha cadela. E como eu poderia fazer isso. Caso esse microchip não seja útil no Brasil, teria algum problema em colocar um segundo microchip nela, ou precisaria remover o antigo para ser inserido um novo? Como estou levando minha cadela para ser castrada, preciso urgentemente de uma resposta, uma vez que após a castração (pela prefeitura), eles colocam um microchip no animal.

      Fico no aguardo de uma resposta

      Grata

      Selina

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        15 de dezembro de 2012 às 00:17

        Hummm, para atualizar dados vc precisa contactar o fornecedor do chip. Vc sabe qual é? Se não souber, leve sua cadela em um veterinário que tenha a leitora. Todo microchip é universal e com o número vc conseguirá chegar ao fabricante, já que os 3 primeiros números são sempre iguais para tal e tal fabricante, é quase como se fosse o nome dele. Se não der certo (mas é pra dar e só não vai dar se quem usar a leitora for muito desinformado) seria melhor você conversar com o fabricante do chip a ser usado. É prefeitura de Floripa? Acho que complica para as leitoras lerem dois chips, né?

    7. christina P da Cruz disse:

      2 de dezembro de 2012 às 22:52

      ola me ajudem moro em sao paulo e acabei de me mudar para o interior mirassol sp so q eu preciso levar minha cachorra na mudança nao deixarao eu leva ela como posso levar ela nao tenho carro me ajudem ela ta com a minha mae e sei q ela vai sofrer se eu deixar ela com os meus pais me ajudem estou desesperada …..abraços

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        3 de dezembro de 2012 às 12:25

        Você pode tentar achar algum serviço de táxi-dog ou algum particular que o leve pra você cobrando frete.

    8. Homem de Mudança disse:

      11 de setembro de 2012 às 10:37

      Estou precisando me mudar para São Paulo. Minha cadela, que é extremamente apegada a mim (weimaraner) não poderá ir junto. Moro com meus pais em casa. Eles poderão cuidar dela. Mas fico com muita pena. Cheguei a pensar em dar ela pra adoção pra algum amigo, por ter mais possibilidade de interagir com ela. Aqui em casa sei que ela ficará no jardim a maior parte do tempo (com a outra cachorra) querendo entrar e se sentindo triste. É difícil, mas não tem uma solução prática. Casa é muito caro em São Paulo.

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        11 de setembro de 2012 às 16:44

        🙁
        Escolha o lugar onde ele ficará melhor e onde você poderá ter mais contato para garantir que ela está bem. De repente sua vida muda e logo vocês podem estar juntos novamente. Ou considere levá-lo para o apartamento e deixá-la em uma creche canina 🙂

    9. Leonice disse:

      29 de Abril de 2012 às 23:10

      Ana Corina. Me oriente, por favor. Tenho uma gatinha que está com quase 15 anos e tenho que me mudar de país e não posso levá-la porque minha filha mora em um condomínio que só aceita um animal. Tenho que morar com a minha filha porque o meu neto que vai fazer 3 anos em julho foi diagnosticado com um atrazo motor global ou autismo. Tenho que ajudar com os exercícios que a fonoaldióloga e a terapeuta pede prá minha filha fazer com ele porque ela trabalha e não tem tempo para fazer tudo o que os profissionais pedem. Com esses exercícios talvez ele possa ir prá uma escola normal. Então fiquei nessa angústia tendo que escolher entre meu neto e a minha gata. Não sei o que fazer. Estou deseperada com a idéia de ter que ficar sem a minha companheira de tantos anos, e ao mesmo tempo sei que se não ajudar a minha filha com o meu neto agora, depois pode ser tarde prá ele se desenvolver. O que eu faço?

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        30 de Abril de 2012 às 12:23

        Querida, NÃO posso decidir por você. Sua filha já tem um animalzinho e por isso sua gata não poderá ir junto, é isso? Se for, então realmente você provavelmente optará por recolocar sua gata em um novo lar, né? Você não tem uma grande amiga ou um parente próximo que ame a sua gatinha e que pudesse ficar com ela nessa fase difícil da vida de vocês? Por favor, ao escolher um novo lar para sua gata só a doe para um local com telas, de onde não haja a MENOR chance dela fugir, ok? E visite-a sempre que possível. AGORA, se sua filha NÃO tem bichinho nenhum, então sua gatinha pode ir junto e fará MUITO bem para o seu netinho, já que cada vez mais comprovam-se os benefícios dos peludos como animais de terapia, principalmente para pacientes com distúrbios como o autismo. Sua gata pode vir a ser uma luz na vida do seu netinho. Será que não tem como MESMO vocês driblarem essa regra do condomínio?

        CONTRATE um advogado e lute pelo direito de levar sua gata junto, Leonice! Acho que esta é a melhor saída para todos.

        Sinto MUITO pela situação toda e desejo tudo de melhor pra vocês todos, principalmente para seu neto e sua gata.

    10. Mari Siebert disse:

      7 de Fevereiro de 2012 às 14:40

      faltou falar da amiga que não cogitou não levar o Jet dos EUA pro Brasil 😛 Beijocas!

    11. Valkiria disse:

      17 de Janeiro de 2012 às 16:43

      Olá Ana, eu tenho um Poodle de 5 anos que vive conosco em uma casa com o quintal bem grande, bom ele não fica muito sozinho sempre tem alguem em casa com ele, mas eu vou ter que me mudar para uma casa que tem uma pequena área com vista para a rua, só que trabalharei o dia todo e ele ficará só. Meu coração dói só de pensar mas eu tenho que levá-lo comigo. Meu namorado mora perto e tem um chow-chow você acha que compensa eu castrar o meu poodle para ver se eles fazem companhia um ao outro para que meu bixinho sinta menos a mudança e falta da minha família?
      Bjus

    12. Anonymous disse:

      2 de agosto de 2011 às 21:12

      Oi Ana,
      Sou protetora e, qdo tenho um animal para adoção, sou criteriosa na escolha do adotante, nem que isso prolongue a adoção. O importante é a qualidade de vida q será garantida a este animal.
      Qto a esta pessoa q queria dar o seu animal, fica evidente q ela não tem amor e preocupação. Digo isso pq, qdo me casei, minha preocupação era encontrar um imóvel que fosse possível dar o conforto q meus animais precisavam. Não podia ser condomínio fechado, pq meus cachorros (SRD resgatados da rua) são muito ativos. Não podia ser apartamento pq eles possuem grande porte. Encontrei uma casa perfeita para eles e para meus 4 gatos. Vivemos bem e se um dia tiver q me mudar, terá q ser para um lugar onde eles possam ser felizes. Creio q isso seja responsabilidade e comprometimento com os animais. Beijos, Emanuela.

    13. Ana Paula disse:

      2 de agosto de 2011 às 20:01

      olá
      gostei muito do seu texto
      também adoro cachorros…
      ana paula

    14. Mariana disse:

      2 de agosto de 2011 às 16:13

      Muito triste….Descartar um filho assim é muito triste mesmo… Porque é isso que eles são: nossos filhos!

    15. Dany Bello disse:

      2 de agosto de 2011 às 15:30

      Não consigo entender… Porque ir morar num apartamento impede a ida do animal junto? É má vontade mesmo. Animal não é brinquedo. Eu e meu marido desistimos de ir morar na Espanha por medo de não conseguir levar o meu Jeremias junto. Fora de cogitação. Ele é da familia, ele é meu filho do coração e ponto! Aliás, quando nos mudamos de casa, sempre pensávamos primeiro no bem estar do Jeje e depois se iríamos gostar da casa rs! Acabamos escolhendo uma casa térrea pq o Jeje está com hérnia de disco e não pode mais ficar subindo escadas. Afinal, mães de cachorro são assim, não é mesmo? rs!

      bjs!

    16. Larissa Dog Walker disse:

      2 de agosto de 2011 às 15:27

      Quando for me mudar penso nos seguintes pré.
      Esse local e bom para a minha familia?
      Tem estrutura?
      A casa e muito pequena?
      Pq moro eu e meus 2 bbs. Então quando penso em qualquer mudança da minha vida penso neles, pq são a minha familia e como mudar e nos deixar felizes. Não existe uma vida sem eles, ou e com eles ou estou morta. Tipo, como posso me mudar para morar em um predio que não aceita caes? Se ela não aceita caes não posso ir. Tipo também, se o predio "falar" que não aceita gente de cabelo preto eu não posso ir morar lá e é a mesma coisa com meus filhos. Claro, que quando me mudar, vou primeiro organizar tudo e depois volto e busco eles na casa de algum amigo(a). Meus filhos, minha familia são meus amores..
      Antes de ter temos que pensar, se não pensamos bem em todos os aspectos, devemos fazer iqual mãe de filho não programado, VOCÊ reprograma sua vida.

    17. DaniDorico disse:

      2 de agosto de 2011 às 13:22

      Ana,
      Eu acho que é esperar demais de alguém que decidiu se desfazer do bicinho porque vai se mudar. Se a pessoa consegue se dispor do animal como se ele fosse um objeto descartável, ela não vai entender a importância de fazer uma doação responsável, de doar o animal castrado, de analisar a familia adotante quanto a condições de cuidar do animal até o fim da vidinha dele. Simplesmente essa pessoa não tem esses valores nem deve entender o significado disso tudo.
      Tenho um colega de trabalho que recusou uma missão de 1 ano nos Estados Unidos porque a empresa não permitiu e nem ia ajudá-lo a fazer os papeis da mudança dos 2 gatos dele.
      Abandonar a Annie (minha filha canina) por causa de uma mudança de endereço é algo que eu não consigo nem imaginar. Principalmente porque um dos fatores para a escolha do próximo endereço, é se acomoda todos os seres da casa. E isso sempre vai incluir meus animais.

    18. Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

      2 de agosto de 2011 às 05:15

      Conheci cães IMENSOS morando em apartamento nas minhas viagens, inclusive na última pra São Paulo.
      E todos os responsáveis por eles tinham algo em comum: estavam em parques ou na rua quando os conheci, proporcionando muiiiito exercício físico para seus peludos.

      Preciso falar mais?
      ;o]

    19. Carol F. disse:

      2 de agosto de 2011 às 05:06

      Também não entendo essa desculpa do apartamento. Tive minha cachorrinha que já morreu em apto sem problemas e agora vou me mudar para outro apto e pretendo ter 2 cães.Todo mundo aqui mora em apto e tem cachorro. É só ter noção de tamanho e, principalmente, passear bastante.
      Muita gente que mora em casa larga o cachorro no quintal e não convive com ele, como seria obrigada a fazer em um apartamento. Por isso acredito que normalmente os cães são até mais bem tratados em aptos, onde as pessoas querem estar com eles. Não tem isso de largar no quintal o dia inteiro e achar que está ótimo. Acho que quem quer doar por causa da mudança é esse tipo de gente.

    20. Anonymous disse:

      1 de agosto de 2011 às 23:26

      Oi Aninha…
      Adoro o blog, tudo o que é postado soma como aprendizado. Eu amadureci muito como protetora a partir do momento que encontrei o mãe de cachorro.
      Moro em Tijucas há 6 meses, trouxe meus 6 peludos comigo, não tenho grana, heheh, mas juntei tudo o que tinha para trazê-los.
      Queria vê-los bem, transportados com todo cuidado e conforto.
      Chorei muitos dias antes da mudança, de aflição, olhava para eles e sabia que nunca tinham passado por isso, ficaram assustados, afinal depois de viverem nas ruas, eles ficam inseguros com mudanças.
      Mas deu tudo certo, vida nova e eles aqui com a gente.
      Eu tenho pena dessas pessoas que ainda não aprenderam a amar.
      Beijuuuu
      Paula
      Tijucas – SC

    21. Fúlvia e Suzie disse:

      1 de agosto de 2011 às 20:07

      Nós nos mudamos de cidade e sequer cogitamos deixar nossa peluda de lado. É nossa primogênita, filha mesmo! Já pensamos também em morar fora do país e em levá-la junto. Não conseguimos entender como se pode deixar de lado seu cão, gato… foi você que decidiu ficar com ele, não é? Quando você decide ter um filho e se muda, você procura um lar pra ele porque não pode levá-lo? Claro que não! Porque que com cachorro seria diferente?

      Não querendo julgar mas… quando você realmente precisa fazer a doação (sei de casos que não havia jeito MESMO) o mínimo que se pode fazer é tudo isso que a Ana indicou pra moça. O mínimo!

      No mais, só porque você vai mudar de uma casa para um apto não significa que seu cão não possa ir junto. Só pq é apto? Basta ter uma rotina de mais passeios, mais enriquecimento ambiental. Várias pessoas têm cães em apto, depois de terem morado em casa, e foi tranquilo!

      Suzie está se adaptando à casa nova, muito bem, mas teve seus problemas. E nunca cogitamos deixá-la (e olha que vamos nos mudar de novo… risos).

    22. Kelen disse:

      1 de agosto de 2011 às 18:10

      Nossa, Ana!!!!
      Vc deu uma lição de boa educação c/ sua atitude, se fosse eu já teria mandado a moça pôr a mãe p/ adoção!!! Excelente: quer doar? castre, põe microchip, etc…

      Eu sempre digo que sou EU quem não consegue VIVER sem minhas fofuras e não elas que precisam de mim…

      Costumo brincar dizendo que tenho um "jeitinho de carroceiro", prefiro passar necessidade COM cachorro do que ir p/ abrigo quentinho SEM ele.
      ;o)

      bjs
      Kelen

    23. Anonymous disse:

      1 de agosto de 2011 às 18:02

      Rosângela Santana
      Oi.Ana!

      Não consigo ver problema em animal x apartamento.
      Meu Deus, não enteeeenndo!
      Moro em apto, tenho meu poodle e peguei uma na rua
      porte médio e é uma alegria só.
      Esse tipo de pedido de ajuda me deixa louca de raiva.
      A pessoa que acha que filho humano é diferente de filho peludo,nunca deveria tê-lo.É triste saber disso.
      1ºde agosto de 2011.

    24. Anonymous disse:

      1 de agosto de 2011 às 17:52

      Eu nunca adotei um cachorro de ONG, sempre peguei da rua (sinceramente nunca procurei um cachorro para adotar eles vem até a mim de uma forma ou de outra..rsrsr..- tenho 3 hoje e mais um que já faleceu), mas já doei cães (filhotes e tentei doar um adulto – mas esse agora faz parte dos três que tenho, peguei ele doente da rua e não encontrei ninguém " a altura" de ficar com ele…rsrsr) e portanto compreendo profundamente os protetores das ONGs. Cada cão, gato, rato, coelho, cavalo, passaro…é um filho!!! Vc doaria seu filho? Doaria seu filho para qquer um????????? Impossível! Tem um sentimento de comprometimento com o bem estar do animal que nos impede de doar sem antes avaliar (e muuuuuuito bem) a condição da pessoa que quer adotar. Quando doei os filhotes de uma cachorra abandonada (que tmb doei) deixei meu telefone e endereço com cada pessoa que adotou e, caso a pessoa desistisse do animal, eu iria buscá-lo! E claro, teve gente que desistiu! Hj estão todos bem doados e gosto de ter notícias deles! Uma parte tmb foi castrada. Querendo ou não (as doações foram a quase 2 anos)ainda chamo de meus bebes, ainda me sinto responsável por eles e qquer coisa vou SIM fazer o que posso para ajudá-los.

      Thais
      Piracicaba/SP

    25. Amor e Miados disse:

      1 de agosto de 2011 às 17:51

      fazemos milhares de exigencias justamente pq sabemos que esse animal já passou por uma situação de abandono e crueldade e justamente para não correr o risco de colocá-la lá novamente. e mesmo com nossas exigencias os animais ainda podem ser vitimas de pessoas DESEQUILIBRADAS que adotam somente para negligenciar, depois devolver o animal detonado ou mesmo DEIXÁ-LO MORRER. doei um gatinho para uma familia que preenchia todos os criterios, mas eles deixaram o gato MORRER, envenenado, morrendo e gritando enquanto eu estava do outro lado do telefone, implorando para que levassem ao veterinário a 5 minutos de distancia, pois não queria GASTAR.

      se vc quer doar seu animal, acredito q nenhum protetor irá se negar a dar as informações necessárias para divulgá-lo corretamente, mas a maioria das pessoas só quer repassar e se livrar do problema. castração é o MINIMO que eles podem fazer, não só para um animal a ser doado, mas para a saúde e bem estar dos cães e gatos como um todo. mas na maioria das vezes, infelizmente, aquele animal NÃO-CASTRADO que foi jogado na rua ou repassado de forma irresponsável irá trazer ao mundo centenas de filhotes, vitimas da estupidez de alguem que achou que o bicho era uma meia velha que não merecia ser levado ao novo lar.

    26. Anonymous disse:

      1 de agosto de 2011 às 17:50

      Eu Rosana, moro em São Paulo, minha mãe me ensinou uma coisa pra mim que vale tanto pra nós humanos quanto para os animais que compro ou adoto que é: estamos juntas na riqueza e na pobreza e isso vale para os meus animais também, nem que seja pra dividir um pãozinho com eles mas, não jogo não do fim no cão ficaremos juntos sempre até o fim.
      Porque já que arrumei este animal que não pediu pra vir morar comigo e mais tarde a hora que eu vou me mudar ou ele ficou doente jogo na Rua? É a treva a pessoa que faz isso né.
      Eu sempre tivi cão e nunca abandonei e nem tão pouco maltrato como tenho visto demais da conta hoje em dia parece moda fazer o que estão fazendo.
      A humanidade no meu ponto de vista está doente da alma e do espírito pois, estão fazendo maldade entre a mesma espécie e com os animais que não podem se defender.
      Precisava aqui no Brasil ter uma lei mais severa contra os animais de grande porte e pequeno porte, mas parece que não há interesse da parte do governo não é mesmo?

    27. Cristina pereira disse:

      1 de agosto de 2011 às 17:46

      báh é fim que pessoas tenham uma mentalidade dessas…Gente que ajudam animais de rua ,são pessoas que não recebem um centavo de prefeitura ou do governo…Tudo que o animal precisar sai do nosso orçamento doméstico…falo por mim!!Depois de todos os esforços pra salvar um animal da dor do abndono, fome, frio, sede e doenças…TEMOS que ter a certeza de doá-lo pra alguém realmente responsáve e comprometido com a vida do animal pra semprel…, assim o termo de adoção serve pra segurança do animalzinho e pra nossa segurança,pque o adotante TEM a real noção da responsabilidade por aquela vidinha que lhe confiaram…e também pra futuros entendimentos judiciais..PALAVRAS VOAM, SÓ FICA O QUE ESTÁ ESCRITO.

    28. Paula Negre disse:

      1 de agosto de 2011 às 17:28

      Não fazemos milhares de exigências, apenas queremos o melhor para um animal que certamente já sofreu muito. Temos que garantir o bem desse animal, para isso temos que ter a certeza se esta pessoa está consciente de que um cachorro, por exemplo, tem no mínimo 15 anos de vida e que durante este período é de toda responsábilidade do adotante garantir o alimento, o lar, o carinho, o amor, a saúde. Ver se há condições de acomodar o animal na residência. Tentamos tudo isso para que não venham a acontecer casos como dessa pessoa que simplesmente quer se livrar do seu animal pq irá mudar. Animal NÃO É OBJETO!!!

    29. Anonymous disse:

      1 de agosto de 2011 às 17:19

      Entendo que ela não quer doar, mas sim DAR…o que pra mim é jogar, descartar, ou seja, de desfazer de qualquer forma. Não importa o bem estar dele, mas sim que ela se livre.

    30. Aline disse:

      1 de agosto de 2011 às 17:17

      Oi Ana! Saudades daqui do blog!!
      Olha bem, eu n julgo mais pessoas que queiram doar seus animais, julgo sim, os que querem DAR, SE LIVRAR dos animais.
      Palmas as protetoras que fazem tantas exigencias que torna-se dificil qq um adotar um cachorro, coisa que eu n vejo por aqui, infelizmente.. onde cachorros sao mal endereçados e ou voltam as ruas ou "morrem"misteriosamente.

      Com ctz as exigencias n era absurdas ateh porque elas nao sao loucas de quererem os animais pra elas com todos os onus que isso causa td mes aos protetores.

      enfim.. tema polemico

    31. Anonymous disse:

      1 de agosto de 2011 às 17:17

      É gente…
      eu tenho a minha peluda ejá me mudei 4 vezes de curitiba para brasília. ela sempre comigo, minha companheira, no frio e no calor.
      ao procurar ap. a primeira exigência era que o prédio aceitasse animais de estimação.
      mesmo que eu fosse pro japão levaria ela comigo.
      é triste demais ver histórias como essas. muito absurdo.
      adoro o blog!!!!!
      beijos

      Ane

    32. Tatis Sales disse:

      1 de agosto de 2011 às 17:05

      Protetores e ONGs tem critério para doar porque são eles que assumem um animal detonado. São eles que custeiam o tratamento que muitas vezes leva meses. São eles que pagam cada centavo da conta no veterinário, ração, medicamentos. São eles que abrigam esses animais nas suas casas, então mais do que correto é justo que eles decidam, sob qualquer critério que julguem necessário, para onde seus animais irão.

      Quem discorda das exigências das ONGs pode fazer como elas: pegue da rua, cuide, castre e adote.

      Mas criticar os critérios de quem faz?

      Desculpe, mas hipocrisia tem limite.

      Só amor não enche barriga de animal nenhum, infelizmente.

    33. Jéssica J. disse:

      1 de agosto de 2011 às 16:47

      eu acho isso o cúmulo, quer dizer, tem gente que não entende que a partir do momento que vc começa a criar um animal vc ta assumido um compromisso com ele, é um filho! vc não pode nem mesmo sonhar com a possibilidade de abandoná-lo! sinceramente, EU deixaria de me mudar, mas continuaria com meu animal!!! olha, minha cachorra de 5 anos {Let)ta precisando de uma cirurgia pq ela ta c/ um tumor no útero e, sinceramente eu não tenho condição de pagar de jeito nenhum, mas mesmo assim tou viajando com ela amanhã pra fzr essa cirurgiia pq pra essas coisas a gente dá um jeitooo… ela é minha filhaa!!

    34. Anonymous disse:

      1 de agosto de 2011 às 16:43

      Acho incrível como as protetoras criticam alguém q quer doar, ou fazem milhares de exigências, pois muitas vezes as pessoas querem adotar, tem condições de alimentar e dar muito amor, como vejo o q minha sogra faz com a dela, a cachorrinha dela é muito bem cuidada, cheia de mimos e carinhos, mas qdo ela tentou adotar, fizeram milhares de exigências e ela não conseguiu, engraçado q a casa dela servia para ser lar provisório mas não servia para ser definitivo, por fim, eu consegui uma para ela, recolho animais da rua e dou para adoção tbm, e muitos comentam comigo o qto tentaram adotar e as protetoras exigiram demais e não doaram e la ficam elas reclamando q ninguém se interessa por esses cãezinhos sem lar…

    35. Anna Costa disse:

      1 de agosto de 2011 às 15:42

      Poxa, esse blog é mesmo tudo de bom. Tenho planos de me mudar pra outro estado daqui a 2 anos, permanentemente, e desde agora já penso em como minha cachorrinha poderia ir comigo. Pelo teu blog descobri o Manual do Pet Viajante e quando chegar a hora, saberei de tudo, pra não abandonar minha danadinha. Obrigada pela dica!

    36. Ana Paula disse:

      1 de agosto de 2011 às 15:22

      E também tem as pessoas que simplesmente largam seus bichinhos ao deus dará, depois de conviver com eles oito, dez anos, porque "precisam" mudar para apartamento. E ainda, acho que pior: gente que VENDE os bichinhos. É inacreditável.

    37. Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

      1 de agosto de 2011 às 14:46

      Oi Fernanda!

      Será mesmo que ela doou direito? Quem me garante?
      Porque quando ofereci contatos para ela castrar/chipar/hospedar a pequena a pessoa simplesmente SUMIU! Quem me garante que ela fez o que é certo?
      Outras pessoas me procuram na mesma situação e castram/chipam seus cães/gatos porque entendem que são responsáveis por eles e doam com Termo de Adoção igual a protetores…

      Beijo.

    38. Meu Whippet disse:

      1 de agosto de 2011 às 14:10

      é Ana, realmente é complicado, é uma questão de evolução pessoal mesmo!
      Muitas pessoas ainda são incapazes de entender o quanto nossos amigos animais merecem respeito e cuidados, que são seres também confiados a nós, como filhos, família, mas que nos exigem tão pouco em relação ao tanto de carinho e amor que nos dão…

      Não sei qual o caso desta pessoa, mas me sinto mais feliz, ou menos triste, em saber que pelo menos ela está querendo encontrar alguém que possa dar amor pra essa peludinha.. e não simplesmente a deixou jogada por aí…como fazem muitos =/

      beeijos
      Fernanda

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