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    Dúvida do leitor: Uma das minhas cadelas atacou a outra, e agora?

    Mãe de Cachorro - Ana Corina | 14 de janeiro de 2011
    Algumas dúvidas e pedidos de ajuda/orientação que recebo acabam sendo apenas só mais um exemplo de uma situação que várias pessoas vivem. Assim, tenho procurado então postá-los no blog para ajudar a mais leitores além daquele que me mandou a questão. Abaixo, segue a resposta de uma especialista para o problema da Nélia, uma leitora do blog, mas que com certeza é o mesmo de muitos de vocês. Desta vez quem respondeu foi a super querida Franciele Lima, da Cão Obediente Comportamento Animal.
    Minha observação pessoal à Nélia: muito cuidado na hora de escolher o adestrador que fará o trabalho com as duas e esteja sempre presente nas aulas, não aceitando qualquer tipo de punição ou uso de força com suas cadelas, não importando a justificativa dada.
    Ana me ajude, Eu tenho uma femea Boxer e uma femea poodle, A boxer está estranhando a poodle e ontem quase a matou, tive que dar 7 pontos no pescoço da poodle… Elas sempre conviveram desde pequenas… O QUE PODE ESTAR ACONTECENDO? por favor ME DA UM LUZ… Moro em Belo Horizonte MG . Zoé a poodle tem 8 anos… Angel a Boxer tem 2 anos… As duas estão separadas. Não tem nenhuma das duas no cio… Angel é estressadissima e Zoé, talvez pela idade, é mal humorada…rss bjs

    EXCLUSIVO: Olá Nélia,
    Agressão é um problema muito comum e é também  um problema muito perigoso, pois a família e os cães podem correr sérios riscos.
    Antes de tudo precisamos identificar o que causa as brigas. É muito arriscado tratar esse tipo de problema sem uma avaliação criteriosa, dessa forma, tentarei passar algumas dicas que colocadas em prática podem te ajudar. Mas sugiro que você procure ajuda especializada com muito critério, pois o uso de punição não só é ineficaz, mas também contra-produtivo. Punir um cão agressivo aumenta seu medo e ansiedade e em geral aumenta os riscos para a família e outros animais da casa.
    * Nunca deixe os cães soltos juntos sem supervisão.
    * Procure identificar o estímulo para a agressão, por exemplo, se for disputa por algum objeto, retire tudo do ambiente .
    * O passeio é muito importante,  proporcione muito exercício físico, principalmente para a Boxer para diminuir o estresse.
    * Faça exercícios de obediência com as duas ( se você sentir segurança).
    * Procure associar a aproximação das duas e o bom comportamento com recompensa motivantes, como um petisco .
    * Proporcione brinquedos interativos para estimulação mental, como estes que você encontra  aqui.
    * Mantenha a calma quando elas estiverem juntas e não estiverem apresentando agressividade.
    Espero  que  as dicas te ajudem, mas procure ajuda especializada o quanto antes.
    Atenciosamente
    Franciele Lima
    Adestradora
    Cel. (47) 8415 0360
    www.caoobediente.com.br
    www.encaotro.com.br

    Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Categoria: Adestramento, Agressividade, Brigas
    Atenção!
    Plágio é crime federal previsto na Lei 9.610/98.
    Conheça a Licença de Uso do blog e saiba o que você pode fazer ou não com os posts do Mãe de Cachorro!

    45 Comentários:

    1. Emmanuelle Moraes Educadora Canina disse:

      18 de setembro de 2013 às 00:15

      Olá Karine!

      Castrar pode ajudar em alguns pontos do comportamento do cão, porém não é solução para tudo e nem solução imediata. Alguns casos podem nem chegar a resolver. Deve-se castrar um cão principalmente para controle de natalidade, mas pensar como solução de problemas não! Certo? Inicialmente, evitar deixá-las juntas sem supervisão é fundamental. Analisar se não está dando mais atenção ao filhote e, sem desejar, estar provocando ciúmes nos outros cães. Muitas pessoas fazem isso sem ao menos notar. E consulte um educador de cães para orienta-la a como proceder corretamente para tornar a relação harmoniosa. Ainda é possível fazer muito pelo caso. Atenciosamente,

    2. Karine disse:

      5 de setembro de 2013 às 11:41

      Olá.
      Tenho 3 Cockers Spaniel, dois são irmãos peguei com 60 dias, um macho (Brad) e uma fêmea (Lara), eles já estão com 5 aninhos, e resolvi pegar mais uma que está com 4 meses, a Nina peguei ela com 50 dias. Mais a Lara esta brigando com a pequena, cheguei em casa ontem ela tava toda cheia de sangue nos pelos e o hack da sala tava no meio da sala, ate achamos que alguém tinha entrado em casa! Mais quando vi me desesperei, a lara tava com sangue na boca, por isso sabemos q foi ela, tive que dar banho nas duas, a nina nao parava de choramingar. Não sei o que fazer! Se a melhor solução for doar a pequena vou ter que fazer isso com muita dor! Só que a doação vai ser para meu pai hehe.. Ele mora longe, mais pelo menos sei que esta em boas mãos e uma vez por ano vou sempre vela.. Eu quero castrar ela se isso resolver ai não será necessário a doação. Me ajudem.. bjs

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        16 de setembro de 2013 às 23:08

        Oi Karine, não sei responder,sinceramente. Pedi pras minhas amigas adestradores virem aqui te ajudar, ok? Castrar é sempre bom, principalmente pela saúde. Que bom que tens a opção de doar pro teu pai. Beijo.

    3. Georgia Vilas Boas disse:

      29 de agosto de 2013 às 20:42

      Oi boa noite acabei de conhecer sua pagina e tenho uma duvida que esta me atormentando. Tenho duas poodle, uma de 8 anos e uma de 10 meses, a mais nova entrou no cio a uns 5 dias. Elas dormem no mesmo lugar. Durante o dia eu coloco uma calcinha, própria para cachorro na Cristal, mas durante a noite eu tiro. A Cristal já está quase acabando o período do cio então não estou colocando nela mais a calcinha pois ela estava destruindo as calcinhas quando eu n estava perto, resolvi tirar. Eis que vejo a minha cadela mais velha a Rubi lambendo a Cristal e me espantei muito, briguei com ela na hora. Mas meu marido e minha mãe viram também em outro momento a Cristal se esfregando para a Rubi lamber ela. Não sei mais o que fazer me ajude por favor.

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        30 de agosto de 2013 às 09:11

        Georgia, elas são ANIMAIS, não há o MENOR problema em se lamberem e a Rubi provavelmente está apenas cuidando da Cristal e a limpando. Cães chegam até mesmo a comer as fezes dos filhotes para limpá-los, não há o menor problema no que está havendo. Por favor, pela saúde da Cristal, considere a castração assim que terminar o cio.

    4. Valdirene disse:

      27 de junho de 2013 às 13:41

      Boa tarde!
      Preciso muito mesmo da ajuda de vocês…
      A uma semana e meia resgatei na rua um cachorrinho cocker (macho), ele estava muito debilitado, com sarna e anemia, o levei ao veterinário e já estou fazendo tratamento.
      Só que eu tenho mais 2 peludas em casa, e ele simplesmente odeia principalmente a líder, ela tenta cheirar ele, ele não deixa, não deixa ela nem chegar perto, a outra tbm ele não quer nem saber, ele avança, tentou até atacar a líder, mão sei realmente o que fazer, pois se ele não se adaptar teremos que coloca-lo pra adoção, e eu não queria, ainda tenho esperança de que eles sejam amigos…
      Preciso mesmo da ajuda de alguém, pois não sei o que fazer…

    5. iris disse:

      28 de maio de 2013 às 20:02

      bom fiquei comovida com a publicação da sofia ,pois eu tambem tive uma tristeza enorme no ultimo dia 4/5/2013.. eu acabei pegando pra criar uma cachorra abandonada ainda com 4 meses que ja tinha o nome de princesa, depois de uns 2 anos peguei outra que tambem tinha uns 3ou 4 meses mais ainda não tinha nome demorou pra eu achar um nome que encaixasse com a feição dela mais consegui ficou kika.. eu não tenho casa moro no fundo da casa da minha sogra mais não tenho espaço só meu sabe ( sem quintal). então e las ficam no meu trabalho que tem um espaço no fundo .eu não tenho grana ganho apenas para me vestir e me alinmentar, mais tenho muito amor no coração para com os animais um certo dia minha prima mudou e resolvi tentar vida melhor fui ficar na casa dela pagando aluguel tentei levar kika e princesa pra la por ser mais confortavél mais elas não aceitram choram ,fiquei com dó e trouxe elas de volta. um certo dia minha irmã tinha uma koker com viralata pretinha linda e ela era menor que as minhas seu nome lupita que eu chamava carinhosamente de (lulu) ja bem mais velha que as minhas ficamos muito bem um tempo ai então começei a levar umas rasteiras da vida : meu marido ficou doente quase morreu ,em seguida minha mãe teve um tumor e acabei perdendo minha mãe e tudo isso lulu acompanhou tambem, qdo eu chorava ela me agradava com seu olhar e o beijo dela era uma mordidinha no meu queixo.e eu beijava ao lado da boca dela enfim acabei tendo que voltar amorar na casa da sogra e não tinha onde levar a lulu então a trouxe pra sapataria onde eu trabalho com meu marido. eu com muito medo mais era a unica solução ..então desde 2009 lulu tava morando aqui com a kika e a princesa , depois de um tempo começou a kika e a lulu se estranhar até chegarem as brigas .. e eu sem condição e alugar uma casa pra levar lulu embora era só no que eu pensava e meu marido falava que elas não brigavam quando nós não estavamos presente eu sentia que sim.. kika nunca machucou lupita a ponto de eu ter que leva-la ao veteinario e pra min a kika eu chamava de (ninika)ainda era um bebe ..bom no dia 1 de maio viemos trabalhar e quando cheguei ouvi o choro da lulu bem fraco e baixo ja fiquei deseperada abri a porta do quintal bem rapido , a kika estava mordendo a lulu eu comecei a chorar muito muito e abracei lulu ,e liguei pra minha irmã vir busca-la expliquei a situação pra min antes e sofre de ter que devolver a sofrer pela morte dela chorei a noite toda achando que minha irmã viria buscar lulu ,no outro dia minha irmã ligou e falou que o marido dela não queria( fiquei mais triste ainda porque a lulu era deles antes e eles tem uma casa com quintal e grade daria muito bem pra levar a lulu mais a rejeitaram) passamos quinta e sexta bem quando cheguei no sabado pra trabalhar só ouvia a kika latindo como se tivesse brincando,desci correndo do carro abri a pórta tambem muito rápido achando que a kika tava provocando a lulu não abri a pora do fundo olhei por um fresta etive a visão da dor e tristeza em minha frente a lulu tinha o costume de deitar de barriga pra cima e agnt acariciava a barriguinda dela ,mais eu a conhecia bem logo percebi que as pernas dela estavam durinhas abri o berreiro e comecei a chamar meu marido que viu não dava nem tempo mais de ir ao veterinário.. ela ainda estava quente mais com um buraco que se via os órgão disse meu marido depois de uns três dias pra min que não aguentei nem ver fiquei com uma culpa terrível de ser pobre,porque se eu tivesse casa jamais teria trazido ela pra cá junto das outras ela era menor, mais velha acho que já tinha uns 10 anos ..eu a ofereci pra vários colegas explicando a situação mais não tive sucesso .. depois de uma semana que ela morreu o marido da minha irmã falou 🙁 agnt devia ter trazido a lupita né )porque eu ainda estou muitoculpada e triste então quando falo com minha irmã ela sente e fala pra eu não sofrer mais é dificil ela era minha filha tambem e sabem de uma coisa não bati na kika mais fiquei com um sentimento diferente com ela ,não que eu não goste dela sei la to fria com ela não consigo abraça-la ,beija-la como era antes eu tratava elas todas iguais hj só consigo fazer isso com a princesa,sera que vai mudar isso um dia ? sinto muita falta da lulu inclusive me lembrando pra falar pra vcs choro todos os sabados de culpa ,saudade….

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        29 de maio de 2013 às 14:47

        Querida Íris,
        Se tem um culpado nisso tudo é o casal que rejeitou a Lulu e não a pegou de volta. A Kika é BICHO, é irracional, é da natureza brigar, matar, o que for.
        Você fez tudo o que podia ter feito e o que importa é a sinceridade do teu coração. Chore pela mediocridade humana, não pela Lulu, que agora está seguindo com sua evolução de animal. Não rejeite a Kika, não… Beijo.

    6. Daiane disse:

      12 de março de 2013 às 00:28

      Olá Preciso de Ajuda!

      Minhas cadelinhas as duas sem raça definida, foram castradas a pouco tempo. Até então se davam super bem, após a castração começaram a brigar, já fiz várias tentativas de aproxima-las, mas elas continuam brigando tenho que manter elas separadas o tempo todo.

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        14 de março de 2013 às 00:03

        Daiane, deve ser algo na rotina de vocês que está incentivando as brigas. Não faz sentido a castração provocá-las, até pq agora elas não terão mais o estresse dos hormônios. Tens que ver o que vc e outras pessoas estão fazendo que está fomentando essa briga entre elas.

    7. Andreia disse:

      1 de março de 2013 às 03:18

      Aiii meninas eu tambem vivo um drama diariamente, com as minhas duas ”Meninas” a chery de 1aninho e meio que e da raça Ilhasa apso, e a My Lady que e uma yorKshire de 1aninho…

      Elas brigam muito de ranca sangue uma da outra, quem mais sai agredida ea york pois ela e bem micro, a shery e grandinha pesa 4kg ai voces ja viu ne. de inicio eu meio que contornava a situação ”quando erra so eu e elas em casa” mais ai casei e agora tive que tira os custumes de dormirem comigo na cama, e cada uma dorme na sua caminha…

      Visitas na minha casa e uma tensão só elas são muito ciumentas, a cherry e uma ciumenta poseciva devido ser a mais velha da casa ela quer atenção total e nao admite que a my lady se aprocime de mim ou de qualquer visita na minha casa… começão a briga feio, tenho problema com espaço tambem moro em apartamento estilo studio. e devido a me casar elas ficaram mais agreciva ainda… quando erra eu sozinha em casa ate que erra controlavel as brigas mais agora, quando estou em casa com meu marido ficam amaradas com 1 metro de distancia da outra , meu marido falo que quando eu nao estou em casa ele solta elas para ver como elas ficam e acabam que elas nem brigam, mais só eu chega em casa que começão a briga feio… eu fico muito triste com isso pois nao queria fica sem nem uma delas, amo todas iguais ” e agora para melhora mais a situação ganhei uma maltes do meu esposo de prezente de casamento 🙁 fico ate com vergonha de fala isso rsrsrsrs mais aconteceu rsrs foi uma acidente rsrsrs….. mais ate agora nem uma das duas implicaram com a minha pequena que si chama Celly…

      então meninas, a conclusão que tenho que elas brigão por ciumes… e disputa de atenção

      quando saio de casa as vezes solto elas, e pelo que parece elas nao brigam quando estão sozinhas em casa. o problema sou eu… e para fica mais pior quando recebo visitas em casa.

      mais quando vou solta elas para brinca um poquinho para minimiza os nervos delas sempre do uns petiscos assim elas ficam animadinha e acaba nao brigando naquela tensão de solta da coleira….

      nao sei si o meu problema e das minhas filhas tem solução sinceramente ja perdi as esperanças….

      mais e a vida…. e com isso fico triste em ver elas presas.

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        1 de março de 2013 às 09:28

        Mas, querida Andreia, você leu o texto e ele não pode te ajudar? A mudança tem que partir de você.

        Agora, deixa eu fazer só um comentário: achar um cão de 4kg “grandinho”? hehehe
        A tua lhasa é MINÚSCULA. O próprio yorkshire quando foi criado – e quando era SAUDÁVEL e bem mais bonito – pesava de 6kg a 8kg.
        Essa “miniaturização” dos cães me deprime… Aff!

        Leia os outros posts sobre brigas e tente mudar sua postura com elas 🙂

        Beijo e boa sorte.

    8. Léa Vasconcelos disse:

      16 de janeiro de 2013 às 01:26

      Oi!!!! Hoje encontrei uma cadelinha na rua ,o carro bateu na cadela e ela caiu no canal um rapaz entrou dentro do canal e tirou ela de lá, mas ele não quis o cachorro fiquei com dó e acabei ficando com a cadelinha que um filhote ainda….mas eu tenho uma outra cadela que já tem 6 anos estou com medo das dua brigarem pois a mais velha e ciumenta e a minha filha se apaixonou pelo filhote me de alguma dica pra q eu possa ficar com as duas

    9. Maria Helena disse:

      2 de janeiro de 2013 às 15:16

      Tenho duas cachorras salsichas de idade de 4 anos, elas são irmãs mas estão vivendo na mesma casa a três anos, antes a Mel era sozinha na casa depois veio a Cacau que é mais quieta e submissa, a Mel é a líder delas não tenho duvidas, quando a Cacau chegou elas tiveram algumas brigas nada de sério, depois elas ficaram amigas dormem juntas, agora que a Mel está no CIO, elas estão se pegando não sei se a Mel fica com ciumes das pessoas ou da Cacau só que todas as vezes a mel é que ataca e só quando tem alguém por perto,por causa de osso ou até mesmo por a Cacau chegar próximo da gente. Me ajudem amo muito as duas quero que elas voltem a ser felizes juntas.
      Moro em Costa Rica, estado de Mato Grosso do Sul

    10. Laís disse:

      25 de novembro de 2012 às 23:37

      Olá!
      Gostaria da indicação de um profissional de psicologia canina que ajudasse na integração de minhas três cachorras. Tenho uma pastor alemão de 9 anos, uma SRD de 8 anos e trouxe para casa, recentemente, uma SRD de paroximadamente 5 anos. As duas SRD estão brigando na minha presença. Preciso de ajuda, senão terei que doar a mais recente…Ajuda urgente, por favor!! Sou de Campinas, SP.

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        26 de novembro de 2012 às 10:47

        Oi Laís, não conheço ninguém em Campinas, mas você pode escrever pra Sara da Tudo de Cão, pois ela deve conseguir te indicar alguém: Sara Favinha ;

    11. elisangela disse:

      27 de outubro de 2012 às 14:54

      estou tendo o mesmo problema que a nélia.
      tenho uma boxer de 3anos e uma poodle com a mesma idade depois do primeiro cio da poodle a boxer nao pode nem sentir o cheiro da poodle.
      e toda vez que se cruzam pelo quintal se pegam feio a boxer falat matar a coitadinha da lupita [poodle]agora achei melhor separa-las mais gostaria muito de poder voltar a ver as duas juntas sem brigar

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        29 de outubro de 2012 às 21:31

        Elisangela, então leia o texto e siga as dicas passadas pelo profissional que o escreveu, por favor. Se puder, procure um(a) adestrador(a) na sua cidade, sempre tendo MUITO cuidado ao escolher esse tipo de profissional, pois muitos estão mais para torturadores do que para educadores.

    12. ROSANGELA disse:

      25 de outubro de 2012 às 16:20

      Ola tudo bem,tenho uma poodle de dois anos posso ter outra fêmea de qualquer raça? ou tem que ser macho.

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        29 de outubro de 2012 às 23:13

        Oi, tudo vai depender de COMO vc introduz o novo animal na família, mas pra minimizar as chances de dar errado, a regra é procurar o oposto mesmo: outro sexo, outra idade, outro porte.

    13. EDUARDA disse:

      6 de setembro de 2012 às 12:36

      MINHA CADELA ESTA MUITO MCHUCADA, MAS ELA E MIUTO BRAVA SE CHAMA PITHULA , OQUE FAÇO?

    14. sarah disse:

      25 de agosto de 2012 às 07:52

      uma das minhas cadelas ta atacando a outra sem motivo ,ela não pode ver a juju que ela a ataca ai começao a brigar feio teve um dia que a jade ranco sanque da orelha da juju pelo amor de deus me ajuda anbas são da raça puldol

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        27 de agosto de 2012 às 00:55

        Leia o texto, Sarah. Está tudo ali. Se não te ajudar, procure ajuda especializada.

    15. Sofia disse:

      3 de maio de 2012 às 12:35

      Ai, Ana (sou a policial que te mandou as msgs no fb ;), este post seu veio em uma hora extremamente dolorida pra mim. E eu hei de concordar com a Camilli Chamone (pra quem, aliás, mandei um e-mail tb!).
      Neste domingo à noite, por volta da 1h da manhã, meu lindo Golden Retriever Odin, que faria 3 anos em julho, faleceu após uma briga com um american staffordshire meu, de nome Argus.
      Foram meus primeiros cães (que comprei, vindo depois a descobrir o perigoso mundo das pet shops e criadores fundo de quintal – embora só o golden fosse de pet shop e o outro de um criador renomado de Amstaffs), foram criados juntos desde bebês, e muitas vezes brincaram e foram felizes juntos.
      Os dois eram castrados.
      Ano passado, sem aviso prévio, os dois tiveram uma briga feia. Encontrei o Odin, depois da aula, deitado na grama, coberto de lama, e sem conseguir se levantar. Meu marido estava fazendo um curso fora e eu estava sozinha na casa. Tive que carregar o coitadinho (que pesava 25kg) correndo ao veterinário, que um amigo contatou e me acompanhou.
      Foram horas raspando a pelagem suja e limpando as diversas feridas no pescoço, nuca, orelhas e nas patas dianteiras, e, ao final, o quadro era desesperador: múltiplos furos, hematomas, a pele toda avermelhada, e ele muito tristonho e cabisbaixo, ainda correndo risco de infecção, já que a mordida de cães contém muitas bactérias. Os veterinários optaram por tratar as feridas abertas, fazendo um curativo com açúcar e povidine, pra absorver os líquidos, já que ficou muito inchado.
      Dormi com ele à noite no sofá, encostando as costas na dele, e ele me acordou algumas vezes pedindo água, esfregando-se em mim. Foram uns 3 dias assim, e minha gatinha também lhe fez companhia. Depois de uma semana, ele começou a se animar, após meu marido voltar de viagem e lembrar de deixar com ele a bolinha amarela que ele tanto adorava. Aí ele ficou faceiro, mesmo enfaixado e ferido, e andava pela casa abanando aquela cauda peluda (carinhosamente apelidada de “espanador”). Resolvemos separá-lo do outro definitivamente, já que meu quintal é grande e dividido em frente e fundos por um portão vazado, deixando-o na frente. Podiam ficar juntos sob supervisão, e sempre procurávamos fazer isso. Ele não tinha traamas e convivia normalmente. era nosso “cachorro feliz”, pois estava sempre sorrindo e saltitando.
      Agora, estamos com a parte da frente em obras, construindo garagem, cobertura, e planejando uma piscina, na qual já imaginava encontrar meu lindo Odin deitado na escadinha quando chegasse o verão.
      Tivemos que deixá-los juntos, prendendo-os no canil revezadamente sempre que saíamos de casa, e assim foi durante um mês.
      No domingo, último, demos uma saidinha rápida de menos de 1h e 30. Na vola, meu marido ainda perguntou se lembrei de prender o Odin, e eu respondi que achava que ele o havia prendido. Corremos pra casa, e quando chegamos, lá estava ele, deitado, ferido e triste.
      Corremos pro veterinário (não os mesmos da 1a vez), que o atendeu e deu pontos, medicando, pois ele entrou em choque no trajeto. Tomou alguns pontinhos, chorou um pouco, e eu até fiquei tranquila ao ver que a gravidade das lesões havia sido menor que da primeira vez.
      Preferimos levá-lo para casa, onde ele ficaria quentinho dormindo comigo no sofá, e fiquei cortando seus pelinhos sujos, fazendo carinho e conversando com ele. Mas ele entrou em choque e morreu logo em seguida. Meu marido fez massagem cardíaca durante uns, tentando ressuscitá-lo, e corremos pro veterinário, pois ainda parecia haver um batimento fraquinho. Mas não deu.
      A tristeza que fica é imensa, a sensação de culpa, a dor no meio do peito, aquele vazio… era tão jovem, tão cheio de vida, meu xodózinho… e eu tinha certeza que ia morrer velhinho, depois de muitas bolinhas, banhos de piscina e passeios. Mas quis o destino que não fosse assim, o porque eu não sei.
      Então sou obrigada a concordar com a Camili. Hoje, acho que devia ter me empenhado em procurar outro lar amoroso pra um dos dois cães. A gente fica com medo deles acabarem abandonados, maltratados, e vai achando que pode dar um jeito, que pode separar, que vai conseguir evitar que o pior aconteça. Mas somos humanos, falhos e imperfeitos, uma hora nos distraímos e damos sorte ao azar. E depois disso, nada pode trazer nossos bebês de volta. 🙁

    16. Marina disse:

      2 de fevereiro de 2012 às 19:39

      ooi Ana , já tentei fazer o que vc ensinou no ” como passear com varios cães ” não deu certo , a Laika acabou quebrando a coleira ( haha , tem ri pra ñ chorar ) , eu gostaria de poder conversar por email contigo ,. tu pode??

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        3 de fevereiro de 2012 às 11:00

        Querida,
        só que não sou eu quem ensina, viu? São os educadores caninos que eu peço para responder as dúvidas de vocês. Então não adianta muito nós conversarmos por que eu sei o que leio e estudo, mas não é muito por que nunca estudei comportamento canino e adestramento a fundo, só o básico para os meus filhos viverem bem…

    17. Marina disse:

      25 de janeiro de 2012 às 21:44

      ooi ,tenho duas cadelas que brigam muito! vamos lá
      a Teka – uma poodle com fox paulistinha ,é a mais velha (aproximadamente 7 ou 8 anos ) , é muito ansiosa , nervosa e ciumenta. E é sempre ela que vai direto na direção da Laika (a outra cadelinha) ,fica reta ,tensa e o rabo balançando .

      a Laika – Não sabemos a raça dela, veio uns 3 anos depois que pegamos a Teka , é calma ,brincalhona e um pouquinho ciumenta (bem pouco mesmo).
      O pesadelo comecou quando a teka dava mordidinhas na orelha e pescoço da Laika ,como elas brincavam muito ,pensei que fosse normal. Mas foi dai que surgiu a briga. Depois disso voltamos elas juntas varias vezes mas sempre brigavam ! Tentei andar com as duas lado a lado ,mas não consegui pois a teka fica puxando pro lado da Laika.
      agora elas vivem cada uma presa em um corredor.
      O que posso fazer pra reverter a situação?
      Ajuda aqui D:

      Bgs Marina

    18. @lilibollero disse:

      23 de janeiro de 2011 às 02:04

      Eu não acho boxer brigão não. Mas ele defende o território. Eu tive uma boxer que cruzou com um fila e ficamos com o último filhote. Adotamos uma fila para cruzar com ele. As duas sempre não se entenderam.Enquanto a boxer era maior, ela mandava, dava uns rosnados. Depois, pela velhice e tudo mais ficou complicado e separamos, aproveitamos para separar o casal e não ter mais filhotes =)Ela interessante observar q elas se ronsavam mas nunca se machucaram. e ele, sempre protegia ora uma e ora a outra apartando as brigas.
      Mas eu que nao aguento ver, sempre me metia no meio e separava.
      Não sei se com todos os cachorros do mundo dá pra ter essa segurança de se meter numa briga, mas nunca tive medo de fazer isso com os meus e eles nunca deixaram de me respeitar e parar assim q eu puxava um pro lado e outro pro outro…e olha q são bichos grandes.
      Hoje em dia minha fila vive com sua filhinha e ambas estao velhinhas, ambas tiveram que retirar útero, e agora são bem mais calmas e não tenho mais receio de se estranharem. Elas andaram há uns 4 ou 5 anos numa fase de trocar de comida e ronsarem por isso mas não brigavam. Depois aprenderam que quando uma saisse a outra podia xeretar o que sobrasse. Detalhe: a comida é exatamente a mesma! rs
      Aqui já experimentamos separar e depois juntar após o momento da briga. Deu certo algumas vezes. No caso da boxer com a fila preferimos deixá-las cada qual em seu território. =)

    19. Nara Strappa disse:

      14 de janeiro de 2011 às 18:37

      Ana e Fran, parabéns pelo tópico. Amei.

      Aqui, tenho dois cães: Sushi (SRD) e Tio Preto (Lhasa Apso). Tio Preto é incapaz de matar uma mosca. rs. Ele abana o rabo para tudo e todos. Sushi, apesar dos seus 20cm, parece um pitbull criado tomando porrada todos os dias. Ela não aceita nada que a contrarie. Comigo e com meu namorado ela é mais tranquila, não enfrenta a gente não. Mas com todo o resto do mundo (pessoas e animais) é ela quem manda. E com o pobre do Tio Preto não é diferente. Se estão brincando e ele corre mais que ela, ele apanha. Se chegam do passeio e ele bebe água antes dela, ele apanha. Se ele pega algum brinquedo, ela toma o brinquedo, rosna para ela e na mesma hora deixa o brinquedo de canto. Eles só não brigam diariamente porque ele é muito, mas muito light. Ainda assim, de vez em quando, rola umas confusões. Mais zoada que porrada. Nenhum dos dois nunca se machucou. Só vira briga se quando ela está 'reclamando' com ele, ela morde mais forte. Ai ele revida.

      E eu já percebi que isso acontece sempre se eu ficar mais de um dia sem levá-los para passear. Então, faço meu máximo para sair com eles todos os dias.

      Meu sonho é ter um cachorro grande. Sou apaixonada por eles. Mas se eu não quiser um canicídio dentro da minha casa, eu só posso ter um cachorro grande depois que Xú se for (Daqui há MUITOS anos). Por mais que um cão seja bobo, como é o caso do meu lhasa, uma hora ele revida. E se for um cachorro grande, Sushi sobra, coitada…

      Beijooos
      =**

    20. Paty disse:

      14 de janeiro de 2011 às 16:42

      Na época que adotei a Leona (há um ano)abandonaram uma filhote no trabalho do meu marido e ele quis adotá-la, mas eu já havia me comprometido com a protetora da Leona. Como temos pouco espaço em casa, o quintal é na verdade uma garagem e a casa é alugada, tenho o desejo de adotar a outra (que está em um abrigo) assim que conseguirmos nos mudar. Uma amiga até sugeriu que eu a trouxesse assim mesmo, mas este post me deixou bastante preocupada. Pelo visto é imprescindível ter espaço reservado e devidamente separado para cada uma…

    21. Fúlvia e Suzie disse:

      14 de janeiro de 2011 às 15:57

      Tô vivendo essa situação. A cachorra da minha mãe é muito, muito brava. Suzie se dá bem com todos, mas a Preta morde qualquer coisa que se mova.

      Só que, como a casa não é minha, e sim da minha mãe, quem fica prsa é a Suzie, num quartinho, fechada. Meu maior medo é a Preta morder minha filha, ou mesmo a Suzie, se ela escapar.

      Nestes casos, acho válido tentar muita coisa e, se nada adiantar, fazer o que a Camilli fez: doar um dos cães. Isso é mais comum do que parece e, pode parecer duro, mas salva vidas.

    22. Aline disse:

      14 de janeiro de 2011 às 15:36

      O problema de ter duas CADELAS (msm sexo) de tamanhos tão distintos é esse.
      eu sempre prefiro ter casais.. aqui eu tenho três.. dois machinhos e uma fêmea. mas n foi nd programado e os machinhos se "pegam" de vez em quando.
      mas realmente, deixá-las sem supervisão é estar pronta para uma má surpresa.

      espero que as duas fiquem melhor

    23. Carina – Comédias da Vida Canina disse:

      14 de janeiro de 2011 às 15:33

      Ana,
      Aqui em casa eu até relatei no blog algumas brigas que começaram a acontecer entre minha dálmata e minha virinha de 5 kg! Só não aconteceu estrago maior porque Deus não quis.
      Ajuda MUITO a tranquilidade do dono DONO (ou pai, mãe, tutor, como preferir). Eu me desespero, às vezes, mas meu marido é beeeeem equilibrado e ajuda na reintrodução das duas. Mas, como disse a Francielle, eu tenho o motivo bem claro: elas sempre disputaram a subliderança da matilha (pq líderes somos eu e meu marido). Hoje, só as deixo juntas quando eu e/ou meu marido estamos juntos e, graças a Deus, há muito tempo, não tem tido briga nesses momentos. Mas estamos sempre alertas, olhando cada sinalzinho do corpo: estão se cheirando, orelhas duvidosas, rabo alto e parado, já chamamos a atenção das duas e mandamos dispersar. O interessante é que, de tanto mandar dispersar, o interesse de uma pela outra tem diminuído e a situação anda bem mais calma.

      Eu acrescentaria que os passeios fossem feitos com as duas cadelas juntas, caso a Nélia consiga dar conta do recado ou tenha alguém para caminhar junto com ela. Caminhar junto reforça os laços da matilha. De qualquer forma, trabalhar com "implicância" entre dois cães é coisa difícil e demorada, tenho visto aqui. Como a Ana Paula disse, ela precisa ter espaço para mante-las separadas nos momentos em que precisar.

      Bjs

    24. Fran disse:

      14 de janeiro de 2011 às 15:16

      é verdade Camilli, concordo com vc, dependendo da situação também recomendo encontrar um novo lar para um dos cães, é triste ter que se separar, mas é melhor para eles, né ?

    25. Camilli Chamone disse:

      14 de janeiro de 2011 às 13:23

      Já vivi uma situação onde, depois de uma briga, um cão matou o outro dentro da minha propria casa. É TRAUMATIZANTE.

      Claro que os sinais anteriores foram óbvios.
      Claro que todos os sinais foram muito bem trabalhados.
      Claro que tomamos todas as medidas possíveis para impedir que isso acontecesse.
      Mas, bastou um momento de distração e aconteceu.

      Talvez não acontecesse se eu mantivesse os cães TRANCADOS (como prisioneiros) em lugares separados. Mas, isso não seria muita vida também.

      Só quem convive com dois cães que se odeiam e que , potencialmente, podem acabar com a vida um do outro pode entender o que estou falando.

      Hoje, não quero mais correr o risco de perder nenhum cão meu, tentando fazer com que A ou B ou C sejam "amigos".
      Não acredito que possamos entender e controlar totalmente as sutilezas da comunicação canina a ponto de confiar que "nada acontecerá".

      Por isso, não penso 2X em selecionar um novo e SEGURO lar para qualquer cão meu que está em perigo de perder a vida, por conta de embates físicos.

      Triste, né? Mas, prefiro ver um cão meu seguro em outra casa a correr o risco de vê-lo morto na minha.

      Beijos.

    26. Ana Corina disse:

      14 de janeiro de 2011 às 12:25

      IMAGINA, xará. Muito obrigada pelo relato, vou reforçar com a Nélia para que leia os comentários.

      Clau querida, obrigada pela dica!

      Beijo pra vocês, meninas!

    27. Claudia disse:

      14 de janeiro de 2011 às 11:11

      Olha, qdo adotei as minhas duas, elas se estranhavam também pois não havia estabelecido quem era a chefe da estória. Eu mandava mensagens dúbias, uma hora privilegiando uma ou a outra, principalmente com a comida.
      Depois que estabeleci quem era a fêmea que comia primeiro, elas pararam de brigar.
      Não sei se o seu problema é este, mas é uma coisa que funciona entre fêmeas.

    28. Ana Paula disse:

      14 de janeiro de 2011 às 10:51

      Ana, me identifico muito com a Nélia. Aqui em casa o elemento problemático é meu boxer Fidel, que é um doce de criatura mas extremamente ciumento. Primeiro ele começou a se estressar com o Otto, que é o dachschund de 11 anos da minha mãe, que eventualmente fica comigo qdo ela viaja ou mesmo qdo ela passa uns dias comigo (coisa bem comum). A diferença de tamanho dos dois é imensa, mas quando o Fidel rosna o Otto quer revidar "à altura", e então o furdunço está instalado. Para esse caso, a solução foi separação total de corpos. Quando Otto está aqui, é sempre um pra lá da cerquinha, outro pra cá. Eles NUNCA ficam juntos no mesmo espaço. É relativamente fácil porque o Otto é cão de apartamento, então dá suas voltas monitoradas na rua e fica praticamente o tempo todo dentro de casa.

      O problema maior foi quando passei a morar sozinha com meus três (além do Fidel, a boxer Lola, que é a líder e a mais velha, e a Sebastiana, vira-latas de porte bem menor que os dois). Por algum motivo Fidel resolveu tirar a liderança da Lola e os dois começaram a ter brigas feias. Não cheguei a precisar dar pontos em ninguém – só quando o Fidel foi castrado (rs). Porque eu e o veterinário deduzimos que um fator de stress para ele poderia ser o cio das cachorras da vizinhança, e mesmo as minhas duas sendo castradas ele ficava tentando cruzar. Então castramos ele também. O problema da libido reduziu, mas vez ou outra ainda dava um entrevero. Identifiquei que a motivação era ciúme. Fidel é muito agarrado comigo. Comecei a impor mais autoridade com ele e a ignorá-lo qdo ele aparecia sozinho: só ganhava carinho qdo Lola tb estava, só falava com ele em situação idem. Em todas as situações ele recebe atenção apenas APÓS a Lola: comida, banho, carinho, chamar para dentro, mandar para fora, etc. Funciona, viu? A gente precisa saber impor antes de tudo a NOSSA liderança na matilha. Teve um episódio infeliz em que minha mãe estava cuidando deles durante uma viagem minha e por ciúmes dela o Fidel e a Lola acabaram brigando. Minha mãe foi separar e acabou sendo mordida. Fiquei passada! Depois, conversando com ela, ela admitiu que deu algum tipo de vacilo, dando atenção demais ao Fidel e quando a Lola e a Sebastiana apareceram instalou-se a briga.

      Bem, eu reforço o conselho da Franciele de que é essencial identificar o fator de stress entre eles. Petiscos e guloseimas como ossos crus, por exemplo, os meus só ganham quando está cada um no seu canto, e só voltam a ficar juntos quando todos acabaram. Algumas pessoas que frequentam minha casa são especial motivo de ciúme, então quando tenho visitas em mais quantidade eu sempre os mantenho separados (ate porque eles são fofos e visitas tendem a ficar paparicando…). É essencial que a Nélia tenha uma estrutura em casa que permita manter as duas separadas sempre que necessário.

      Ana, fico agora pensando, será que esse temperamento brigão é coisa de boxer?

      Fique à vontade para passar meus contatos para a Nélia, se ela quiser trocar uma ideia mais diretamente… =)

      beijoo (e sorry pelo discursão heh)

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