Entendeu, ou quer eu faça um desenho? “Vacinas para cães – afinal, quais e quando aplicar?”: um post para todo mundo entender.

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Dia desses recebi um e-mail que me fez rir. A pessoa reclamava da falta de fontes sobre o tema dos perigos do excesso de vacinação de cães e gatos e me passava uma lista de links defendendo o protocolo universal de vacinação que seria cômica, se não fosse trágica. Como “fonte” importante havia um portal de notícias. Sim, desses que muitas vezes não se dão nem ao trabalho de revisar os textos, de fazer traduções decentes e por aí a coisa caminhava. Na boa? Ignorei.
Sim, porque não tenho mais tempo para abrir os olhos de quem não quer enxergar e se a pessoa não tem a capacidade de ler e compreender textos (no caso meus posts sobre o tema e todo o vasto material citado neles), então paciência. Eu escrevo ABC, o cidadão lê XYZ, vou fazer o quê a respeito?
Mas… Como a vida opera de maneiras misteriosas e muitas vezes irônicas, logo mais eis que a dona Sylvia Angélico lá do Cachorro Verde fez um post tão didático e cheio de fontes sobre o assunto que agora mesmo é que só posso dizer: Entendeu, ou quer eu faça um desenho?
Vamos a um trecho dele e o resto quem quiser pode ler (o que recomendo enfaticamente) clicando aqui.
**************

Categorias: Vacinação
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Comentários

  • RoxaPimenta disse:
    25 de janeiro de 2011 às 11:53

    Acho muito interessante que esclareçam, e que as mães e pais caninos.. fiquem sempre atentos!

    Cuidem de seus filhos!!

    Beijos

  • Andie disse:
    27 de janeiro de 2011 às 10:33

    Oi Corina,
    É a primeira vez que venho aqui. Vc tem toda razão, "a vida opera de maneiras misteriosas e muitas vezes irônicas". Lembra que vc me falou pra dar uma lida nas vacinas? Pois é! Fui num veterinário e acabei me confundindo com os nomes comercias e apliquei a vacina Vanguard PLUS pensando que era mesma V8…sim "ai que buuuurrrra dá zero pra ela" :(
    A V10 fez uma reação imunológica tão extensa e complexa que meu pequeno GIGA não suportou (http://holywestie.blogspot.com/2011/01/adeus-gigante.html#more).
    Enfim, paguei caro pra aprender! Agora já me inteirei de todos esses protocolos e de todos os nomes comerciais…ninguém me engana mais não…e na próxima ninhada daqui eu vou mandar buscar a V6 pra eles! Enchi o veterinário de artigo – acho que ele não vai ler, mas enfim, é o que posso fazer por enquanto! :(

  • Anonymous disse:
    27 de janeiro de 2011 às 19:47

    é cômico né! vamos ver quando os animais começarem a ter problemas de saúde por conta da sua irresponsabilidade, nem veterinária vc é.Vc é uma irresponsável q inventou um site para ficar brincando com a vida tão preciosa de nossos amigos peludinhos q merecem tanto o nosso respeito e carinho, inclusive uma Mv. de um site muito conceituado esteve por aqui para dar uma olhadinha e disse:EU NAÕ ARRISCARIA A VIDA DE MEUS ANIMAIS.Se vc se garante no q fala aqui no seu site! aceite esse comentário e faça o q vc parece saber fazer bem! q é falar de modo ignorante e debochado das pessoas q só estão opinando e não lhe impondo nada.BEIJOS E FIQUE COM DEUS.OBS:PARA VC NÃO DIZER Q SOU COVARDE E POR ISSO POSTEI COMO ANÔNIMO O MEU EMAIL É O MESMO! DA PESSOA Q TE ABRIU OS OLHOS E NÃO TRADUZIU APENAS PALAVRAS QUE NA TEORIA É UMA COISA E NA PRÁTICA É OUTRA, SE QUISER ME RESPONDER FIQUE A VONTADE.

  • Ana Corina disse:
    27 de janeiro de 2011 às 19:57

    Querida anônima,

    Você pelo visto não se deu ao trabalho de LER este post, suas informações ou o comentário imediamente anterior ao seu, que fala da morte de um cãozinho por reações vacinais.

    Você pelo visto também não leu que "Vacinas são muito importantes" e todo o resto que esclare a questão do EXCESSO de vacinação.

    Se alguns veterinários além de não arriscarem a vida dos animais também não estão arriscando ler, estudar, pesquisar e se informar com seriedade, não posso fazer nada além de lamentar.

    Faz um favor? Não vem mais aqui. Se te incomodo tanto, esqueça que eu existo. É TÃO SIMPLES

    Passar bem!

  • Sylvia Angélico disse:
    27 de janeiro de 2011 às 20:03

    Ana, não somos nós que estamos invadindo os comentários de blogs e sites favoráveis aos protocolos desatualizados e massificados para impôr nossas descobertas científicas. Se dezenas de artigos científicos recentes, de validade internacional, não convencem os refratários, paciência.

    Existem tantos pets sendo prejudicados pelos EXCESSO vacinal que isso motivou todos aqueles pesquisadores a estudarem a respeito. Contra a corrente.

    Nunca achei que fosse encontrar alguém que defendesse EXCESSOS, sem embasamento científico idôneo e recente. Mas, pelo visto, eu estava equivocada. Irresponsável é desconsiderar os novos conhecimentos científicos em detrimento da saúde dos animais.

    Ser ou não ser veterinário não tem nenhum mérito nessa questão. Desde quando é preciso ter um título profissional para exercitar e cultivar o senso crítico?

    Deixo essa linda frase do Schopenhauer:

    "Toda verdade passa por três estágios.
    No primeiro, ela é ridicularizada.
    No segundo, é rejeitada com violência.
    No terceiro, é aceita como evidente por si própria."

    Parabéns pela coragem, querida!

  • aquillessharpei disse:
    27 de janeiro de 2011 às 23:16

    Olá Ana Corina,tudo bem? Não acho que você deva ignorar a opinião das pessoas,se a pessoa teve o trabalho de te mandar um email,vc deveria abrir uma discussão com essa pessoa e até mesmo convencê-la do que você acredita ou só aceitar e agradecer,achei o post acima muito agressivo e não cai bem para uma pessoa que quer dissemina o bem,fiquei com a impressão que se eu visito seu site e não concordo com você eu tenho que ficar calada e não posso expor minhas ideias,debater e tal… acho a questão polêmica e deve sim criar discussões e isso deve ser fomentada,mas,não de maneira a denegrir a imagem de quem visita seu site!Obrigada pela atenção!Abraços

  • Ana Corina disse:
    28 de janeiro de 2011 às 01:47

    Oi, acontecem 3 coisas bem 'simples' neste caso:

    1) os posts são claros e se alguém não concorda, que me dê o direito de manter minha posição, que não é leviana e que foi muito estudada/pesquisada antes de ser exposta;
    2) quem me escreve atacando e tentando "me converter", sem a menor abertura e interesse para manter um diálogo será sim ignorado e por um motivo BEM simples (além de ser um direito meu escolher quem responder ou não):
    3) não tenho TEMPO pra ficar de papo com quem só quer fazer rolo porque estou justamente ESTUDANDO, estudando e estudando mais um pouco, coisa que quem tem tempo sobrando pra ficar fazendo rolo não deve fazer, pq se o fizesse, com certeza estaria ocupado(a) justamente… estudando!

    Ninguém precisa concordar comigo, mas não vou ficar dando papo pra quem lê XYZ onde escrevi ABC até porque além de estudar muito tenho centenas de e-mails de leitores pedindo ajuda para responder…

    ;-D

  • João Felix disse:
    28 de janeiro de 2011 às 02:19

    Oi Corina td bem? É a primeira vez que visito seu site mas por diversas vezes vi um RT da Camilli Chamone na minha timeline e fiquei curioso. Essa discussão sobre vacinar anualmente ou não ainda não é consenso, mas TODAS as publicações apontam que o excesso de vacinas é deletério para os pets.

    O ABSURDO é alguém que não concorda com as informações prestadas vir discutir sem NEM AO MENOS consultar a bibliografia que você faz questão de postar.

    Parabéns pelo site e pela transparência em postar a informação e as referências pra que quem tenha dúvidas consulte e se informe!

    Você não está impondo nada a ninguém, apenas publica aquilo que você acredita e ESTUDA! Quem tem dúvidas, procure seu veterinário e NÃO VOLTE! kkkkkkkkkkkkk…

    Gostei da coragem e da sinceridade… continue assim! Pessoas como vc muitas vezes passam por chatas, mas admiro uma língua lasciva! Mete a boca nos que só querem agitar sem nada acrescentar de concreto. O site é seu P#%%@!

    Parabéns!

    João Felix

    Ops, esqueci: João Felix, São Paulo-SP
    [email protected]

  • Ana Corina disse:
    28 de janeiro de 2011 às 02:27

    Oi, João, seja bem-vindo!
    Olha, cansa, sabe? Cansa porque só eu sei quantas vezes troquei inúmeros e-mails com pessoas que pensam de maneira diferente, mas que foram educadas e civilizadas em suas colocações e que mereceram resposta e o tempo investido.

    Prova disso é o post "Lugar de gato é… dentro de casa!!" (http://www.maedecachorro.com.br/2011/01/lugar-de-gato-e-dentro-de-casa.html), que só foi escrito porque alguns pais e mães de gato me ensinaram sobre os benefícios da criação indoors.

    Mas o que mais cansa e entristece é ver a obtusidade das pessoas perante um assunto tão importante, diretamente relacionado à saúde dos peludos. Um dos livros que li, o "Stop the shots" é justamente escrito por um pai de cachorro, um homem que venceu o câncer de sua cadela e que justamente por não ser veterinário tem muito mais crédito, já que não está vendendo ou lucrando nada com o ensinamento repassado. Daí tenho que ficar aqui, no meu blog PESSOAL, que está bem dito que é um DIÁRIO de uma mãe de cachorro (mas o povo não lê o "Sobre o blog", só pode!), ouvindo desaforo de quem não se dá ao trabalho de estudar decentemente? Fala sério.

    Mas deixa, daqui a alguns anos o assunto chega com tudo no Brasil e todo mundo que hoje defende com unhas e dentes este absurdo de excesso vacinal vai ficar com cara de paisagem e provavelmente fará de conta que sempre achou um absurdo o que antes defendeu tanto e tão sem embasamento…

    Enfim… Tem gente que prefere que eu poste sobre coisas bobas e fúteis a querer aprender e se informar. Só não entendo por que não SOMEM…

    Abraço!

  • Andie disse:
    28 de janeiro de 2011 às 04:44

    Amigo Anônimo,

    Espero que você e sua amiga médica veterinária não passem pelo que eu passei NUNCA, não sintam a culpa que eu senti. Espero sim, imensamente!
    Se eu tivesse ouvido essa moça aqui deste blog talvez eu nunca tivesse passado tb.
    Pra criar e amar os animais não precisamos ser médicos veterinários, basta apenas dispor de vontade e querer acertar. Estudar e aprofundar-se nos assuntos ajuda muito.
    Depois que perdi meu filhote, corri à biblioteca da universidade e com 1h e meia de pesquisa saí de lá abismada, estarrecida e triste – portando mais de 20 artigos no pendrive. Me perguntava como tantas evidências (artigos, estudos de casos, estudos randomizados, grupo controle) não chegavam ao conhecimento dos veterinários? E todos eles ali, disponíveis à um simples click!
    O primeiro artigo que li derrubou a teoria do vet que atendeu meu cão: ele me AFIRMOU que com 6 dias pós vacina a leucopenia e linfopenia de meu cão não se devia à vacina – o artigo dizia que vacinas múltiplas até 8 antígenos geravam queda severa de linhagem branca até 15 dias após a vacina, e não se perde só na contagem (números de células), perde-se tb a capacidade reativa dessas células. Inclusive o autor alertava que veterinários estudaram em livros escritos na época das monovacinas onde as reações imunológicas se restabelecem com 6 dias – o mesmo cálculo mental que o vet fez. Coincidência né?
    Só lembro de meu coordenador de mestrado falando, não se baseiem somente no livros da biblioteca, eles são traduções de 5 anos atrás de publicações de + de 3 anos, ou seja, vocês vão estar 8 anos lá atrás – LEIAM OS ARTIGOS CIENTÍFICOS! Foi o que fiz neste caso.
    Mais estarrecida fiquei quandi li a Dodds afirmando que linhagens oriundas de linebreed e cães alérgicos possuem uma probabilidade maior de reações vacinais. O meu filhote era de linhagem inglesa (avós), onde o linebreed é muito comum entre os criadores por lá.
    Corroborando com isso, o criador do canil dele, entrou em contato com a criadora do avô dele, e sabe o que descobrimos? No passado, numa ninhada deste mesmo cão, DOIS filhotes que receberam a V10 morreram. A mesma linhagem! Concidência n. 02 né?
    Enfim, pelo visto temos que ter conhecimento de toooda a linhagem, ligar pro exterior, perguntar de todos para saber se podemos aplicar a V10 ou não, pois com certeza o problema deve ser do peludo e nunca do excesso humano.
    O outro filhote que tb tomou a V10 tá uma baita alopécia, de origem fúngica – infecção fúngica em filhote remete à queda imunológica. Ahhh mas isso não deve ter sido da vacina não né? Tá..eu sou o coelhinho da páscoa então!
    No estudo da Pfizer para a V10, onde só animais saudáveis foram vacinados, relata em uma pequena frase que 13 cães sofreram reações – mas no mesmo boletim técnico dizia que não podiam ser ligados à vacina. Então tá…eu acredito em papai noel tb!
    Ainda: já parou pra pensar pq eles publicam "boletim técnico"? Porque nenhum jornal científico que se preze vai publicar um estudo nitidamente patrocinado!

    "quem maltrata um animal é alguém que não aprendeu a amar"

    Chico Xavier

    Reciclar conhecimento não dói não!
    Perde cachorro e gato dói muito! :(

  • Camilli Chamone disse:
    28 de janeiro de 2011 às 17:49

    Oi Ana!

    Interessante você citar isso sobre a "ausência de fontes". Há alguns meses, conversando com um dos veterinários dos meus cães sobre essa questão dos abusos vacinais ele se demonstrou bastante interessado pela lógica (óbvia) do meu raciocínio e me perguntou: "Mas por que eles não publicam isso?"

    Quem quase caiu para trás com o comentário dele foi eu né?

    A literatura está REPLETA de artigos, só não lê quem não quer se atualizar.

    A propósito, li um comentário acima de uma inana que invadiu seu blog "anonimamente" para desmerecer o seu excelente trabalho.

    Impressionante, como as pessoas ainda não aprenderam que vivemos em um país onde existe liberdade de expressão e que é possível criar um site e colocar nele as nossas opiniões pessoais – aliás, as suas são muito bem embasadas do ponto científico.

    Quem não aprecia conteúdo de qualidade, que vá assistir BBB 11 calado!

    Beijo grande e parabéns pelo seu incansável trabalho de educação. Quem dera muitos veterinários tivessem a curiosidade científica que você tem!

    beijos!

  • Lidiane Moreira disse:
    17 de novembro de 2011 às 16:44

    Olá Ana Corina,

    eu também tenho estudado sobre isso, porque minha Schnauzer teve reações já na segunda dose da vacina V8.
    Após cerca de 2 horas após a aplicação da vacina, ela começou a inchar, inchar e tivemos que logo leva-la ao hospital, foram preciso corticoides injetáveis, além de dias de comprimidos. Isso aconteceu nas próximas 2 vezes que tentei vacina-la com a V8 trocamos as marcas para ver se era o fabricante e nada. Os mesmos sintomas aconteceram também a antirrábica. Lembrando que todas foram vacinas importadas e de boa qualidade.
    Resultado, fui em vários vets e eles me aterrorizam, querem que eu a deixe lacrada em casa. E já tem um ano que não passeio com ela por esse motivo: MEDO.
    Ainda fico com medo, pois depois dessas situações, a Mellanie apresentou alergia a alguns medicamentos, e a picada de insetos, até ao pernilongo comum. Ela começa a inchar, tenho que andar com um pequeno estoque de corticoides, por onde a levo.
    Se eu soubesse disso, teria parado na primeira dose da vacina, não teria reaplicado várias vezes, e anualmente.
    Hoje quando a levo ao consultório, eles insistem em vacina-la, alegando que mesmo que ela tenha essa reação, é importante. Não pensam nem por um instante que esse excesso de corticoides também fará mal a ela.
    Difícil.. Simplesmente não temos em quem confiar.

    Tenho pra mim que temos que saber de tudo um pouco, porque um diploma não dá título de sabedoria a ninguém!
    Agradeço a você e ao site Cachorro Verde pelas informações que sempre me auxiliam nos tratamentos dos meus canídeos!

    Admiro muito o trabalho de vocês duas!
    Parabéns!

  • Adriana Mota disse:
    17 de novembro de 2011 às 17:16

    Oi Ana
    bom tu sabe que eu sou leiga no assunto,mas nem por isso vou vir aqui esculhembar teu blog,pelo contrário,venho aqui sempre pra me informar,e sempre saio BEM informada…
    quanto as vacinas passei um caso parecido com a Nina,pois uma protetora me indicou que ela teria de tomar a V10 E A V8 sendo que o vet. depois que ela tomou a V8 disse que não precisaria as duas.
    Acho que as vezes alguns veterinários querem mesmo é lucrar em cima das vacinas ainda mais sendo importadas,acho também que esse assunto tb ja deve ter sido abordado por aqui,no caso de se procurar um veterinário RESPONSÁVEL e não que queira somente o LUCRO em cima do seu animal.
    Conheço os dois casos mas não vou citar nomes.

    Ana continue assim com seu trabalho e quem não gostar que vá ao menos se informar melhor antes,eu sempre digo: quer falar de mim fala,mas ao menos tenha certeza do q vai falar antes de abrir a boca.

    Metade do que boto em prática hj com meus cães,aprendi aqui.

    Um super beijo das suas fãs

    Adriana e Nina

  • Cris disse:
    17 de novembro de 2011 às 19:37

    Obrigada pela valiosa informação. Fazem 2 meses que dei a ultima dose para minha vira-lata de 2 anos contra as doenças mais perigosas. Lembrando que no ano passado ela tomou as 3 doses mais a antirrábica. O fato de proteger por 9 anos ou mais, acredito ser vrdade, ou o cachorro da minha mae, vacinado ha 4 anos atras contra as mais perigosas quando filhote, nao teria sobrevivido, ja que os outros filhotes morreram antes de completar 1 ano. Pois o virus da cinomose é muito comum na cidade dela, no interior, onde é muito quente. O Costela teve que ficar no sitio ate tomar todas as doses pra depois ir pra casa da minha mãe. Gostei do post, estava precisando dessa informação. Obrigada!!!

  • Luciana Taranto Rodrigues disse:
    17 de novembro de 2011 às 19:41

    Olá Ana,
    Tenho uma poodle super alérgica a vacina anti rábica e o próprio vet dela disse que não era necessário vaciná-la todos os anos.
    Ele apenas mandou que eu tomasse cuidado com ela ao sair na rua,mas me explicou que a raiva só é transmitida por mordida de animal contaminado.
    Hoje ela só toma as vacinas a cada 2 anos, já está com 13 anos e vive muito bem e super saudável.
    Portanto, concordo com você é preciso ter cuidado com excessos de vacinação.
    Bjos,
    Luciana Taranto

  • 17 de novembro de 2011 às 20:06

    Que bom que você achou um veterinário consciente e bem informado! Muitos fazem a vacina da raiva junto com outras, um pecado! Beijo.

  • 17 de novembro de 2011 às 20:07

    Sabe o que é irônico? Não existem provas da necessidade da vacinação anual, mas existem provas e mais provas mostrando que para doenças transmitidas por vírus as vacinas duram no mínimo 7 anos! E agora com a nova atualização, 9 anos! Beijo.

  • 17 de novembro de 2011 às 20:08

    Beijo, querida! Fico feliz em saber que aprendas por aqui! Todos estamos sempre aprendendo e o importante é manter a cabeça aberta.

  • 17 de novembro de 2011 às 20:11

    Querida, procure um bom veterinário homeopata pra fazer um tratamento com ela! Mas vou dizer: NÃO dá para deixar de fazer as 3 doses iniciais de vacina polivalente, viu? Mas dá para fazer diferente: começar mais tarde para evitar que os anticorpos do leite materno simplesmente destruam a vacina e usar a vacina só pra cinomose e parvovirose nas duas primeiras doses, dando uma polivalente (V6 ou V8) só na última dose e a repetindo um ano depois. :) Bjo.

  • Andressa disse:
    15 de dezembro de 2011 às 13:53

    Olá Ana!

    Tenho vários cachorros e um deles é uma poddle de 13 anos, diabetica há 8 meses, ela reagiu bem a insulina e está super equilibrada. todas ela sempre tomaram a vacina anual, mas agora estou com medo de dar nela, pois tenho medo que desequilibri a diabetes e pq nos exames de sangue ela esta com os linfócitos abaixo do ideal. Porém com ela sai para passear e ir no pet a vet dela é contra deixar sem. Vc acha pelos seus estudos que pode piorar a diabetes dela? Vc poderia me enviar alguns artigos para que eu enchaminhasse para vet dela ler, principalmente sobre a ligação com os linfocitos. Pois tenho muito receio de vacina-la e piorar seu estado, justo agora que ela está super bem.
    Obrigada

  • 15 de dezembro de 2011 às 16:42

    Hummmmmmmmmmmm, por tudo que estudei, eu não vacino mais todos os anos pra NADA. Mas vou pedir pra 2 amigas veterinárias que estudam muito o assunto passarem aqui pra responder, ok? Sobre o material pra tua vet, nos posts da categoria Vacinações há vários deles, é só vc escolher, imprimir e dar pra ela. E leia tudo também, assim ficas por dentro do assunto o suficiente pra poder argumentar com ela e até, de repente, tomar tuas decisões sozinha. Como já falei por aqui, tenho a BENÇÃO de ter uma veterinária que não só me apoia como pratica vacinação personalizada com seus pacientes. Beijo!

  • Andressa disse:
    15 de dezembro de 2011 às 23:48

    Obrigada Ana, vou aguardar a opinião das suas amigas vet, pois minha poddle é tudo pra mim e tenho q decidir isso ate fevereiro.

    beijos

  • 16 de dezembro de 2011 às 11:10

    Olá, Andressa, tudo bem?

    A veterinária de sua cadelinha deve conhecer pessoalmente ou por nome a Dra. Márcia Jericó, médica-veterinária doutora em Endocrinologia de Pequenos Animais e Presidente da ABEV – Associação Brasileira de Endocrinologia Veterinária. A Dra. Márcia foi minha professora de Endocrinologia e desde os tempo da gradução nos alertava para os riscos inerentes aos reforços vacinais virais anuais na descompensação dos hormônios e de outros elementos/sistemas/órgãos dos pets. O tema de minha monografia da graduação (TCC) foi justamente o questionamento dos protocolos vacinais ainda em vigência no Brasil, apesar de não haver nenhum artigo científico independente recentes apoiando a prática arbitrária dos reforços anuais para doenças virais. Minha tese foi orientada pelo veterinário doutor em Imunologia, o Dr. César Dinóla Pereira, e tive como examinadoras uma outra professora doutora em Imunologia e a própria professora Dra. Márcia Jericó. Uma parte (cerca de 40-50 artigos) das referências (total: 80) utilizadas para compôr o artigo estão listadas ao final deste post: http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2929 Sendo que muitas incluem links para o artigo original, gratuitamente disponibilizado na íntegra, na Internet. Bem, para resumir, obtive a nota máxima por essa revisão, que foi encaminhada para publicação em um periódico veterinário científico. Comentários da professora Dra. Márcia Jericó que jamais esquecerei: “esse artigo precisa ser publicado. preciso poder mostrá-lo aos meus clientes. os pets diabéticos são os que mais sofrem com os reforços arbitrários. quando estão compensados, eu digo para o cliente não vacinar oarbitrariamente animal, mas o clínico-geral do pet indica, e o cliente fatalmente opta por isso. o que acontece? frequentemente o diabetes descompensa, e a pessoa volta a passar comigo.”
    Lembrando que:
    - o diabetes, assim como o hipotiroidismo, é uma doença auto-imune, e doenças auto-imunes têm como um dos fatores deflagradores justamente a vacinação (isso não é nenhuma novidade e consta dos artigos listados no link que te passei).
    - sua cadelinha tem 13 anos. Se ela fosse uma pessoa, teria mais de 60 anos. Qual seria a lógica de vacinar um idoso contra caxumba, sarampo, catapora etc, sendo que ele já foi vacinado antes, ou seja, já está imunizado?
    - se sua cadelinha apresenta baixa contagem de linfócitos ela está imunossuprimida. leia a bula de qualquer vacina e você verá que “apenas animais saudáveis deverão ser vacinados.”

    Sinceramente? Não vale a pena.
    Mostre todos esses artigos para sua veterinária. É muito importante que ela se atualize nessa questão, ou poderá causar mais prejuízos que benefícios à saúde geral dos pacientes. ;)

    Abraços!

  • 16 de dezembro de 2011 às 13:52

    MUITO obrigada pela SUPER resposta, Sylvia!

  • Carmen Cocca disse:
    16 de dezembro de 2011 às 17:19

    Bom, a Sylvia já respondeu a questão com todas as informações fresquinhas de quem acabou de sair do ambiente acadêmico e eu sou a primeira a sorver esse frescor de informações, pois estou sempre de olho no que ela publica. A Dra. Márcia Jericó também foi minha professora na graduação, só que no século passado, rsrsrsr, quando ainda não tínhamos informações quanto aos efeitos deletérios dos excessos vacinais e os protocolos eram absurdamente agressivos. A Ana me pediu pra comentar o caso da diabetes, mas como isso já foi feito com brilhantismo pela Sylvia, prefiro não ser repetitiva e simplesmente assino embaixo. Mas gostaria de colaborar aqui com um depoimento de alguém que, mesmo tendo frequentado a universidade no século passado, se preocupa em buscar atualizações científicas que acrescentem qualidade ao meu atendimento e à saúde dos meus pacientes. Fico extremamente chocada quando converso com colegas que simplesmente ignoram as evidências científicas que estão ao alcance de uma tecla na internet. Não estou falando de suposições e crenças, falo de Medicina Baseada em Evidências e também em empirísmo clínico, em experiência profissional. Desde que entrei em contato com a homeopatia a primeira vez, há mais de dez anos, e iniciei meus estudos, inicialmente como autodidata e posteriormente no curso de especialização, fiquei chocada com o que chamamos em homeopatia de “vacinose”, que é o termo que designa os transtornos decorrentes da vacinação e o pior, de como eu NUNCA havia ouvido falar nisso durante os meus 5 anos de faculdade? Eu saí da faculdade indicando protocolos vacinais absurdamente excessivos e passei anos agindo dessa forma por puro desconhecimento. Hoje, não dá “pra não saber do assunto”. Não tem desculpa, é evidência!!! Só uma última coisa: a homeopatia é capaz de prevenir e tratar transtornos pós vacinais. Procure um bom veterinário homeopata. Leiam sobre vacinose no http://migre.me/7b4kU , é um fragmento do meu trabalho de monografia de conclusão da especialização em homeopatia.
    Ana, parabéns pelo teu trabalho educativo. A tua paciência e persistência me dão inveja!!!!

  • Andressa disse:
    16 de dezembro de 2011 às 20:29

    Dr Sylvia, Dr Carmem e Ana, muito obrigada pela atenção, pela rapidez na resposta, enfim por tudo. Pois aqui onde moro, não tem especialistas na área o que complica um pouco, minha vet prática a vainação anual e acha que ela corre grande risco de contrar uma virose por causa da baixa imunidade, visto que ela frequenta pet para banhos e sai na rua para passear comigo. Confesso que realmente não gostaria de vacina-la, estou com uma sensação ruim, principalmente qnd passei a ler sobre o perigo da vacinação em excesso. Passarei tudo isso pra ela e espero que ela compreenda, afinal pelo que entendi é muito mais risco ela tomar a vacina e descompensar a diabetes, do que pegar uma virose indo ao pet ou no seu passeio, isso né? Bem qqr coisa vou falar para ela tentar entrar em contato com as drs. pois as vezes somente o cliente falando, parece um leigo querendo aumentar as coisas, e como ja tenho a fama de ser ate chata nos cuidados com meus peludos, que são meus amores, sabe né rsrs…
    Mas realmente muito obrigada, enfim alguém que entende o que eu estou falando.
    bjossss e que Deus os abençõe muito para continuar contribuindo com as mamães de cachorros.

  • Hilda disse:
    14 de janeiro de 2012 às 21:41

    Gostaria muito de solicitar ajuda de todos com qualquer informações que possam me ajudar, minha cachorra de 2 anos esta com CINOMOSE, que doença triste , já a levei em 3 veterinários, comecei com o tratamento agora no dia 13/01/12, pois a levei no primeiro veterinário e ele não solicitou o exame que detectava a doença com isso perdi 5 dias. Gostaria muito de ajudá-la mais , não quero perdê-la , preciso salvá-la dessa maldita doença. Ela já esta sendo tratada com dois medicamentos que o veterinário receitou, um para aumentar o anticorpos ( Cinoglobulin ) e o outro para o Cérebro, só que lendo na internet, vi que a maioria das pessoas comentavam que esse cinoglobulin só deve ser dado se a doença ainda não atacou o sistema nervoso, sendo que no caso da minha já atacou, agora estou na dúvida se o medicamento vai ajudá-la ou não. Por favor quem poder me ajudar, agradeço

  • 15 de janeiro de 2012 às 10:07

    Oi Hilda,

    eu nunca lutei contra a cinomose, mas tenho uma amiga protetora que já venceu a doença. Ela está viajando, mas vou mandar um e-mail pedindo que venha aqui te dar algumas dicas, por que ela tem muita experiência.
    O FUNDAMENTAL agora é cuidar da imunidade da sua cadela. Óleo de coco extra-virgem (eu uso o da marca TheraHerb, importada pelo Dr. Orgânico, por ter pesquisado e ser a que confio mais: http://www.dr-organico.com.br/) com certeza ajudará MUITO, por suas propriedades praticamente milagrosas.

    Em que cidade/Estado você mora?
    Se eu fosse você, buscaria um bom veterinário homeopata, que fará uso de medicamentos que lutam contra a doença mas sem detonar a imunidade. Veja se esta lista de vets te ajuda: http://www.maedecachorro.com.br/2011/12/lista-de-veterinrios-holsticos-no-brasil-homeopatas-acupunturistas-etc-divulguem-muito.html

    Leia também sobre o tratamento de autohemoterapia, que tenho visto fazer milagres: http://www.maedecachorro.com.br/2011/06/auto-hemoterapia-a-cura-atraves-do-sangue.html

  • Sabrina Castro disse:
    1 de abril de 2012 às 20:37

    Olá! Encontrei o blog por acaso porque estou simplesmente DESESPERADA e cliquei em tudo que lia vacina!!!! Levei minha pitbull de 4 anos ao vet para deixá-la em dia com as vacinas. Sou estudante de biologia, do 6º período, mas minha área é a entomologia. Então… só sei amar minha princesinha e dar o melhor à ela. Posso me considerar uma leiga na área vet. Já tendo lido algumas coisas relacionadas com esse excesso, não vacino minha cadela todo ano, faço uma espécia de “ano sim e ano não”. Porém, uma semana depois de aplicar a Vanguard PLUS (vacina no dia 24/02/12), ela começou a apresentar um comportamento muitíssimo estranho. De todos os sintomas, ela começou a produzir leite. Fui ao cons. do vet e relatei td à ele, resultado: ele disse que poderia ser uma gravidez psicológica pois ela nunca cruzou. Então, fiz um agendamento para castrá-la, já que seria a única solução (não quero que ela cruze e tenha filhotes, é mt difícil adoção de pitbull e raros são os que cuidam deles como um filho). Até aí td bem! De repente ela passou uma semana sem comer direito e apática. No dia 12, estava feliz novamente. Não tenho o costume de levá-la para a rua, pois moro em apartamento, mas tenho espaço para as brincadeiras e diversões dela. Quando foi essa semana que passou, mais especificamente desde quinta feira, ela começou a ficar com a gengiva, boca e olhos sem cor. Não, não estão amarelos, estão rosa pálido, meio desbotado. Comecei a ficar desesperada, pois ela deveria ter tomado a 2ª dose dia 16, mas não o fiz, pois estava aguardando os sintomas da tal gravidez psicológica passar. No mesmo dia em que ela tomou a vacina V10, ela tb tomou a antirábica… Resumindo… O vet. diz que ela pode estar com anemia. Porém, não a levei ainda para fazer exame de sangue. Comecei a procurar desesperadamente por artigos, posts, qualquer coisa sobre essa vacina, pois desde pequena ela tomou Vencomax e nunca tinha ficado assim. EU me pergunto… Como o vet pode “supor” que ela está com anemia se ela tem uma alimentação saudável? Ela só come ração boa, sempre a vermifugo, ela não tem carrapatos (pelo amordedeus, nunca teve), tem um peso ótimo, nunca ficou doente… E depois de ler os depoimentos aqui… penso: Será uma reação adversa dessa maldita vacina??????? Ela não está triste, continua ativa, só dormindo um pouco mais, mas late alto, corre para ver os barulhos, ainda se sacode feliz quando brincamos com ela ou quando eu ou meu esposo chega em casa, ela fica horas olhando a rua… Meu gato tb é tratado, vacinado, vermifugado. Mt raramente dou comida de “gente” à eles… A única coisa que me preocupa é a falta de apetite e essa palidez. A urina dela não escureceu , as fezes estão normais, nenhuma diarréia, nada de vômito. E só o focinho meio ressecado (isso nunca aconteceu). Amanhã vou em outro vet. estou mt desesperada! O que vcs acham? Ana, o que vc acha? #helpme

  • 5 de abril de 2012 às 10:17

    Sabrina, não posso achar muita coisa… Ela precisa ir a um veterinário mesmo. Você mora onde? Fale com a Sylvia do http://www.cachorroverde.com.br por que de repente ela pode atender vocês. Não lembro de ter estudado nada sobre excesso de vacinação provocar pseudociese (gravidez psicológica). Não entendi que 2ª dose ela deveria tomar, já que cães de 4 anos NÃO precisam de duas doses de vacina polivalente. Aplicar V10 e antirábica no mesmo dia É EXAGERO e pode sim desencadear vários problemas. O vet provavelmente supôs a anemia pela cor das gengivas dela e está certo, mas o mais correto não é supor, é PEDIR EXAMES e trabalhar em cima deles, né?
    Basta um carrapato infectado para ela ficar doente… Unzinho que morreu e caiu e você nem viu, por exemplo.
    Ou seja, pode ser muita coisa este estado todo dela, querida… Por favor, te recomendo que faça contato urgente com a Sylvia: [email protected] Ponha no título algo como CONSULTA URGENTE, ou algo assim.
    Desculpe a demora pra responder e boa sorte, viu? Dê notícias!

  • Carolina disse:
    24 de abril de 2012 às 16:45

    Eu gostaria de reforçar a mensagem para as pessoas NÃO darem duas vacinas no mesmo dia. Uma vacina só já abaixa a imunidade o bastante.
    Domingo passado fui dar a 3a dose das vacinas de filhote na minha cachorrinha e a anti-rábica estava agendada no mesmo dia. Quando eu fui abrir a boca para falar que queria dar a anti-rábica daqui a um mês a veterinária disse que achava que não devíamos vaciná-la contra raiva naquele dia, que eu deveria esperar 1 mês. Achei ótimo ela pensar assim também, porque eu não ia dar duas vacinas de jeito nenhum. Tem veterinários e veterinários. Só frequentem aqueles que se interessam realmente pelo bem estar dos cães.

  • Sabrina Castro disse:
    25 de abril de 2012 às 01:52

    Oi!!! Sumi né? Pois é! Minha princesa já está bem!!! Conversei seriamente com o veterinário e ambos erramos. Ele reconheceu que deveria tê-la examinado antes de aplicar as vacinas e depois dos exames que foram feitos, a conclusão era realmente gravidez psicológica. Estava no início e como nunca tinha acontecido, não notei logo e assim sendo, não tinha como relatar a ele. Resumindo… Ele se dispôs a consultá-la em casa, comprei o Sec Lac e o Aplonal, ela teve febre (e muito alta) e também o ferro… era uma anemia muito leve, ele explicou tudo direitinho. Mas eu disse: Fulano, eu já estava pensando em te processar!!!! O Tratamento durou 10 dias, certinho. Na verdade, em 5 dias ela parecia que NUNCA tinha tido nada! Continuo dando o ferro e logo fará outro exame para ver se tudo já está ok. Obrigada pelo conselho e por querer saber notícias da minha “pequena” (ela é enorme!!!!). Dormi ao lado dela e chorei até ela ficar bem… Seu focinho voltou a ser geladinho e molhado… \o/ Eu e meu esposo estamos muito feliz! Nunca o vi tão preocupado com ela! Agora, vou marcar a castração… Não quero que ela passe por isso novamente!!!! :D Abraços… Ah, moro no norte, em Manaus.

  • 25 de abril de 2012 às 12:58

    Ai que boas notícias, Sabrina! Beijo pra vocês!

  • Roberta disse:
    3 de maio de 2012 às 20:01

    Olá, tenho uma filhote de labrador que tomou a primeira vacina (V6) com 45 dias. Voltei da veterinária que me disse para “esquecer” essa primeira vacina (mesmo eu tendo comprovação do laboratório na carteira dela). Devo mesmo ignorar essa vacina e começar as 3, tudo de novo? Ela quer dar v10 nas três…..mas lí que essa v10 é forte, e se der problemas na minha cadelinha? Você poderia me dar um luz Ana?
    Obrigada! Roberta.

  • 4 de maio de 2012 às 00:49

    IGNORE é essa veterinária que quer te vender uma vacina que dá MUITAS reações adversas, a famosa e cara V10, e que de “a mais” só tem duas cepas de leptospirose que NEM EXISTEM NO BRASIL. Nossa, fico PASMA com tanta ignorância, viu?
    Não tem que começar NADA de novo. A V6 é uma ótima opção para as TODAS AS 3 PRIMEIRAS DOSES, eu sou ainda mais cautelosa e faria as duas primeiras doses de V2, só fazendo a última dose com a V8 ou V6. Te sugiro sempre a Recombitek (http://www.merial.com.br/donos_caes/produtos/recombitek/recombitek.asp) pq eles usam a proteína do vírus e não o vírus em si, o que é melhor. Um ano depois da 3ª dose você faz o reforço da V8 ou V6 e, se tiver estudado tudo e decidir, depois vacina com intervalos maiores. E PELO AMOR DE DEUSSSSSS, NÃO FAÇA A ANTIRRÁBICA COM NENHUMA DOSE DE OUTRAS VACINAS, NUNCA! A aplique no mínimo 1 mês DEPOIS da 3ª dose. Eu faria só depois do 1º ano de vida do cão, na boa, que é quando a imunidade já começa a ficar mais constante e pq veterinários já estão associando a antirrábica antes de 1 ano ao aumento de casos de sarna demodécica (mas isso é novidade pra mim, ainda não li nenhum material específico).

    Você leu o post que recomendei no texto? Leia, pois ele é maravilhoso. Peguei um trechão pra você:

    60 dias (2 meses):
    1 dose de V2 (protege contra cinomose e parvovirose, as duas doenças mais importantes para essa fase e é a vacina com menor potencial de reações adversas).
    Ou 1 dose de V6 (protege contra cinomose, parvovirose, hepatite infecciosa canina, parainfluenza, coronavirose e adevovirose tipo II – não contém leptospirose, a fração considerada a mais alergênica das vacinas e desnecessária para filhotinhos tão jovens). Duas empresas no Brasil fabricam a V6: essa e essa.
    Ou 1 dose de V8 (protege contra todas as doenças da V6 + leptospirose).
    Observações:
    - Não vacine filhotes desnutridos, intensamente parasitados por vermes intestinais, doentes ou com menos de 50 dias de vida. Trate-os e vacine quando estiverem bem.
    - Em condições ideais, procure vacinar o filhote a partir dos 60 dias de vida, para minimizar riscos de reações adversas.
    - Se possível, ao invés de levar o filhotinho à clínica para ser vacinado, peça ao veterinário que venha atendê-lo em domicílio. Isso reduz as chances de que ele se infecte no consultório.
    - Se possível, evite aplicar a vacina V10 em um filhote tão novinho. Ele não tem condições de montar uma resposta imune adequada para tantos antígenos – as doenças mais importantes são a parvovirose e a cinomose – e a V10 tem maior potencial de provocar reações adversas imediatas ou tardias, devido principalmente à presença de quatro leptospiras.
    - As vacinas mais seguras, em ordem de segurança, para a 1ª imunização, são: V2, V6 e V8.
    - Mantenha o filhote dentro de casa e só permita que ele entre em contato com animais devidamente vacinados.
    85-90 dias (3 meses):
    Ou 1 dose de V6 (protege contra cinomose, parvovirose, hepatite infecciosa canina, parainfluenza, coronavirose e adenovirose tipo II – não contém leptospira, a fração considerada a mais alergênica das vacinas).
    Ou 1 dose de V8 (protege contra todas as doenças da V2 + leptospirose).
    Observações:
    - Intervalos de 21-30 dias são mais seguros do que intervalos de 15 dias. Além disso, é importante que o protocolo vacinal do filhote termine aos 4 meses, pois a partir dessa idade, a aplicação de uma vacina de marca idônea e que tenha sido bem conservada, tem 98% de chance de conferir proteção duradoura. Isso acontece,porque o filhote pode apresentar anticorpos maternos até por volta de 3 meses e meio, e esses anticorpos impedem as vacinas de induzirem uma boa proteção.
    - Se quiser socializar seu filhote, procure fazê-lo passeando com ele de carro, com os vidros fechados, ou receba visitas e cães saudáveis e vacinados em casa. Não adiante o protocolo vacinal. Intervalos quinzenais podem resultar no término da série de vacinas de filhote antes dos 3 meses e meio, o que não é recomendável.
    - Nessa idade, estando o filhote um pouco mais velho, é interessante aplicar V6 ou V8. Opte pela V8 se existir risco do filhote se infectar com a bactéria que causa leptospirose. Filhotes que moram em casas por onde passam ratos e que dormem em ambiente externo, por exemplo, correm risco de contraírem a doença.
    - A V10 continua não tendo um bom custo-benefício. A diferença entre a V8 e a V10 é que a V10 contém duas leptospiras a mais. No entanto, essas leptospiras acometem mais animais silvestres, resultam em doença branda e pouco ocorrem no Brasil. Em tempo, as porções de leptospiras são as mais “alergênicas” das vacinas, em função da presença de adjuvantes, substâncias que “irritam” o sistema imunológico para potencializar a produção de anticorpos.
    - Se seu cãozinho corre risco de se infectar com leptospirose, saiba que é necessária a aplicação de duas doses, com intervalo médio de 21-30 dias, para que a proteção ocorra. Ou seja, se o filhote receber uma dose de V8 aos 90 dias e receber uma V6 (vacina sem lepto) aos 120 dias, ele não estará imunizado contra a doença. Se a intenção é protegê-lo contra leptospirose, ele deve receber uma dose de V8 aos 90 dias e outra dose de V8 aos 120 dias.
    115-120 dias (4 meses):
    Ou 1 dose de V6 (protege contra cinomose, parvovirose, hepatite infecciosa canina, parainfluenza, coronavirose e adenovirose tipo II – não contém leptospirose, a fração considerada a mais alergênica das vacinas).
    Ou 1 dose de V8 (protege contra todas as doenças da V6 + leptospirose).
    Observações:
    - A partir dos 4 meses de idade o filhote não apresenta mais anticorpos maternos circulantes, o que resulta em uma eficácia de proteção vacinal superior a 98%.
    - Aguarde cerca de dez dias após essa última dose para expor seu cãozinho ao convívio com cães desconhecidos, em parques e praças, a fim de que a vacina possa surtir efeito.
    - Se possível, não aplique a vacina antirrábica junto com a V6 ou V8. Dê um intervalo de pelo menos 30 dias. A aplicação de várias vacinas simultaneamente pode exigir muito do organismo e aumenta os riscos de ocorrerem reações adversas imediatas e/ou tardias. A raiva não é uma preocupação para cães que vivem nas cidades. É perfeitamente possível aguardar um pouquinho mais e realizar a aplicação aos 5 ou 6 meses, por exemplo.
    - As vacinas contra giardíase e contra dermatofitose (micose) são consideradas “não-recomendadas” nos Estados Unidos, Europa, Canadá e Oceania (DAY, HORZINEK, SCHULTZ, 2010). Essas doenças geralmente são brandas e têm tratamento eficaz. Além disso, trabalhos científicos independentes mostraram que as vacinas contra giardíase e dermatofitose não são eficientes e protegem os cães por pouco tempo (até 1 ano).
    - A vacina contra “tosse dos canis” é considerada opcional por pesquisadores de Imunologia Veterinária em todo o mundo (DAY, HORZINEK, SCHULTZ, 2010). Pode ser interessante para cães que vivem em ambientes repletos de cães ou que freqüentam exposições ou provas esportivas caninas. Tem eficácia moderada, já que freqüentemente os microorganismos causadores da “tosse” não são aqueles contidos na vacina. A doença tem tratamento e, em geral, tem bom prognóstico. A vacina protege por no máximo 1 ano.
    - A partir dos 4 meses de idade, seu filhote pode começar a receber as três doses da vacina que protege contra a Leishmaniose Visceral Canina, que deve ser aplicada em intervalos de 21 dias. Converse com o veterinário de sua confiança e se informe sobre essa vacina.
    150-180 dias (5-6 meses):
    1ª dose da vacina antirrábica
    Observações:
    - Prefira vacinar seu filhote no consultório veterinário – e não em campanhas. É mais seguro e você obtém o exame físico veterinário que deve acompanhar todas as vacinações do seu cãozinho.
    1 ano e 4 meses:
    Reforço da V6 ou V8
    Observações:
    - A V10 continua não tendo um bom custo-benefício. A diferença entre a V8 e a V10 é que a V10 contém duas leptospiras a mais. No entanto, essas leptospiras acometem mais animais silvestres, resultam em doença branda e pouco ocorrem no Brasil. Em tempo, as porções de leptospiras são as mais “alergênicas” das vacinas, em função da presença de adjuvantes, substâncias que “irritam” o sistema imunológico para potencializar a produção de anticorpos.
    - As vacinas contra giardíase e contra dermatofitose (micose) são consideradas “não-recomendadas” nos Estados Unidos, Europa, Canadá e Oceania. Essas doenças geralmente são brandas e têm tratamento eficaz. Além disso, trabalhos científicos independentes mostraram que as vacinas contra giardíase e dermatofitose não são eficientes e protegem os cães por pouco tempo (até 1 ano). (DAY, HORZINEK, SCHULTZ, 2010)
    - A vacina contra “tosse dos canis” é considerada opcional por pesquisadores de Imunologia Veterinária em todo o mundo. Pode ser interessante para cães que vivem em ambientes repletos de cães ou que freqüentam exposições ou provas esportivas caninas. Tem eficácia moderada, já que freqüentemente os microorganismos causadores da “tosse” não são aqueles contidos na vacina. A doença tem tratamento e, em geral, tem bom prognóstico. A vacina protege por no máximo 1 ano (DAY, HORZINEK, SCHULTZ, 2010).
    - A partir dessa idade, tendo recebido 4 doses de V6 ou V8, de marca idônea, seu cão estará protegido contra cinomose, parvovirose, hepatite infecciosa canina por 9 anos ou mais, contra coronavirose por toda a vida, contra parainfluenza e adenovirose tipo II por pelo menos 7 anos, de acordo com inúmeros trabalhos científicos recentes publicados por pesquisadores veterinários líderes em Imunologia e Infectologia de todo o mundo (DAY, HORZINEK, SCHULTZ, 2010). Daqui para frente, seu cão não precisa mais receber V6 ou V8 anualmente. Ele pode perfeitamente passar a receber um reforço a cada 3 ou 5 anos. Células de memória foram formadas – por essas 4 aplicações – e elas perduram por muitos e muitos anos, possivelmente, por toda a vida do animal. Se porventura ele entrar em contato com a doença, essas células imediatamente passarão a “fabricar” anticorpos que evitarão essas doenças.
    - Se a intenção é manter seu cão protegido também contra leptospirose, leishmaniose visceral canina e “tosse dos canis”, essas vacinas sim, precisarão ser aplicadas anualmente, já que induzem a uma proteção de curta duração. Felizmente, já existem vacinas que protegem exclusivamente contra leptospirose. Isso permite que você aplique essa vacina anualmente (por exemplo: um mês antes da época de chuvas e calor, que é quando os riscos de contrair leptospirose aumentam), e aplique reforços de V6 (sem lepto) ou V8 a cada três anos ou mais, com segurança e eficiência. As vacinas contra “tosse dos canis” e leishmaniose visceral canina também são aplicadas separadamente.
    - Cães que correm maior risco de contraírem leptospirose são os que frequentam áreas alagadiças, nadam em poças, caçam em matas, dormem fora de casa e/ou têm contato com ratos.
    - Se possível, evite aplicar a vacina antirrábica juntamente com a V6 ou V8. Prefira aguardar um mês e aplicar antirrábica, para reduzir os riscos de reações vacinais adversas.
    1 ano e 5-6 meses:
    1º reforço da vacina antirrábica

  • Érika disse:
    11 de maio de 2012 às 22:03

    Ontem tivemos um problema com vacina aqui. Apesar de conhecer algumas pesquisas, fiz a porcaria de insistir, e ainda por cima, deixei dar a V8 e a antirábica no mesmo dia. Um dos meus cachorros, um galgo italiano, teve uma forte reação alérgica 12 horas após a tomada da vacina. Em poucos minutos ficou com o rosto deformado. Como conheço a reação, pois sou alérgica e também sabia que isso poderia acontecer após a vacinação (sim, é péssimo dizer isso, mas eu sabia…) o levei imediatamente ao pronto socorro veterinário para os primeiros socorros. Tomou corticóides e fenergan. Ele está bem agora. A própria vet, ao saber disso, me sugeriu não vacina-lo mais contra a raiva. Foi uma experiência muito ruim para todos aqui e espero nunca mais passar por isso.
    Bj Ana

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