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    Artigo claro e pontual sobre os malefícios da vacinação excessiva de cães e gatos.

    Mãe de Cachorro - Ana Corina | 2 de agosto de 2010
    Mais uma vez trago a vocês material não só confiável e com referências, mas de extrema importância para quem está realmente preocupado com a saúde de seus cães e gatos. Literalmente não ganho nenhum tipo de compensação financeira para tanto, sendo minha recompensa única o bem-estar dos peludos, caso as pessoas passem a considerar e estudar os assuntos abordados. Aproveitem, é de coração, com muito carinho e demanda toda atenção do mundo da parte de vocês, ok? Boa leitura e bom estudo!
    Artigo: “Puppy Shots and Dog Vaccinations”, escrito por Michele Welton e publicado aqui. Tradução: Sylvia Angélico Reprodução expressamente proibida.
    Vacinações… São necessárias ou não?
    Há apenas alguns anos as pessoas eram obrigadas a trazer seus cães para uma visita anual ao veterinário a fim de que fossem vacinados. Os tempos mudaram. 

    Leia o que a médica-veterinária Christina Chambreau tem a dizer sobre reforços vacinais anuais:

    Como você reagiria se seu médico te dissesse para tomar vacina contra sarampo, caxumba, rubéola, difteria, coqueluxe, tétano e hepatite todos os anos de sua vida, até a sua morte, em vez de apenas algumas doses na infância?
    Mesmo entrando em contato com centenas de pessoas no dia-a-dia as pessoas não precisam de re-vacinações anuais. E veterinários pesquisadores imunologistas agora nos dizem: cães e gatos também não precisam!
    Uma das maiores “bíblias” veterinárias, diz:
    Uma prática que teve início há muitos anos e que é destituída de validade ou verificação científica são os reforços vacinais anuais. Com raras exceções, não há necessidade imunológica para a revacinação anual. Imunidade contra vírus persiste por anos ou por toda a vida do animal.
    Apenas a resposta imunológica a TOXINAS requer reforços (exemplo: o reforço contra a toxina tetânica que, para humanos, é recomendado uma vez a cada 7-10 anos). Para cães e gatos atualmente NENHUMA vacina contra toxina é utilizada.
    Por favor releia essa parte. Porque é importante.
    Isso é o que informa o Kirk’s Current Veterinary Therapy XI – a “bíblia” de muitos veterinários. Esse capítulo foi escrito pelo Dr. Ronald Schultz, Ph.D (Imunologista e Presidente do Departamento de Ciências Patobiológicas da faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Wisconsin), junto com o Dr. Tom Phillips, médico-veterinário Ph.D.
    Em português claro, significa que o sistema imunológico tem uma “memória”. De fato, o sistema imune contém células de memória. Uma vez que foi demonstrado a essas células de memória o que fazer no caso de uma determinada doença (o que é obtido com uma vacinação bem-sucedida entre 12 e 16 semanas de idade), essas células de memória produzirão anticorpos contra aquela doença toda vez que a encontrarem – por anos e anos e, provavelmente, para toda a vida.
    Lembretes anuais não são necessários. Na verdade, lembretes anuais são inúteis na maioria das vezes, por que, de acordo com o mesmo artigo no livro Kirk’s Current Veterinary Therapy XI:
    “Além disso, os reforços vacinais anuais não estimulam uma resposta secundária devido à presença de anticorpos existentes.”
    Mais uma vez, em português claro, isso quer dizer que revacinações não funcionam quando o organismo de seu pet JÁ tem anticorpos das vacinações anteriores. Esses anticorpos existentes neutralizam o reforço vacinal. Portanto, repetir as vacinas não reforça a imunidade de seu pet. Na verdade, re-vacinar um animal que já é imune oferece virtualmente nenhum benefício uma vez que a imunidade criada anteriormente inativa a vacina.
    Então, por que os veterinários vacinam os pacientes todos os anos?
    O Dr. Phillips e o Dr. Schultz terminam seu artigo no livro Kirk’s Current Veterinary Therapy XI com essa revelação – o verdadeiro motivo por que tantos veterinários continuam a insistir que os pets sejam vacinados anualmente:
    “A prática de vacinar anualmente, em nossa opinião, deve ser considerada de eficácia questionável, a não ser que seja empregada como forma de fornecer um exame físico anual.”
    Em outras palavras, seu veterinário atrai clientes com a declaração de que seus animais precisam ser vacinados anualmente. Vacinações correspodem a uma boa parte da renda de um veterinário. Veterinários (nos Estados Unidos) cobram 15 a 50 dólares por vacinas que custam a eles menos de dois dólares cada. E (nos Estados Unidos) você ainda paga 25 a 35 dólares pela consulta. É do interesse financeiro do seu veterinário que você volte com seu cão ou gato anualmente.
    Não me entenda mal – check-ups físicos regulares podem ser bons, especialmente para pets mais velhos. Mas veterinários éticos precisam parar de usar o falso pretexto de que “reforços anuais são necessários” como forma de atrair clientes para seus consultórios.
    Na verdade, reforços vacinais são prejudiciais.
    Mas, mesmo que os reforços vacinais anuais não sejam necessários, mal eles não fazem, certo? Infelizmente, isso não é verdade. Leia o que o Dr. Charles Loops, médico veterinário, tem a dizer sobre o poder das vacinas:

    A primeira coisa que precisa mudar é a crença de que as vacinas são inofensivas. Veterinários e proprietários precisam perceber que eles não estão protegendo os animais de doenças com vacinações anuais, e sim, destruindo a saúde e o sistema imunológico dos animais que amam e cuidam.”

    A médica-veterinária Dra. Christina Chambreau concorda:
    Vacinações de rotina são provavelmente a pior coisa que fazemos com nossos animais. Elas causam todo tipo de enfermidades. Repetir anualmente as vacinas é uma afronta ao equilíbrio energético dos nossos animais. Veterinários imunologistas nos dizem que vacinas precisam ser aplicadas apenas uma ou duas vezes no decorrer da vida do animal.  Em primeiro lugar, não há necessidade para vacinações anuais e, em segundo lugar, elas definitivamente causam doenças crônicas.”
    O médico-veterinário Dr. Roger DeHann diz o seguinte:
    Estamos destruindo o sistema imune. Ao longo dos anos tem ficado cada vez mais claro que algumas vacinas são ineficazes ou desnecessárias, e que algumas vacinas são perigosas, capazes até mesmo de causar sintomas da doença que elas deveriam evitar.”
    Você pode suspirar aliviado ao pensar que seu pet escapou de reações imediatas com as vacinações recebidas até hoje. Mas, na realidade, você não tem ideia do que está se passando dentro dele. Os verdadeiros problemas podem aparecer no mês seguinte ou no ano seguinte. Leia o que o médico-veterinário, Dr. Pedro Rivera tem a dizer sobre a relação entre vacinas e doenças crônicas:
    “Vacinose é a reação que decorre de inoculações comuns. Reações podem levar meses a anos para aparecerem. Em nossa clínica, vimos hipotireoidismo, otites, doenças imunológicas, afecções articulares e distúrbios comportamentais como reações da vacinação excessiva.
    O médico-veterinário Dr. Charles Loops, diz:
    “Vacinações representam um grande ataque ao sistema imune, (o que) causa irregularidades e anormalidades na imunidade, o que então se manifesta na forma de doenças crônicas que variam de condições potencialmente fatais a crises auto-imunes que acabam com a qualidade de vida do animal, como é o caso das alergias de pele crônicas.  O que vemos hoje são gerações de animais vacinados em excesso.
    A médica-veterinária Dra. Pat Bradley, observa:
    “Os problemas mais comuns que atendo e que estão diretamente relacionados às vacinas no dia-a-dia são otites e doenças de pele, como eliminação de secreções e coceira crônicas. Também vejo problemas comportamentais, como medo e agressividade. Muitas vezes, os proprietários relatam que esses problemas ocorrem logo após a vacinação, e que são exacerbados com cada inoculação. Em um contexto mais generalista e assustador, vejo a saúde geral e a longevidade dos animais deteriorando.”
    Deixe o Jornal da American Veterinary Medical Association (AVMA) de 1996 resumir tudo para você:
    Não existem dados científicos para apoiar a atual recomendação para a administração anual de vacinas. Além disso, a repetida administração de vacinas pode estar associada com um risco maior de anafilaxia e doenças anto-imunes.”
    Nesta mesma edição:
    Existe pouca documentação científica para apoiar as recomendações das bulas para administrar a maioria das vacinas anualmente. No passado, acreditava-se que a vacinação anual não faria mal e provavelmente ajudaria muitos animais. Contudo, preocupações sobre efeitos colaterais têm começado a mudar essa atitude. O cliente está pagando por algo que não tem efeito ou que tem o potencial de provocar uma reação adversa.”
    Protocolos de vacinação anual sempre se basearampreste atençãonas sugestões dos fabricantes das vacinas – e não nos resultados de pesquisas independentes. Será que é de surpreender que eles recomendam reforços anuais? Não se deixe intimidar por seu veterinário!
    Don Hamilton, médico-veterinário, alerta: NÃO deixe seu veterinário fazer você sentir culpa!
    “Outra tendência observada nos últimos anos é a coerção de proprietários para procedimentos como vacinações. A coerção pode ser forte, como a recusa em fornecer serviços, até mesmo tratamento emergencial, a menos que as vacinas do animal estejam ‘em dia’.  (Nos Estados Unidos) às vezes até mesmo cães e gatos em estado crítico são vacinados a fim de serem admitidos para tratamento.
    Outros meios mais sutis incluem a indução do medo e/ou da culpa por meio de afirmações (como uma figura autoritária) de que animais de companhia correm risco caso não sejam vacinados anualmente, e que deixar de obedecer a essa recomendação é sinal de negligência.
    Táticas como essas podem gerar sentimentos de culpa no dono, o que leva a uma decisão de vacinar um animal que não corre risco movida por medo. Isso é anti-ético, senão evidência de incompetência, e a recusa do dono deve ser uma resposta aceitável.”
    Lembro que o texto acima é uma TRADUÇÃO –> Nota da tradutora:Você tem direito de se informar e de participar das decisões referentes à vacinação de seu animal. Para uma conversa produtiva com o veterinário de sua confiança, sugerimos que você discuta com ele as informações e fontes citadas na tradução deste artigo.”
    Artigo: “Puppy Shots and Dog Vaccinations”, escrito por Michele Welton e publicado aqui. Tradução: Sylvia Angélico Reprodução expressamente proibida.
    Leia também:
    Categoria: Vacinação
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    135 Comentários:

    1. alexandra disse:

      3 de abril de 2014 às 16:23

      Olá, tenho dois gatos. O primeiro com 1ano e meio e vacinei ele com antirrábica ano passado apenas. Em março adotei uma gatinha com 3meses de rua que faltava apenas uma dose quadrupla e resolvi vacinar o meu gato de 1ano e meio também. A veterinária disse que ela precisa de reforço após um ano e o meu gato adulto como era a primeira dose da quadrupla feline-4 disse que precisa de reforço daqui há 21dias. Achava desnecessário e após ler o artigo, chego a conclusão que tenho razão. Moro em casa térrea cercada de rede de proteção, onde ambos não saem de casa e nem tem contatos com outros animais. Uma dose da feline-4 Quádrupla já o deixou imune por ter 1ano e meio? A filhote tomou 3doses e o rapaz que me deu disse que todas as vezes que tomou vacina ficava com diarreia.

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        5 de abril de 2014 às 21:26

        Oi Alexandra,
        “Uma dose da feline-4 Quádrupla já o deixou imune por ter 1ano e meio?” –> SIM!

        “meu gato adulto como era a primeira dose da quadrupla feline-4 disse que precisa de reforço daqui há 21dias.” –> NÃO dê! Não é necessário e eu nem teria feito a quádrupla e sim a tríplice…

        A filhote tomou 4 doses da quádrupla?? É como você falou, não há risco de contágio… Se fores repetir, espere alguns anos. Leia todo o material e decida 🙂

    2. Lidia disse:

      29 de março de 2014 às 14:12

      Tenho seis gatos, e parei de vaciná-los há vários anos (antes eram vacinados todos os anos).

      O último gatinho, não tomou nenhuma vacina, pois a vet disse, que por viver em apto e não ter contato com outros gatos, não há necessidade de vacinar. Ele está com 2 anos e é o meu gato mais saudável.

      Vacinas só devem ser aplicadas nos filhotes que tem contato com outros gatos, ou tem acesso à rua, e assim mesmo, apenas DUAS DOSES (a primeira e o reforço), e só!

      Quem vos escreve, é uma ex-fanática por vacinas, que abriu os olhos a tempo de salvar os seus gatos de um sarcoma vacinal.

    3. Benjamin disse:

      26 de março de 2014 às 16:42

      Após uma leitura rápida, não percebi comentários sobre SARCOMA DE APLICAÇÃO. É um câncer, maligno, com altos índices de mortalidade para os gatos. Lí artigos e estou muito preocupado pelo segunte:

      Segundo esses artigos (estudos científicos), acomete 3,6 gatos a cada 10.000 aplicações. Se o gato viver 15 anos, 3,6×15=54. Se tomar duas injeções ao ano(tríplice e anti-rábica), 2×54=108. Ou seja, 108/10000= 1,08% de chance de um gato ter esse câncer. A pergunta é: Será que mesmo assim é interessante vacinar o animal todo ano? Se aplicarmos a anti-rábica todos os anos e a tríplice a cada 3 anos, baixaríamos esse índice de 1,08% para 0,5%. Não é mais coerente? Outra coisa. Tenho 3 gatos. Isso eleva a chance de que um deles tenha câncer para 3,24%. E para quem tem 100 gatos, ou seja, as ONGs, eles tem 100% de chance de ter pelo menos um gato com sarcoma. Terrível!!! Mas os laboratórios e pior, os veterinários, continuam dizendo para vacinár-los todos os anos. Se esses estudos estão corretos, e parece que sim, temos que mudar essa idéia de vacinação anual (é mais um motivo para não vacinar-los anualmente com essa tríplice(para gatos), além de todos os citados aqui).

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        27 de março de 2014 às 11:15

        Benjamim, a antirrábica deveria ser espaçada também, pois possui vários efeitos colaterais. Abraço!

    4. Cristina faria disse:

      19 de fevereiro de 2014 às 09:09

      Tenho um gato que ronda a minha casa (vive na mata) resolvi pegar para vacinar ja que ele tem contato com os meus ,so que no mesmo dia da vacinacao ele comecou a arrastar a perna e fou piorando agora ele faz coco e xixi sem controle e fica na minha porta .moro longe de cidade ! O que aconteceu com ele ? Tomou raiva e a outra

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        21 de fevereiro de 2014 às 13:17

        Pode ser alguma reação vacinal. A vacina contra raiva JAMAIS deveria ser aplicada junto com nenhuma outra. Ele não foi vacinado por veterinário e nem examinado para ver se estava saudável? Não tenho como saber e não tens como ajudá-lo sem ser examinado por um veterinário 🙁

    5. Marcia Maria disse:

      26 de novembro de 2013 às 07:51

      Meu cachorro tem 2 anos e meio, foi diagnosticado com leishmaniose, tomou 3 doses da vacina e alopurinol todos os dias. Esta semana tomou mais uma dose, pois já passou um ano e o veterinário disse que tem que tomar o resto da vida o reforço anual. Ele ficou bem baqueado, está triste e não quer comer, Está certo esse tratamento? Ultimamente tenho dado o alopurinol dia sim, dia não, porque dando continuamente tem tido náuseas. Espero ansiosa a tua resposta. Abraço.

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        30 de novembro de 2013 às 13:14

        Oi Márcia,
        Sabe qual o problema, querida? É MUITO, MUITO, MUITO difícil ter um diagnóstico REAL da leishmaniose. Que testes ele fez? Ele já havia tido doença do carrapato? Sarna demodécica? Malassezia? A maioria esmagadora dos resultados de leishmania é de FALSO positivos, sabe? Daí os bichos ficam sendo tratados sem sequer ter REALMENTE a doença. Por favor, procure os veterinários https://www.facebook.com/paulo.tabanez.1?fref=ts e https://www.facebook.com/andreluis.fonseca.395, FERAS na doença. Inclusive foi em palestra do Paulo que aprendi sobre esta dificuldade de diagnosticar corretamente a doença. Abraço.

    6. Priscilla disse:

      25 de novembro de 2013 às 12:07

      Obrigada Ana Coralina!!!!

    7. jo souza disse:

      24 de novembro de 2013 às 22:17

      Olá,estou viajando para a Europa e quero levar meu cãozinho de 1 ano e 6 meses,o mesmo tem 6 meses que tomou a vacina antirrabica.O veterinário enviou a amostra de sangue para fazer a titulação de anticorpos para podermos viajar com nosso cãzinho,minha duvida é a seguinte:com seis meses de vacina será o meu cão tem anticorpos igual ou superior a 0.5ml?0.5 ml é o valor minimo para solicitar o CZI internacional.Obrigada

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        24 de novembro de 2013 às 23:14

        Hummmmm, Jô, não sei responder isto. Terias que perguntar ao veterinário (palmas pra ele, por pedir a titulação), para o laboratório ou para a veterinária Sylvia, do http://www.cachorroverde.com.br, que entende tudo do assunto. Pelo que estudei, creio que sim, mas como não tenho 100% de certeza, melhor falares com quem tem, ok?

    8. Priscilla disse:

      24 de novembro de 2013 às 15:42

      Olá Ana Carolina, li seus artigos e achei muito interessante! Tenho uma cachorra SRD de 10 anos que tomou anualmente as vacinas V8 ou v10 e antirrábica. Esse ano, quando teve a campanha municipal de vacinação da raiva fazia menos de 1 ano que a Mel(minha cachorrinha) tinha tomado a antirrábica e fui pesquisar na internet se havia algum problema em vacinar novamente antes de um ano, ai descobri seus artigos e fiquei preocupada, afinal ela já tomou muita vacina. Em outubro quando venceria as vacinas, ao invés de levar no veterinário de sempre levei no Cantinho Animal com a Dra Gabriela. Ela viu a mel disse que ela está bem e que não recomendaria vacinar nunca mais, pelo tanto de vacina que já havia tomado, mas que é bom fazer a titulação. Porém quando fui ver o preço da titulação vi que estava bem acima das minha possibilidades, aliais a consulta já era o dobro. Pensando nisso fico com uma dúvida imensa: sem a titulação fico quanto tempo sem vacinar com segurança? Tenho receio de não vacinar, nem fazer a titulação e deixa-la desprotegida. O que você acha?

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        24 de novembro de 2013 às 23:19

        Querida, a Gabriela sabe do que está falando 😀 Com essa idade, tendo sido vacinada a vida inteira, eu não vacinaria mais e pronto. É o que faço com os meus… Vacinei a Java há 2 anos, quando a adotei e era isso. O Shoyo tem 10 anos e não o vacino faz uns 3 ou 4. Se ele estiver vivo (espero que sim!) daqui a 7 anos, daí decido se faço a titulação ou se vacino novamente. A titulação serve pra vermos se toda essa vacinada “pegou”, mas com 10 anos de vacinação anual nas costas, se não deu certo antes (alguns cães podem realmente não responder à vacinação, mas são raros), não vai dar certo agora, né? Veja que riscos REAIS ela tem de contrair cinomose e parvo e decida. Se quiser continuar vacinando, sugiro a Nobivac Puppy, que protege contra estas 2 doenças. A antirrábica eu não dou mais, titulando ou não, pois a chance deles pegarem a doença é a mesma de eu pegar: vir um morcego raivoso me atacar 😉

    9. Soraya disse:

      28 de setembro de 2013 às 20:41

      Levei minha cachorrinha para tomar a vacinação anual na semana retrasada. Eles aplicaram a V10 e a anti rábica e pediram que eu voltasse esta semana para aplicar a vacina da gripe.
      Por um engano aplicaram a V10 novamente. Me pediram um milhão de desculpas e disseram que não vai fazer mal nenhum para ela, a não ser o incomodo que ela sente no local quando toma. Por favor, isso procede ?

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        2 de outubro de 2013 às 09:21

        Querida Soraya,

        NÃO procede. POR FAVOR, não dê mais vacina NENHUMA! NUNCA deveríamos aplicar polivalente com antirrábica. V10 não protege a mais (as duas cepas excedentes e lepto são da Austrália!!!) e só faz mal. Quantos anos ela tem? O bom seria ficar uns 3 anos sem vacina nenhuma.

    10. Lilian Cherbeluka disse:

      30 de agosto de 2013 às 15:52

      Boa tarde!

      Tenho um gato, de 1 ano e 4 meses, tomou a vacina RONVAC(Nacional, antes de vir pra casa, logo no gatil, de onde eu o comprei e então eu o revacinei em setembro/12 e o reforço outubro/12, então devo revaciná-lo, em outubro/2013, vc acha que é necessário a revacinação?Estou com uma enorme dúvida, depois de ler o post, pois me preocupo demais com a saúde do meu amigo, r quero fazer o melhor possível o que posso proporcionar para ele.Obrigada

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        2 de setembro de 2013 às 09:47

        Oi Lilian, este reforço é necessário, sim. Mas procure fazê-lo com uma vacina tríplice importada, aplicada por veterinário, com o gato 100% saudável, ok? Depois disso você pode optar por personalizar a vacinação de acordo com a realidade do seu gato, optando por reforços a cada 3, 5 ou até mesmo 7 anos. Vocês moram em casa ou apartamento?

    11. jenny disse:

      13 de julho de 2013 às 12:35

      oi Ana! tenho uma pinscher com 9 meses de idade e no mês passado ela tomou a anti-rábica numa casas de ração, hoje levei para aplicar a vacina contra tosse dos canis no veterinário e ele, verificou a carteirinha de vacina e disse que a anti-rábica que apliquei tinha baixa imunidade e teria de aplicar novamente. agora estou preocupada de aplicar a vacina novamente e dar algum problema. que faço agora?

    12. Charline Lovison disse:

      11 de julho de 2013 às 13:56

      Tenho um pinscher de 9 anos que teve seguidos ataques de tosse. Levei na veterinária que após fazer ecografia, eletro do coração e alguns exames de sangue disse-me que ele estava com problemas de coração e consequentemente do fígado e pulmão. Deu uma série de medicações e tenho medo que seja exagerado… Enalapril, Furomida, Aminofilina, Doxidrat e Silimanon, além de remédio para vermes. Plaquetas 235, TGP 162, Leucócitos 16.300. Pode me ajudar?

    13. Jack disse:

      5 de junho de 2013 às 08:20

      Olá, meu Buldog Inglês de 5 anos, tomou as 3 doses da vacina contra leschmaniose + um reforço após um ano (2008-2009).
      Não tomou mais nenhum reforço até agora. Fiz o exame novamente em maio/2013 e deu ElLISA: Reagente e HIFI: Reagente 1:80,
      Sendo que ele também já teve a doença do carrapato a 1 ano atras. Está tomando 1 comprimindo de alopurinol por dia mesmo sem ter nenhum sintoma. Será que ele tem mesmo essa doença????
      Moro no interior da Bahia onde existem muitos casos de Leschmaniose.

    14. Débora Saes disse:

      19 de maio de 2013 às 17:35

      Oi Ana,
      O Theo está com 06 ou 07 meses… Infelizmente, além da minha desinformação sobre vacinas, nas clínicas confiáveis perto da minha casa só tem da quádrupla, até pedi a tríplice porque o Thor tomou dela em Salvador.

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        20 de maio de 2013 às 10:40

        Débora, eu faria mais uma dose assim que possível e repetiria (tentando usar uma tríplice) daqui a um ano. E depois dá pra ficar uns 5 anos sem vacina nenhuma numa boa, inclusive eu já não repetiria a antirrábica. Mais na verdade ainda, eu não faria nunca mais a antirrábica se for um gato de apartamento, sem a menor chance de um morcego raivoso atacá-lo… 😉

    15. Débora Saes disse:

      11 de maio de 2013 às 12:03

      Oi Ana,
      Queria parabenizá-la pela coragem de tocar nesse assunto e ao mesmo tempo agradecê-la pelas informações.
      Tenho dois gatos que foram adotados: Thor adotei em abril de 2012, com todos os primeiros cuidados feitos por uma ONG, mas tive que vacinar com antirrábica para viajar. Ele ficou péssimo e eu culpada porque conversei com uns amigos que criavam animais e falaram do péssimo controle dessas vacinas pois são feitas para que os humanos não adoeçam e que pouco preocupam-se com os animais que a tomam, motivo pelo qual eles ficam muito mal e podem falecer em decorrência das reações causadas. Pelo sim, pelo não, já tinha decidido não vacinar mais o Thor com antirrábica.
      O Theodore, adotei em janeiro desse ano e fui me informar sobre a vacinação e os primeiros cuidados. Ele recebeu a 1ª dose da quádrupla felina em 07/03, a 2ª dose em 08/04 e ainda não recebeu a 3ª pois na clínica que ele estava tomando acabou. Fiquei bastante preocupada e foi fuçando na internet que achei seu artigo. Queria que você pudessem me ajudar pois, além de entender e temer a vacinação excessiva (tema desse artigo), temer vaciná-lo em qualquer clínica, também achei esquema com 2 e com 3 doses. O que acham que devo fazer? Corro pra dar a 3ª (que já estaria atrasada), dou quando chegar nessa clínica ou deixo somente as 2 doses??
      Agradeço enormemente a atenção!!!

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        12 de maio de 2013 às 18:45

        Oi Débora, mas qual a idade do Theodore? Se ele já é adulto, na verdade bastava uma dose só… Na verdade o bom teria sido tomar a Tríplice.

    16. ANA disse:

      24 de abril de 2013 às 03:12

      Oi Ana, tenho algumas dúvidas, se puder me ajudar…

      Tenho 2 gatas que não tem acesso a rua. Elas têm 10 anos e só foram vacinadas o ano passado (uma única vez na vida!). Preciso revaciná-las este ano? O que vc me indicaria? E com que frequência?
      Tenho um cachorro que tomou todas as vacinas anualmente até 2011, ele tem 6 anos, mas depois que conheci seu blog decidi revaciná-lo a cada 3 anos.
      Abs.

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        24 de abril de 2013 às 08:49

        Querida xará, por tudo que estudei: não precisas vacinar mais nenhum dos 3 o resto da vida! Se quiseres, faça uma V2 no cachorro daqui uns 5 a 7 anos. Para as gatas, sorte a delas que só tomaram uma vacina!! Veja bem: moram em casa, não têm risco de contágio e já têm 10 anos. Chega pra elas! Beijo.

    17. Alessandra disse:

      18 de abril de 2013 às 13:02

      Eu tbm sou mãe de cachorro e já tinha lido um estudo da USP sobre a desnecessidade de se vacinar anualmente… eu mesma antes de ler este estudo e o estudo que você postou já questionava meu veterinário quanto a isso. Minha dúvida é, você acha que a vacina anti-rábica precisa ser repetida anualmente, ou esta vacina tbm não tem necessidade disso? Um grande abraço e parabéns pelo serviço que vc presta com seu blog!

    18. janaina braga disse:

      28 de fevereiro de 2013 às 16:58

      Por favor estou com muito medo, fiz o exame do meu cachorro shitzu 9 meses, para vacina contra a leishmaniose e deu REAGENTE E INDETERMINADO, O veterinario me orientou a colocar a coleira e espera 2 meses p fazer outro exame. ele tem 9 meses atrasei a vacina por falta de dinehiro, eu amo muito ele, o que devo fazer? esse exame pode estar certo? ele nunca sai de casa, eu nao levo ele p rua. como ele ta com essa doença? obrigada

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        1 de março de 2013 às 09:34

        Oi Janaína,
        seguinte: PARA TUDO E NÃO SE APAVORE.

        Seu cão é filhote ainda. Como assim você atrasou a vacina contra leish? São 3 doses contra leish, vc quer dizer que atrasou uma dessas 3, é isso?
        Para te ajudar, preciso saber mais. Mas olha só: QUE PECADO VACINAR UM CÃO TÃO NOVO CONTRA LEISHMANIOSE se ele não tem nem possibilidade de contágio.

        1)Vc mora em região de risco COMPROVADO?
        2)Vc mora em casa ou apartamento? O flebótomo (inseto transmissor) não voa acima de 3 metros. NÃO TEM COMO atingir alturas maiores do que esta, a menos que venha na tua roupa pra dentro de casa. Mas tem flebótomo comprovado no teu bairro/cidade??
        3)Qual a vacina usada e quantas doses já foram dadas?

        POR FAVOR, NÃO PRIVE SEU CÃO DE VIVER. Cães PRECISAM sair de casa, precisam de distração!

        Agora vamos ao resultado: O exame tem que ser feito ANTES de iniciada a vacinação e o falso-positivo é MUITO COMUM. Inclusive a própria vacina pode acusar reagente!

        Tem muito material sobre leish aqui no blog. Leia: http://www.maedecachorro.com.br/category/leishmaniose

    19. Juliana disse:

      30 de janeiro de 2013 às 14:59

      Olá! Estou com muitas dúvidas…
      Acabei de levar meu gato de 2 anos para tomar vacina pela primeira vez. Tomou contra Raiva (Defensor) e a quadrupla felina (Nobivac Feline).
      Minha dúvida: A VETERINÁRIA DISSE QUE ELE SÓ TOMA NOVAMENTE NO ANO QUE VEM, MAS POR SER A PRIMEIRA VEZ, ELE NÃO TERIA QUE TOMAR REFORÇO DAQUI 30 DIAS?
      Desde já agradeço a atenção.

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        30 de janeiro de 2013 às 15:33

        Juliana, seu gato já tem 2 anos, NÃO precisa de mais de uma dose. Tem um erro grave aí: NUNCA devemos vacinar contra raiva junto de outras doenças, mas a maioria dos veterinários faz isso por medo da pessoa não voltar ao consultório e, com isso, não entra dinheiro no bolso ou o bicho fica sem vacina… Na verdade, se vc ler os outros textos do assunto “Vacinação” aqui no blog, verá que sequer precisa vacinar seu gato todos os anos e que o excesso de vacinas prejudica e pode causar até câncer.

    20. Oyhama disse:

      10 de dezembro de 2012 às 19:48

      Olá Ana, Tudo bem?

      Tenho um labrador de 2 meses e meio, que tomou a primeira vacina(V8), mas acabou pegando parvorvirose e neste momento está internado se recuperando e se Deus quiser em breve estará conosco. A minha pergunta é sobre se eu preciso repetir a primeira dose por conta disso?

      Abraços.

    21. Anonimo disse:

      12 de novembro de 2012 às 21:12

      Achei muito interessante este assunto.
      Não acho correto comparar nosso país com os países desenvolvidos, onde existe o controle da superpopulação canina. Não existe cães doentes largados nas ruas, não existe cães que não estejam vacinados, em parques, ruas, até mesmo nos canis de abrigos de animais abandonados. Lá o risco de contrair as doenças é muito mais difícil, pois o controle é feito. As pessoas não podem se basear em dados do exterior , colocar os pés pelas mãos e querer aplicar no Brasil onde diariamente os nossos animais terão contato direto com vírus, bactérias, etc. Pela minha experiência, ninguém deixa seu bixinho trancado em um apartamento durante 10 ou 20 anos!! Concordo que existam vacinações excessivas, estudos demonstram que as vacinas duram em média três anos contra Cinomose, Adenovírus canino e parvovírus canino. Mas não é bem assim! Aqui no Brasil as coisas vão ter que evoluir, e muito, para chegarmos ao nível dos países desenvolvidos. Espero ter contribuído de alguma forma.

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        13 de novembro de 2012 às 22:45

        Paulinho, O VÍRUS É O MESMO. E em um dos textos publicados aqui há um artigo que mostra o grande índice de cinomose mesmo nos EUA. Não é o excesso de vacinação que protege e sim a vacinação correta. Mesmo “lá fora” tem gente que não dá as primeiras vacinas direito etc.

    22. Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

      4 de novembro de 2012 às 13:03

      Recebi por e-mail e acho que merece estar aqui nos comentários:

      Oi Ana, tudo bem?

      Somente agora percebi que meu comentário foi publicado e também fiquei super feliz com a tua resposta!! 🙂 Na verdade, atualmente eu não estou trabalhando em clínica, pois há um ano passei em um concurso e hoje sou funcionária pública no estado de PE (sou do Recife). Hoje estou restrita apenas a tratar dos meus bichos e de amigos q solicitam alguma ajuda… De fato existe uma GRANDE necessidade dos veterinários se atualizarem, não somente em relação ao tema ‘vacinas’, mas em muitas outras coisas… até mesmo em relação à homeopatia existe muito preconceito/ignorância, as faculdades não nos preparam para isso, as pessoas ficam engessadas em conceitos ultrapassados e o pior, defendendo seus métodos errôneos, em detrimento à busca da saúde REAL, como vc bem falou, dos animais, lamentável…

      Continuo acompanhando vc e a Carmen Cocca, também pelo facebook! 🙂

      Bjos, parabéns mais uma vez pelo teu belo trabalho, siga em frente e muito obrigada pela sua atenção!! Adriana

    23. gislainy disse:

      18 de outubro de 2012 às 01:54

      obrigado ana estou muito feliz de ter me respondido estou tão feliz de ter achado este site é como se por instinto eu já soubesse e concordasse com tudo que tenho lido neste site mas com medo e desinformação eu acreditava que alguns vet são formados e eu apenas uma apaixonada e mãe de animais desde muito pequena conversava com eles e os entendia mas tinha medo de estar sendo negligente mas agora estou vendo que o menos e simples é maisss estou engatinhando aqui com tantas informações maravilhosas e podendo ser escutada e desabafar minhas duvidas Ana você não faz idéia do bem que faz por nós mães de animais e os nossos pequenos bebes peludos tão indefesos e dependente de nós obrigadooooooo.

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        18 de outubro de 2012 às 10:59

        Querida,
        sou a prova viva de que podemos estudar, refletir, pesquisar e, assim, procurar profissionais que estejam mais comprometidos com a saúde real dos nossos cães e gatos. Usando nosso bom senso e cérebro, vamos longe, hehe. Beijo grande e estou aqui para o que precisares, mas o lema é ESTUDAR MUITO E SEMPRE!

    24. gislainy disse:

      17 de outubro de 2012 às 02:32

      oi ana esta semana vacinei minha cachorrinha que estava atrazada 7 meses do anual como o vet disse fiquei comedo e vacinei mas quando vi aqueles montes de vidrinhos v8 e raiva leptospirose me senti culpada acho que é instinto de mãe de cachorro e tambem colheu sangue de leish para vacinar de leish aqui no ms é região epdemica ela vacinou esta semana e o vet quer vacina la de leis na próxima semana não é um interva lo muito pequeno entre uma vacina e outra ele disse quando sai o resultado se negativo ja tem que vacinar estou com medo ela a fofinha tem 5 anos ela é muito amada e feliz é a maltesinha mais carinhosa minha menininha querida me responda ana estou muito feliz de encontrar este site obrigada .

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        17 de outubro de 2012 às 16:07

        Gislainy,

        realmente o MS é complicado… Eu vacinaria meus cães contra leish, sem dúvida. O problema é esse MONTE de vacina aplicada de uma vez só.

        Tente esperar o MÁXIMO POSSÍVEL (no mínimo 3 meses) para começar a vacinação contra leish.
        Vacinar contra leptospirose? Ela mora no quintal? Tem riscos REAIS de contaminação? E vacinar contra lepto JUNTO com V8? ERRO TOTAL, já que a V8 já tem cepa de leptospirose junto… O que as pessoas NÃO sabem e os veterinários NÃO explicam é que há INÚMERAS, VÁRIAS, MUITAS variedades da leptospirose. Nenhuma vacina cobre sequer 10 variedades dela. Então é uma questão de bom senso avaliar as chances reais do animal pegar a doença. Você toma vacina pra tudo quanto é doença humana todo santo ano? 🙁

    25. Uiara disse:

      16 de outubro de 2012 às 08:50

      Querida Karla! por favor diga aonde vc irá ter consultório para eu jamais passar em frente,se a Sra.trata um ser humano assim imagine os animais,educação é bom e todos gostamos.A vet dos meus gatos tem o mesmo pensamento do site…mas infelizmente existem os que querem ganhar em cima dos malditos protocolos excessivos…

    26. Karla disse:

      12 de outubro de 2012 às 20:51

      Bom, vc precisa parar de divulgar tnta IMBECILIDADE querida. Repetir q o texto foi tirado de uma “biblia veteinaria?” Hahahaha. Sou veterinaria e não seguimos nenhuma “biblia”. E nosso protocolo é embasado em 5 anos de estudos, coisa q vc com td certeza nao teria a minima capacidade para desenvolver. De qlqr forma, estarei denunciando seus posts ao CRMV, por pratica ilegal da profissão, ja q vc como uma “zé ngm” nao poderia NUNCA indicar ou não tratamentos a algum animal!

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        13 de outubro de 2012 às 11:01

        Karla, acho que VOCÊ está precisando estudar mais. Inclusive interpretação de texto… Releia a frase “Isso é o que informa o Kirk’s Current Veterinary Therapy XI – a “bíblia” de muitos veterinários.”
        NÃO estou indicando tratamento, NÃO faço prática ilegal da profissão e NENHUM dos teus argumentos muda NADA do que está bem explicado ali e em várias fontes citadas no blog sobre os malefícios dos excessos de vacinação. Seria mais interessante que você, como veterinária, focasse em ESTUDAR E APRENDER MAIS o assunto, não? Assim você poderia verdadeiramente ajudar seus pacientes ao invés de gastar tempo e energia tentando denegrir um trabalho sério de conscientização e educação para guarda responsável.

    27. Uiara Laforé disse:

      10 de setembro de 2012 às 13:12

      Olá,

      Gostaria de saber se tudo isto vale para os gatos tb.É preciso 3 doses de quadrupla e anti rabica pra gatos que vivem em apartamento?e anualmente mais reforço?gostaria de me aprofundar no assunto apesar de já ter dado todas as doses(3) nos meus

      Muito obrigado e parabéns pelo amor aos animais

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        10 de setembro de 2012 às 23:29

        Uiara,
        nós que estudamos preferimos 3 doses de TRÍPLICE nos filhotes, uma dose de reforço após 1 ano e depois, uma dose a cada 7 anos… A antirrábica seria uma dose, mas NUNCA junto com a polivalente. E depois vc decide se faz a cada 3 anos, 7 ou nunca… qual as chances REAIS dele pegar raiva dentro do apto, né? Beijo.

    28. Adriana Souto disse:

      31 de agosto de 2012 às 19:15

      Ana Corina,

      Meus parabéns por abordar um tema tão sério (e por isso mesmo tão controverso/polêmico) como esse!

      Continue assim, pesquisando e informando o máximo possível a todos aqueles que buscam a verdade. As mudanças boas só podem acontecer quando as pessoas tem coragem de encarar a realidade e agir.

      Sou veterinária e totalmente a favor dos protocolos vacinais personalizados.

      Tenho cachorros e gatos em minha casa e há 2 anos já não os vacino mais, desde que comecei a estudar/usar homeopatia e acabar chegando a esse tema a respeito das vacinações excessivas e desnecessárias.

      Hoje sou a favor de um protocolo inicial (filhotes), começando com a V2, depois usando V6 ou V8 (nunca V10) – de acordo com cada caso – a raiva somente 30 dias após a última (inclusive de cirurgias, nem todo mundo tem esse cuidado) e depois os reforços, se necessários, apenas com V2 (diga-se de passagem, super difícil de encontrar, mas não impossível). No caso dos gatos não recomendo a quíntupla, dou preferência à tríplice e no máximo a quádrupla… Não gosto também das monovalentes… É impressionante a quantidade de vacinas existentes no mercado e a pressão para que sejam todas utilizadas. Mas enfim, cada caso deve ser analisado individualmente…

      Deixo aqui minha admiração pelo belo trabalho que vc faz aqui no seu site! Bjs.

    29. Raquel disse:

      5 de agosto de 2012 às 22:41

      Boa noite,

      Olá, Ana.
      Sou muito a favor de quebrar paradigmas. Se ao invés de vacinar anualmente as pessoas fizessem os testes de titulação todo ano, os veterinários continuariam tendo suas rendas (já q é esse um dos motivos pelo qual essa informação não é repassada), as pessoas ficariam mais tranquilas com provas de que o animal está protegido e ainda os testes provavelmente ficariam mais baratos. Espero que daqui a uns anos isso se torne realidade.

    30. Janaina disse:

      1 de agosto de 2012 às 08:42

      Bom dia Ana,
      Estou cuidando da Pipoca (lar temporário), ela veio de um abrigo e tem sarna demodécica, ela estava melhorando e infelizmente foi vacinada (v8), voltou com força total as inflamações, e coceira. Gostei muito das dicas naturais e vou começar a fazer com ela.

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        1 de agosto de 2012 às 17:10

        Insista em soluções mais naturais que ela ficará 100% boa e sem adoecer de outras coisas por efeitos colaterais. =D

    31. Letícia Alves disse:

      13 de junho de 2012 às 09:23

      Olá, estou tendo um problemão com a minha filhinha, a Pandora de 2 anos e 6 meses…ela desenvolveu a gravidez psicológica e nada que faço ou dou pra ela recomendado pela veterinária resolve os problemas dela,,, e recentemente ela tomou as vacinas anuais e depois de alguns dias começou a se coçar ferozmente no lugar da vacina , no rabo e em utras regiões do corpinho até causar feridas e não para de se coçar, não sei o que fazer, a veterinária diz não ter relação com as vacinas e eu estou com muita raiva dela e até sem vontade de levar em outro, pois essa já é a segunda veterinária que ao invés de ajudar faz e prejudicar minha bebê, se puder me ajudar agradeço.

    32. Lidia disse:

      5 de abril de 2012 às 03:50

      Olá Ana:

      Esse alerta sobre as vacinações em excesso, deveria ter sido feito há mais tempo.
      Nos EUA (morei lá) e na Europa, o protocolo do reforço das vacinas, a cada TRÊS anos, já existe há bastante tempo.
      Tenho 5 gatos adultos e um filhote. Os gatos mais velhos de 12, 10 e 8 anos, tomavam reforços da quádrupla felina todos os anos.
      A gata de 5 anos tomou uma dose da tríplice aos 3 meses e mais o reforço após 21 dias e o gato da mesma idade (adotado aos 8 meses), tomou só uma dose. As vacinas aplicadas foram as importadas.
      Há 5 anos atrás, ao ler esses mesmos artigos, já tinha decidido parar com os reforços anuais dos meus gatos, que vivem confinados em apto.
      Sei que vou ter que vacinar o filhote, de 2 meses de idade, mas vou esperar os 4 meses, para fazê-lo.
      Não sei se sabem, mas nenhuma vacina confere imunidade total, ela apenas ameniza os sintomas da doença.
      Bem, eu era uma fanática por vacinas, mas lendo, pesquisando e me informando, percebi que havia um excesso de zelo da minha parte. Zelo, esse que poderia causar um mal maior aos meus animais.
      Parabéns Ana, pela coragem de abraçar uma causa tão polêmica e não ligue para as críticas, pois é mais fácil criticar, do que ler, pesquisar e se informar sobre as verdades científicas.

    33. luciane disse:

      30 de março de 2012 às 04:29

      paixonados por animais, tenho 2 cães e os vacinei com a V10 por eles serem filhotes fiz as tres aplicações, mas quem aplicou não me explicou uma triste realidade que existi vacinas nacionais e importadas. Adivinha? Após o 1º passeio com eles apos o tempo exigido, os dois pegaram parvirose,o vet que o tratou me explicou que a vacina nacional é agua com açucar. Graças a Deus os dois estão bem, mas agora bem mais informada só a importada.
      Estou postando esta informação pois deixo bem claro vacina nacional é lixo.
      obrigada, xau.

    34. Sylvia Angélico disse:

      12 de março de 2012 às 18:05

      A Ana colocou todos os pontos importantes da questão. Toda novidade traz receio de ruptura completa com os paradigmas de antes. Mas não defendemos que vacinas sejam abolidas ou que apenas filhotes sejam vacinados. Veiculamos diretrizes de cunho internacional que há mais de 15 anos figuram no meio científico e são muito bem embasadas. Aliás, em minhas pesquisas desse assunto, não encontrei um único artigo científico recente e independente que defenda a conduta ainda vigente aqui de aplicar todos os produtos disponíveis no mercado em todos os cães todos os anos. Nem em português e nem em outros idiomas. Isso não é curioso? Excetuando-se as recomendações dos fabricantes (que devem ser filtradas pelo senso crítico), ninguém defende protocolos arbitrários.

      Vacinas são importantes? Sim. Ninguém aqui está questionando isso. Mas é preciso saber usá-las ou o risco de deflagrar no recipiente doenças agudas e/ou crônicas (alergias, glomerulnefrites, encefalites, tumores etc) pode superar o benefício da aplicação. É o caso com pets já imunizados com produtos importados. Imunidade não é um processo cumulativo. Ou se tem ou não se tem.

      Em tempo, outras considerações cabíveis:

      As atualizações na conduta vacinal não se resumem a reduzir o número de aplicações. Talvez vocês não tenham lido com atenção as novas diretrizes vacinais, mas os imunógenos têm sido classificados pelas entidades internacionais de vacinologia de pets em “essenciais”,”opcionais” e “não recomendados”. Os produtos biológicos “opcionais” – vacinas contra “tosse dos canis” e “leptospirose” – conferem proteção de mais breve duração e por isso preconiza-seque sejam aplicados até semestralmente nos cães com risco de contraí-las. Deste modo, aplicar somente uma V8 ou V10 no paciente com risco de contrair leptospirose não conferirá proteção de um ano.

      É preciso entender que mesmo cães vacinados contra leptospirose podem desenvolver a doença. Existem cerca de 200 sorovares e as vacinas disponíveis no Brasil protegem contra 2-5 deles, sendo que inúmeros sorovares prevalentes aqui estão ausentes nas vacinas e não ocorre proteção cruzada significativa entre eles. Aliás, os sorovaes extras presentes na V10 praticamente não ocorrem por aqui… Além disso, a vacina contra leptospirose pode impedir o desenvolvimento da doença quando causada por esses sorovares mas não impede a infecção e o estado de portador. Vejam quantos fatores devem ser levados em consideração antes de simplesmente inocular o animal. Em muitos casos, pode ser mais eficiente e interessante instruir o cuidador do animal a minimizar ou mesmo eliminar completamente comportamentos de risco que favoreçam a transmissão da doença do que realizar a aplicação arbitrária. Pets portadores de doenças crônicas, com neoplasia etc. podem se beneficiar mais com essa conduta. Afinal, como consta de qualquer bula de vacina “somente animais saudáveis devem ser vacinados”.

      Infelizmente, vacinas preparadas com antígenos virais atenuados (“vivos modificados”) podem, sim, causar a doença em questão. Esse fenômeno é apelidado de “reversão da virulência residual”. É incomum, mas pode acontecer. É por esse motivo que existe vacina recombinada (com vetor vivo canarypox) para cinomose. E é por esse motivo que em geral não se recomenda vacinar imunossuprimidos e gestantes. Caso queiram saber mais sobre esse fenômeno, sugiro consulta ao tratado de imunologia veterinária de Ian Tizard. Também pode acontecer da vacinação causar imunossupressão transitória que favorece o desenvolvimento de uma infecção clinicamente inaparente (subclínica) – isso infelizmente não é tão incomum.

      Finalmente, reitero o que a Ana pontuou tão bem: estudem a fundo e considerem essas novas informações com um olhar parcial. Elas estão vindo para ficar. Vocês vão ver o quão diferente estará esse cenário dentro de 5-10anos. Teremos protocolos mais seguros do ponto de vista de reações adversas com os mesmos benefícios associados aos protocolos atualmente vigentes. Quando não for cabível aplicar as novas normas, elas não serão aplicadas, oras. Basta usarmos o bom senso. Só não é mais aceitável, do ponto de vista científico, adotar o mesmo protocolo arbitrário sem considerar as distinções que existem entre os indivíduos – o cão de sítio requer uma proteção distinta do cãozinho idoso que não sai do apartamento, não? O atual protocolo pode ser excessivo e até deficiente para ambos…

      É possível adaptar as novas informações à realidade que cada veterinário encontra na sua rotina. A ideia não é substituir um dogma por outro. Enfim, isso tudo é algo para ser comemorado e estudado com olhar no mínimo curioso, e não confrontado sem atenção à importância das atualizações propostas.

    35. Nisa disse:

      12 de março de 2012 às 14:40

      Ana, que perfeição de resposta, até chorei de emoção! <3

      Fernanda 'uma Médica Veterinária' espero que você entenda que faculdade de veterinária qualquer um faz, mas estar realmente comprometido com a profissão, com a saúde e o bem estar do paciente e mantendo-se ATUALIZADO visceralmente são outros 500, essas atitudes que diferem os medíocres dos fodas, colabore e faça sua parte, porque ter diploma e clinicar estagnada/alienada é um desserviço a saúde/bem estar dos seus pacientes! ;o)

      Camila, não existe achismo, você mesma pode comprovar cientificamente a proteção de longa duração por vacinais virais, basta realizar um Teste de Titulação de Anticorpos.

      Patricia, o animal adulto imunocompetente imunizado corretamente (com vacina confiável, transportada e acondicionada adequadamente e aplicada no animal SADIO) está imunizado, vacinas virais imunizam por 7-9 ou mais anos e até por toda a vida (tudo pode ser monitorado periodicamente com Testes de Titulação de Anticorpos e a vacina ser aplicada SE e QUANDO necessário), a revacinação anual só irá potencializar o aparecimento de reações adversas (imediatas ou tardias) e não 'mais proteção' porque vacina não é cumulativa (e o principal, NÃO é inócua)…

      Sobre o caso de raiva que teve em SP, ninguém questionou se o gato foi imunizado corretamente, pratica comum em clínicas/hosvets é a aplicação de vacina em animal NÃO sadio – o próprio fabricante fala pra somente animais sadios serem vacinados, se a(s) vacina(s) aplicada(s) no gato era confiáveis, se foram transportadas e armazenadas corretamente, se o animal era imunocompetente (é raro se todos esses cuidados que citei acima forem mega respeitados, mas acontece, se o protocolo vacinal fosse individualizado (e não padronizado) e acompanhado com Teste de Titulação de Anticorpos saberiam se ele estava, ou não, respondendo adequadamente a vacina recebia…)… Entendam, vacinas ANUAIS não tem efeito cumulativo, o animal revacinado anualmente não fica 'mais protegido' ou com a proteção 'mais garantida'… Só debilita o sistema imune, já debilitado…

    36. Veterinária Fernanda disse:

      11 de março de 2012 às 23:37

      Sinceramente se vc que se diz “mãe de cachorro” gosta mesmo do seu cãozinho…VACINE ELE ANULAMENTE!!! vc não tem noção ta tamanha barbaridade que escreveu!! aliás todo leigo que leu isso e concordou contigo e decidir não mais vacinar seu bichinho deveria mandar a conta do Vet pra ti se caso adoecer!!!
      esses artigos que vc cita são referentes as doenças e raiva nos Estados Unidos(pais de PRIMEIRO MUNDO, onde as doenças estão praticamente erradicadas!!!) e NÃO NO BRASIL(onde existem milhares de casos de RAIVA, cimomose, parvovirose, leptospirose….e por ai vai)!!!
      aqui ainda existem muuuuitas doenças e só com a vacinação anual é que se previne isso!!
      ATT

      uma Médica Veterinária!!!

    37. Camila disse:

      11 de março de 2012 às 23:09

      Oi,sempre passo por aqui, tem umas matérias bem bacanas, outras que já não concordo tanto. Essa é uma delas!Não!Não estou defendendo a revacinação anual, também acho todo ano muito. Mas não se pode simplesmente parar de vacinar!Foi lançado um artigo no congresso mundial (quem quiser posso enviar cópia)sobre o excesso de vacinação, mas nada ficou definido. Existem especulações e mais especulações, mas nem como deveria ser feito uma nova “forma” de vacinação foi definido (revacinação anual, a cada 2 anos). Quando esses estudos forem feitos e comprovados cientificamente, com nova formulação de calendário de vacinação e etc, ai sim nós veterinários iremos aderir. Só a titulo de esclarecimento: não existe vacina que causa cinomose (como foi citado em um comentário, existem vacinas que conferem aos animais maior imunização e menor imunização. A chance de um animal contrair doenças com a de menor imunização é bem maior, é claro. Existem também animais vacinados de forma tradicional, com vacinas de qualidade com viroses. Porque? Forma correta de acondicionamento e manipulação, reposta imunológica individual, mutações de vírus e etc.
      P.S: Achei desrespeitoso e sem embasamento técnico uma boa parte dos comentários.Antes de qualquer comentário chequem as informações e a origem destas. Achismo não nos leva a lugar nenhum!Obrigada 🙂

    38. Patrícia Souza disse:

      11 de março de 2012 às 09:53

      Talvez na realidade americana ou Européia pode até ser diferente…mas aqui no Brasil não é a nossa realidade, vejo muitos cães que só foram vacinados filhotes e que nunca mas tomaram vacinas morrerem com cinomose, lepto etc…..Sem falar que depois de 2 anos sem campanhas de vacinação de raiva no Brasil, em outubro ou novembro (não me lembro) resgistarmos 1 morte de raiva em gato no Estado de SP e no Rio a VIgilância Sanitária já deu o alerta principalmente na Zona oeste pelo risco de contágio de raiva….
      Ou seja acho que para nossa realidade ainda precisamos fazer as vacinas anuais SIM…Principalmente por algumas dessas doenças serem zoonoses (que passam de animais para humanos) e algumas dela não terem cura como a Raiva…..

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        12 de março de 2012 às 10:10

        Oi Fernanda, Camila e Patrícia!

        Mas NINGUÉM, EM MOMENTO ALGUM, está falando para vacinar apenas filhotes (primovacinação) e NUNCA MAIS!

        O gato que pegou raiva com toda certeza NUNCA foi vacinado contra a doença. NUNCA VACINAR OU VACINAR SEM CRITÉRIOS É LÓGICO QUE É LOUCURA E BURRICE, MAS VACINAR PRA TUDO, TODO SANTO ANO, é prejudicial e há DEZENAS E DEZENAS de artigos científicos comprovando isso.

        Camila, as fontes estão citadas nos posts e caso você tenha interesse de saber muito mais, converse com a Sylvia Angélico, do site http://www.cachorroverde.com.br, ou com Carmen Cocca, do http://www.homeopatas.blogspot.com, ou compre e leia o livro que indico (Stop the shots) e vários outros sobre o assunto, há material sobrando… E já foi definido um novo protocolo de vacinação, apenas o Brasil ainda não o segue… Não sei se você lê em inglês, mas essas são as diretrizes 2010 da World Small Animal Veterinary Association sobre a questão da vacinação em excesso, se bobear, quando tiver tempo (ai, Jesus!) eu até traduzo, porque o material é maravilhoso e deveria ser lido por TODOS, principalmente os veterinários!
        http://www.wsava.org/PDF/Misc/VaccinationGuidelines2010.pdf

        O que está sendo dito em VÁRIOS países e INCLUSIVE NO BRASIL é: excesso de vacinação traz consequências prejudiciais para a saúde de cães e gatos, SIM.
        Se você LER COM ATENÇÃO todos os posts aqui do blog sobre o assunto, mais os posts de outros blogs que recomendo, mais os livros, artigos científicos etc. citados, verá que:

        – Vacinar anualmente um animal com produto que comprovadamente confere proteção de longa duração é uma prática cientificamente obsoleta e antiética.
        – Vacinação não é uma conduta inócua, isso consta de qualquer bula. Ela tem potencial de provocar uma miríade de reações adversas imediatas e tardias (alergias, glomerulonefrite, encefalite, doenças auto-imunes etc) por estimulação poliantigênica constante.
        – Conhecer e promover uma conduta capaz de imunizar adequadamente o paciente com menor risco de provocar afecções que, coincidentemente ou não, hoje são campeões de ocorrência na clínica é fundamental!
        – O profissional de saúde tem obrigação de se manter atualizado e essas informações estão em sua maioria disponíveis gratuitamente na Internet para quem se interessar. Ignorá-las é irresponsabilidade.
        – A situação de países da Europa ou dos Estados Unidos não é necessariamente diferente da nossa. Nos EUA somente 50% dos cães são vacinados. Muitos Estados norte-americanos são pobres – e as normas não são diferentes por lá. Mas isso não vem ao caso.
        Vacinar menos vezes um animal não é de maneira alguma o mesmo que não vaciná-lo nunca.
        – O que conta para o controle de uma doença infecto-contagiosa é a dita “proteção de rebanho”. Ou seja, mais animais com idade igual ou superior a 4 meses de vida precisam receber ao menos uma vacina. Em termos epidemiológicos, há pouca ou nenhuma valia em vacinar os mesmos poucos indivíduos anualmente. O Brasil também é país “subdesenvolvido” para as crianças humanas, mas nossos médicos recomendam o mesmo protocolo vacinal adotado em países “desenvolvidos”. (Aliás, nos EUA as crianças são mais vacinadas que as nossas…)
        – O objetivo da imunização contra doenças virais é estimular a produção de “células de memória”. Uma vez criada uma população destas células o indivíduo se encontra protegido. Esse fenômeno independe da localização geográfica do indivíduo.

        Aqui no Brasil infelizmente as novidades custam a chegar. Mas estão chegando. Até mesmo o material que acompanha as vacinas dá sinais dessa mudança. Diversos fabricantes estão recomendando V2 na primoimunização, e aplicação de leptospiras à parte. Em breve, em SP, um grande laboratório veterinário oferecerá o exame de titulação de anticorpos IgG para cinomose e parvovirose, que permitirá a monitoração do status imunológico dos cães. Na próxima edição da revista Clínica Veterinária você poderá ler uma monografia que a médica veterinária Sylvia Angélico escreveu junto com um veterinário Doutor em Imunologia, avaliada por dezenas de profissionais atuantes nas mais diversas áreas de clínica médica e embasada por mais de 70 artigos científicos recentes.

        GENTE, VOCÊS PRECISAM LER TUDO antes de tirar conclusões e dizer que eu e outras pessoas estamos sendo levianas ao levantar uma questão que É FATO: JÁ ESTÁ MATANDO MAIS CÃES E GATOS DE DIVERSAS DOENÇAS PROVOCADAS PELO EXCESSO DE VACINAÇÃO DO QUE O EXTREMO OPOSTO DA SITUAÇÃO, QUE SERIA A IRRESPONSABILIDADE DE NÃO VACINAR OU DE VACINAR SEM REFORÇOS OCASIONAIS.

        NINGUÉM ESTÁ DIZENDO “NÃO VACINEM CONTRA CINOMOSE, PARVOVIROSE, RAIVA“, O QUE ESTÁ SENDO DITO É: TENHAM CRITÉRIO PARA VACINAR COM PROTOCOLOS PERSONALIZADOS, adequados a CADA ANIMAL, levando em conta sua VIDA, PORTE, IDADE, SAÚDE.
        NÃO VACINEM CONTRA RAIVA JUNTO COM POLIVALENTE, por exemplo. ISSO NÃO É DIZER “NÃO VACINE“, É DIZER “ESPERE O MELHOR MOMENTO PARA VACINAR” e por aí a coisa segue! VACINEM COM CRITÉRIO, COM RESPONSABILIDADE, COM INFORMAÇÕES!

        Gente, eu mesma adotei uma cachorra adulta ano passado e a vacinei com V8! Só que ESPEREI a imunidade dela estar melhor e estou ESPERANDO mais um tempo para vaciná-la contra raiva. NÃO ESTOU DEIXANDO DE VACINAR, apenas estou vacinando de acordo com a história desse animal (adulta, resgatada, com problemas de saúde referentes à condição anterior) e a nossa realidade (animal agora come alimentação natural, específica para as necessidades dela, morando em uma região sem ocorrências de raiva e convivendo com outros animais vacinados).

        Abraço e, POR FAVOR, estudem o assunto com a mente aberta. Vocês não têm interesse em fazer o melhor para seus pacientes? Então, considerem que vocês podem estar prestes a descobrir algo que fará TODA a diferença na vida deles e na prática veterinária de vocês, tornando-as profissionais mais bem informadas e que tomam decisões baseadas em seus ESTUDOS e em dezenas e dezenas de fontes científicas. No que eu puder ajudar, estou à disposição.

    39. Erika disse:

      29 de fevereiro de 2012 às 20:00

      Ola Corina,

      Li o artigo, achei interessante. Sou vet, e particulamente tenho alguns pontos a preponderar.
      Realmente o que aprendemos na faculdade é a necessidade de vacinacao anual. Isso por 2 motivos, acredito eu. Primeiro, porque para que se fosse eliminada a necessidade de reforço de uma vacina, teria que ser feito a titulacao do anticorpo para cada doença ano a ano, o que seria bastante caro para o proprietario, alem de nao ser pratica normal dos laboratorios oferecerem esse teste (eu nunca vi, pelo menos). Segundo, existem doencas que sao endemicas em alguns locais e nao em outros e nao existem vacinas separadas pra cada doenca (por ex, uma vacina so de cinomose, outra so de parvo, etc… fora que isso sairia bastante caro novamente para o proprietario . O mesmo com a raiva, que os animais sao vacinados e nao titulados antes… Acho que a discussao é saudavel e acredito (minha opiniao pessoal) é de que se deveria ter um protocolo para o caso Brasileiro. Qto a vacina de raiva, ainda acho que o mais seguro é vacinar sim, mesmo pq a raiva mata humanos e animais de forma cruel e nao tem tratamento.. entao (eu, em particular) acho ainda melhor prevenir, mesmo pq casos novos tem surgido no pais. No entanto, por mais que se fale que a vacina X ou Y vale por W anos… nao é incomum vermos animais vacinados ainda pegarem a doenca, de forma que em minha opiniao, novamente, acredito que cada organismo reage de um jeito ao desafio do ambiente. Ai fica a criterio de cada um optar. Mas acho interessante discutir e procurarmos por artigos cientificos que embassem decisoes. Ab

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        1 de março de 2012 às 09:57

        Oi Erika,
        tão bom uma pessoa que sabe conversar, hehe…
        Então, a titulação ainda não é muito fácil de achar (em São Paulo tem e sei que em Floripa também há um exame para verificar a cinomose e que não é caro), mas, se não me engano, é mais barata do que a vacinação.
        O mais triste, aqui no Brasil, é não termos as vacinas separadas. Mas a Nobivac tem a Puppy, apenas para cinomose e parvovirose, o que já ajuda bastante.

        Mesmo que a pessoa opte em vacinar anualmente, o chamamento é para uma reflexão para o assunto, sabe?
        Vai revacinar todo santo ano? Então aplique a vacina contra a raiva meses antes/depois de outra vacina e de cirurgias/anestesias, por exemplo.
        Vai revacinar contra cinomose e parvo todo santo ano? Então use a vacina o menos “polivalente” possível, e daí temos a Nobivac Puppy e creio que, se os veterinários se posicionassem como classe, os laboratórios venderiam mais opções.
        O mesmo serve para a vacina da leptospirose, que existe sozinha e que pode ser dada separadamente das outras com intervalo mínimo de 30 dias.
        Nunca usar a vacina contra giárdia, comprovadamente ineficaz e ainda potencialmente perigosa e por aí a coisa vai, né?

        Ninguém está dizendo para NÃO vacinarmos mais nossos cães e gatos e sim para que os vacinemos com critérios e com protocolos individuais. Um gato que nunca sai do apartamento ou de casa não tem as mesmas necessidades que um gato que vive solto e por aí a coisa vai.

        Quem está fera no assunto é a veterinária Sylvia Angélico, do http://www.cachorroverde.com.br, caso queiras mais material ou uma discussão mais técnica! 🙂

        Abraço!

    40. Joziane Martins disse:

      20 de fevereiro de 2012 às 19:56

      Boa Noite,

      Tenho uma Golden Retrivier que hoje tem 2 anos e 3 meses de idade. Quando ela tinha 8 meses de idade, por motivos de mudança de cidade, sugeriram que comprássemos a coleira scalibur e a vacinássemos contra leishimaniose (antes de ser vacinada fizemos o exame para a doença e deu negativo). Após um ano aplicamos outra dose (reforço). Depois de alguns meses, após a Mel apresentar alguns problemas na pele (caspa) e nenhum tratamento surtir efeito, um veterinário sugeriu que fizessemos o exame para ver se ela tinha leishimaniose e o resultado foi positivo. Fizemos novamente o exame e novamente deu positivo. Hoje ela toma 3 medicamentos para a doença (alopurinol, prednisolona e motilium), porém as caspas continuam e atualmente seus banhos são com shampoo com cetoconazol, enxofre e ácido salícilico. Hoje ela amanheceu defecando sangue e ao levar em outros veterinários, expliquei o caso e os mesmos disseram que provavelmente ela não tem a doença e o fato dos resultados serem positivos é devido ela ter tomado as vacinas contra a doença. Assim, ela apresenta anticorpos para a doença, a tornando positiva para a doença em qualquer exame que fizermos. Gostaria de saber se isso é possível? Pois estamos “entupindo” nossa filhota de medicamentos sem ter necessidade. Espero ansiosamente por respostas. Att. Jozi

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        21 de fevereiro de 2012 às 19:43

        Oi Jozi,

        É VERDADE! Como ela tem anticorpos por conta da vacinação, pode ter dado falso positivo realmente. E há muitos falsos positivos. O diagnóstico da leish não é fácil, é preciso fazer vários exames. Acho melhor você ler os posts sobre leishmaniose aqui no blog e fazer contato com o Dr. André, ok?

    41. Luis Carlos disse:

      3 de dezembro de 2011 às 10:45

      Obrigado por divulgar a verdade e parabéns por sua coragem em contrariar diversos intere$$es (que não são dos pets).

    42. luana disse:

      23 de novembro de 2011 às 22:44

      Ana, sobre essa questão da falta de raciocinio dos vets, e de se guiarem pelos panfletos de fabricantes, deixa eu te contar: esses dias uma vet conhecida fez uma visita à fábrica da ração da r**** c. Sim, aquela mesma que usa conservantes cancerígenos e tals. Ela voltou maravilhada porque o milho usado na tal ração, considerada super premium, era de ótima qualidade, melhor que o milho usado na alimentação humana… Não aguentei… Perguntei “mas e o fato de que uma dieta adequada para cães sequer deveria conter grãos? e de que as melhores rações nos eua são livres de grãos? de que adianta conter milho ‘de alta qualidade’ se uma boa ração nem deveria conter milho??” Ela ficou sem palavras… pq com certeza nem sabe o que é uma dieta adequada… E trata-se de uma vet de clínica renomada… Isso é TÃO triste e desestimulante! bjo

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        23 de novembro de 2011 às 23:50

        É sim, por que ver quem mais deveria estar atrás de informações não usando a cabeça, dói na alma! Tem veterinário que se forma, vai clinicar e nunca mais abre um livro! Beijo.

    43. Suely de Abreu disse:

      30 de outubro de 2011 às 16:21

      Em 2007 vacinei meus cães, um coker de 4 anos e um akita de 2, contra leishemaniose, como veterinário depois de aplicar um golpe, fugiu, eu fiquei sem o relatório e não conclui as 3 doses iniciais, fui em outro veterinário que falou que eu deveria aplicar novamente as 3 doses, uma vez que eu não tinha concluido as doses, eu fiz isso apesar do absurdo que eu paguei, só por medo pois já havia perdido dois cães com essa doença. Só que intuitivamente eu me preocupei achando que estava submetendo meus peludo a uma overdose e fiquei com essa culpa até hoje, e agora constatei que de fato a minha intuição estava certa, pois o meu akita passou a ter problemas de hipotirodismo e os pelos cairam em algumas regiões da cabeça e pescoço. Agora tenho de fazer controle constantemente com um outro veterinário de confiança, pois a anterior dizia que ele tinha sarna ou fungos e estava entupindo meu cachorro com cetoconazol. Estou angustiada pois amo meus cães e querendo protegê-los estou prejudicando-os por causa da falta de ética de alguns veterinários. Obrigada pela matéria que me ajudou a esclarecer muita coisa e principalmente atenuar o meu sentimento de culpa. Um grande abraço. Su

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        31 de outubro de 2011 às 14:25

        Oi Suely,

        Esse tipo de situação é ABSURDAMENTE comum e chega a me deprimir, já que quem supostamente é responsável pela saúde, na maioria das vezes está ajudando a CAUSAR a doença. Chegará o dia em que a prática da medicina veterinária no Brasil será OBRIGADA a levar em conta as inúmeras descobertas sobre os malefícios do EXCESSO de vacinação. Enquanto isso não acontece, cães e gatos pagam muitas vezes com a própria vida. Cabe a nós alertar o maior número de pessoas possível, tanto veterinários quanto mães e pais de cachorros e de gatos, sobre o assunto. Beijo.

    44. Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

      9 de agosto de 2011 às 17:50

      Leia todos os posts do marcador "Vacinação" e você poderá decidir por você mesma.

      Veja a situação: seu gato já apresentou reações 3 vezes e agora está sendo tratado com VENENO, porque corticóide é veneno. É um animal idoso, que mora em apartamento. Quais as chances REAIS dele se contaminar? Muito próximas de zero.

      Leia todos os artigos, por favor. Não importa a vacina, mas polivalentes (o caso da tríplice) são as mais agressivas…

    45. Anonymous disse:

      9 de agosto de 2011 às 16:25

      Há dois anos vacinei meu gato e ele apresentou 15 dias depois uma alergia. Coçava-se agressivamente a ponto de formar feridas e arrancar o pelo. O diagnóstico do veterinário foi alergia psicogênica.No ano passado, vacinei novamente e aconteceu uma otite 15 dias após a vacinação. Neste ano, duas semanas após a vacinação, ele desenvolveu novamente a tal "alergia psicogênica". Estou me sentindo culpada por vaciná-lo todos os anos e provocar estas reações todas. Trata-se de um gato de idoso,com 15 anos de idade, que é o único pet que tenho. Moramos num apartamento. A tentativa de tratá-lo bem e de seguir as recomendações veterinárias estão me gerando culpa. Agora ele está tomando corticoides para amenizar o mal-estar. Minha dúvida: este artigo se refere a tríplice felina? Já não é necessário eu vaciná-lo todos os anos?

    46. Gabriela Netto – Médica Veterinária Cantinho Animal disse:

      22 de março de 2011 às 17:58

      Infelizmente no nosso país, mesmo você tendo apresentado o exame de pesquisa de anticorpos anti-rábicos, que no Brasil é realizado apenas pelo Instituto Pasteur, que fica localizado em São Paulo – SP (http://www.pasteur.saude.sp.gov.br/anticorpos/soro_animal.htm), a apresentação da carteira de vacinação contendo a vacina anti-rábica é obrigatória. Essa deve ter sido aplicada com pelo menos 30 dias antes para viagens aéreas. O exame de titulação é obrigatório em caso de viagens internacionais, ele leva 15 dias para ficar pronto o laudo e tem o custo elevado de R$150,00, fora o envio. A amostra de sangue deverá ser coletada com pelo menos 30 dias após a vacinação do animal e 3 meses antes da viagem do animal, tendo que ser assim, muito bem planejada com antecedência. A amostra deve ser colhida em tubo seco, uma quantidade suficiente onde possa separar um volume de soro não hemolisado de 0,5 ml e enviada para o Instituto Pasteur, sob refrigeração, acompanhado da requisição da sorologia animal devidamente preenchida pelo Médico Veterinário.

      Para qualquer tipo de viagem, seja ela, aérea ou terrestre, além da vacina anti-rábica em dia (aplicada há pelo menos 11 meses), o animal também deve ter um atestado de saúde, que deverá ser emitido por um Médico Veterinário, que irá examinar o animal e atestar que o mesmo está sadio e não apresenta nenhuma doença infecto contagiosa, parasitária ou miíase. Esse atestado tem validade de apenas 10 dias.

      Já no caso de mordida, infelizmente, caso seja acionado o Centro de controle de Zoonoses, o animal será recolhido, e deverá ficar em observação no CCZ por 10 dias (quarentena), mesmo ele tendo a titulação e a carteira de vacinação em dia. Infelizmente esse é o protocolo adotado (super atrasado) em nosso país.

      Atenciosamente,

      Dra. Gabriela M. Barroso Netto
      Médica Veterinária
      CRMV-SP:19.477

      Cantinho Animal
      Av. Dr. Altino Arantes, 647
      São Paulo – SP
      Fones: (11) 5585-2982 / 5589-2803

      http://www.twitter.com/CantinhoAnimal
      http://www.CantinhoAnimal.com/blog
      http://www.facebook.com/CantinhoAnimal

    47. Joyce disse:

      22 de março de 2011 às 12:55

      Ah sim… outro dúvida…
      Quando temos que deixar os peludos em hotéis a vacinação v10 ou equivalente é obrigatória.
      O que fazer nestes casos?

    48. Joyce disse:

      22 de março de 2011 às 12:48

      Olá pesssoal… uma dúvida?
      Em caso de viagem, que documento ou exame ou atestado é válido para não apresenar a vacinação anual de raiva?
      Em caso de mordida também exige-se a carterinha de vacinação, tem algum outro documento ou exame que substitui para evitar que o animal fique em quarentena por exemplo?
      Obrigada,
      Joyce

    49. Andréia N. Agostini disse:

      13 de março de 2011 às 14:34

      Ola, agradeco a oportunidade de estar lendo esse post. Vou procurar o estudo original, nao por ter duvidado dele, muito pelo contrario. Para ver se atraves dos autores chego a mais fontes dezinteressadas de interesses secundarios e interessadas em revelar a VERDADE. Sei como e a postura de grandes laboratorios quando o interesse e vender o produto (vacina). Tambem acredito que nem todos veterinarios facam recomendacoes com mas intencoes, mas por desinformacao e desatualizacao… E e incrivel como a verdade quando chega a nossos ouvidos, traz consigo uma transparencia, que se voce estiver aberto a escutar, simplesmente nao ha como nao perceber como VERDADE. Para os animais, o sistema imune difere absolutamente em tudo na resposta fisiologica? Nao vou conseguir seguir acreditando mais… E tenho motivos pessoais para crer que esquemas vacinais em excesso piorem o sistema imunologico dos animais.. Nada melhor do que investigar por si mesmo. Obrigada Ana por trazer algo polemico mas com raizes profundas.

    50. Camilli Chamone disse:

      22 de fevereiro de 2011 às 00:40

      Olá Ricardo!
      Tudo bem?

      A Ana Corina costuma indicar este post do meu blog: http://www.blog.villechamonix.com/2010/04/o-blog-responde-meu-esquema-vacinal.html Ele fala sobre um esquema vacinal bastante adequado.

      Na idade que seu cão está, os artigos científicos mostram que apenas 01 (uma) dose da vacina múltipla (V2 ou V6 ou V8) basta.

      Infelizmente, vacinas nacionais não são confiáveis. 🙁

      Grande abraço!

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