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    Ansiedade de separação em cães: Tudo que você precisa saber a respeito!

    Mãe de Cachorro - Ana Corina | 27 de julho de 2011
    EXCLUSIVO – O transtorno de ansiedade de separação acomete cães de todos os tamanhos, idades, raças ou misturas. Quando não é diagnosticado ou tratado, leva a família e o cão a conviverem com montanhas de estresse, que geralmente resultam em punições para o cachorro, em alguns casos passado adiante ou até mesmo abandonado.
    Luto com este problema aqui em casa com o Shoyo desde 2010 e, para minha surpresa, a Java já chegou na família apresentando ansiedade de separação. Com algumas medidas, nossa convivência tem sido muito melhor, com menos sofrimento para eles quando eu saio de casa e, consequentemente, para mim.
    Sobre esta questão, de um animal adotado (a Java) e/ou adulto (o Shoyo) passar a apresentar ansiedade de separação, compartilho com vocês um trecho de um e-mail que a Cassia Santos me escreveu, quando soube das coisas aqui em casa:
    “Olha a informação que consta do livro ‘Problemas comportamentais do Cão e do Gato’, do Landsberg, sobre ansiedade de separação:

    ‘… estudos têm indicado que há significativamente mais cães mestiços, adotados (provenientes de sociedades humanitárias) e acima de 10 anos de idade que apresentam esse problema’.

    Acredito que isto deva ter um fundo de verdade, especialmente considerando dois fatores: o histórico de vida destes peludos e as atitudes daqueles que os adotam, muitas vezes tentando compensar todo o sofrimento com MUITO carinho e atenção O TEMPO TODO…”

    Pensando na importância do tema propus a quatro educadoras caninas um desafio: escrever a oito mãos um post completo sobre ansiedade de separação. Para minha felicidade, as quatro concordaram e abaixo você acompanha o resultado. Esperamos, nós cinco, que os textos sejam úteis a muitas famílias que convivem com cães que desenvolveram o problema. É essencial que as pessoas percebam que têm papel fundamental tanto na cura, quanto na causa da ansiedade de separação. Boa leitura!
    ps: Ao fim dos textos coloquei um vídeo que achei muito legal da Cláudia Estanislau, educadora canina portuguesa, dando uma dica super útil de petisco para distrair nossos filhos de patas!

    Ansiedade de separação em cães

    Causas e sintomas.

    Por Cassia Santos, do blog Cão Amor
    O cão é um animal social, assim como o ser humano. Seu instinto lhe diz que, para estar seguro, deve viver  junto ao seu grupo, o que lhe garantirá a sobrevivência. Quando seu grupo de “humanos” sai e o deixa sozinho, a sensação que o bichinho tem, instintivamente, é de que sua sobrevivência está ameaçada. Ele simplesmente não entende que nada acontecerá e que a situação durará pouco tempo. Sob o prisma do cão, ele está sendo abandonado.
    Além de já estar arraigado em seus institntos que não é bom estar só, muitos cães são extremamente apegados aos donos. Isto ocorre muitas vezes em razão do temperamento do cão, mas também por atitudes do dono, que incentiva e gosta de ter o seu pet sempre por perto, muito perto.
    Essas pessoas, em geral, acabam criando situações das quais nem se dão conta: demonstram, de forma enfática, que sentem dó do companheiro e se despedem dele efusivamente ao sair de casa. Evidentemente que o cão passará a perceber os mínimos sinais toda vez que o dono for sair e a ansiedade se instalará já a partir deste momento… Ou ainda, chamam o cão o tempo todo para estar ao seu lado, mesmo que ele esteja em seu cantinho roendo um osso.
    Por outro lado, existem também alguns outros fatores que podem deflagrar a chamada síndrome da ansiedade de separação: mudança abrupta na rotina do cão (exemplos – dono estava em férias, ou passava mais tempo em companhia do peludo e, de repente, passa a se ausentar mais; mudança de casa; perda ou chegada de um novo membro da família que altere a rotina do peludo).
    Mas, e como identificar que o cãozinho está, efetivamente, sofrendo de ansiedade de separação? Se um ou mais dos comportamentos a seguir discriminados se mostrar presente, certamente serão necessárias providências para tratamento deste distúrbio comportamental tão comum (infelizmente), hoje em dia:
    – o cão começa a, nitidamente, ficar nervoso ao constatar os sinais de que a família irá se ausentar (troca de roupa, pegar bolsa, chaves do carro etc.);
    – o cão late, uiva ou chora insistentemente quando está sozinho (em geral, a família toma conhecimento do fato por reclamações/comentários dos vizinhos);
    – o cão adota comportamentos destrutivos quando sozinho, como arranhar portas e batentes, destruir objetos da casa como controles remotos, almofadas;
    – o cão saliva excessivamente, podendo ser encontrada uma verdadeira poça em casa quando a família retorna;
    – o cão fica apático, não come, não bebe água nem faz as necessidades, só tendo ânimo para estas atividades quando do retorno do dono;
    – o cão se auto-mutila como, por exemplo, lambendo as patinhas até se formarem feridas.

    Como evitar a ansiedade de separação, cuidados desde filhote.

    Por Franciele Lima, do site Cão Obediente

    Agora que já você já sabe quais as causas e os sintomas da ansiedade de separação, você precisa saber como ensinar o filhote a ficar sozinho em casa tranquilamente.
    Assim que o filhote chegar no novo lar o ideal é estabelecer um local em que ele possa passar algumas horas do dia, como um cercadinho, ou separar um cômodo da casa só para ele. Tem que ser um local confortável, com sua caminha, alguns brinquedos, água e o jornal para as necessidades do outro lado (longe do resto). Nunca use esse local como castigo e sim para que o filhote possa descansar e ficar em segurança sempre que você sair.
    Antes de colocar o filhote no local estabelecido brinque com ele, jogue bolinha etc. Se ele estiver cansado, logo irá dormir após sua saída.  É importante ignorar o filhote se ele estiver fazendo bagunça, latindo ou “chorando”  para que esses comportamentos não sejam recompensados, espere até ele ficar quieto e elogie pelo comportamento (de estar quieto).
    Ao sair de casa procure não estimular a ansiedade do filhote, saia tranquilamente. Quando chegar em casa não faça muita festa, provavelmente o filhote  estará ansioso com sua chegada, espere alguns minutos até que ele se acalme para lhe dar atenção.
    Ao entrar em cômodos da casa, feche a porta ao passar, não deixando que o filhote te siga pela casa o tempo todo. Estimule sua independência: deixe alguns brinquedos interessantes para que ele brinque sozinho.
    Você precisará  de paciência para ensinar o filhote a ficar sozinho tranquilamente, mantenha a calma e seja consistente no treinamento.

    Como tratar 

    Por Emmanuelle Moraes, do blog Educadora Canina

    Abaixo ficam algumas dicas de como trabalhar o seu cão para que aprenda a ficar só e diminuir a ansiedade.
    Ensinando o cão a ser mais independente
    É muito importante que o seu cão aprenda a ser mais independente de você. Este é um ponto crucial do tratamento da síndrome de ansiedade por separação.
    Para tanto, inicie as seguinte medidas:
    • Não dê atenção para o animal quando ele pedir e sim quando você iniciar a interação. E, antes disso, peça sempre ao cão que execute algum exercício (sentar, dar a pata, deitar etc.) para só então começar a interagir.
    • Defina horários para a refeição do cão e ajuste de maneira que coincidam com a hora da sua partida, desta forma ele terá algo para se entreter neste momento e, provavelmente, de “barriga cheia” tenderá a dormir. Aproveite para colocar a comida em “brinquedos dispensadores de alimento”, tais como o Kong, ou para fazer “esconderijos” para a comida e/ou “caminhos” que indiquem onde fica o restante do pote.
    • Acostume o seu cão a ficar sozinho mesmo quando você estiver em casa. É importante que você comece este exercício de forma bem “fraca” e aumente o tempo de forma gradual, conforme ele apresente resultados positivos no tempo anterior. Se você evoluir antes da hora (e exagerar no tempo) tenderá a por tudo a perder. Comece fechando as portas da casa quando passar por elas, de maneira que o peludo não possa entrar junto de você, por exemplo: se vai ao banheiro, cozinha e quarto, passe e feche a porta sem que o animal entre junto no cômodo. Com a porta fechada, conte até 5 e saia do recinto. Comece a fazer isso em toda oportunidade que encontrar pela casa. Não fale com o animal ao entrar, nem após sair, apenas continue a sua rotina. Com o tempo, vá aumentando o tempo em que permanece dentro do cômodo isolado do cão, por exemplo: 5 segundos, 10 segundos, 20 segundos, 1 minuto…
    • Ensinando a ficar calmo quando sozinho. Quando obtiver evolução considerável no exercício anterior, inicie o seguinte exercício:
    • Quando estiver em casa, coloque o cão em outro cômodo da casa ou na caixa de transporte e ofereça um delicioso Kong recheado. Deixe que ele permaneça lá com o brinquedo e aguarde por 5 a 10 minutos e então libere o cão de maneira que, se ele desejar, possa sair de lá. Isso requer ter timming para que o cão seja liberado antes de começar a latir ou arranhar a porta.
    • Não fale com o seu cão quando for sair de casa ou quando for chegar. Não lhe dê “tchau!”, muito menos “oi!” quando tiver que sair ou chegar. Falar com o cão, dar-lhe carinho, responder a um “choramingo” só faz com que o seu animal fique ainda mais ansioso. Este é um ponto onde há grande resistência por parte dos tutores, que consideram que seguir tal orientação fará com que o animal se sinta menos “amado” ou então, deixado de lado. Seguir a orientação acima não fará com que o seu cão sinta-se rejeito, mas fará com que diminua a sua ansiedade, e consequentemente, com que sofra menos com esse problema.
    • Seu cão (mesmo você acreditando que sim) não entende o conteúdo da sua explicação como um humano (“Mamãe vai sair e já volta, tá?”), mas percebe claramente que algo que ele não gosta (você sair de casa/ficar sozinho) está por acontecer e, desta forma, a ansiedade (objeto maior do problema comportamental em tela) só tende a aumentar. O mesmo acontece quando o tutor chega em casa e faz festas com o cão, que já se encontra em estado de “euforia” e que termina sendo recompensado.
    • Crie uma associação positiva com a sua saída. Quando for sair de casa ofereça um Kong recheado ou um osso recreacional para o seu cão, criando uma associação positiva com a sua saída. De preferência use algo específico para esse momento que não será usado em nenhuma outra ocasião do dia. Pode ser um recheio especial para o Kong que só será usado na hora da saída do tutor, por exemplo, ou um brinquedo/osso que é recolhido depois de sua chegada. Independente de o animal ter comido todo o recheio, quando chegar em casa você deverá retirar a recompensa e guardar para só ser usada durante sua ausência.
    • Quebrando a rotina das saídas. Todos possuímos certos “rituais” antes de sair de casa que, embora nem estejamos conscientes deles, os cães os conhecem perfeitamente. Por exemplo, antes de sair tomamos banho, escovamos os dentes, passamos perfume, acendemos algumas luzes, trocamos a água do cão etc. Sendo assim, identifique tais hábitos que executa antes da partida e desmembre-os completamente. Passe o perfume e ligue a TV. Pegue as chaves e vá comer algo. Segure a bolsa e deite na cama. Vista a roupa e vá fazer o café. A intenção é confundir o cão quanto ao exato momento da saída e fazer também com que ele diminua a ansiedade ao ver que, mesmo tendo pego as chaves, o tutor não saiu mas sim, foi ver TV, lavar roupa etc.
    Outras medidas a serem consideradas:
    1. Atividade física diária: indicado também antes da saída dos tutores
    2. Deixar o cão em um Day Care (creche canina)
    3. Enriquecimento ambiental
    4. Não brigar com o cão pelas coisas que tenha destruído ou pela sujeira que tenha feito durante a ausência.

    A importância de atividades e enriquecimento ambiental

    Por Sara Favinha, da equipe Tudo de Cão 
    Uma ferramenta muito útil para auxiliar na melhora do quadro de ansiedade de separação é o Enriquecimento Ambiental, que é a criação de um ambiente mais complexo e interativo, promovendo desafios e novidades, oferecendo oportunidade de escolha ao cãozinho. Os animais na natureza estão constantemente em busca de alimento, água, território, disputas pelo parceiro sexual, abrigo, evitando predadores etc. e devemos lembrar que nossos cães também possuem necessidades de gasto energético, mental e físico. O acúmulo de energia e a falta de desafios no dia-a-dia levam os cães ao desequilíbrio.
    Como fazer Enriquecimento Ambiental para meu cãozinho?
    Existem muitos brinquedos hoje feitos especialmente para isso, por exemplo a linha de brinquedos da Kong, o Buster Cube, Kong Wobler, a Dog Pyramid e diversos quebra-cabeças, como Dog Tornado e a linha de brinquedos PetGames.
    Você também pode oferecer a comida de uma forma mais interessante, como por exemplo dentro de uma toalha dobrada várias vezes, escondida pela casa, espalhada na grama, dentro de uma garrafa pet com furos etc.
    Ossinhos também são super recomendados para aliviar o estresse do seu bichinho quando você não está em casa, como por exemplo o vergalho, orelha desidratada e ossos de nylon, como o nylabone, que os cães costumam adorar!
    Ofereça todos estes itens e opções de alimentação para o cão na sua presença e veja quais ele prefere. É importante estarmos atentos a um fato importante: em pouco tempo os estímulos desaparecem, tornando o ambiente monótono novamente, ou seja, o animal se habitua aos brinquedos e objetos. É necessário que se tenha muita criatividade e que se faça uma rotação de todos os itens utilizados para promover o enriquecimento, com um ou dois itens por dia.
    Os passeios são essenciais para a saúde mental do seu cão
    Apesar de sabermos que o passeio não consiste em um enriquecimento ambiental propriamente dito, ele é extremamente importante para a melhora da qualidade de vida dos cães, tão importante que se as pessoas tivessem noção de como um passeio diário devolve o equilíbrio ao cão, alguns tutores seriam capazes de passar o dia na rua com seu cachorro! Faça a experiência: programe a semana para passear pelo menos meia hora por dia (alguns animais requerem mais do que isso). Analise o comportamento do seu cão depois do passeio pelo resto do dia e no final da semana.
    Quando decidimos adotar ou comprar um cãozinho, os passeios vieram no pacote.  Eles ajudam muito na melhora da ansiedade de separação, principalmente quando são feitos antes do tutor sair de casa. O cão ficará mais relaxado e tranquilo depois de um passeio e poderá ficar bem menos ansioso quando estiver sozinho.
    Outro animalzinho para fazer companhia para seu cão pode ser uma opção interessante, desde que seu bichinho seja sociável e aceite bem a presença de outro.
    O treinamento (adestramento) ainda não é considerado, oficialmente, um Enriquecimento Ambiental, mas vale a pena citá-lo como uma forma de estreitar os laços entre dono e cão e de quebra ensina-se uma série de bons comportamentos que farão com que o animal possa aproveitar melhor a companhia do dono e das visitas. A grande diferença é a melhora na comunicação, que faz toda a diferença para que a relação seja a mais harmoniosa possível. Depois de uma sessão de treino o cãozinho fica cansado mentalmente e pode dormir por horas. É como quando vamos a um curso ou palestra e ficamos cansados mentalmente, mas muitas vezes nem levantamos da cadeira!
    Para saber mais sobre Enriquecimento Ambiental, acesse os artigos:

    Ideia de “brinquedo-petisco”:

    Categoria: Adestramento, Ansiedade por separação, Caixa de Transporte, Crate, Emmanuelle Moraes
    Atenção!
    Plágio é crime federal previsto na Lei 9.610/98.
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    151 Comentários:

    1. Talita disse:

      20 de março de 2014 às 21:43

      Olá, tenho 02 cachorros, um york com 5 anos e uma lhasa que adotei com 3 anos. Decidimos por mais um cão, dessa vez um filhote de Golden. Ele chegou em nossa casa a 2 dias, e a Lhasa depois da chegada dele, não aceita ele, e não para de salivar, que chega a formar poças. Ela sempre educada, comecou a fazer xixi nos lugares que não deve, inclusive quando estamos sentados, embaixo dos nossos pés. O cheiro que estão exalando, tb mudou muito, se tornou muito mais forte, o que está nos incomodando. Me ajudem, como posso proceder para a aceitação ser mais fácil? obrigada T

    2. Grazielle disse:

      20 de fevereiro de 2014 às 18:00

      Ola. Tenho um cachorro vira-lata de 1 ano. Desde o começo percebemos que ele sofre de ansiedade, tentamos o uso do floral, mas nāo resolveu. Castramos e tb nāo houve alteraçāo. No começo ele drstruia sapatos, bolsas e o que deixassr no caminho, entāo passamos a guardar tudo antes se sair. Mas recentemente ele comeu o controle remoto e roeo todo braço do sofá. Eu estou grávida e logo mudaremos de casa e alguma coisa do bebe certamente acabara espalhada pela casa. Nāo queremos nossa casa destruida, além disso, ele solta uma quantidade absurda de pelos! Estamos pensando em doá-lo para alguem com quintal e talvez criança,mas esse pensamento me deixa triste. Alguma dica?

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        21 de fevereiro de 2014 às 13:01

        Grazielle, não acho que ele seja só ansioso. Ele precisa GASTAR esta energia. Ele passeia, faz bastante exercício? Vcs vão mudar para uma casa com quintal?
        Se você der a ele alternativas, com certeza não destruirá nada. Além disso, é um animal muito novo ainda, com o tempo acalmará.

        Sobre o pelo, que tal tosá-lo todo mês, mesmo que tenha pelo curto? Isso ajuda muito. Alimentação natural também: http://www.cachorroverde.com.br
        A Farmina lançou uma ração sem grãos, é cara, mas também ajudará nesta questão dos pelos.

        Este texto e o outro indicado nele poderão ajudar:
        http://www.maedecachorro.com.br/2011/07/a-familia-vai-aumentar-e-um-bebe-vai-chegar-aprenda-como-acostumar-caes-a-filhotes-de-humanos-o.html

        Por favor, não desista do seu cão. São apenas ajustes que precisam ser feitos. Se a casa nova tiver quintal cercado, por que não deixá-lo solto e sem acesso à casa? Melhor do que ser doado! Providenciem exercício e brinquedos e ele acalmará.

    3. Felipe disse:

      19 de fevereiro de 2014 às 17:09

      Boa tarde,

      Adotei um cãozinho SRD o Kiko a 6 meses, ele tem aproximadamente 5 anos. Ele apresenta muitos dos sintomas citados neste texto. Alguns conseguimos reverter como o choro diário quando saímos de casa. Mas uma das causas dos maiores transtornos com os visinhos é o barulho que ele faz quando chegamos em casa. É choro muito alto que não cessa enquanto não abrimos a porta. Qual seria a orientação para conseguirmos sanar este sintoma?

      Obrigado

    4. Luciana Klepa disse:

      6 de fevereiro de 2014 às 22:41

      Olá. Li todo o texto e os comentários. Eu tinha dois cães de 7 anos, o Luke lhasa e a Nina vira-lata, viviam juntos desde filhotes. Em dezembro a Nina faleceu de câncer linfático. Desde então o lhasa não suporta mais ficar sozinho, uiva o dia inteiro qdo vou trabalhar. Já gravei, ele começa a chorar em 6 minutos sozinho, ignora kong, osso, brinquedos. Não sei mais o q fazer, estou dando florais há uma semana e levando pra passear qdo chego. Também não deixo mais comida a vontade. Parece nada adianfar. Estou sofrendo por ele. O que fazer a mais? Obrigada!

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        12 de fevereiro de 2014 às 15:06

        Luciana, sinto muito pela Nina. Por favor, procure a http://www.educadoracanina.com.br , pois não sou adestradora, ok? Ela dá consulta por Skype e com certeza poderá te ajudar. Não pensas em adotar um novo amor para o Luke? Tadinho, de repente é o que funcionará 🙂

    5. Julia disse:

      20 de janeiro de 2014 às 21:11

      Olá Ana Carolina, tudo bem?
      Gostaria de uma ajuda!
      Tenho uma bulldog de 1 ano e 2 meses que fica completamente apavorada quando a gente sai de casa. O desespero é tanto que ela aprendeu a abrir a porta da área para não ficar lá dentro. Ela baba toda a porta, pula tanto que quando chegamos em casa ela é mijo e baba pelo corpo todo. Tentamos deixar ela solta na casa, mas ela berra tanto que ecoa pelo corredor do prédio! Já na área ela só pula na porta para tentar abrir, mas não chora.
      Quando saímos com ela, vamos para um parque, fazenda ou coisa assim, quando ela sai de perto e a gente não acha ela é só gritar – Tchau Lotti, já volto!!!! – que ela aparece em dois segundos! Por isso nunca mais falamos isso ao sair!

      Já tentamos dar biscoitos só quando saímos e ela pega o biscoito e deixa de lado na caminha dela, já tentamos brinquedos… e nada! Ela fica totalmente surda, não obedece em nada!!! :O

      Já não sabemos mais o que fazer!
      O que posso fazer para ajuda-la?

      Abraço
      Julia

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        22 de janeiro de 2014 às 23:46

        Julia, há várias dicas no texto e nos comentários. É todo um adestramento pra mudar este comportamento. Homeopatia seria bom, florais também. Mas vai depender de VOCÊS mudarem essa noia dela… Tenta consultoria pelo Skype com a http://www.educadoracanina.com.br É uma grana muito bem empregada. Acho que o Fator Estresse da http://www.arenales.com.br/loja/ também ajuda neste caso. Abraço e boa sorte.

    6. Fabíola disse:

      17 de janeiro de 2014 às 23:06

      Comprei um maltês há cerca de 10 dias. O Luke tem dois meses e hoje precisamos deixá-lo sozinho por mais tempo, cerca de 06 horas. Até então tínhamos nos separado por pouco tempo dele, no máximo uma hora. Apesar de deixarmos comida e água fresca, ele não se alimentou e, quando meu filho chegou em casa, o bichinho estava debaixo da cama. Ele sempre se mostrou muito brincalhão, assim como qualquer filhote, mas agora está quietinho, não interage e só quer ficar deitadinho. Estou me sentindo muito culpada!! O que faço??

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        22 de janeiro de 2014 às 22:37

        Oi Fabíola,
        leia o texto, os comentários e eduque o Luke para ser independente e ficar bem sozinho. 😉

    7. Daniel disse:

      17 de janeiro de 2014 às 04:11

      Tenho uma border faz 5 anos, desde filhote.
      Após chegada do nosso filho (4 meses) agora, não conseguimos mais dar atenção pra ela, alem disto o meu espaço é pequeno, o que não deve ser tanto problema pela adaptação. Estamos quase doando ela neste domingo para uma nova familia. Sera que ela pode sofrer com a separação? Estamos ansiosos pois entendemos que nesta nova casa (chácara) terá muito espaço para ser feliz. Mas não sei o que pesa mais… Espaço e mais atenção dos novo donos ou a convivência conosco que é bem apegada e carinhosa. Não queremos que ela sofra. Neste lugar ate consigo visitar ela, mas a cada 45-60 dias. Sera que ela nos “esquecerá” fácil e se adaptara a mudança?

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        17 de janeiro de 2014 às 11:42

        Daniel,
        com certeza ela não esquecerá vocês. EU não me separaria de um cão MEU pq um filho nasceu, mas talvez me separasse se ele tivesse condições melhores em outro lugar. A questão é, a raça PRECISA de espaço, exercício etc., então pelo que vc fala, o novo lugar parece melhor em termos físicos. NÃO A DOE SEM CASTRAR, por favor. Agora, se ela for uma border ATÍPICA, que fica bem quieta e em espaço pequeno… por que não ficar e esperar que a vida de vocês mude e ela tenha melhores condições físicas com vocês no futuro? Sobre sofrer, isto com certeza acontecerá também… Muito cuidado também com fugas, ela pode fugir pra tentar voltar pra vocês.

    8. karla disse:

      6 de janeiro de 2014 às 21:24

      Boa noite!
      Nossa cachorra Gioconda (mastin napolitano) de 11 anos tem sindrome da separação. Na verdade a 3 anos atrás ela teve..e apos varios florais.., mudança de casa, castração….a Gioconda só veio a ficar bem sozinha depois que deixamos ela morar dentro de casa.
      Todo final de ano…ficamos em casa por causa dela…e no dia 31 damos acepram…ja que ela tem horror a fogos e rojões.
      Neste ano fizemos o mesmo procedimento…, e passamos por mais um revellon.
      Infelizmente os fogos ja acabaram e acredito que o panico dela de ficar sozinha em casa voltou.
      Nos ultimos dias ela destruiu nosso colchao, sofá etc….e não quero dar acepram todos os dias para deixa-la calma.

      Somo apenas nos 3, eu meu marido e a Gioconda.
      Moramos numa chácara mas a Gika não aproveita do espaço…..

      Sabe o que posso fazer ?
      Que remédio/ansiolitico podemos dar?
      O que podemos fazer?

      Obrigada

    9. Vanessa disse:

      23 de dezembro de 2013 às 15:02

      Olá! eu tenho um Shitzu de 8 meses. Ele sempre ficou muito calmo quando saímos de casa pra trabalhar. Porém, essa semana ele começou a apresentar uma alteração significativa no comportamento. Destruiu a porta, late muito e está fazendo xixi e cocô no local errado (que só acontece qnd ele está sozinho). Quando chego em casa ele está com a cabeça e patas dianteiras bem molhadas e próximo à porta acho uma poça de um líquido gosmento, que acredito ser saliva. Descobri que quando não estamos em casa a filha da minha vizinha fica na porta chamando pelo nome dele. Além disso, eu e o meu marido estamos de férias esse mês, não sei se a nossa presença em casa por um tempo maior pode influenciar no comportamento. Por favor me ajude, não sei nem por onde começar.

    10. silvana disse:

      18 de dezembro de 2013 às 09:09

      meu poodle tem 7 meses e sempre acostumamos ele a ficar dentro de casa,mais como agora tenho que trabalhar o dia todo, decidi deixa-lo no quintal por pensar que assim ele se distrairia com o movimento da rua enfim estou realmente em duvida sobre qual seria o melhor lugar para deixa-lo,ele esta triste e não come direito quando não estou em casa .por favor se poder me ajudar amo muito meu bichano e não quero que ele fique doente

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        25 de dezembro de 2013 às 18:43

        Silvana, procure tratar a ansiedade dele, pois não importa onde ele ficar, dentro ou fora, se você não tratar isso, ele ficará assim cabisbaixo. Não tem chance de você adotar um amigo pra ele, uma fêmea mais velha, já castrada? Assim ele teria companhia e ficaria mais feliz 😉

        Acho que o Fator Estresse Pet® – Laboratório Arenales pode ajudar: http://www.arenales.com.br/loja/

    11. Mariana disse:

      16 de dezembro de 2013 às 22:09

      Olá! comprei uma filhotinha de bulldog frances e estou com ela há dois dias, ela já esta aprendendo a fazer suas necessidades no tapete higienico, como recomendado estou tentando acustuma-la na area como seu cantinho, deixo a caminha dela lá, os brinquedos, ela já está até indo sozinha quando quer dormir na sua caminha, sei que é comum nos filhotes, mas quando eu saio e fecho a porta da area para ela ficar presa, ela chora faz até xixi! hoje tive que sair por meia hora, botei a comida deixei ela comendo e fechei a porta, quando cheguei ela tava chorando e uma vizinha me disse que ela chorou bastante, mais tarde ela estava la deitada na caminha dela ai fechei a porta, ela começou a chorar, contei dois minutos e deixei ela sair. por favor preciso de ajuda para saber quanto tempo essa choradeira vai durar e o que eu posso fazer para isso acabar!!

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        21 de dezembro de 2013 às 11:21

        Mariana,
        COMO ASSIM queres que ela fique morando num quadrado??????????????
        É LÓGICO que ela vai chorar. Imagina o tédio. Cães precisam de interação. Por que motivo ela não pode ficar solta na casa? Vc quer deixá-la presa só enqto aprende a usar o banheiro? Não entendi!

        • Mariana disse:

          23 de dezembro de 2013 às 14:55

          naoo, ela fica solta quando estou em casa, só quando eu saio de casa que a deixo presa na area!!

          • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

            25 de dezembro de 2013 às 20:10

            Ahhh, ufa! Então siga as dicas do post e vá acostumando-a aos poucos. Mas se você ficar longas horas fora de casa, ela NÃO pode ficar presa na área, Mariana. No máximo umas 2 ou 3 horas.

    12. Thatyane disse:

      14 de dezembro de 2013 às 12:16

      Oi Ana,
      Primeiramente, parabéns pelo artigo!! Vou usar TODAS as suas dicas.
      Finalmente, por todos os relatos que li e pelas causas que são apontadas pude descobrir o que meu cachorro tem.
      A minha história é exatamente igual a da Camila (um dos primeiros comentários). Resumindo: meu cachorro viveu com a minha mãe mt tempo, que o acostumou mal, e agora que ele mudou para o meu apt, estamos tendo algumas dificuldades. A principal delas é o “ficar sozinho”. Ele arranha a porta qd vou trabalhar, incomoda os vizinhos, e a noite, quer pq quer dormir no quarto comigo, e como eu não deixo, ele chora muito.
      Vi que você indicou uma amiga para dar consultoria e achei o máximo!!! Quero muito conseguir falar com a Emmanuelle e saber se ela consegue me ajudar, pq o meu cachorro já não é um filhote, e pelo que dizem é mais difícil ensinar as coisas.
      Queremos (eu e o Nick) uma vida saudável e feliz!!

    13. Maria Teresa Secco disse:

      9 de dezembro de 2013 às 10:49

      Minha cachorra tem 3 anos,durante o dia ela fica dentro de casa,porque moramos somente eu e minha mãe,mas a noite ela dorme para fora. Há uma semana mais ou menos ela começou a chorar e arranhar as portas desesperadamente para entrar. Não sei o que fazer, porque não quero ela dentro de casa a noite.O que fazer ?

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        10 de dezembro de 2013 às 17:44

        Oi Maria, mas me diz uma coisa: durante o dia vocês ficam em casa com ela ou ela fica sozinha? Foi assim nestes 3 anos e agora ela começou a mudar? Sugiro que, para não confundir a cabeça dela, ela fique só na rua ou só dentro de casa. Não entendi o motivo dela circular livre dentro de casa durante o dia e ter que ficar sozinha na rua de noite.

        • Maria Teresa Secco disse:

          12 de dezembro de 2013 às 14:44

          Nestes 3 anos ela circula pela casa durante o dia e quando anoitece ela ia para sua caminha na varanda de fora.De um dia para outro ela começou a raspar nas portas para entrar.Agora estou deixando ela dentro de casa até a hora em que vou dormir e ai solto,mas ela fica um tempo raspando portas,depois cansa e vai dormir. Pelo que eu entendi ela não poderia ficar dentro de casa durante o dia.Será que um adestrador me ajudaria a acostuma-la fora de casa?

    14. Jorge disse:

      6 de outubro de 2013 às 00:26

      Olá,
      Parabéns pelo blog. Muito útil e com informações muito importantes.
      Tenho uma fox paulistinha de 3 anos e uma schnauzer de 1 ano. Minha fox sempre foi territorialista e agressiva com outros cachorros, independente do ambiente onde se encontrava. De uns meses pra cá os vizinhos começaram a reclamar de muito latido em minha casa. Instalei uma câmera na sala onde elas ficam e descobri que minha fox fica uivando durante muito tempo depois que saímos de casa, intercalando com longos períodos dormindo. Creio que ela tenha ansiedade de separação. Tentarei alguns exercícios que foram propostos aqui e também a passar mais tempo passeando com ela. Espero que amenize o problema.
      Obrigado pelas dicas!!!

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        6 de outubro de 2013 às 15:43

        Que legal teres instalado a câmara, Jorge! Faça isto, sim! Trate a ansiedade por separação dela e as coisas melhorarão. Depois volte para nos contar! Ótima sorte! Caso queiras ajuda específica, a http://www.educadoracanina.com.br oferece consultoria por Skype.

    15. kelly disse:

      30 de setembro de 2013 às 16:15

      Boa tarde,comprei um filhote de fox paulistinha a 4 dias,ele tem 1 mes e dez dias.Ele só chora e nao quer comer e deixei a ração umida e nada e tambem não quer beber agua,só dormi e normal?

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        30 de setembro de 2013 às 17:25

        Kelly,

        Você levou este filhote ao veterinário depois da compra? A pessoa que te vendeu fez contrato? Ele já começou a ser vacinado, a ser vermifugado? Este filhote precisa de veterinário urgente, não de dicas pela internet, ok?

    16. Silmara disse:

      24 de setembro de 2013 às 23:45

      Tenho um York shire de 6 anos, um amor, obediente brincalhão,tudo de bom, porém não fica sozinho de jeito nenhum, fica deprimido só de ver a gente se trocar para sair,se esconde e fica tenso e o seu coração dispara, moro em apartamento ele já destruiu duas portas e hoje prendo ele na cozinha, ele se baba todo, arranha a porta e faz um tremenda bagunça e barulho latindo, já dei florais, petiscos anestésicos e nada absolutamente nada resolve, não sei mais o que fazer, pois meus vizinhos estão reclamando. SOCORRO ME AJUDEM!!!!!

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        25 de setembro de 2013 às 08:24

        Silmara, tem TUDO que vc precisa no texto e nos comentários. VCS precisam mudar isso nele.

    17. Sandreia Lopes disse:

      14 de setembro de 2013 às 11:57

      Olá,
      Parabéns pelo site.
      Gostaria de algum auxilio em relação a minha cachorrinha Dalila.
      Eu adotei Dalila com uns 5 meses, hoje ele tem 7 anos. Moro em um apartamento e a rotina da dela sempre foi muito sossegada, uma cachorrinha normal até semana passada, vou fazer uma viagem de 13 dias, eu a deixei em uma casa com quintal grande e outros 4 cachorros. No dia ela pareceu estar feliz com o quintal grande, ficou explorando todos os cantos, fui embora tranquila. No dia seguinte quando fui buscá-la ela também estava normal.
      No dia seguinte, percebi que o comportamento dela estava diferente, rodando em circulos, olhando para o nada, muito triste, parou de comer, começou a fazer xixi em casa (coisa que não fazia), parace que desaprendeu tudo que sabia, parece que não reconhece mais o local onde mora. Quando levo na rua ela fica olhando para trás, como se estivesse esperando alguém.
      Eu acho que ela está com medo que eu a leve novamente para a casa, acho que ela se sentiu abandonada por eu a ter deixado em um casa estranha, com pessoas estranhas e principalmente com outros cachorros.

      O que posso fazer?

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        17 de setembro de 2013 às 08:35

        Hum… algum trauma parece ter acontecido realmente. Será que não tem como ela ficar numa casa mais parecida com a tua, onde seja filha única e fique quietinha?
        Quanto mais ela frequentar o lugar onde ficará quando vc viajar, mais acostumada estará com ele e segura de q vc volta pra buscá-la. Mas parece que ela está com medo. Eu faria uma consultoria com a Emmanuelle, viu? Ela atende por Skype: http://www.educadoracanina.com.br

        Ou veria a possibilidade dela ficar em casa, com alguém cuidando dela. Por pior que seja ficar sozinha, ao menos ela estará no ambiente dela e serão só poucos dias.

    18. claudineia disse:

      10 de setembro de 2013 às 16:00

      Olá gostaria de uma ajudinha dia 08.09.13 achei em uma avenida super movimentada um york todo machucado,levei-o para o veterinário ele me passou que ele tinha sido atropelado tratei dele dei os remédios tudo nôs seus devidos horários hoje ele tá bem melhor eu acho que ele fugiu porque veio com a fivela da guia,dei o nome dele de jhonny nunca tive cachorro ele e o primeiro Só que preciso trabalhar e percebi que ele era bem cuidado pelo seu dono,percebi também que ele dorme muito cedo 18.00hs quando dá + ou- 00.00hs ele quer brincar.Um amor de cachorro mais quando chega esse horário da madrugada ele começa a se coçar e morder as esponjinhas da pata e chamar a atenção o que devo fazer ele tem que se adaptar aos meus horários e somente quando eu saio ele faz um belo de um escândalo,detalhe ele não brinca até agora não indetifiquei nenhum brinquedo para ele.A veterinária me disse que ele e um york de +ou- 2 anos Já tenho um grande amor por ele moro em casa mais não posso solta-lo porque no quintal que eu moro existe outros cachorros.Por favor me passe algumas dicas para com que eu me adapte a ele obrigado aguardo uma resposta pelo meu email obrigado claudineia

    19. Giselle disse:

      8 de setembro de 2013 às 18:53

      Ei Ana,
      agradeço muito sua atenção…
      vamos nos trabalhar para podermos ajudar nossa Dudinha!
      um abraço e parabéns pelo trabalho

    20. Débora D’Elia disse:

      6 de setembro de 2013 às 21:22

      Nós adotamos um beagle, deve ter mais ou menos 8 anos, já faz 8 meses, mas está difícil, não fica só, destrói tdo,pra chamar atenção. Já dei até floral, não adiantou, já tentei tdo, os vizinhos reclamam do barulho, vivemos em função do cachorro, moramos em apto, o que posso fazer pra melhorar, pelo menos pra trabalhar em paz.Obrigada.

    21. Emilene Lopes Galdino disse:

      4 de setembro de 2013 às 15:17

      Olá gostei mto do seu site e resolvi perguntar! Há 10 dias tenho uma filhote de Daschund em casa, e inicialmente havia deixado a mesma dormir no banheiro! Ela chorou muito, e assim vendo dicas em sites como este, colokei a caminha dela ao lado da minha, no quarto – o que melhorou muito este problema! Acontece que agora, uma vez por noite, ela acorda chorando e só pára se eu fizer carinho nela… assim ela volta a dormir… depois so acorda pedindo para ir ao quintal (fazer as necessidades). Ela tem 2 meses… É viável algum tipo de bronca nesta fase, para estes choros noturnos?

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        4 de setembro de 2013 às 22:21

        Oi Emilene,
        nessa fase, não há problema. Ela é muito bebê e não será o fato de dormir no quarto ou mesmo na cama que a fará dependente de você. O que não pode é dormir sempre, é viver grudada, é você encher de beijos, carinhos ou dar colo quando ela demonstrar comportamento “grudento” ou ansioso. Poxa, veja que espertinha, tão pequena e já pede pra ir ao banheiro. No começo é assim mesmo, quando for ficando mais velha, não acordará mais chorando e não pedirá pra ir ao banheiro de madrugada. Não dê bronca, estique o braço pra fora da cama, faça carinho e deixe que ela durma em paz e segura. 😉

    22. Giselle disse:

      31 de agosto de 2013 às 08:49

      Olá,
      gostei muito do texto e acredito que posso encontrar ajuda para minha “filhota”
      Duda é uma lhasa apso de 13 anos. Esta comigo desde muito novinha (3 meses). MOrava em Minas, com a minha mãe e quando casei mudei para o Rio, mas ela tbm se mudou conosco. Ela sempre ficou muito só, pois sempre trabalhei o dia todo. Porém, de uns 3 meses para cá ela passou a lamber desesperadamente 1 das patas e coçar as orelhas… Tentei de tudo, até própolis local. Mas agora, piorou, ela esta lambendo as outras patas tbm… e causando feridas. Tenho tratado para não evoluir, mas não sei mais o que fazer. E as lambeduras acontecem até qdo estamos em casa. Precisamos mantê-la sempre por perto, se ela sumir com certeza esta se lambendo.
      Estamos tds sofrendo com isso: ela, eu e meu marido!
      O que posso fazer para acabar com esse sofrimento dela?
      Muito obrigada e parabéns pelo trabalho no blog… é especial!

    23. Katia Pires Leon disse:

      21 de agosto de 2013 às 23:30

      Olá!

      Gostei muito das sugestões, algumas já adoto, como não fazer alarde pra sair e nem chegar, mas é difícil chegar do trabalho após 12 horas fora e encontrar a casa toda revirada, até a cortina da sala já encontrei jogada no chão junto do xixi e coco (quando estou em casa são feitos no lugar certinho), já não tenho nenhum objeto de decoração na minha sala, pois alguns foram destruídos e os outros guardei para não acontecer o pior uma vez que meu telefone cada dia está jogando em um canto. O que faço pra melhorar este comportamento da minha querida Molly (SRD) que adotei tem aproximadamente 3 meses. Inclusive ao adotar comentei no abrigo que eu ficava muito tempo fora de casa e me garantiram que era preferível que ficasse em um lar do que no canil. Por favor, quero conviver com a minha amiga de 4 patas em harmonia com a minha casa arrumada. Nos ajude!

      Ah, ela está tomando floral tem um mês e meio e é um doce pra tomar remédio…falo que ela vai se cuidar e ela aceita numa boa sem esforço nenhum da minha parte.

      Obrigada!

    24. Glorimar Leal disse:

      21 de agosto de 2013 às 14:06

      Olá, enfim encontrei um site que eu possa externa meus problemas e assim encontrar soluções. Tenho 01 pinsher femea. Ganhei qdo ela tinha 5 meses. Há uma mês e alguns dias está convivendo comigo. Ela está começando a chorar antes das três da madrugada, arranha a porta (que é de vidro). Como moro em um apartamento, acredito que isso seja um encomodo para os meus vizinhos. Tento ignorar e chego a brigar com ela. Até que ela me convence a ficar acordada.

      A minha rotina de todos os dias: Acordo as 04:20. Alimento o pinsher as 05:00 saiu as 05:20.

      O que estou fazendo de errado????

      Na parte onde ela dorme fica na varada (fechada). Tem água limpa, cama e alguns briquedos. Qdo saiu não me desperso. Qdo chego demoro a dar carinho. Li o texto acima. E percebi que não dei limites a ela. Onde estou ela está também (qqr comodo da casa), será que essa dependência???

      Por favor, me ajude.

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        22 de agosto de 2013 às 08:59

        Oi Glorimar,

        sua cadela mora na varanda? Ela fica ali o tempo inteiro ou só de noite? Por ela não tem acesso livre à casa? Cães precisam de interação, de atenção, de companhia. Ela é um bebê, não vai ficar entretida só por que tem brinquedos à disposição. Brinquedo de verdade, pra cães, é outro amiguinho, é estar conosco, é passear.

        Só posso tentar te ajudar se você me der mais detalhes, mas já adianto que não entendo o motivo dela estar trancada sozinha de noite, isolada de você. Ainda mais um cão tão limpinho e pequeno. 🙁

        • Glorimar Leal disse:

          25 de setembro de 2013 às 16:37

          que bom que vc me respondeu. Estive estudando as necessidades dela, e percebi que minha varanda dá muito sol, então deixei ela (a vontade) pela casa. Exceto nos quartos, porque tenho asma e fui aconselhada pela médica manter cães e gatos longe desses aposentos.

          Percebi que ela melhorou muito. E qdo chora ou mesmo arranha a porta, faz pedindo para fazer algo, xixi por exemplo.

          Sei que tenho que interagir mais com ela, principalmente socializá-la em outros ambientes. Como ela foi adotada, as vacinas estavam atrasadas, estou tendo este cuidado antes de expor.

          Muito obrigada.

          • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

            26 de setembro de 2013 às 00:20

            Cuidado com excesso de vacinação. Se vc não tem certeza do q ela já tomou, dê uma V6 ou V8 e no mínimo 1 mês depois (de preferência 3 meses depois), a antirrábica.

    25. Ateliê Virtual disse:

      17 de julho de 2013 às 21:28

      Caso queira, dê uma olhada no meu link. Em resumo, muito bom o seu trabalho, criativíssimo!

    26. Michele disse:

      15 de julho de 2013 às 22:03

      Olá, tenho uma cocker hoje com 13 anos. Quando a ganhei ela uivava muito e por isso dei uma irmãzinha prá ela, se adaptaram muito bem (a irmãnzinha hoje tem 12 anos). Minha cocker sempre foi muito agarrada comigo mas de um tempo prá cá está demais, mesmo. Nos mudamos de um apartamento para uma casa há mais de 01 ano, uma casa enorme mas elas continuam com todos os hábitos de morar dentro de casa como sempre foi no apartamento (até por recomendação do meu veterinário). Há 6 meses párei de trabalhar e desde então minha cocker não me larga prá nada. Por mais que eu passeie, por mais que eu dê carinho ou até a ignore ela está sempre grudada de alguma forma. Tem horas que me sinto até sufocada, mas mantenho a calma sempre sem brigar afinal ela é uma anciã. Minha preocupação é todo esse grude e logo voltarei a trabalhar. O quê mais posso fazer? Ela toma um remédio chamado Condroivet para articulações será que é algum efeito do remédio? Já nem sei o quê pensar. te agradeço se puder me ajudar afinal tudo que não quero é que ela sofra sempre que me ausento.

    27. Maraisa disse:

      12 de julho de 2013 às 18:50

      Ahh muito obrigada….e agora ela já está fazendo xixi e coco normalmente no quintal….ufa…estou aliviada!!Mas estou indo visitar ela sempre…ela está no céu..rs dormindo dentro de casa!!

    28. Vanusa disse:

      12 de julho de 2013 às 11:30

      Olá. Tenho um cão adotado ha sete anos. Sempre moramos em casa com quintal grande, ele e um pastor alemao.Super acostumados a ficarem sozinhos qdo saio para trabalhar ou socialmente. Acontece que precisei me mudar para o apartamento de minha mae. Aqui é totalmente diferente para ele, passeio duias vezes ao dia, mas no geral, ele nao encontra o que fazer aqui, é meio caçador,ativo. Então ele passa alguma semana aqui comigo e outras com minha irma que mora em uma casa, junto com o pastor que ficou com ela e os outros caes que possui. noto que la ele fica melhor, mas tem saudades de mim, claro. Fico la com ele tbem. Mas no apartamento, ele me segue pra onde quer que eu vá e faz cara de tadinho para que eu fique sempre por perto e acabei por dó cedendo a isso, mas vejo que nao esta certo. Como posso corrigir isso? sei que o ideal era ter os dois comigo na nossa antiga casa, mas por enquanto isso nao é possível. É muito ruim ele ficar alguns dias aqui e outro lá? Qdo ele esta no apartamento deve nao dar tanta atenção e nao ficar tao grudada nele? Agradeço se puderes me ajudar

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        17 de julho de 2013 às 17:21

        Vanusa querida… Deixa os dois cães juntos e na casa, deixa… E visite-o sempre. É melhor pra ele do que passar saudade de você. 😉

    29. Maraisa disse:

      10 de julho de 2013 às 22:45

      Olá, queria pedir ajude de vcs!! Tirei uma cachorra da rua há 1 ano 1 e mês, ela veio grávida, teve 1 filhote, doei ele, castrei ela, vacinei, vermifuguei, ela seria adotada,mas começou a atacar todas as minhas fêmeas, só aceitou o macho( eleé muitooo bonzinho), mas desde o inicio disse que ela seria doada, mas nunca consegui um dono que não tivesse outro animal, pois, ela “odeia” outros cachorros, tentei com outros machos e ela atacou, não pode nem encontrá-los na rua, foi adestrada, não adiantou, ela ficava separada dos outros, só brincava as vezes com o macho, dai uma tia minha se apaixou por ela e pediu para adotá-la, com muitaaa dor no coração doei, e ela está em fase de adaptação, levei a casinha dela, pano, potes, brinquedos, eles deixam ela ficar dentro de casa, dormir no sofá…adoram ela, mas desde que chegou demorou muito pra fazer xixi, e fez só uma vez, faz 2 dias que ela está lá e ainda não fez coco, mas está se alimetando normalmente!!! vcs poderiam me ajudar..estou muito apreenssiva, será que ela está sofrendo?…por isso não faz coco?…Saudades, sei que ela tem como temos dela, mas lá la convive solta, fica com todos na casa, comigo ela sempre ficava presa….ai to muito preocupada…será que ela vai me perdoar em doa-la…vai se adaptar?…vai fazer coco e xixi normalmente!!!…Ah detalhe em casa era quintal de grama, na minha tia é td piso!…Muitoooo obrigada….aguardo ansiosamente a resposta

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        11 de julho de 2013 às 15:38

        Querida, COM CERTEZA é falta de grama, não saudade. Ela precisa aprender que pode fazer no piso. Só que isso é complicado, pq provavelmente tua tia vá querer que ela faça só numa parte do piso e não nele todo, então imagina a confusão na cabeça dela… Diz pra tua tia tentar fazer um quintalzinho gramado pra ela. Sinceramente? Esse é o tipo de “desistência” que faz bem ao animal 🙂

    30. Gisele disse:

      8 de julho de 2013 às 15:33

      OLA!! adotei uma cachorrinha de nove meses…ela chora muito quando saio de casa. Combinei com um vizinho que tem a chave do meu apto que toda vez que ela chorar, ele colocar ela de castigo na área de serviço nao sei se é a melhor alternativa mas achei que isso pode fazer essa associar algo negativo com o choro, do tipo “se eu chorar vou pro castigo”…. saio de manha depois de passear com ela bastante para ela cansar, deixo TV ligada e brinquedos a disposição mas ela sempre chora… voces podem me ajudar?

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        8 de julho de 2013 às 16:43

        Gisele, siga as dicas do texto, leia os outros comentários e, se for para o vizinho fazer algo, então peça pra ele ficar quietinho atrás da tua porta e para bater na porta sem falar NADA todas as vezes em que ela chorar, ok? Chorou, “levou bronca da porta”.

        • Gisele disse:

          10 de julho de 2013 às 12:07

          Ola gostei da dica da bronca da porta!! vou aplicar hoje mesmo, obrigada!

    31. Daniela disse:

      25 de junho de 2013 às 22:20

      Parabéns pelo blog. Sempre encontro infos bacanas aqui. Sou mãe de dois pugs e logo vou receber outro pug ( da minha mãe) que sofre de ansiedade de separação. Acreditamos que aconteceu alguma coisa no canil onde ele nasceu. Ele foi o último cachorro a ser vendido, ficava sozinha numa baia do canil. Ele já foi adestrado duas vezes, mas nada foi eficaz para o caso dele. Ele não pode ver uma porta fechada que alguma pessoa passou por ela. Não precisa ser a porta de saída e nem precisa conhecer a pessoa. É bastante complicado, ele inclusive já se machucou, jogando a pata numa dessas grades que colocamos na porta. Mesmo machucado e enfaixado, continuava com o mesmo comportamento. Sobre as recompensas de comida, não podemos usar porque ele é alérgico e só pode comer uma ração especial. O comportamento repetitivo é: extrema agressividade para impedir que vc saía, fica fora de controle, late, puxa sua calça, tenta morder seu pé, anda em círculos, se joga na porta após sua saída. Late um pouco depois e para. O mais crítico é o momento da saída, depois fica o tempo todo esperando quem saiu voltar. Se for a minha mãe, não saí de perto da porta até ela voltar. Se puder me indicar algumas dicas, agradeço. Minha mãe mora em Curitiba.

    32. Keli Teske Victorino disse:

      24 de junho de 2013 às 23:05

      Preciso de ajuda tinha 2 Golden Retriever e uma poodle, doei um Golden devido a falta de espaço. O outro que ficou está cabisbaixo, triste, não quer brincar e procura pelo outro por todos os lados. A poodle não está nem aí. O que posso fazer?

    33. REGIANI disse:

      19 de junho de 2013 às 14:06

      Ola !!!!

      Tenho uma cachorra que adotei de uma feira de caes, ela foi muito maltratada e morre de medo de pessoas, principalmente de homens.A unica pessoa que ela confia sou eu, quando estou em casa ela fica o tempo todo atras de mim chorando, e quando saimos ela fica o tempo todo uivando,só come se eu estiver em casa, estou com ela 2 semanas não sei se ela vai acostumar em casa, ela tem 1 ano.
      Gostaria de saber oq fazer vc acha que é melhor devolver para o abrigo? ou tem algum jeito?
      Grata Regiani

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        21 de junho de 2013 às 16:33

        PORRRRRRRRR FAVOR NÃO DESISTA DELA, Regiani! É normal essa reação. Faz como o texto diz e tenta, tenta, tenta. Não desiste dela, por favor. A minha Java também no começo só queria saber de mim, hoje é uma cadelinha super sociável. No que eu puder, te ajudo. Volte aqui sempre!

    34. SILVIA disse:

      7 de junho de 2013 às 16:54

      Tenho um caõ da raça Teckel. Ela chora sempre que houve a nossa voz, solta uns grunhidos. Qdo a gente sai e ao ouvir a nossa voz qdo chegamos em casa ele fica o tempo todo choramingando. Brinco c/ ele e qdo saio de perto passa um tempo e ele começa a choramingar de novo. Por quê isso?

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        10 de junho de 2013 às 10:53

        Silvia, a resposta é simples: ele quer ficar o tempo inteiro com vocês! Leia com atenção o texto e os comentários e faça o que está sendo indicado direitinho que vai passar.

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