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    ATENÇÃO de TODOS os leitores Mãe de Cachorro, por favor!

    Mãe de Cachorro - Ana Corina | 10 de setembro de 2010
    O texto abaixo é de um e-mail que acabei de enviar para várias pessoas aqui de Floripa.
    Mas gostaria de contar mais uma vez com o apoio de todos vocês, meus amados leitores, para ajudar a ensinar aos senhores do Diário Catarinense um pouco sobre respeito aos animais e guarda responsável! Caso vocês queiram ter suas cartas ao jornal publicadas no Diário do Leitor, coloquem nome, profissão e CPF, porque estes dados autorizam a publicação de suas palavras.
    Oi, gente!
    Todos sabem dos absurdos cometidos pelos criadores de fundo-de-quintal que despejam seus filhotes em vitrines de pet-shops e da batalha que foi pra Diretoria do Bem-Estar Animal conseguir barrar um pouco essa turma desonesta ao impor condições para a venda de filhotes de cães e gatos em Florianópolis. Condições estas que, diga-se de passagem, qualquer criador realmente decente e honesto inclusive apoia e pratica, até mesmo porque não revende filhotes para atravessadores como petshops e feiras e muito menos anuncia em jornais e classificados de qualquer espécie.
    Esta semana fui a uma pet e conheci uma moça que tem uma yorkie de 4 meses com catarata congênita, comprada em uma petshop de Palhoça pelo noivo (por R$1.300,00!!). Detalhe: a petshop tem veterinária, que examinou a pobrezinha quando voltaram para reclamar e disse que estava tudo normal e, mais tarde, quando não era possível negar, que então eles que ‘trocassem’ a filhote.

    Recebi há pouco as notas abaixo.

    Por favor, vamos todos escrever reclamando dos absurdos abaixo? Todos sabemos que inclusive este senhor que deu ‘depoimento’ revendia filhotes como se fossem caminhas, sem a menor preocupação com o local de onde vieram e muito menos para onde iam, era pagar e levar. Lógico que está fazendo rolo pra voltar a ser atravessador, afinal, pagava preço de babana pelos filhotes e os revendia com no mínimo 100% de margem “de lucro”. Ele fala em informalidade, como se a transação financeira que ocorria em sua loja não fosse tão informal quanto. Por acaso ele pagava impostos sobre as vendas de filhotes que fazia? Façam o favor de não insultar minha inteligência, é o mínimo que peço de um veículo de comunicação que pretende ser considerado ético e sério. ARF!
    Detalhe: as notas saíram na coluna de… ECONOMIA, lógico! Porque é assim que esse tipo de gente vê os animais, como PRODUTOS.
    Escrevam com cópia para os endereços a seguir: ebenetti@diario.com.br / redacao@diario.com.br / leitor@diario.com.br / atendimento@clicrbs.com.br / Editor-chefe diario.com.br marcelo.fleury@diario.com.br

    Pet shop (1)

    Uma lei de Florianópolis aprovada em 2007 e que começou a ser aplicada nos últimos meses praticamente acabou com o mercado oficial de venda de filhotes de animais, especialmente cachorros e gatos, em lojas especializadas que realizam serviços e vendem produtos ao setor. Agora, os animais são negociados por tele-entrega ou em praças, na informalidade, alerta o empresário Rodrigo Costa, dono do pet shop Bixo de Luxo.

    Pet shop (2)

    A mudança ocorreu porque ficou inviável para as lojas venderem animais com quatro meses e todas as vacinas. O preço médio aumentou de R$ 800 para R$ 1,5 mil. Além disso, há o problema de adaptação com o novo dono, que deve começar quando o animal tem cerca de dois meses. As lojas do setor defendem uma mudança na lei. Além do mercado paralelo, cresceu a venda em outras cidades da região.
    Fonte:10 de setembro de 2010 | N° 8924 Alerta
    INFORME ECONÔMICO | ESTELA BENETTI

    Para ler mais sobre as diferenças de criadores e comerciantes, acesse:

    E para encerrar, o e-mail que enviei a eles:
    Prezados senhores,

    Seguem algumas considerações que demonstram o imenso descaso com a verdade e com o bem-estar dos animais das duas notas “Pet Shop” do Informe Econômico N° 8924. Aproveito para perguntar onde fica a responsabilidade social que todo veículo de mídia deveria ter para que possamos fazer de nosso país um lugar melhor para pessoas e animais.
    Não se esqueçam de que um dos maiores culpados pela crescente superpopulação de animais de rua em nossas cidades é justamente a compra de filhotes por impulso, principalmente os vendidos sem critério, como em petshops e anúncios de jornal. Preciso mesmo lembrá-los de que quando a ‘impureza’ dos filhotes, comum em vendas desse tipo, fica evidente tão logo cresçam e deixem de ser ‘micro’ ou ‘mini’ ou assim que começam a apresentar comportamentos normais de filhotes em crescimento, como destruir móveis etc., o destino destes animais é muitas vezes o abandono ou a doação sem critério, quando terminam nas ruas de uma maneira ou de outra?
    1. A transação comercial de revenda de filhotes em petshops e feiras é praticada não só na informalidade, mas fora da lei, já que não pagam impostos nem quem vende os filhotes aos atravessadores e estes muito menos ao revender ao cliente final;
    2. Onde estão as notas fiscais e os contratos neste tipo de ‘transação’? A quem o cliente reclama quando aquele ‘poodle micro’ que comprou cresce e vira uma ovelha no meio da sala? Ou quando o yorkshire apresenta catarata congênita aos 4 meses de idade? Já que então a venda de filhotes é um comércio puro e simples, como o consumidor está protegido dos absurdos que todos sabemos existir? Vocês estão cientes de que estas mesmas petshops que agora reclamam revendem filhotes mentindo suas idades e muito antes dos dois meses que seria o mínimo aceitável para que fossem separados da mãe e dos irmãos?;
    3. Mercado oficial não quer dizer mercado honesto ou muito menos comprometido com o bem-estar dos animais, sendo que o que as pessoas esquecem é o tipo de vida que levam os machos e fêmeas usados como reprodutores nas fábricas de filhotes que abastecem estes comércios que agora estão em polvorosa porque viram o lucro fácil e corrupto minguar, transferidos para outras mãos das cidades adjacentes?;
    4. A Diretoria do Bem-Estar Animal de Florianópolis recebe e apura várias denúncias desse tipo de “fornecedor” de fihotes a petshops e feiras, pessoas que lucram com a venda de filhotes, sem nenhum comprometimento com a saúde deles ou de seus genitores e que só existem porque há justamente quem os revenda em vitrines como se fossem ojbetos e toda uma população desinformada que os compre (aliás, bela pauta para vocês, não? Educar as pessoas sobre como realmente comprar um animal caso não queiram optar pela adoção);
    5. Não há, por parte dos atravessadores que revendem os filhotes qualquer preocupação com as origens dos animais que compram para revender. Inclusive quando a venda ainda acontecia a pleno vapor eu mesma me dei ao trabalho de ligar oferecendo uma ninhada fictícia justamente para o citado senhor Rodrigo para saber como eles trabalhavam, porque sempre me incomodou imensamente a imagem daqueles filhotes expostos como mercadoria na vitrine, sendo manipulados por todos os interessados e expostos a viroses para as quais ainda não tinham proteção justamente porque são vendidos antes dos 4 meses de idade;
    6. Vendas por tele-entrega e em praças sempre aconteceram em Florianópolis, inclusive com ações da Vigilância Sanitária para impedi-las. A diferença agora é que apenas esta corja está fazendo dinheiro e não mais as petshops e feiras de filhotes também!;
    7. Falar em problema de adaptação com o novo dono, que deve começar quando o animal tem cerca de dois meses” chega a ser patético por diversos motivos. a) Se os senhores revendedores de cachorros e gatos estivessem preocupados com o bem-estar dos animais, não fariam suas reclamações em um caderno sobre economia, visto que é óbvio que sua maior preocupação é a renda fácil que não lhes chega mais às mãos diariamente e não o real bem-estar dos filhotes que sempre comercializaram sem grandes escrúpulos b) A adaptação com o novo lar acontece em qualquer idade e estão aí os milhares de animais adotados inclusive já em idade avançada para provar, bem como todos os filhotes vendidos por verdadeiros criadores, muitos dos quais não entregam seus filhotes antes dos quatro meses;
    8. Nenhum criador decente e honesto revende filhotes para petshops ou feiras. Os filhotes encontrados nestes locais são produzidos por pessoas que simplesmente procriam cães e gatos sem o menor estudo de linhagens de sangue, doenças genéticas e tudo o mais envolvido em uma criação séria, ainda que não maltratem seus procriadores, o que infelizmente existe em número muito maior do que o de particulares simplesmente reproduzindo o cãozinho da família para “recuperar o preço investido” nele. Criar animais não é jamais uma maneira de sustento, é uma responsabilidade praticada por poucas pessoas seriamente comprometidas com as raças que estudam;
    9. Nunca houve venda legal, pois não existe nenhum canil registrado com alvará da Vigilância conforme a LEI. São todos ILEGAIS SEMPRE. A lei não impede, ela apenas exige condições mínimas para dar um alvará e evitar o criador de fundo de quintal.
    Eu poderia citar mais inúmeras razões pelas quais as duas notas supracitadas (e abaixo reproduzidas) são não só infelizes, mas totalmente descabidas e irresponsáveis, principalmente quando levamos em conta quem as publicou e o imenso público que atingem. 
    Por favor, façam um mínimo de pesquisa antes de publicar barbaridades que só significam um retrocesso nos avanços conquistados em Florianópolis, cidade que inclusive tem apontado como referência nacional através do trabalho da Diretoria de Bem-Estar Animal. Onde está a responsabilidade social do Diário? É uma cidade retrógrada e famosa por abusos cometidos contra animais que vocês desejam? Pois se for, estão no caminho certo defendendo um comércio não só ilegal, mas criminoso.
    E se quiserem falar sobre algo realmente útil, tratem de temas como a microchipagem de cães e gatos e castração, duas ações que combatem não só o abandono e a superpopulação, mas que são praticadas por criadores sérios e comprometidos com a responsabilidade social e até por particulares que trabalham voluntariamente com doação de animais recolhidos das ruas ou apreendidos de criadores de fundo de quintal.
    Atenciosamente,
    Ana Corina
    Categoria: Campanhas, Denúncias, Fazenda de Filhotes (Puppy Mill)
    Atenção!
    Plágio é crime federal previsto na Lei 9.610/98.
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    10 Comentários:

    1. Anonymous disse:

      30 de setembro de 2010 às 00:54

      Prezada Ana.
      Parabéns pelas palavras. O lobby de quem lucra com animais é poderoso e já está ecoando na mídia. Esse pessoal só tem um ponto fraco: o bolso. Sugestão: boicotar pet shops e pecuárias que vendam animais, fazendo compras em outros locais (se possível, deixando claro o motivo). Aliás, talvez também seja o caso de boicotar veículos de comunicação que divulguem posicionamentos prejudiciais à causa animal, como reportagens imbecis, anúncios de venda de animais, etc.
      Se não somos mais ouvidos como cidadãos (e faz tempo!), pelo menos vamos usar nosso poder enquanto consumidores.

    2. Annita disse:

      14 de setembro de 2010 às 00:01

      meu comentário foi erradoooooooo
      era: só nao entendo………

    3. Annita disse:

      14 de setembro de 2010 às 00:00

      Ana Corina, paró não entendo por que as pessoas não lêem antes de escrever sobre um assunto….o DC ainda anuncia venda noa classificados!
      Lamentável….
      Parabéns pela matéria séria e corajosa!

    4. Ana Corina disse:

      10 de setembro de 2010 às 20:17

      Oi, Sofia!

      Que legal saber que você está em contato com a Sylvia! Realmente existem idades diferentes para melhor aproveitar os benefícios da castração de acordo com o porte do animal, mas quando falamos em animais doados, a ordem é nunca doar sem castrar, então paciência.

      Obrigada por participar do Mãe e por nos ajudar com essa questão de hoje. Reenviei o e-mail agora de outro endereço, vamos ver se volta também…

      Beijo grande!

    5. Sofia disse:

      10 de setembro de 2010 às 20:12

      Mandei pro leitor@ e pro atendimento@, pra um voltou, pro outro foi. Só fiz um adendo que não colei aqui, dizendo que quem quer um animal, pode adtar em qualquer canil municipal ou abrigo um animal socializado, castrado e tratado, ou, se a raça e o pedigree forem um determinante, procurar um criador sério.
      Olha, eu tenho 4 cães: 2 adotados, um comprado de criador e um que comprei, sim, em um petshop! Fui consumida pela pena de ver um goldenzinho tão feliz e tão pequeno à venda (nem 45 dias). Sei que ajudei a enriquecer um "cachorreiro". Mas depois que o cão já está à venda, ele não tem culpa de estar lá, e precisa de um dono. O certo é conseguirmos evitar que eles cheguem às petshops (como vcs fizeram, bravo!), evitar que as pessoas cruzem seus cães. Este foi o meu primeiro cão, e depois pra compensar esse peso na consciência, adotei dois. Conheci seu blog procurando por "miíase", que um dos meus cães tinha quando o encontrei. Foi difícil chegar perto dele por causa do cheiro e foram 30 dias limpando ferida, mas hoje ele está feliz e saudável! Estou castrando-os aos poucos, pois estou seguindo as orientações da Sylvia do cachorroverde de não castrá-los prematuramente. E procuro fazer minha parte divulgando esse tipo de coisa que vc escreveu, e negando o "esperma" do meu golden de petshop, explicando o porque, já que apareceram umas quantas fêmeas querendo cruzar com ele (quer dizer… os donos delas…).
      E, bem, petshop nunca mais, não quero mais esse peso na minha consciência! Tadinhos dos cãezinhos!
      E pra vc ver como são as coisas: 4mil um filhote de bulldogue inglês macho em um petshop no shopping de BC. Provavelmente sem procedência nem pedigree, filho de alguma cruza entre cães tb sem procedência. Um macho no canil Labonnevie de Ctba, que é um dos melhores do país, custa 2.500. E eles são super sérios, pois na época em que os procurei, inclusive me ofereceram um macho de 8 meses que tinha uma pequena fenda no palato e era castrado. Que petshop vai te dizer que o cachorro tem um "defeito" antes de vc pagar por ele? Acabei não comprando nenhum bulldogue, mas fiquei feliz de saber que existem pessoas que criem cães de forma séria e sejam honestas com aqueles que pretendem adquirir o cão e os indico a todos que procuram um bulldogue inglês.
      Um beijo, e espero que a RBS entenda a mensagem e publique uma matéria decente retificando o erro…

    6. Ana Corina disse:

      10 de setembro de 2010 às 20:08

      O meu e-mail também retornou! Já enviei 3x e sempre volta, mas vou continuar tentando. ARF!

    7. gilvas disse:

      10 de setembro de 2010 às 20:02

      vale ressaltar que os e-mails que o diário catarinense apresenta para o leitor enviar comentários estão fora do ar, ou, no mínimo, possuem algo pessoal contra o meu endereço de e-mail. é mesmo um jornaleco de província.

    8. Ana Corina disse:

      10 de setembro de 2010 às 19:39

      UAU, Sofia, PALMAS, PALMAS E MAIS PALMAS pelo teu comentário. Vc mandou isso para os e-mails que indiquei? Espero que sim! Se não, o faça POR FAVOR, querida!

      Ainda estou terminando minha carta a eles.

      Beijo!

    9. Sofia disse:

      10 de setembro de 2010 às 19:36

      Lamentável ler tamanha besteira (colada ao final) no veículos de informação impressa mais importante do estado. Deve ser por conta da tal lei que dispensa faculdade de jornalismo!
      Em tempo "mercado oficial de venda de filhotes de animais" deveria ser o dos criadores filiados pela Confederação Brasileira de Cinofilia e da Federação Brasileira do Gato, que são criadores experientes, sérios e aptos a criar ninhadas de animais saudáveis, dentro dos padrões e com pedigree. Sérios o suficiente para informar ao comprador se o filhote apresenta algum defeito congênito. Sérios o suficiente para estudar quais são os melhores cruzamentos que podem fazer entre suas matrizes e padreadores, e de indicar quais filhotes seriam ideais para quem quer um cão de companhia, ou um cão de guarda etc, já que mesmo uma raça específica apresenta cães com diferentes temperamentos, e que um cão mais agressivo não deveria, por exemplo, ser comprado por uma família com crianças. Pra saber que um filhote não pode nem deve ser separado da mãe antes dos 60 dias, e preferencialmente só depois de 90. Pra saber que uma fêmea prenha deve receber uma alimentação diferenciada durante a gestação e depois do parto, e que não deve ter uma ninhada a cada cio (seis meses). Já imaginou uma mulher tendo filhos a cada 9 meses durante toda a sua vida fértil? Pois é isso que esses irresponsáveis comerciantes de animais (não podem ser considerados criadores) fazem com as suas cadelas, tudo pra ganhar dinheiro!

      Depois vocês adoram noticiar ataques de pit bulls e etc, como se a raça fosse a responsável pelos ataques. Os maiores responsáveis são esses comerciantes, que não se importam com o que estão criando nem pra quem estão vendendo, se o animal tem um bom temperamento, se tem uma doença genética ou hereditária, apenas se importam com o dinheiro que vão receber. Pit bull tá "na moda", então vamos vender um monte de filhotes pra qualquer um que puder pagar! É isso que se compra em pet-shops! Animais sem procedência, sem pedigree, de comerciantes que viram na "criação" uma maneira fácil de ganhar dinheiro.

      Vocês deveriam pesquisar antes de publicar uma idiotice dessas, porque se o jornal fizesse o seu trabalho de informar sobre a importância da castração, da compra de animais somente de canis e gatis credenciados (engana-se quem pensa que o preço de um animal de criador sério é mais alto que em um pet shop.; muitas vezes é até mais baixo.), de que as pessoas que NADA entendem de criação não deveriam se meter a cruzar o seu cachorro com o cachorro da vizinha e da POSSE RESPONSÁVEL, não haveriam tantos cães abandonados, na rua, transmitindo doenças, causando acidentes, enchendo os centros de zoonoses, sendo sacrificados. Não haveriam tantas notícias de ataques de pit bulls, rottweillers ou qualquer que seja a espécie, em que o culpado acaba sendo o cachorro.

      Os culpados são aqueles que criam animais só pra vender (não por amor e preservação da raça, como deveriam), aqueles que compram de comerciantes, aqueles que cruzam o cachorro que têm em casa com o cachorro da vizinha porque querem "dar cria", aqueles que não castram seus animais ou que os abandonam e, principalmente, aqueles que têm nas mãos todas as ferramentas possíveis pra ajudar a divulgar esses fatos, porém se ocupam em publicar qualquer besteira que recebem sem sequer se dar ao trabalho de pesquisar, como vocês fizeram. A mídia tem o dever de INFORMAR, não de "desinformar" e "emburrecer". Nota zero pro Diário Catarinense e pra colunista Estela Benetti.

    10. Ms. Siebert disse:

      10 de setembro de 2010 às 18:43

      Olha, tu já falou tudo que penso… sem mais comentários..

    Os comentários estão fechados.

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