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    Guia de raças no Mãe de Cachorro: American Staffordshire Terrier

    Mãe de Cachorro - Ana Corina | 1 de setembro de 2010

     

    American: Adotar ou não?

    –> Quer conhecer o verdadeiro temperamento de outras raças disponíveis para adoção? Confira o Guia de Raças Mãe de Cachorro clicando aqui.
    Raça de hoje: American Staffordshire Terrier – vítima do homem

    Texto: Michele Welton
    Tradução: Ana Corina – Todos os direitos reservados. A reprodução é expressamente proibida.


    Temperamento – O que é bom e o que é ruim sobre eles
    Geralmente é algo que surpreende as pessoas que este cão, tão extremamente musculoso, com uma presença tão segura de si, seja tão calmo e tranquilo. Um American Staffordshire Terrier de verdade (leia-se fiel às características da raça, coisa rara de se encontrar uma vez que viraram cães da moda e foram largamente procriados sem preocupações genéticas etc.) é uma companhia segura, bondosa e leal. Atlético e ágil, com reflexos bem sintonizados, este cão deve ter exercícios diários moderados para mandar sua esplêndida musculatura em forma.
    Ter companhia é ainda mais importante e muita socialização também é imprescindível. Seu comportamento perante estranhos varia de lambidas exuberantes no rosto a modos reservados e educados, e seus instintos de guarda variam de fortes a nulos, com algumas linhagens sendo muito mais bem humoradas do que outras.
    Seu comportamento perante outros cães, entretanto, é uma outra história. Seu histórico ancestral como cão de briga determina um temperamento enérgico, do tipo que não tolera ser desafiado por outros cães agressivos. Se confrontado, reagirá imediatamente. Embora alguns indivíduos da raça convivam pacificamente em uma casa cheia de animais de estimação, sempre haverá o risco de instintos de caça adormecidos possam aflorar provocando combates mortais.
    Staffordshires podem ser teimosos, mas ainda assim respondem bem a tutores confiantes que saibam como estabelecer e reforçar regras que ditem que tipo de comportamento é esperado deles.
    Por culpa do preconceito criado, todo American Staffordshire Terrier deveria ser treinado pelo menos com os comandos básicos de obediência e estar sempre na guia quando sair de seu quintal. Cada Staffordshire bem comportado visto nas ruas pode ajudar a neutralizar o sentimento negativo que hoje existe contra a raça.



    Se você quer um cão que…

    • Tenha porte de médio a grande e seja musculoso e poderoso
    • Pareça imponente o suficiente para intimidar, mas que geralmente não seja agressivo com pessoas
    • Tenha uma pelagem brilhosa e fácil de manter e que existe em várias cores
    Um American Staffordshire Terrier pode ser bom para você.
    Se você não quer…
    • Lidar com responsabilidades legais (possibilidade de processos, banimento da raça, problemas com seguros etc.)
    • Procurar muito bem antes para certificar-se de que está adotando um indivíduo com comportamento/temperamento estável
    • Providenciar socialização intensa e treinamentos de obediência
    • Agressividade com outros animais
    • Um cão que pule demasiadamente e de maneira um tanto violenta, especialmente quando jovem
    • Uma mente enérgica que requer um tutor confiante que possa assumir o comando
    • Um cão propenso a destruir coisas quando está entediado
    Um American Staffordshire Terrier pode NÃO ser bom para você.

    Se você está pensando em adotar um Airedale Terrier… Considere as questões abaixo seriamente.
    1. Temperamento instável. American Staffordshire Terriers estão por todos os lados hoje em dia e muitos são “criados” e vendidos por pessoas que não têm a menor ideia de como realmente criar cães com bom temperamento que podem conviver em sociedade. Adestradores e educadores caninos veem vários Staffordshires com temperamento agressivo. Com esta raça mais do que com muitas outras é muito importante fugir de criadores que fazem propaganda de seus cães como tendo “cabeças imensas” ou sendo “invencíveis” (informação útil quando se está adotando cães resgatados diretamente de criadores que praticavam maus-tratos).
    2. Agressividade com outros animais. Muitos Staffordshire Terriers são agressivos com outros cães. Vários têm instintos de perseguir e caçar gatos e outros animais que fujam correndo, inclusive outros bichos de fazenda ou sítio. Se alguma coisa der errado na procriação, socialização, treinamento e manejo desta raça, o cão será capaz de ferir seriamente ou matar outros animais. Para manter seu Staffordshire “para dentro” e outros animais “para fora”, cercas e muros devem ter pelo menos dois metros de altura e com ferros abaixo do solo ao longo da linha do muro/cerca para que ele não fuja cavando. Portões devem ter os melhores cadeados e trancas disponíveis.
    3. Providencie socialização suficiente. Muitos American Staffordshire Terriers são amigáveis, mas alguns têm instintos de guarda contra estranhos e precisam de intensa socialização enquanto ainda filhotes para que possam aprender a reconhecer o comportamento normal das pessoas “do bem”. Então eles poderão reconhecer a diferença no comportamento de alguém que não esteja agindo como o esperado.
    4. Providencie exercícios físicos e estímulos mentais suficientes. American Staffordshire Terriers são cães poderosos que precisam ter oportunidades regulares para dar vazão a sua energia e fazer coisas interessantes. Do contrário, tornam-se violentos e entediados – o que podem expressar latindo ou destruindo coisas. Staffordshires entediados são famosos por mastigar paredes, destruir sofás e transformar quintais em paisagens lunares, cheias de crateras.
    5. Temperamento forte. Os melhores Staffordshires são versáteis cães de trabalho, capazes de aprender muito, mas têm uma mente independente e não são fáceis de criar e treinar. Podem ser manipuladores e muitos são teimosos, obstinados e dominantes (querem ser o líder) e farão você provar que pode mandar. Você precisa mostrar a eles através da mais absoluta constância, que você realmente quer o que está pedindo.
    6. Pulos. Staffordshire Terriers jovens (até dois anos de vida) podem ser como touros em uma loja de porcelana. Quando eles brincam e pulam, o fazem com tanto vigor que coisas podem sair voando, pessoas inclusive. Se você tem crianças pequenas ou se você ou alguém que more na mesma residência seja idoso ou enfermo, eu não recomendo que você adote um filhote da raça. A tentação para brincar de maneira brusca é muito grande em muitos Staffordshires jovens.
    7. Responsabilidades legais. American Staffordshire Terriers já são alvo de políticas de banimento em algumas regiões/países. Algumas seguradoras de casa recusam ou cancelam contratos se descobrem que o proprietário possui um American Staffordshire. Seus amigos e vizinhos poderão ficar desconfortáveis com seu cão por perto. Nos tempos atuais as responsabilidades legais de manter qualquer raça que pareça intimidante e que tenha um histórico como cão de guarda ou caçador sério deve ser considerada com cuidado. Pessoas são rápidas em processar se um cão como este faz qualquer coisa remotamente questionável.
    8. Francamente, a maioria dos American Staffordshire Terriers é “cão demais” para o tutor médio e a maioria das pessoas simplesmente não tem a habilidade necessária para lidar com a raça ou para providenciar o tipo de atividade que vai deixar o cão satisfeito.
    Adote um American Staffordshire Terrier adulto!
    Quando você adota um filhote, você está adquirindo potencial do que ele um dia pode se tornar.  Mas quando você adota um cão adulto, você está adquirindo o que ele já é e pode decidir se é o melhor cão para você baseado em sua rotina e realidade. Há vários American Staffordshire Terriers adultos que já provaram não ter as características negativas típicas da raça. Se você encontrar um cão assim, não deixe que elas preocupem você. Fique feliz que você encontrou um indivíduo atípico e aproveite!
    Salve uma vida. Adote um cão.

    *Lembrando: Estou traduzindo as descrições de temperamento das raças (que já vi disponíveis para adoção) apresentadas pela autora norte-americana Michele Welton, que obviamente leva em conta que a maior parte de seus leitores mora nos EUA e sempre tendo em mente cães dentro do padrão comportamental de cada raça. Não adianta um cão ter “cara” de uma raça, isso nem é tão difícil, um cão realmente “de raça definida” tem, mais do que qualquer outra coisa, a personalidade, o comportamento e os instintos da raça a que pertence.
    Sobre a autora: Michele Welton tem mais de 35 anos de experiência como educadora canina e tem mais de 17 livros publicados, sendo 15 deles sobre cães.

    Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Categoria: Adoção, Guia de Raças
    Atenção!
    Plágio é crime federal previsto na Lei 9.610/98.
    Conheça a Licença de Uso do blog e saiba o que você pode fazer ou não com os posts do Mãe de Cachorro!

    21 Comentários:

    1. cesar w.miranda disse:

      31 de janeiro de 2014 às 20:31

      tenho um hotel para caes,ospedei um american estff,estou apaixonado pela raça

    2. Thauana Macedo disse:

      23 de janeiro de 2014 às 13:40

      Olá, amei a postagem.
      Eu tenho um America e ele é super docil, companheiro, teimoso e muito lindooooo. O meu realmente não se socializou com outros animais, decidi ficar só com ele. Hoje ele tem 1 aninhO e é meu xodó.

    3. Eliane disse:

      31 de dezembro de 2013 às 02:34

      Adotamos uma cadelinha filha de uma American Staffordshire Terrier e um Labrador, ela tem todas as características de um American no quesito brincadeiras, mas é carinhosa, amorosa e carente como um Labrador, é educada quando recebe comandos e mais ainda depois de brincar muito com ela, mas também é atrevida, fazendo suas artes escondidas ou mesmo desafiando quando dizemos: “Não morda”! Ela vem de fininho e abre a boca pra morder, mas quando olhamos firmes, ela lambe a gente. Qual a melhor forma de educa-la? Sendo uma mestiça adotada aos 34 dias que hoje está com quase 60 dias?

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        3 de janeiro de 2014 às 16:55

        Oi Eliane,

        Sobre a questão das mordidas, há alguns posts no blog sobre o assunto, inclusive um bem específico sobre filhotes. Leia textos e comentários do link http://www.maedecachorro.com.br/category/mordidas Os comentários sempre ajudam bastante.

        Sobre a criação, tem a Série Filhotes, que também ajuda http://www.maedecachorro.com.br/2010/08/serie-filhotes-no-mae-de-cachorro-%E2%80%93-indice-dos-posts.html

        E dê uma olhada na categoria Adestramento também. Leia sempre os comentários.

        Eu falaria com a http://www.educadoracanina.com.br, ela pode te ajudar melhor e dá consultoria (paga) via Skype (se possível, claro).
        Abraço.

        • Eliane disse:

          24 de janeiro de 2014 às 12:16

          Verdade, tentei socializar a Yoko com 2 meses, mas parece que ela gosta de ser filha única e o único irmão dela é um cachorro de pelúcia, outros animais, mesmo que adultos, ela rosna e não permite que se aproximem muito. Apesar de ser dócil com pessoas e querer brincar toda hora. Em matilha ela quase provocou briga tentando avançar em uma labradora. Sua socialização tem prazo curto, nada além de 30 minutos com outros animais.

    4. Julia Almeida disse:

      6 de julho de 2013 às 16:08

      Oi galera! Tenho 2 americans em casa, sao totalmente estaveis, amam meus filhos e o detalhe estao sempre dispostos a brincar! A quem quer um amigo fiel , brincalhao ,protetor e lindo! Recomendo o American staffordshire! Beijos 🙂
      PS: Nao tenham medo, que apesar da sua cara de mal ele e um tremendo boa praca!

    5. Tuanny Bernardi disse:

      26 de junho de 2013 às 10:21

      Oi!
      Tenho uma American Staffordshire Terrier (Shiva) de 7 mesês, li o post e é exatamente igual.
      Ela é brincalhona, pula toda hora em todos, tem uma energia que precisa ser gasta, além dela tenho mais dois filhos peludos, um Bulldog Inglês (Mustafá) e uma Vira Lata (Lua), as vezes eles se irritam um pouco com a Shiva por ela ser muito elétrica e acaba atordoando eles, a Lua já brigou várias vezes com ela por ela ser chata demais. Acho que isso vai passar daqui um tempo, por ela ser filhote ainda, sobre o mastigar tudo quando estão sozinhos, isso é verdade, ela já roeu muitas coisas quando se sente sozinha. É um cão adorável, carinhosa, mas por não ter noção do seu tamanho as vezes com suas patas gigantes e dentes afiados brincando acabam machucando um pouco, mas é a brincadeira dela… hihihihi
      A minha Shiva é albina, toda branca com olhos verdes, linda demais.
      Não me arrependo nem um pouco de ter adotado ela.
      🙂
      Aos que gostam desse biotipo de cão, aconselho muito a ter seu American Staffordshire Terrier.

      beijos

    6. Ana Rayssa disse:

      24 de janeiro de 2013 às 21:57

      Essa é a descrição fiel do Nino, ainda que ele não seja um cão puro, ele sempre fui um cão muito bonzinho quando a gente morava na cidade, apesar de me dar um pouco de trabalhado e me derrubar na rua quando eu saía pra passear com ele. Ele e o Tuco eram grandes amigos, mas depois que nos mudamos para a chácara a amizade acabou…. muito triste, sinto muita falta de ter os dois amigos… às vezes os dois dormiam juntos debaixo da minha cama a noite toda… hoje eles não podem nem se ver… eu e minha Mãe fazemos revezamento com os dois, temos uma outra casa dentro do terreno onde os cachorros dormem, prendemos o Nino num quarto e soltamos o Tuco, depois prendemos o Tuco em outro quarto e soltamos o Nino… recentemente o Tuco foi castrado, para diminuir a agressividade… já que não é um cão de raça, estamos esperando a testosterona abaixar para ver como o temperamento dele fica… e só depois tentar uma reaproximação… eu não perco as esperanças….

    7. Adila disse:

      4 de dezembro de 2012 às 10:20

      Muito boa a matéria!! Já tive um, que era super bem treinado, quando chegava em casa depois de uma viagem, ele entrava na casa sozinho e vasculhava tudo, banheiro, em baixo da cama e etc, e depois vinha até mim, na porta da casa. Na fazenda era muito perigoso, perseguia gatos, quase matou um porco e um garrote, sendo que é difícilimo separar ele do animal, depois que ele já mordeu, sendo perigoso, até para o dono que for separar, nós jogavamos água nele e ele se acalmava. Entretanto, ele já salvou meu pai, de um boi descontrolado. É um ótimo vigia, mas é preciso muitos cuidados e muita responsabilidade, por exemplo, ele nao nos reconhecia quando estavamos de chapeu ou bone. Era muito silencioso latindo somente quando necessario. Muito perigoso para criancas. Enfim para mim, ele era perfeito, eu morava sozinho e me sentia muito segura. Morro de saudades dele. Mas hj me casei e em breve espero ter filhos, então não criarei outro, infelismente. Para ter ideia do temperamento dele, o nome dele era capeta! Rsrsrs

    8. josi disse:

      24 de setembro de 2012 às 19:20

      O meu infelizmente morreu mas eu queria ter outro pq eu ganhei estou muito triste cm isso se vcs tiver para doar é só colocar no meu email

    9. Joselma disse:

      20 de abril de 2012 às 00:34

      Boa Noite! tenho medo de qualquer cachorro meu marido quer comprar um American Staffordshire Terrier, filhote temos dois cômodos e uma pequena área livre, gostaria de saber se me recomendar ficar com ele, para que eu aos poucos perca o medo, tenho vontade de ter um cachorro porém o medo me atrapalha.

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        21 de abril de 2012 às 18:17

        PELO AMOR DE DEUS: UM AMERICAN SEM MUIIIIIIIIIIITO ESPAÇO? Por favor, diga ao seu marido para comprar um cachorro de pelúcia. Enquanto vocês não tiverem espaço, muito tempo livre para exercitá-lo e MUITO espaço, NÃO recomendo cachorro nenhum, quem dirá um que PRECISA MUITO disso tudo, querida. VOCÊ LEU O TEXTO? Está CLARÍSSIMO nele que o American PRECISA de MUITO exercício e espaço, a dúvida aqui não é nem o seu medo, Joselma, é as condições que esse cachorro NÃO terá para viver… Sobre comprar ou não, minha resposta é e sempre será: ADOTE, NÃO COMPRE. Filhote então, que precisa MAIS AINDA de exercício e distração? Já te digo o que vai acontecer se vocês fizerem esta LOUCURA: o cachorro vai DESTRUIR a casa de vocês, teu marido vai ficar p. da vida e poderá bater nele ou simplesmente querer se livrar dele em pouco tempo. Filhotes dão MUITO trabalho, principalmente dos 7 aos 9 meses, quando viram adolescentes… Abraço e espero MUITO que vocês façam a coisa CERTA, que neste caso é NÃO ter cachorro nenhum, pois todos precisam de espaço.

      • Goreti disse:

        2 de dezembro de 2013 às 19:24

        Olá tenho um american de 3 anos e ele ´´e um fofo…mas é muito teimoso…se dá bem com outros cães e até gatoooo pasmem mas é isso mesmo…esses dias resgatei um SRD e ele adorou o campanheiro brincam o dia todo…mas claro sai passear de manhã e a noite…fiz a opção da raça e tenho consciencia do meu papel como tutora e com a sociedade..o nome dele é kennay e ele é mega companheiro….

    10. LawaneML disse:

      13 de agosto de 2011 às 15:51

      Voce tem algum adulto para doaçao? quero adotar!

    11. Ana Corina disse:

      2 de setembro de 2010 às 02:49

      Ju, acredite quando digo, sei exatamente como é essa sensação de "Fica adulto logo, filho", kkkkk. Beijo pra vcs 2!

    12. JullieC* disse:

      2 de setembro de 2010 às 02:45

      Napoleão é um SRD purinho!! rsrs Eu conheci a mãe, que era mais baixa que ele, branca e com pelo tipo do golden, ou seja, nada a ver com ele, hehehe.
      Ele sempre foi mto meigo e carinhoso, mas se não fosse o nosso pulso firme em algumas situações aqui em casa, hj ia ser mto difícil controlar. Tô é doida pra ele ficar adulto, rs. Sempre recomendo às pessoas a adotar um cão adulto, filhote é pra quem tem muuuito tempo e paciência disponível, rs.
      Bjos!

    13. Ana Corina disse:

      2 de setembro de 2010 às 02:20

      Oi Ju,
      então, se for um "SRD puro", fica difícil mesmo, hehe. Há aqueles em que a mestiçagem fica mais evidente, mas em outros é só especulação mesmo. O melhor é adotar um adulto, para já saber como é o temperamento. Ou se adotar filhote, estar preparado e de coração aberto para aceitar o que quer que ele venha a ser. Para quem PRECISA de um cão assim ou assado, a dica é sempre adotar adulto pra ter certeza, tenha raça definida ou não.
      Beijão!

    14. JullieC* disse:

      2 de setembro de 2010 às 02:17

      Oi Ana! Tô adorando esses posts sobre raças, mto interessante! Mas como a gente faz qdo tem um SRD e não sabe de onde veio o pai nem a mãe? Tem como traçar um perfil e saber pelo porte físico qual a ascendência? Mta gente comenta q Napoleão tem porte de galgo (pernas finas e compridas), mas vai saber né? rsrs
      Bjos!

    15. Ana Corina disse:

      2 de setembro de 2010 às 01:18

      Oi Cris, parabéns pelo bebê e obrigada por comentar. Depois nos conto do filho peludo novo! O tempo passa voando e ele logo chegará.

      Fú, acho importante termos esta consciência mesmo. "Este cão seria bom pra mim, aquele outro não", assim evitamos não só dores de cabeça, mas que o animal fique pra lá e pra cá, sendo doado toda hora.

      Beijo!

    16. Fúlvia e Suzie disse:

      1 de setembro de 2010 às 19:31

      Muito boa a matéria!!!

      Mais um cão que não serviria para mim: adoro cães que são sociáveis com outros cães, pessoas e que os outros não achem que eu esteja criando um assassino em casa… mas, o que pesa pra mim é o fato dele não gostar de outros cães. Pena…

      Beijos!!

    17. Cristiane Mota disse:

      1 de setembro de 2010 às 14:36

      Nao ando podendo adotar ninquem devido a chegada do filho humano na casa agora 🙂

      Mas, se deus quiser, no proximo ano vamos adotar um novo amiguinho para ele e para o Nycko, meu filho canino.

      Prazer, Cristiane, mae do Nycko e do Bernardo, e sua seguidora agora 🙂

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