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    Dúvida do leitor: Como separar uma briga de cães?

    Mãe de Cachorro - Ana Corina | 24 de fevereiro de 2011
    briga
    A leitora Cátia Lisboa enviou um e-mail relatando que em sua cidade (Bertioga, litoral de São Paulo) há muitos casos de abandono de cães de porte grande em temporadas de férias, o que termina aumentando também os casos de brigas entre cães de rua. Enviei seu relato e sua pergunta “Eu, particulamrnete, não faço idéia de como deveria trabalhar para soltar um ataque desses. Você conseguiria me ajudar, por favor?” à querida amiga Cássia, do blog CãoAmor. Sua resposta segue abaixo. Espero que ajude não só à Cátia, mas a outras pessoas e cães.
    EXCLUSIVO: “Lidar com uma situação de briga séria entre cães é uma experiência assustadora. E pior: deparar-se com uma briga entre dois cães muito grandes e muito fortes pode ser aterrorizador! A dúvida da leitora do Mãe de Cachorro, Cátia Lisboa, é muito pertinente, pois qualquer um pode, um dia, acabar presenciando uma briga violenta entre cachorros. E saber como agir pode evitar uma tragédia.
    A primeira dica é: NÃO tentar separar os cães utilizando as mãos ou o próprio corpo, especialmente se forem cães grandes e fortes! Manter-se afastado das bocas dos cães é muito importante, pois, no meio de uma briga, eles podem acabar mordendo o que estiver na frente, caso não consigam morder o outro cachorro (agressividade por transferência)! E isto pode ocasionar sérios ferimentos, já que os cães podem nem perceber que estão mordendo a mão de um humano no meio da confusão! Ademais, se for o caso de uma briga entre (ou com) cães grandes, fortes e com alto instinto de ataque, como narrado pela Cátia, a coisa fica ainda mais séria e perigosa… Assim, prezar pela segurança de humanos e caninos é crucial.
    Não gritar, nem tampouco bater nos cães é outra dica importante. Se o cão ouvir o dono gritando, pode ficar ainda mais incitado a brigar, pois concluirá que ambos estão em perigo. E usar a força física fará com que fiquem ainda mais propensos a lutar ferozmente… Infelizmente, diante de uma situação dessas, o mais comum é que as pessoas gritem sem parar!
    Se houver uma mangueira por perto ou um balde com bastante água, uma boa alternativa é, literalmente, dar um banho de água fria nos dois (se possível, mirar no que iniciou a briga). Em muitos casos, um jato forte de água, vindo de uma mangueira, fará com que os cães se soltem. Estalinhos (biribas, bombinhas), jogados no chão, próximo aos cães (várias de uma vez só), podem dar um susto suficiente para que os cães parem de se atracar
    Mas, se o grau de agressividade do(s) cão(es) e/ou a intensidade da briga for alto, um desconforto maior, como um barulho bem alto, pode acabar sendo a única solução. Um extintor de incêndio de CO2, ao ser acionado com a mangueira em direção aos cães, produz um barulho altíssimo, que, geralmente, interrompe a briga (atenção: o extintor deve ser de CO2 = gás carbônico, jamais o de pó químico, altamente tóxico!). Muitos podem pensar que a atitude é severa demais, mas se analisado o outro lado da moeda, esta é uma medida que não causa, por si só, ferimentos nos cães e pode salvar vidas, ao possibillitar a interrupção imediata de uma briga séria.
    Apesar da pergunta ter se direcionado a peludos estão soltos e solitários, pertencentes a raças com tendências ao ataque a outros cães ou animais, vale a dica para evitar o comportamento agressivo ANTES de iniciada uma briga: se os cães começam a se olhar fixamente, ficam com os pelos da nuca arrepiados, mostram os dentes e rosnam, é hora de tomar umas das medidas acima IMEDIATAMENTE, preferencialmente, saindo do local com o cão.”
    Categoria: Adestramento, Agressividade, Brigas
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    51 Comentários:

    1. Juliana disse:

      15 de março de 2014 às 18:39

      Olá.. no sábado de carnaval tivemos um problema com uma cachorra do vizinho,uma pit escapou entrou na chácara atacando uma SRD do caseiro (Peteca) e depois tentou atacar a Luara (minha labradora) só não tivemos duas brigas porque a Luara fez a posição de chamar para brincar e a cadela aceitou.
      Na hora do ataque eu estava dormindo e quem foi separar a briga foi meu primo e meu tio que não entendem nada de cães e de verdade fizeram tudo errado, meu primo começou a bater na cadela para ver se soltava e meu tio tentou grudar no rabo da Pit. De verdade não sei como desta maneira conseguiram separar a briga. Pois sei que ao bater em um cão numa situação destas só aumenta a adrenalina do mesmo e a agressividade aumenta.
      Como eu estava dormindo e sou cadeirante desde o ano passado, eu não consegui ir até lá na hora da confusão, acordei com o grito do pessoal e vendo uma cachorra com a boca cheia de sangue vindo em cima da Luara (minha cachorra de serviço).
      Quando o dono da pit viu a cachorra dele correndo com a boca cheio de sangue, ele assustou bastante achando que ela tinha atacado uma criança (depois disto descobrimos que não é a 1ª fuga da cadela e nem o 1º ataque ela matou um poodle dos donos dela, atacou a jardineira que trabalha na casa deles e em uma fuga mordeu muito uma criança). O dono dela queria eutanásia-la mas eu fui totalmente contra, até porque a culpa não e dela, mas dele que mandou adestra-la e não acompanhou o adestramento (e tudo indica que foi adestrada com crueldade e não foi socializada com outros animais)Conversei com ele e falei que ele precisava aumentar a segurança para ela não escapar e procurar um adestrador por reforço positivo para corrigir os estragos feitos. As cachorras estão bem tanto a que foi mastigada como a que mastigou.
      Sei que com alguns cães para separar uma briga pode-se fazer uma manobra pelas patas traseiras, no caso na hora meu primo e meu tio foram totalmente errados agindo pelo desespero. Mas na hora também não tinha muito material para separar a briga.
      Meu namorado trabalha em uma creche de cães, e nos 2 somos biólogos da área de comportamento animal (nos trabalhamos muito tempo com aranhas, eu um pouco em zoológico e ele esta a mais de um ano nesta creche de cães).
      Sabemos que os bulls, não só o pit mas os bulls em geral na hora de uma briga ficam muito excitados dificultando com que se soltem, alem de uma mandíbula muito forte.
      Como se deve proceder quando estes cães que liberam adrenalina nas brigas se soltem em uma entre eles ou no nosso caso que pegou a Peteca que é do tamanho de um fox paulistinha? Não é comum termos em casa extintor de CO2, alem disto falando sobre este extintor com meu namorado que fez curso de brigadista, ele falou que o CO2 dos extintores sai a uma temperatura de 50ºC negativos, se este CO2 a esta temperatura chegar espirrar nos cães geraria queimaduras horrível nos cães ou não? E geralmente num caso de briga muito feia como foi com esta cachorra que entrou aqui em casa, a ação tem que ser muito rápida, pois qualquer minuto a mais que demorasse poderia ter matado a Peteca, não dando muito tempo de procurar as coisas para separar uma briga destas. Como proceder em um caso assim?

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        21 de março de 2014 às 16:13

        Oi Juliana,

        que maravilha ler teu relato, super lúcido da tua parte! Pena a situação ser preocupante e triste.
        Olha, quem respondeu a questão foi a Cássia, minha amiga adestradora, não eu. Ela não diz no texto para jogar o extintor nos cães, querida, e sim na direção deles. Sei que outros adestradores não concordam com esta tática, mas foi a posição dela ao responder o texto.
        Não sei te responder, pois não sou adestradora e nem meti meu bedelho a estudar o assunto a fundo, pois já estudo muito sobre nutrição e vacinação, mas vou pedir pra Cássia vir aqui falar conosco, ok?

        Sobre a questão dos bulls não pararem de brigar, não é por serem bulls e sim por serem terriers. Meu yorkshire é igual, com sangue nos olhos, nada o detém, é um caçador nato e adora uma briga, terrível, hehe. Ainda bem que é um toco. Bjo.

      • Cassia Santos disse:

        22 de março de 2014 às 14:44

        Olá, Juliana!
        Puxa, que situação grave vocês passaram. Ainda bem que deu tudo certo. Como você mesma já conversou com o dono da Pit, o ideal é que ele mantenha controle absoluto sobre ela, quanto a escapadas e mesmo quando estiver perto de outros cães. Ele deveria começar a usar guia cabresto, manter os portões fechados, supervisionar o tempo todo quando ela não estiver em local onde não consiga sair. A prevenção, neste caso, é a melhor medida.
        Quanto ao uso do extintor, realmente, como a Ana mencionou, não se deve projetar o jato nos cães, e sim próximo a eles. O barulho, extremamente alto, é o que possivelmente interromperá a briga. O uso desta ferramenta pode salvar vidas (tanto de cães quanto de pessoas), por isso, novamente, afirmo sua eficácia.
        Quanto às medidas para separar uma briga que já tenha começado: realmente, pegar os cães pelas patas traseiras faz com que percam o equilíbrio. Mas essa manobra tem um risco: o cão pode imediatamente redirecionar o ataque para aquele que estiver segurando sua perna! Portanto, é preciso muito cuidado.
        Um barulho forte (como uma panela numa parede), pode também interromper a briga. Deve-se tentar com o que estiver à mão. Sei de um caso onde duas fêmeas se atracaram gravemente e nem barulho funcionou. A alternativa que a dona teve no momento de desespero foi empurrar as duas dentro de uma piscina no quintal.
        Infelizmente, não há uma fórmula pronta, pois cada situação, cães e humanos envolvidos, têm suas peculiaridades. Por isso, reafirmo: a prevenção é o melhor remédio.
        Que bom que você orientou o dono da Pit a procurar um especialista que trabalhe com reforço positivo!
        Um abraço!

        • Juliana disse:

          24 de março de 2014 às 20:05

          Obrigada Ana Carolina e Cassia Santos.
          Estes dias descobri que esta Pitbull que atacou a Peteca chama-se Cristal, e que foi ela que atacou um outro cão meu (que infelizmente já virou estrelinha, mas não disto em 2004). Soube que ela já matou um poodle do próprio dono, atacou uma criança a uns 2 quarteirões daqui e 2 funcionários dele, chegando a quebrar um braço de um deles.
          De verdade se eu não estivesse em uma cadeira de rodas gostaria de propor até de eu trabalhar ela para ver se amenizava a agressividade, mas na cadeira sem condições. Quando ela atacou meu outro cachorro ela já era adulta ou seja é um cão de pelo menos 11 anos que vira e mexe escapa, e por filosofia da cidade cão bom de guarda não é um cão equilibrado que possa conviver com outras pessoas e animais e só atacar sob comando ou quando há invasão de território, mas bichos que ataquem a todos, e é difícil mudar esta mentalidade por mais que eu tente..
          Eu tive uma cachorra que resgatei a muito tempo que era uma mordedora de medo que caçava meus gatos. Com calma e dedicação ela chegou a amamentar uma ninhada de gatinhos e se tornou uma excelente guarda. Se alguém entrasse com a gente de casa ela deixava até que pegassem ela no colo, crianças abusarem da paciência.. Já se alguém entrasse sem avisar ela pulava na pessoa para derrubar e segurava no pescoço do sujeito sem apertar, esperando a gente chegar e falar o que ela devia fazer…Depois que mandávamos ela soltar esta mesma pessoa podia brincar com ela, fazer o que quiser.. Fico indignada com o pessoal que prefere um bicho que possa inclusive atacar o dono do que um cão que proteja mas esteja apto a conviver com todo mundo..

    2. jordane cecilia disse:

      28 de fevereiro de 2014 às 16:38

      tenho duas poodles femeas uma delas e um pouco mais velha e tem o dominio sobre as outras . sempre estao brigando e uma machucando a outra e tenho uma terceira q e filhote mas nao se envolve na briga e nao acho que ela seja o motivo ela tem muito medo quando as outras duas comecam a brigar.. como faço para pararem de brigar? ja fiz de tudo mas uma ta sempre atacando a outra.. o que posso fazer para nao deixar a raiva tomar conta delas???

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        19 de março de 2014 às 05:46

        Jordane, com certeza é algo que as pessoas em redor estão fazendo, mas você precisaria de um especialista para avaliar e te ajudar. A http://www.educadoracanina.com.br faz consultoria via Skype, fale com ela e veja se pode te ajudar. O ideal é agir ANTES da raiva começar ou crescer, distraindo-as, saindo de perto (pois podem estar brigando pra TE disputar) etc.

    3. Felipe disse:

      4 de dezembro de 2013 às 21:40

      Eu tenho um fox paulistinha macho de 05 anos e penso em adquirir uma filhote de jack russel…..é aconselhável ou minha casa vai virar ringue de vale tudo?

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        10 de dezembro de 2013 às 14:37

        Oi Felipe, não temos como saber, pois cada indivíduo é único. Apenas recomendo a castração. Você fala em UMA filhote, certo? Fêmea. Não vejo muito motivo para brigas, não. Só que são duas raças de temperamento forte e o jack é um cão MUITO ativo, que precisa de estímulos. Tens que ver teu temperamento, rotina, espaço, disposição para educar etc. Por ex., pra mim, não rola. Prefiro cães calmos e mais velhos… Como é teu fox? Tens que ir por aí… se for elétrico também, melhor não.

    4. carly disse:

      8 de outubro de 2013 às 17:45

      Obrigada pela ajuda já sei o que fazer quando o Ruca e o Tim começarem a brigar de novo.

    5. Luciana disse:

      16 de setembro de 2013 às 23:35

      Ola! Vc acha que funcionaria usar no lugar de extintor co2 usar aquelas buzinas de formatura? Elas sao bem altas tb! Obrigada!

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        17 de setembro de 2013 às 08:46

        Putz, não sei responder. Vou pedir pra Cássia, que é quem escreveu o texto, vir aqui opinar, ok?

    6. Aline Neves disse:

      17 de agosto de 2013 às 17:52

      Os meus cães sempre foram amigos entre sí, só que de um tempo pra cá os dois machos vem brigando por qualquer coisa (ciumes, comida-que nunca falto), minha mae já pensou até em separalos de casa (mas nao queremos), ela já se machucou algumas vezes tentando separar, hoje cada um está preso em um comodo,até tomarem as vacinas… Esperamos que melhore :/

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        20 de agosto de 2013 às 13:33

        Aline,
        não entendi a relação das vacinas com as brigas. Excesso de vacina antirrábica (todo santo ano), pode resultar em agressividade, mas creio que as brigas sejam estimuladas por algo que vocês (humanos) estão fazendo, pela maneira como vocês reagem.
        Estes animais são castrados? Fêmeas no cio costumam provocar brigas, mesmo que estejam longe (nós não sentimos o cheiro, mas eles sentem).
        Leia textos e comentários deste link: http://www.maedecachorro.com.br/category/brigas-2

        NÃO vai melhorar se vocês não mudarem algo no manejo/rotina dos cães.

    7. Joice disse:

      6 de julho de 2013 às 19:34

      Tenho 3 cachorros da raça fox paulistinha um casal de 4 anos e o filhote deles de 1 ano, o filhote briga com eles sempre, por causa de comida e o mais comum é á toa, do nada o filhote briga de machucar no caso a mãe dele de 4 anos, não sei o que fazer, eu me enfio no meio da briga deles para que ninguém saia machucado, prefiro eu me ferir do que algum deles, e essa briga do nada esta me deixando muito nervosa, meus cachorros sao tudo pra mim, trato como se fosse filhos, mas o problema é que na hora estao todos bem se dando bem e de repente o filhote de 1 ano ataca a mae ou o pai de 4 anos, eu saio correndo igual uma louca e separo, brigo e ponho um em cada lugar,fico muito nervosa e não sei como mudar isso. Me ajude.

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        9 de julho de 2013 às 14:05

        Oi Joice, leia os outros comentários e os textos indicados neles e seus comentários também. Em casos assim, além de informação acaba sendo fundamental a presença de um bom educador canino. E castre a turma TODA para acalmar os ânimos…

    8. Chuk e Jack disse:

      21 de junho de 2013 às 02:44

      Ola!!!! Visitando seu blog,acho que vc podera me ajudar.Tenho 2 cães da raça Poudle com Fox Paulistinha(machos) e são irmãos,eles tem 2 aninhos.Sempre ficaram juntos deste o nascimento,eu os ganhei eles tinham uma semana de vida.De uns tempos para ca eles estão brigando muito a ponto de mim ter que separa-los.Não tenho muito tempo para ficar com eles pois trabalho fora e ficam a maior parte do tempo sós.Espaço eles tem bastante para brincar,os comedouros e bebedouros são separados,e qdo chego do trabalho brinco um pouco com eles.Agora estão separados mas aqui em casa mesmo(um no fundo e outro na frente da cas).Nossa,me oriente.O que devo fazer?Aguardo sua ajuda.Obrigada!!! Moro em FRUTAL M.G

    9. claudia disse:

      8 de março de 2013 às 13:01

      infelizmente já li todos os comentários sobre meu problema…temos 2 cofaps, muito bonzinhos um de 8 e outro de 3 o menor é a alegria da família porém começou a atacar o outro por vários motivos, acabei de castra-lo pra ver se mehora, mas uma semana ta fazendo isso e hj se pegou de novo, percebo que entre tantos o maior motivo é ciúmes…não sabemos como lidar, já que separando já rasgou meu marido, tentamos a castração do mais novo e vamos aguardar fazer efeito a redução do hormônio, mas vamos doa-lo pra que seja feliz, melhor que viver isolado e sem podermos brincar com ele em paz, já que é muito ágil e brincalhão! se ainda encontrarem a fórmula me digam, pois estou muito chocada! grata

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        15 de março de 2013 às 11:17

        Cláudia, infelizmente fica difícil ajudar nestes casos. Uma mudança no comportamento dos HUMANOS ajudará muito, evitando ciúmes entre eles. Mas o bom seria a intervenção de um adestrador positivista (que não usa métodos punitivos).
        Tente o seguinte:
        ELOGIE-OS muito e dê petiscos quando estiverem perto um do outro em paz;
        Quando um deles sair de perto, passe a ignorar o que ficou. Saia de perto também.
        Dê carinho para os dois juntos.
        Rolou estresse entre eles, IGNORE e saia de perto.

    10. Fernando Aranha disse:

      21 de fevereiro de 2013 às 17:10

      Ola amigos, boa tarde! Me chamo Fernando e moro em SP capital. Tenho uma Jack Russel de 10 anos de idade, da porta de casa para rua uma cadela extremamente calma, da porta da rua para dentro, antisocial com qualquer outro animal. Ela é castrada a mais de 5 anos e mesmo apos a castração sua agrecividade não mudou em nada. Desde novinha ela tem esse temperamento, chegou na minha casa eu já possuia uma pincher de aproximadamente 14 anos e uma micro Poodle filhote, todas femeas, no começo se davam bem, dormiam juntos, enfim, ate um dia que houve uma briga a jack russel atacou a pincher, separamos, e dias depois voltou a acontecer, até que separamos definitivamente as duas, o convivio era poodle com jack russel, ou poodle e pincher, jack russel presa, até que ouve outro incidente agora envolvendo a poodle, a jack russel atacou e separamos definitivamente a jack das demais cadelas. Esse problema durou anos, a pincher faleceu, a poodle e a jack era sistema rodizio, prende uma e solta outra. Casei a cerca de 3 meses e minha esposa possui um pincher macho com idade de 15 anos, o convivio estava otimo, uma rosnada ou outra da jack mas nada demais, até que ontem 20/02/13 do nada a jack atacou o pincher, tirou sangue, e assustou a todos aqui, a jack sempre ataca por cima e no pescoço, e com dificuldade é que consigo solta-la, estou preocupado pois estou com uma filha recen nascida em casa e minha esposa ficar sozinha com eles mais o bb e acontece uma briga nao sei o que fazer, nunca deixei uma briga dela se resolver sozinha, sempre intervi, portanto nao sei até aonde ela eh capaz de chegar. Gostaria de saber se existe algum calmante, ou algum procedimento que posso adotar para que isso nao ocorra mais, hoje eles estao tranquilos, nao houve nenhum incidente, mas acredito que seja por eu estar em cima e não deixando haver muito contato, mas percebo no olhar da jack, na posição que ela fica olhando para o pincher que a qualquer vacilada ela ataque novamente.Como não estou com condiçoes de contratar um adestrador estou procurando respostas pela internet. Estou com muito receio de deixar os dois sozinhos e quando voltar ter acontecido uma tragedia. Tenho pensado no uso constante de uma focinheira, ou prender um deles quando tiver que me ausentar, mas não acredito que seja a melhor solução, mas o que me doi o coração eh que se eu nao resolver o problema terei que dar minha jack, e isso seria muito dificil para mim devido ao grande apego que temos um com outro. Desde já agradeço a atenção de todos, e aguardo, se possivel, uma resposta. Obrigado. Fernando

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        24 de fevereiro de 2013 às 12:58

        Fernando, seu caso é sério.
        Repassei o teu comentário para duas amigas adestradoras e a resposta delas foi praticamente a mesma, veja!

        “Oi, Ana, tudo bem?

        O caso parece bem complexo: comportamento agressivo instalado há tempos, risco para os outros dogs (já que os ataques parecem estar cada vez mais intensos), relato que não permite identificar claramente o gatilho para” as agressões…

        Eu tenho respondido questões sobre agressividade orientando a buscar ajuda de um especialista em comportamento canino que baseie o treinamento em reforço positivo, mas destacando ao dono que sempre deve prezar pela segurança do cão, dos outros cães e das outras pessoas (mais um agravante: há um bebê na casa!). Mas ele já disse que não tem condições financeiras.

        Sinceramente, eu não me sinto confortável em dar uma opinião num caso desses sem ver os cães, sua linguagem corporal, o ambiente onde vivem e o ponto de vista daqueles que convivem os cães. O risco é grande do diagnóstico estar errado e mais, dele acabar agindo de forma errada e gerar algum acidente grave.

        Cassia Santos – blog http://caoamor.blogspot.com.br/

        “Oi querida tudo bem?

        Nesse tipo de caso eu não me atrevo a dar orientações, principalmente pela leitura corporal dos cães, que pessoas com olho treinado conseguem fazer, mas as outras nem sempre. O timing também é crucial e precisa treinar muito prá aquirí-lo. A pessoa precisaria mesmo de um acompanhamento profissional, que precisaria conhecer muito bem os cães para tirar qualquer conclusão e conseguir traçar uma estratégia à longo prazo. Os cães que treinamos que possuem agressividade, fazemos de tudo para acompanhá-los pelo resto da vida depois do tratamento.

        Repare que a situação já vem se mostrando crítica há muito tempo pelo que ele relatou, mas nada foi feito. Quanto mais se prolonga isso, infelizmente, mais difícil fica pra consertar. Tem casos que estão tão graves e condicionados e a rotina da família não muda que uma mudança do cão é muito improvável. Tudo isso aliado à uma socialização muito pobre pelo visto, precisaria de um trabalho forte de base de socialização também.

        Por isso realmente eu não me atrevo a orientar e mesmo que ele recebe alguma orientação, isso seria suficiente para ajudá-lo? Enfim, é um caso bem complexo…

        Beijokas!!”

    11. franklin disse:

      11 de janeiro de 2013 às 01:40

      Olá! tenho duas fêmeas territorialistas raças: bull terrier c 5 meses e outra, staffordshire bull terrier c 3 anos, convivem recentemente 1 mes. preciso cria-las juntas amigaveis sem desputa entre si… dias atras na minha ausencia pela segunda vez ambas brigaram com gravidade de ferimentos ocasionado na bull filhote sem desistencia da staff quase fatal se n fosse apartar em minutos.
      Por via de dúvidas alem da primeira opcao contratando 1 adestrador, ou 2 que EU mesmo consigo uni-las com meus ensinamentos proprios com segurança e confia-las amigaveis na minha ausencia diaria??? Procuro indicaçoes d qm ja asemelhou convivencia de caes mesmo sabendo q cada caso é um caso e animais diferentes entre si…! Parabenizo a todos que amam os animais.

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        12 de janeiro de 2013 às 01:59

        Franklin, uma educadora canina que gosto MUITO falou que o ideal é não deixar começar a brigar, pq a tendência é que as brigas continuem. Minha experiência neste sentido é ruim, pois adotei uma cadela, contratei adestrador, fazia TUDO que ele mandava, passeava com ela e a treinava todo santo dia e um dia ela simplesmente matou meu outro cão na minha frente, sem sequer estarem realmente brigando. Então EU não forço mais a barra. Ficaria com a cadela de 3 anos e doaria com responsabilidade a filhote.

    12. gabriela disse:

      3 de dezembro de 2012 às 11:35

      Estou com um sério problema. Tem um casal de chow chow e eles já brigaram algumas vezes … como sempre conseguia separar sem causar nenhum dano … passava alguns dias colocava eles juntos novamente, pois eles choravam e ficavam namorando pelo portão que os separam como se nada tivesse acontecido … no mes passado as brigas se tornaram mais frequentes e na separação acabei machucando o dedo e levei 5 pontos. Estão separados desde então. Mas noto que eles ficam tristes, pois eles brincam muito juntos e namoram tbm. Há algo a fazer? Ou devo mantê-los sempre separados. Ele tem 2 anos e ela 2 e meio … tinha a intenção de deixá-los cruzar no proximo cio.

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        3 de dezembro de 2012 às 12:17

        CASTRE os dois… Com certeza ajudará na questão das brigas e o mundo NÃO precisa de mais cães nascendo, com tantos disponíveis para adoção, ainda mais Chow Chow, que são muito abandonados. :(
        Além disso vc precisa verificar o motivo das brigas. É sempre com gente perto? Comida? Brinquedos? É disputa de atenção?

    13. Sabrina disse:

      27 de novembro de 2012 às 14:55

      Boa tarde!

      Eu tenho 3 cachorras, 2 vira-latas de 2 anos e uma pastor alemão de 4 meses. Eu morava em um apto com as 2 vira-latas e a mais velha, a Dorinha, era a líder. Ela escolhia quando a Muca podia comer, ela determinava onde ia dormir… agora estamos morando numa casa com pátio e a Muca virou a líder. Ela ficou agressiva com a Dorinha e já tiveram 2 brigas feias que eu não conseguia separá-las por ciúme de mim. Nas 2 vezes eu fui pegar a Dorinha pra tomar banho e a Muca partiu pra cima dela e não se largavam. O que eu posso fazer pra lidar com esse comportamento? É normal a mudança de ambiente mudar o líder? Espero que possam me ajudar!

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        28 de novembro de 2012 às 16:14

        Leia todos os posts sobre brigas. Vou repetir o conselho que uma adestradora muito boa me deu: EVITE AO MÁXIMO as brigas, pois depois que a Muca aprender que pode resolver as coisas “no dente”, dificilmente parará de atacar a Dorinha. Separe a Muca, mande passear etc. quando precisar manipular a Dorinha e tome outras atitudes para evitar brigas (NÃO dê broncas na Muca, se ela atacou e a Dorinha recuou, respeite esta hierarquia entre elas; dê MUITO carinho e petiscos quando as duas estiverem juntas, assim que a Dorinha sair de perto, PARE TUDO e ignore a Muca; não faça NADA que a Muca possa associar como ruim = Dorinha etc.).

    14. [...] Como separar uma briga de cães? Ana, tudo bem? Eu estou com um problema sério aqui em casa… eu tenho atualmente em casa, 7 cachorros, desses 7 tenho 4 machos e 3 fêmeas. Por causa de um abacate que caiu do pé, dois deles que eram super amigos, o Tuco (não castrado) e o Nino, já castrado, se pegaram pra valer, eu não estava em casa, mas se minha Mãe não tivesse pedido ajuda de um vizinho, os dois iriam morrer. e hoje, aconteceu de novo… eu fico triste com isso, porque os dois eram super amigos e agora nem podem mais se ver Os dois estão super feridos, principalmente o Nino, que por ser gordo e pesado, leva a pior, mas não deixa de provocar o Tuco, que é inteiro e é mais leve e ágil. O Tuco tem 5 anos e o Nino tem 4. Nunca brigaram. Mas o Nino sempre rosnou pro Tuco. O Tuco é o maior de todos, é o líder e não aceita desaforo de outros cachorros da casa. de nenhum. Porque os dois mudaram de comportamento? [...]

    15. Adilson disse:

      25 de agosto de 2012 às 20:11

      Algumas soluções apresentadas não vão funcionar. Tenho 2 femeas de pastor, uma mestiça, a qual frequentemente arma grandes brigas. Tem de ficar soltas separadas. Já fui mordido 2 vezes separando-as. A primeira providencia é manter os animais com coleiras, deixando as correntes por perto. Separar todos os outros animais que não estão brigando, pois os que não participam ficam incitando os briguentos. Esperar o momento certo, quando geralmente estão atracados e colocar a corrente em um deles. Aguardar o momento certo e, com ajuda de outra pessoa, passar a coleira no outro. Eles vão continuar brigando. Mantenha retesada a coleira até o momento que se soltarem por um instante, e afasta-los imediatamente.
      Já joguei os dois na piscina 2 ou 3 vezes, e eles continuaram brigando mesmo dentro d’agua!

    16. Vinicius disse:

      24 de agosto de 2012 às 00:31

      Oi! Bacana o espaço. Vou aproveitar e contar uma situação que aconteceu agorinha. Tenho duas cadelas, uma vira-latinha(pequena) de 14 anos, e outra Pitbull com 8 meses. As duas sempre conviveram juntas, desde que a Rayka( Pit) tinha 1 mês de vida, a convivência sempre foi boa até os 5 meses da Rayka, depois disso começaram a acontecer alguns estresses entre as duas. A baby de 14 anos é um pouco sistemática, ela não gosta muito de brincadeiras e de muita aproximação. Já a Rayka é um pouco ciumenta e adora brincar o tempo todo. O que vem me preocupando, são os momentos em que a Rayka invade, perturba ou fica enciumada; quando acontece isso, a Baby, talvez pra não perder o posto de dominadora, começa a rosnar e em seguida parte pra cima e as duas entram num estado lastimável,e se pegam com tudo. Fui apartar e acabei levando uma leve mordida.

      Passeio com as duas pelo menos umas 3 vezes na semana. Sei que Rayka precisa muito de atividade física e de adestramento, vou providenciar um adestrador. Nunca tive um pitbull antes e estou ficando um pouco preocupado com esses momentos repentinos. Vou fazer de tudo pra dexa-las sempre em estado “cão” A Raça pitbull exige muito do dono para que seja controlada, não é pra qualquer um. gosto de cães, e tenho um carinho especial pela pit!!

      Se precisar de mais detalhes, é só falar!!

      Atc.: Vinicius

    17. Claudia Estanislau disse:

      13 de agosto de 2012 às 11:21

      Olá Bernardo,
      A interacção entre três cães machos pode tornar-se complicada, principalmente quando dois cães séniores se vêm subitamente a mãos com um mais novo. Pelo que me conta, o cachorro que trouxe para sua casa agora deve ter mais ou menos 2 anos e meio, se ele não está esterilizado isto ajudaria na convivência com os outros dois machos, o facto dele ter uma tipo de interacção diferente agora do que quando chegou coincide com o desenvolvimento do cachorro num cão adulto. Esterilização à parte, exercício que podem ser extremamente úteis para a convivência deles envolve dar comida à mão- dar a ração á mão a um a outro e depois a outro, isto permite ao cão controlar-se, criar associações positivas com a presença dos outros cães e entenderem que a sua vez sempre chega. Por favor não dê primazia a um cão mais do que a outro, isto usualmente acaba saindo o tiro pela culatra e a criar mais conflitos, pelo que se está a fazer festas ao podengo e o outro se aproxima e tenta colocar-se no meio, levante-se e afaste-se totalmente, sendo que eu considero muito importante dar tempo individual a cada um dos cães. Talvez enquanto um estiver a fazer a sua refeição você pode estar a dar mimos e atenção ao outros e alternando entre os três, para que todos os três possam ter a atenção dos “pais” individualmente sem interferências. A hora da refeição é importante, especialmente os mais velhos deverao poder fazer as suas refeiçoes sem sentir receio de serem assediados pelo mais novo, como tal, fechar mesmo o cão que está a comer, é a melhor forma de evitar tensão entre os cães. Estimulação mental separados, uns Kongs ou roer uns ossos fechados no seu local individual também ajuda a que harmonizem as interacções. Cães que vivem juntos devem poder ter tempo separados uns dos outros, até nós precisamos de algum tempo sós para fazermos o que gostamos, impor uma companhia constante nem sempre é o mais adequado.Quanto às interacções se vir o cao mais velho a tentar fugir das interacções do mais novo, é nessa altura que deve intervir e calmamente sem dar bronca retirar o cachorro do local ou segurá-lo até ele se acalmar. É importante que os cachorros aprendam a interagir de forma saudável e salutar e muitas vezes precisam da nossa ajuda. A “Mãe de cachorro” tem excelentes artigos sobre estimulação mental e alguns exercícios que pode praticar com os seus cães. Espero ter ajudado.

    18. Bernardo disse:

      8 de agosto de 2012 às 10:31

      Olá,
      temos em nossa casa (exterior) 3 cães machos.
      Dois deles têm 10 e 9 anos e meio.
      O primeiro é um animal pequeno o segundo é um podengo, de início um cão muito independente mas que agora já gosta de uma boa festa.
      À cerca de dois anos a nossa filha trouxe um cachorro que entretanto o apanhou a vaguear.
      Este animal com um pelo já muito cumprido para a idade que pensávamos que tinha ao chegar junto do podengo foi completamente submisso.
      Este cão tentei procurar e penso que seja um pastor Serra D`aires. Uma elasticidade de maravilhar uns caninos que parecem um leão e força qb. estamos a falar de um cão pequeno/médio.
      O novo muitas vezes “chatei” o mais pequeno porque pensa que ele seja uma menina, mas este não dá mão e atira-se a ele.
      O novo tenta que toda a tenção lhe seja dada, se fazemos festas ao mais pequeno ele quer para ele também, ou se possível só para ele.
      Com o podengo é diferente, se fazemos festas a este o novo fica de lado, não se mete.
      A comida, embora comam em locais diferentes, o novo está sempre à espera de ir dar uma volta à marmita do podengo, teremos que ter a preocupação de a levantar após a refeição.
      Outra situação é, os três têm um espaço comum onde ficam à noite cada um um em sua casota, mas muita vez eles circulam e penso que aí haverá um pouco de provocação.
      Após alguns rosnar e pequenas pegas, ontem foi uma luta muito séria, o podengo foi filado na zona esquerda do focinho pelos caninos do novo e ficou muito maltratado.
      Embora hoje de manhã já tenham dado os bons dias com um rosnar eles estão no mesmo espaço, estamos a esperar para ver.
      Qualquer ajuda é sempre bem vinda!
      Um abraço.
      Bernardo

    19. edna lima disse:

      11 de abril de 2012 às 18:58

      estou chatiada tenho 3 cachorras: PITY É A LIDER, A BOLINHA É A MAIS VELHA TEM 09 ANOS, A FORMIGA TEM 6 MESES, A bolinha tem o olho furado, uma perna manca, mas é uma guerreira não tem jeito é só vacilar que ela vai bater na pity e sempre leva a pior o que faço para a bolinha entender q nao deve provocar a pity? ( hoje tive q dar umas pauladas na pity pq se não ela ia matar a bolinha ( a pity q estava presa rosnou para a bolinha eu brigquei com a pity e ela parou a bolinha não quiz saber forçou tanto a corrente q arrebentou e foi pra cima da pity resumindo dessa vez a pity ficou machucada mas eu não sabia o q fazer).

    20. Livio Silva disse:

      30 de janeiro de 2012 às 00:39

      Olá! Um pitbul atacou meu labrador durante um passeio. Com exceção das bombinhas, nenhuma das alternativas indicadas foi capaz de separá-los, inclusive o uso do extintor de incêndio. Tive que intervir, imobilizando o pitbul para outra pessoa amarrá-lo. Comprei um cassetete de emissão de choques elétricos não letais.

    21. Lany disse:

      17 de dezembro de 2011 às 20:19

      Vou tentar algo assim.Tenho cinco cachorros,dois machos castrados e tres femeas,só uma é castrada.Duas são mãe e filha,sendo que a filha esta entrando pro seu 15ºmes e parece estar querendo subri na hierarquia,que antes o topo pertencia a mãe dela.Essa semana brigaram feio,a mãe levou 7 pontos,e eu tomei todas as iniciativas que nao deveriam,gritei,tentei separar e joguei agua,nada adiantou…Foi horrivel.Vou tentar essa do extintor,ou comprar uma bozina pra fazer um barulho que a assuste,pois sao muito grandes,nao consigo separa-las nem se eu quiser.Sempre tive cachorros,mas isso nunca havia acontecido antes,fiquei horrorizada e triste pelo machucado feio que foi causado em uma delas.obrigada pelas dicas :)

    22. vanessa disse:

      26 de outubro de 2011 às 16:58

      olá, nao sei o que fazer mais com meus cachorros deram para brigar,quando eles brigam já tentei de tudo para separarem mas não adianta, já choguei agua, bati com vassoura e nada, por eles mesmo não se largam agente que tem que separar o problema que ja me mchuquei a última vez estava só e levei uma mordida violenta no braço, agora eles vivem separados, antes brincavam bastante convivia juntos agora deram pra brigar por favor me ajude. Desde de já agradeço.

    23. Ana Paula disse:

      19 de outubro de 2011 às 18:47

      Ana, conheces a minha história de cor e salteado, mas acho que posso ajudar a pessoa do comentário ali em cima que não se identificou… então vamos lá. Eu passo por uma situação parecida com o meu Fidel (boxer, fanfarrão, 7 anos), que é MUITO ciumento. Aprendi que para cortar a onda de agressividade dele e é preciso ter vigilância constante. Ele é filho do meio – tenho a Lola, também boxer, 9 anos e líder; e a Sebastiana, 5 anos, vira-latas, malaca e submissa. Os três convivem muito bem em matilha, mas eventualmente o Fidel e a Lola se estranham. Já brigaram várias vezes e numa delas minha mãe teve a mão mordida.

      O importante no nosso caso foi eu aprender a identificar o que provoca a instabilidade. No caso deles, é ciúme. Em condições normais, eu, como líder primeira da matilha, estou SEMPRE confirmando a liderança da Lola. Ela ganha comida primeiro, carinho primeiro, banho primeiro, etc. Ele assimilou isso. Mas quando há novidades na área, como visitas, por exemplo, a instabilidade costuma voltar (principalmente cm aquelas pessoas que amam cães e gostam de ficar fazendo festinha). Daí a solução é uma só: mantê-los separados. É o melhor a fazer. Em dias de festa, eu mantenho um rodízio: Fidel preso, as duas soltas com as visitas; ou o contrário.

      Na última vez em que eles brigaram foi vacilo meu: eu estava sem tempo para levá-los no vet e marquei uma consulta em casa mesmo. Bobeei na história de separá-los, e como a visita era para eles acabou batendo o ciúme e a briga. Imaginem a minha vergonha com os dois se engalfinhando na frente do vet que os conhece desde bebês… hehehe

      O negócio que posso recomendar é esse: disciplina e vigilância. E, quando for preciso, separação de corpos.

      beijos!

    24. Olívia disse:

      30 de agosto de 2011 às 01:34

      Eu estudo em uma faculdade em guarulhos, e no bairro tem muito abandono de cães, então eles ficam perambulando pela faculdade e muitas vezes quase se matam. procurei pelo google sobre como apartar brigas, pois eu geralmente uso uma cadeira, mas tenho medo de machucá-los! Tentarei usar água ou algo que faça barulho da próxima vez. Obrigada pelas dicas!

    25. Cassia disse:

      1 de julho de 2011 às 20:46

      Oi, Ana! Com relação ao comentário acima, onde a pessoa conta o caso de brigas entre o Dálmata e o Golden (além de outros cães que também vivem na mesma casa), os textos que você indicou são ótimos, mas acho essencial ela buscar ajuda profissional, de um especialista em comportamento canino. Relatos de brigas sérias entre cães que vão sendo inseridos a um grupo já grande são comuns e demandam experiência e muito cuidado de quem lida com eles, pois há muitos fatores envolvidos: diferente tamanhos e temperamentos, histórico dos cães e, acima de tudo, o perigo de acidentes sérios. Beijos!

    26. Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

      1 de julho de 2011 às 02:17

      Não sei te responder, vou procurar ajuda especializada e ver se alguém vem aqui te responder, mas veja se estes posts já feitos te ajudam:

      Como apresentar cães evitando brigas: http://www.maedecachorro.com.br/2011/06/muito-prazer-tambem-sou-um-cachorro.html

      Como evitar brigas na hora das refeições: http://www.maedecachorro.com.br/2011/06/como-evitar-brigas-na-hora-das.html

      Uma das minhas cadelas atacou a outra, e agora? http://www.maedecachorro.com.br/2011/01/uma-das-minhas-cadelas-atacou-outra-e.html

      Como passear com vários cães ao mesmo tempo: http://www.maedecachorro.com.br/2011/03/duvida-do-leitor-como-passear-com.html

    27. Anonymous disse:

      29 de junho de 2011 às 21:29

      Gente estou sem saber o que fazer com meus bebes! Eu adotei um dalmata , ele vivia preso numa gaiola e sofria muito, fome,sede enfim, e isso tem 11 meses, só qie na época eu tinha outros 04(adotados também) e tudo bem até ai, foram apresentados e tudo calmo, no inicio eu deixava o dalmata(Pluto)separado dos demais, um goldem(Nestor), um misturadinho(Salém)e duas meninas, logo depois de uns 15 dias nós os deixamos juntos e foi ótimo, uma festa, fizeram amizade e ficaram juntos,os 05 bebes, só que num belo dia, sem mais nem menos, o Nestor pediu carinho pra minha filha e ela passou a mão na cabecinha dele, neste momento o Pluto atacou o nestor! E atacou "pra matar"(neste interim meu Salem virou anjinho, pois ficou severamente dodoi, e não gosto nem de falar nisso, mas não demorou e outros bebes chegaram, pois peguei na rua novamente, só que nunca mais o Pluto aceitou o Nestor, ele tem ciumes, e o Nestor que nunca foi agressivo passou a se-lo porque precisou defender-se do Pluto, e agora eu tenho 06 bebes de uma lado da casa e um bebe do outro lado, porque temos medo que o Pluto ataque os outros também.Mas falando assim parece que falo de um cachorro bravo, não é assim, o Pluto é um amor, é doce e meigo, mas sofreu muito e tem ciumes de nós, de minha filha e eu, já os outros são0 de muitas personalidades diferentes e nem sei como seria se fossem atacados, o Nestor é um anjo também, agora o mais novinho, pequenininho, acho que é misturado de pincher com alguma coisa indefinida é muito bravo, ele vive atacando o Nestor, mas o Nestor não bate nele, tem muita paciencia, até porque ele é tão inteligente que sabe que se o atacasse acabaria por matá-lo, e agora não sabemos como agir, porque no inicio eram muito amigos, e nós não podemos ficar sem nenhum deles, são nossos filhos, nós os amamos e queremos uma solução, o Pluto mesmo vive muito sozinho, mas ele mesmo é culpado e nem sabe disso, mas como podemos arriscar?O Pluto é forte e enorme, o Nertor idem, os outros são porte médio, na verdade o Pingo(pequeno)e as meninas Cindy,(coker)Fiona(boxer campeiro)Bê(misturadinha)e a Ternurinha(muiiiito misturadinha)eles até se desentendem, mas tudo muito leve, também temo por eles que são menores. Tem sugestão para ataque de ciumes????

    28. Anonymous disse:

      28 de fevereiro de 2011 às 23:20

      Uma coisa que já vi funcionar e que pode ser uma alternativa, se não for possível tomar uma das providências sugeridas, é pegar um dos cachorros (o mais forte) pelas patas de trás e puxar para afastá-lo.

      Adriana – NH (RS)

      • Fabiana Lima disse:

        9 de agosto de 2013 às 16:52

        Oi, gente. Tenho cinco cães, todos pequenos. Mas as fêmeas, castradas, vira e mexe se atacam. Quando estou em casa, separo e saio muito machucada. Puxar pelas pernas não adiantou…A outra vem junto. Não gritar é fundamental. Preciso conseguir o extintor, viu?!

    29. S.tephanie M.ello disse:

      24 de fevereiro de 2011 às 21:24

      hahaha Que site legal!!!
      Amei!
      Lindo e tem dicas ótimas!

    30. Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

      24 de fevereiro de 2011 às 16:39

      Oi Sofia,
      vi teu mail, mas só vi, não li ainda pq é grandão e estou bemmmm corrida hoje, tenho que sair daqui a pouco e não paro tão cedo.
      Mas pode deixar que vou ler com calma e, no que conseguir, te ajudo. Se não puder fazer muita coisa, ao menos vejo se sei quem pode, ok?

      Bjo.

    31. Sofia disse:

      24 de fevereiro de 2011 às 14:33

      Cara Ana,

      Mandei um e-mail extenso pra você, intitulado "Informações, ajuda!". Peço que leia com atenção, não é um e-mail pedindo doação nem nada, e sim orientações de como proceder pra fazer uma "reviravolta" na minha cidade para o poder público parar com o descaso com os animais.

      Grata!

    32. Gigi e Lola disse:

      24 de fevereiro de 2011 às 14:29

      Anaaaa…já consertei o texto…rsrsrs
      Só tenho a te agradecer a você por tudo…vou atrás dos complementos no sábado…tô ficando desesperada!

      Beijinhos e Muito Obrigada

      Gigi

    33. Aline disse:

      24 de fevereiro de 2011 às 13:29

      aii.. ontem eu vi dois cães brigando, mas eu tava no carro e eles estavam do outro lado da avenida..
      quando ia sair do carro pra separar, o mais "submisso" saiu.. graças a Deus. deu uma dóoo..
      e nessas hrs só me vem a humanização na mente. rs
      fico pensando "cachorro miserável.. oh o que fez com o outroo"
      aqui na rua tem uma matilha que morde quem der mole, e principalmente quem anda com os cachorros.
      ja vi varias pessoas aterrorizadas pegando pedra pq realmente eles cercam e dão pavor.
      eu normalmente encosto coloco meu cão atrás d mim e fico na frente, falando baixo e séria com eles pra eles sairem.
      sem encarar, pq um mais agressivo poderia achar que to chamando pra briga (pelo menos foi o que me disseram)
      hjj mesmo eles sairam numa boa, e quando coloco meus cães atrás de mim e resolvo a situação eu me sinto a super poderosa e meus cães devem ficar pensando "po.. minha mãe é boca de lascar" HAHAHAHHA.
      mentira.. meus cães parecem que sentem mais confiança em mim.. sei lá. eles pelo menos param de ataque de pelanca quando faço isso, até pq o ataque de pelanca deles é o que mais me atrapalha.

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