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    Série Filhotes no Mãe de Cachorro – 1º post: Antes de escolher seu novo filho…

    Mãe de Cachorro - Ana Corina | 19 de agosto de 2010
    Filhotes: fofuras que precisam de cidado!
    Considerações antes de adotar um filhote


    Texto: Sarah Hodgson – Puppies for Dummies – 2nd Edition 
    Tradução e adaptação: Ana Corina – Todos os direitos reservados. A reprodução é expressamente proibida.


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    Criar um filhote é um projeto que você pode até achar engraçado, mas é um projeto. Já de começo, seu filhote precisa aprender a usar o “banheiro”, o que requer idas repetitivas ao local escolhido, diversas vezes ao dia e, inicialmente, durante a noite também.
    Dependendo da raça, seu filhote talvez precise de atenção constante. Entre cuidados com a pelagem, exercício e refeições, a única atividade que mais consome energia é criar uma criança. Felizmente, a infância de um cão dura cerca de um ano!
    Não quero desestimular você da ideia de adotar um filhote – você pode achar poucas coisas tão recompensadoras do que criar/educar um filhote com sucesso. Mas filhotes não são só amor, devoção e brincadeiras. Eles precisam e demandam muita responsabilidade também. Você terá que estar tão consciente de suas necessidades quanto precisaria estar para cuidar de um bebê – de alimentá-los a providenciar água e locais de descanso. Ensinar um filhote a urinar/defecar no local correto (“usar o banheiro”) é um projeto dentro do projeto de ter um filhote e por si só tomará tempo e paciência.
    Se só de pensar em levantar durante a noite para ensinar seu cãozinho a usar o banheiro te dá arrepios, talvez seja melhor você adotar um animal adulto. Até mesmo filhotes com mais de 6 meses de vida já conseguem controlar melhor a bexiga e, com isso, requerem menos atenção neste sentido. Abrigos, protetores independentes e ONGs estão lotados deles e há inclusive animais de raças definidas, caso você deseje uma raça em específico.
    O que você quer de um cão?
    Ao procurar um filhote para adotar não se pergunte que tipo de filhote você quer e sim que tipo de cão você quer/precisa/gosta. Todos os filhotes passam por fases similares em seu primeiro ano de vida, da curiosidade que os faz roer tudo à adolescência desafiadora, mas como eles amadurecem é facilmente previsível baseado em características das raças. E a menos que você encontre um cão sem raça definida “puro” (SRD), deverá estudar bastante as raças dos filhotes disponíveis para adoção, bem como suas mestiçagens claras (pastor alemão com SRD, poodle com pinscher, por exemplo).
    É porque é o cão adulto quem efetivamente viverá anos e anos com você que escolher pensando na idade madura e antever se será um cão compatível com você e seu estilo de vida é fundamental.
    Pense bem nas questões abaixo antes de adotar um filhote
    • Quanto tempo livre você tem? Você não acha que um cão, seja filhote ou adulto, pode viver sozinho, jogado no quintal ou mesmo dentro de casa, acha? Cães demandam tempo, atenção e cuidados, muito mais quando são filhotes.
    • Do que você gosta? De ver TV, dormir muito, praticar jardinagem, ler, escalar montanhas, trabalhar, estar com os amigos, passear em shoppings? Pare e pense em 5 coisas que você gosta de fazer e que faz com frequência. Seu cão se encaixa como nesta rotina? E as outras pessoas da família? Compare as listas. Pode ser que seu cão perfeito seja de pelúcia…
    • Seu cão adulto poderá acompanhá-lo em suas atividades preferidas? Filhotes são lindos, mas enquanto não estiverem devidamente vacinados e treinados para usar o banheiro, precisam de uma rotina estruturada e de exposição limitada ao exterior de sua casa. Além disso, um filhote pode não estar pronto ainda (psicológica e fisicamente) para te acompanhar em corridas etc., por exemplo. Quer sair por aí assim que adotar um cão? Então adote um adulto, já castrado e com personalidade formada.
    • Qual é a sua personalidade? Você é controlador(a), relax, permissivo(a), estruturado(a), intenso(a), agitado(a), calmo(a)? Seja honesto! Ao escolher um cão leve em consideração sua resposta. Não dá para ser uma pessoa que prefere ler a caminhar e querer adotar um cão que precisa de toneladas de exercício físico e interação!
    • Que tipos de personalidade te deixam desconfortável? Pense em que tipo de pessoa te tira do sério. Alguém agitado? Calmo demais? Características que te irritam em outras pessoas muito provavelmente o irritarão em um cão.




    ATENÇÃO! –> Não importa o quanto você ame a aparência física de um cão, não o adote se seu temperamento e necessidades não combinarem com seu estilo de vida/rotina. Estresse afeta a todos negativamente, principalmente o filhote.

     

    • Como é o seu dia? – Pare e pense um pouco sobre como é hoje (sem um filhote) o seu dia típico, da manhã até a noite. Como você planeja encaixar um filhote nele? Um cão é uma espécie como nenhuma outra no mundo e enquanto filhote ele vai se apegar a você como faria com outro cão, e entre sua demanda por afetividade e seus horários para usar o banheiro, você rapidamente o verá como sua criança recém-adotada. Com este relacionamento vem a responsabilidade de integrar um filhote a sua rotina e ensinar a eles boas-maneiras.
    • Viagens – Você é do tipo de pessoa que viaja de uma hora pra outra? Sua carreira exige que você se ausente por dias ou semanas? Se você respondeu sim a apenas estas duas perguntas, já reconsidere a opção de adotar um cão, quanto mais um filhote! Você tem um amigo ou parente que vai se responsabilizar por ele na sua ausência? Esta pessoa terá paciência com o comportamento adolescente e travesso que atinge os filhotes dos 7 aos 11 meses de vida? Você pode pagar alguém para cuidar do seu filhote enquanto viaja? Hotéis para cães podem custar de R$15,00 a algumas dezenas de reais por dia…
    • De que tamanho é sua família? – Serão apenas você e o filhote? Um casal e ele? Um casal com outro cão/gato e o novo peludinho? Ou uma família com crianças com menos de 5 anos de idade? Ou então com crianças com mais de 5 anos? Sua casa é praticamente um zoológico, cheia de pessoas e animais de diferentes espécies?
    • Só você e o filhote – Você é solteiro, livre e desimpedido e tem poucas responsabilidades, mas mesmo que a companhia constante de um filhote possa parecer encantadora, é uma responsabilidade imensa. Ao trazer um bebê canino para casa você será automaticamente seu pai ou mãe. Com a responsabilidade vem toda sorte de demandas que criar um filhote da maneira correta, visando seu bem-estar real, exige. Se você é do tipo que dorme até o meio-dia, esqueça! Se você é daqueles que vive fora de casa no tempo livre, nem pense! Caminhar, socializar, escovar, alimentar, enfim, cuidar direito de um filhote, exige um comprometimento que deixará seus dias de ócio para trás! Se você realmente quer encarar o desafio, lembre-se de que um cão será sua responsabilidade em média por 10 anos e você precisa socializá-lo com todo tipo de pessoas, de diferentes etnias e idades, porque se um dia você morar com alguém ou tiver filhos, seu cão já estará preparado para interagir sem problemas com eles. Escolha também uma raça (ou um cão com mestiçagem clara de raças) que goste de crianças ou prefira um cão sem nenhuma raça definida.
    • Um casal – Para evitar brigas o casal deve estar de acordo com a chegada do novo membro da família e também com a maneira como ele será educado. Para casais que planejam ter filhos, será um ótimo aprendizado. Se este for o caso também é bom evitar raças que sejam muito protetoras ou de briga a menos que você esteja disposto a fazer uma socialização perfeita e muitas aulas de adestramento com crianças e mais crianças. Considerem: Quais são suas visões individuais sobre o que é um cão e que cuidados ele precisa? Como vocês dividirão as responsabilidades, de alimentação a exercícios de educação e caminhadas? Quais são suas filosofias sobre nutrição, os dois concordam em dar só ração ou só alimentação natural? Um dos dois gosta de jogar comida da mesa para o cão e outro acha o fim da picada? Quanto dinheiro vocês gastarão com saúde, adestramento e cuidados pessoais (tosas, banhos, cortes de unha etc.)? Os dois estão de acordo com o porte do animal quando adulto? Vocês são um casal que já criou os filhos e estão aposentados e felizes? Se sim, estarão dispostos a dispensar toda a energia que um filhote demanda? Terão disposição para exercitar o animal como necessário?
    • Família com crianças com menos de 5 anos – Até os 5 anos uma criança não pode compreender totalmente os sentimentos dos outros, seja o “outro” um cão ou uma pessoa. Embora um puxão possa significar amor por parte do seu filho de 3 anos, o “carinho” pode apavorar ou causar dor em um filhote de cão e ele pode reagir mordendo para se defender, mesmo que em circunstâncias normais ele não reagisse dessa forma. Se você não controlar a situação o cão pode crescer com medo de crianças ou estar sempre tenso perto delas. Você vai mesmo querer mais uma criança pra cuidar?? Ao adotar um filhote tendo um filho pequeno em casa você vai se sentir cuidando de gêmeos do dia pra noite. Um filhote não só o distrairá de suas obrigações para com a criança como também concorrerá com ela para atrair sua atenção, o que pode ser um pesadelo. Se você realmente acha que consegue cuidar dos dois, opte por um filhote mais velho, de 6 a 10 meses, há vários para adoção! Após passar da fase da troca de dentes os filhotes estarão menos propensos a encarar seu filho como um irmão canino (a quem ele morderia para brincar etc.) e também controlam melhor a bexiga ou até já sabem usar o banheiro.
    • Família com crianças com mais de 5 anos – Bem, provavelmente as próprias crianças já estão pedindo por um cachorro na família. Se você está tentado(a) a ceder tenha em mente algo muito certo: não importa o quanto suas crianças prometam e jurem que cuidarão do filhote, ele será sempre sua responsabilidade. Com todo o caos, idas e vindas, barulhos, visitantes e bagunças que existem em uma casa com crianças, é prudente não escolher um raça com instintos territoriais e de guarda. Estas raças podem se confundir, julgar que uma criança visitante é um invasor e atacar.
    • Casa com outros animais – A sua casa parece um zoológico? Você está tentando imitar o habitat natural de uma matilha canina? Dividir sua vida com várias espécies pode ser um sonho ou um pesadelo. Como você planeja, introduz e trata cada animal é o fator dominante aqui. Escolher a raça pura ou mestiça com o temperamento certo também influencia o quão bem (ou mal) aceito ele será pelo grupo já existente. Escolha raças que não sejam de caça ou que tenham sido utilizadas para rinhas.
    • Casa com outros cães – Você tem um outro cão mais velho ou vários outros? Como você espera que seja o relacionamento dos cães já existentes com o novo filhote? Mesmo que a maioria dos cães lide bem com novos membros caninos na família, poucos têm prazer na bagunça que vem junto com um bebê. Conforme seu filhote amadurece pode ser que eles desenvolvam uma forte amizade, entretanto, alguns cães preferem continuar sendo filhos únicos. Se seu cão é do tipo carente e agarrado em você, um novo filhote (ou qualquer outro membro da família) pode não ser a melhor escolha. Ao escolher o novo cachorro, leve em consideração as raças, sexos e portes dos envolvidos, os antigos e o novo. Escolher cães do mesmo grupo (cães de caça, de guarda, de companhia etc.) facilita muito. Você pode escolher grupos diferentes, mas evite os extremos! Personalidade é outro fator. Se você já convive com um cão calmo e gentil e então traz um filhote dominante pra casa, saiba que o filhote mandará no adulto num piscar de olhos. Você pode facilitar as coisas escolhendo um bebê com personalidade parecida, há cães de todos os tipos para adoção!

    Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

    Categoria: Adestramento, Série Filhotes
    Atenção!
    Plágio é crime federal previsto na Lei 9.610/98.
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    18 Comentários:

    1. anonimo disse:

      25 de outubro de 2012 às 00:42

      kkkkkkkk!!!!realmente a cada comentario uma nova aventura canina que dá gosto compartilhar,enfim irei comprar um daschund (salsichinha)femea e queria perguntar se são uma boa raça para criar tenho 12 anos?

    2. Mona disse:

      17 de setembro de 2012 às 14:59

      Eu adoro adotar adultos, mas recentemente me aventurei adotando um filhote de schnauzer… pesquisei bastante, mas nada me daria a real dimensão de como eles são inteligentes e espertos!
      Foi preciso muito pulso firme, ele é extremamente carinhoso, fiel, alerta, aprende todos os comandos rapidamente, mas precisa de um dono experiente e disciplinador. Um leigo facilmente chegaria à loucura. Enfim, com muita paciência e todas as dicas do mãe de cachorro, eu consegui. Tirando os passeios que ainda estão em fase de “treino” posso dizer que dentro de casa ele já é o cão que eu queria que fosse: Gentil e educado. Acostumou-se com a cadela pitbull que adotei depois dele, essa já adulta. A Ana sabe o quanto eu penei, foram noites sem dormir, adestramento, trabalho duro nas minhas raras horas de folga, mas hoje eles parecem irmãozinhos! Brincam com ursinho de pelúcia, coisa mais fofa! Esse blog tem dicas sensacionais. Usei todas, e minha família só tem a agradecer! Somos um lar com cães, gato e rato, todos muito felizes.
      Mas quando falaram que se você tem uma chinchila não poderá ter um terrier, eu discordo.
      Vai dar um trabalho ENORME, mas poder, pode, basta ter força de vontade, e ser prudente, afinal são vidas!
      Detalhe, dois dos cães que tenho atualmente são terriers, territoriais e dominantes, e a srd também é uma terrier típica, mas submissa, então todos tem instinto de caçar, cavar… O que tive de fazer foi adaptar as “presas”…kkk a gata não foge e o rato também não sente medo de outros animais. Lembrando que a gata foi adotada adulta, e veio de um apartamento sem qualquer socialização com outros animais.
      Comigo o trabalho de adaptação sempre funcionou e meus animais sempre se deram bem e não tenho nenhum ataque interno ou devolução de adoção por não adaptação no histórico!
      A cadela em casa vive solta e não pega a minha gata nem incomoda o rato que dorme na gaiola ao lado da casa dela. A gata dorme até com o rato em cima dela, dorme na casa do cachorro… e tanto faz!
      O correto antes de adotar é avaliar o temperamento do animal para ver se dará certo com o resto da matilha ou mini-zoo em que você mora. Depois é adaptação e aparar arestas.
      Enfim, o jeito é ter muuuuuita paciência, e amor. Sem isso animal nenhum se sentirá realmente “em casa”!

    3. Ana Corina disse:

      13 de junho de 2011 às 20:24

      Oi Carol,

      sim, quem ama de verdade vai cuidar não importa o trabalho que dê. Mas sabemos que muita gente dá filhote de presente ou compra/adota na empolgação. Daí que vem a fase "pestinha", os pobres filhotes sofrem muito, apanham, ficam trancafiados em garagens, sacadas, áreas de serviço etc., isso quando não são cruelmente abandonados, né?

      O alerta é redobrado para cães de porte grande/gigante, que são filhotes bobões até uns 2 anos de vida.

      Beijão!

    4. Anonymous disse:

      13 de junho de 2011 às 20:12

      Oi Ana,

      Amo seu blog, pois me identifico muito com todas vocês. Achei suas considerações muito importantes e sensatas, realmente não podemos adotar um bichinho apenas por sua aparência. Mas,vou animar as futuras "mamães" que pensam em adotar seus queridos bichinhos ainda bebês.
      Adotei um bebê de yorkshire, hoje está com quase cinco meses, realmente ele mudou minha rotina, frequentemente abro mão de muitas coisas pois é necessário muita paciência e dedicação mas, apesar disso, vale muitíssimo a pena. È muito compensador. Amo tanto meu bichinho que nem imagino mais minha casa sem ele, o novo integrante trouxe muita alegria para minha família. Quando um bichinho é realmente amado é como um filho, cuidamos sem pensar no trabalho que darão.

      carolina

    5. Ana Corina disse:

      24 de agosto de 2010 às 12:16

      hahaha Mari e Mirian
      Realmente há os que 'enganam', mas isso que é bom na adoção, se realmente o convívio for impossível, você tem para onde devolver o animal.
      E, sim, cada um com a sua vocação!!

      Beijo!

    6. Mirian.giovana disse:

      21 de agosto de 2010 às 23:44

      Oi eu amo filhotes, são muuuito fofos!! mas descobri que tenho mesmo é vocação pra cuidar de cão idoso!são tão frágeis e indefesos quanto os filhotes. e na hora deles partirem eu choro muuito. mas é isso mesmo, cada um com sua vocação.

    7. Ms. Siebert disse:

      21 de agosto de 2010 às 16:32

      Ana, mas tem uma terceira categoria: os que te enganam.

      Assim foi o Seu Jorge, resgatado por uma amiga minha, idada dada pelo vet de uns 14, 15 anos, ficou duas semanas na casa dela super quietinho, um doce.

      Pergunta como ele ta aqui em casa depois que se "adaptou" (leia-se: perdeu a vergonha na cara)?

      É um louquinho da cabeça! Só não é mais porque a idade não permite e porque passa metade do tempo em sono profundo… hehehe fora isso é um pinscher tipical. Mas eu amo ele hihi

      Bjos

    8. Ana Corina disse:

      21 de agosto de 2010 às 13:33

      Oie, oie, oie

      Simmm, Mari, neste ponto concordo 100% contigo e deixo isso bem claro em vários posts, inclusive na série Guia de Raças todo post diz lá no fim da descrição do que é bom ou ruim em cada raça:

      "Quando você adota um filhote, você está adquirindo potencial do que ele um dia pode se tornar. Mas quando você adota um cão adulto, você está adquirindo o que ele já é e pode decidir se é o melhor cão para você baseado em sua rotina e realidade. Há vários adultos que já provaram não ter as características negativas típicas da raça. Se você encontrar um cão assim, não deixe que elas preocupem você. Fique feliz que você encontrou um indivíduo atípico e aproveite!

      Acho lindo alguém como a Fúlviaque adora e tem a paciência necessária para educar bem um filhote. Eu vou de velhinhos mesmo, hehehe.

      Ju, dá um beijo no Napô por mim!

      Beijos!

    9. Ms. Siebert disse:

      21 de agosto de 2010 às 04:26

      fiz um comentário gigantesco e a internet caiu
      ninguem merece

      em resumo quis dizer: qdo vc COMPRA um cão (suponho que filhote) vc ACHA que ele vai ser de um jeito, quando voce ADOTA um cão adulto vc SABE como ele é. simples assim!

      o jet foi assim pra pessoa que o comprou. ACHOU que ele ia brincar com as crianças e tal, mas ele é todo reprimido! sei que é excessão, mas isso pode acontecer com você… é….

      não compre seu poodle filhotinho, ele pode virar um gremiling hahahha

      qto ao shoyo, cuidei de dois yorkies machos irmãos nos eua, um completamente quietinho e meigo e outro bem loco da cabeça… por isso nao vejo esse negocio de raça tao assim com a personalidade. um pode ser mto mais irriquieto do que o outro… to falando pra convivencia e tal…

      o jet tb é caçador e suuuuper inteligente, caracteristicas da raça. mas personalidade, cada um tem a sua… é minha opnião, com a minha experiencia 😉

      bjos

    10. JullieC* disse:

      21 de agosto de 2010 às 03:19

      Muito bom e esclarecedor! Vou mandar pras pessoas que ouço dizer que querem adotar um filhote. Eles são lindos e adoráveis, mas hoje, depois de toda a destruição e caos do Napoleão (rs) posso afirmar que não adotaria um filhote de novo mas sim um cão já adulto.
      Bjos!

    11. Ana Corina disse:

      21 de agosto de 2010 às 02:39

      Ah, esqueci de dizer que o dogo pra adoção não convive com outros animais.

    12. Ana Corina disse:

      21 de agosto de 2010 às 02:35

      Oi Mari querida,

      Vc falou "E não me venha falar de raças, pois o meu único cão de raça é totalmente fora do que li sobre a raça dele.", mas sou obrigada a dizer que não só não concordo, como é muito importante que as pessoas estudem as raças pra adoção, SIM!

      Um exemplo: ainda hoje levei um amigo para conhecer um filhotão de cerca de 10 meses de dogo argentino mestiço pra adoção. E pra indicar que é mestiço só o tamanho fora do padrão, porque de resto é um dogo purinho. Resultado? Apesar do cão ser lindo e do meu amigo ter gostado bastante, foi responsável o suficiente para saber que não daria certo com ele. O motivo? Ele apresenta simplesmente todas as características da raça que o levariam a não ter um dogo hoje (ou qq outro cão com estas características), puro ou não, comprado ou adotado: é um animal que demanda um tutor experiente (coisa que meu amigo não é), que quando não socializado é extremamente agressivo com outros animais (e o animal que ele adotar conviverá com crianças e cães de vizinhos e talvez com mais um pequeno que ele também adote), que precisa de muito exercício (coisa que também não vai rolar na quantidade necessária) e de forte comando para obedecer e não agir por si só(não rola também até pq é um casal com um filho de 3 anos e meio) etc.

      Amanhã vou com ele ver uma SRD pura e tem mais outra 'na fila'.
      Todos os cães de raça que tive, do pequeno Shoyo com 4kg à imensa Moira com 50kg, eram fiéis às descrições de suas raças e a Moira foi adotadíssima. Ou seja, talvez o teu Jet seja uma exceção dentro da raça (por N fatores diferentes, inclusive a maneira como foi tratado na infância), mas isso não quer dizer que ler e se informar sobre raças não seja importante ao adotar um cão.

      Veja o Shoyo, é um caçador nato de animais de toca, totalmente fiel à característica caçadora do yorkshire terrier. Já matou tantos camundongos que perdi as contas e já tem duas cobras mortas no currículo… Tanto que hoje não fica sozinho no quintal sem supervisão, porque é um danado matador.

      Que bom que vocês estão gostando da série nova. Acho que ela será muito útil tanto para quem realmente decide adotar um filhote como para quem a partir dela pode passar a considerar a alternativa de adotar um cão adulto.

      Beijo grande!

    13. Fúlvia e Suzie disse:

      20 de agosto de 2010 às 17:01

      Ana, adorei essa nova coluna!

      Bom… eu adoro filhotes, adolescentes, cães adultos… risos. Pra mim não tem tempo ruim. Sinto saudade da época que a Suzie era uma doida de pedra, que detonava as coisas, que brincava 24h por dia e me deixava exausta. Posso ser louca, mas sinto falta =P

      Como já te falei, pensamos em ter dois de cada: dois peludos e dois pelados. Estamos na metade do caminho hehehehe.

      Um beijo, continue assim! Dá trabalho fazer essas séries, eu sei… fiz uma há um tempo atrás e estou pensando em fazer outra.

      Parabéns!

    14. Paty disse:

      20 de agosto de 2010 às 13:21

      Eu precisei deste post uns seis meses atrás… Hahaha. Nossa, eu não imaginava que os dejetos de um cão se tornassem o centro de minhas atenções. Apesar de usar produtos específicos e diversas informações encontradas na internet, a Leona deu MUITO trabalho pra usar o jornal. Eu chegava a chorar de raiva! Acho que valorizei tanto isso que hoje ela faz xixi fora do lugar para "protestar" quando fecho a porta de casa pra ela não entrar, não a levo pra passear, fico muito tempo fora…
      Quando vejo o quão sociável, carinhosa e obediente ela está ficando sinto orgulho, mas os primeiros meses foram tão desgastantes…

    15. Ms. Siebert disse:

      19 de agosto de 2010 às 19:22

      Ana, confesso que nem li o texto todo, pois assim como vc, nem quero saber de filhotes heheh De vez enquanto me vem uns pra doar, e a única alegria é que são doados muito mais rápido que os adultos heheh porque o resto é só trabalho… é 1 "aique fofinho, gut, gut" pra 100 "que bosta, mijaram denovo!""cagaram ali, ali tb…""putz, vomitou""droga! roeram meu chinelo""qtas vacinas???" etc etc etc

      Fora que vc nao tem idéia se o cachorro vai ser um p****-loca ou um querido!

      GENTEMMMMMM, ADOTEM CÃES ADULTOSSSS

      É MUITO MAIS FÁCIL!!

      Vc nao passa pelo caga-mija 20x por dia, a vacina é uma vez só (adotado normalmente já vem vacinado e castrado), eles não choram pra dormir, não comem 4x por dia e pra mim o mais importante: VOCÊ JÁ SABE A PERSONALIDADE DO CÃO!

      Pronto! Isso é tudo!

      E não me venha falar de raças, pois o meu único cão de raça é totalmente fora do que li sobre a raça dele. Dizem que o Jack Russel é um doido da cabeça, como um Fox Paulistinha, por exemplo, e ele é super quieto, de boa, ótimo pra ter dentro de casa, diferente do que dizem da raça!

      Pronto, falei!

      Criança tb deveria já vir com uns 5,6 anos e educadinha hahahah Aí é outra história…

      Bjos

    16. Karla de Oliveira disse:

      19 de agosto de 2010 às 15:32

      Ana, eu amei essa nova "coluna".
      Assim como vc tb não sou fã dos bebês, por mais fofos que eles sejam e por mais que eu me derreta por eles, ainda prefiro os cães e gatos adultos.
      Eu tive uma fase muito dificil com a Elizabeth quando ela era filhote e cheguei a considerar seriamente doa-la. Minha paciencia era zero e cometi muitos erros na educação e na correção dela.
      Mas, no final minha razão falou mais alto então comecei a estudar e com a ajuda do maridão conseguimos resolver os problemas.
      Hoje tenho uma cadelinha maravilhosa, calma e relativamente comportada. No final do ano passado adotamos o Dentuço que deve ter uns seis anos. Ele é igualmente calmo, mas bem menos comportado…rs

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