Artigo claro e pontual sobre os malefícios da vacinação excessiva de cães e gatos. LEITURA OBRIGATÓRIA para quem está realmente preocupado com a saúde de seu peludo, viu?

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Vacinas: Do que meu cão precisa?
Mais uma vez trago a vocês material não só confiável e com referências, mas de extrema importância para quem está realmente preocupado com a saúde de seus cães e gatos. Literalmente não ganho nenhum tipo de compensação financeira para tanto, sendo minha recompensa única o bem-estar dos peludos, caso as pessoas passem a considerar e estudar os assuntos abordados. Aproveitem, é de coração, com muito carinho e demanda toda atenção do mundo da parte de vocês, ok? Boa leiturae bom estudo!

Artigo: “Puppy Shots and Dog Vaccinations”, escrito por Michele Welton e publicado aqui. Tradução: Sylvia Angélico Reprodução expressamente proibida.
Vacinações… São necessárias ou não?
Há apenas alguns anos as pessoas eram obrigadas a trazer seus cães para uma visita anual ao veterinário a fim de que fossem vacinados. Os tempos mudaram. 

Leia o que a médica-veterinária Christina Chambreau tem a dizer sobre reforços vacinais anuais:
Como você reagiria se seu médico te dissesse para tomar vacina contra sarampo, caxumba, rubéola, difteria, coqueluxe, tétano e hepatite todos os anos de sua vida, até a sua morte, em vez de apenas algumas doses na infância?
Mesmo entrando em contato com centenas de pessoas no dia-a-dia as pessoas não precisam de re-vacinações anuais. E veterinários pesquisadores imunologistas agora nos dizem: cães e gatos também não precisam!
Uma das maiores “bíblias” veterinárias, diz:
Uma prática que teve início há muitos anos e que é destituída de validade ou verificação científica são os reforços vacinais anuais. Com raras exceções, não há necessidade imunológica para a revacinação anual. Imunidade contra vírus persiste por anos ou por toda a vida do animal.
Apenas a resposta imunológica a TOXINAS requer reforços (exemplo: o reforço contra a toxina tetânica que, para humanos, é recomendado uma vez a cada 7-10 anos). Para cães e gatos atualmente NENHUMA vacina contra toxina é utilizada.
Por favor releia essa parte. Porque é importante.
Isso é o que informa o Kirk’s Current Veterinary Therapy XI – a “bíblia” de muitos veterinários. Esse capítulo foi escrito pelo Dr. Ronald Schultz, Ph.D (Imunologista e Presidente do Departamento de Ciências Patobiológicas da faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Wisconsin), junto com o Dr. Tom Phillips, médico-veterinário Ph.D.
Em português claro, significa que o sistema imunológico tem uma “memória”. De fato, o sistema imune contém células de memória. Uma vez que foi demonstrado a essas células de memória o que fazer no caso de uma determinada doença (o que é obtido com uma vacinação bem-sucedida entre 12 e 16 semanas de idade), essas células de memória produzirão anticorpos contra aquela doença toda vez que a encontrarem – por anos e anos e, provavelmente, para toda a vida.
Lembretes anuais não são necessários. Na verdade, lembretes anuais são inúteis na maioria das vezes, porque, de acordo com o mesmo artigo no livro Kirk’s Current Veterinary Therapy XI:
“Além disso, os reforços vacinais anuais não estimulam uma resposta secundária devido à presença de anticorpos existentes.”
Mais uma vez, em português claro, isso quer dizer que revacinações não funcionam quando o organismo de seu pet JÁ tem anticorpos das vacinações anteriores. Esses anticorpos existentes neutralizam o reforço vacinal. Portanto, repetir as vacinas não reforça a imunidade de seu pet. Na verdade, re-vacinar um animal que já é imune oferece virtualmente nenhum benefício uma vez que a imunidade criada anteriormente inativa a vacina.
Então, por que os veterinários vacinam os pacientes todos os anos?
O Dr. Phillips e o Dr. Schultz terminam seu artigo no livro Kirk’s Current Veterinary Therapy XI com essa revelação – o verdadeiro motivo por que tantos veterinários continuam a insistir que os pets sejam vacinados anualmente:
“A prática de vacinar anualmente, em nossa opinião, deve ser considerada de eficácia questionável, a não ser que seja empregada como forma de fornecer um exame físico anual.”
Em outras palavras, seu veterinário atrai clientes com a declaração de que seus animais precisam ser vacinados anualmente. Vacinações correspodem a uma boa parte da renda de um veterinário. Veterinários (nos Estados Unidos) cobram 15 a 50 dólares por vacinas que custam a eles menos de dois dólares cada. E (nos Estados Unidos) você ainda paga 25 a 35 dólares pela consulta. É do interesse financeiro do seu veterinário que você volte com seu cão ou gato anualmente.
Não me entenda mal - check-ups físicos regulares podem ser bons, especialmente para pets mais velhos. Mas veterinários éticos precisam parar de usar o falso pretexto de que “reforços anuais são necessários” como forma de atrair clientes para seus consultórios.
Na verdade, reforços vacinais são prejudiciais.
Mas, mesmo que os reforços vacinais anuais não sejam necessários, mal eles não fazem, certo? Infelizmente, isso não é verdade. Leia o que o Dr. Charles Loops, médico veterinário, tem a dizer sobre o poder das vacinas:

A primeira coisa que precisa mudar é a crença de que as vacinas são inofensivas. Veterinários e proprietários precisam perceber que eles não estão protegendo os animais de doenças com vacinações anuais, e sim, destruindo a saúde e o sistema imunológico dos animais que amam e cuidam.”

A médica-veterinária Dra. Christina Chambreau concorda:
Vacinações de rotina são provavelmente a pior coisa que fazemos com nossos animais. Elas causam todo tipo de enfermidades. Repetir anualmente as vacinas é uma afronta ao equilíbrio energético dos nossos animais. Veterinários imunologistas nos dizem que vacinas precisam ser aplicadas apenas uma ou duas vezes no decorrer da vida do animal.  Em primeiro lugar, não há necessidade para vacinações anuais e, em segundo lugar, elas definitivamente causam doenças crônicas.”
O médico-veterinário Dr. Roger DeHann diz o seguinte:
Estamos destruindo o sistema imune. Ao longo dos anos tem ficado cada vez mais claro que algumas vacinas são ineficazes ou desnecessárias, e que algumas vacinas são perigosas, capazes até mesmo de causar sintomas da doença que elas deveriam evitar.”
Você pode suspirar aliviado ao pensar que seu pet escapou de reações imediatas com as vacinações recebidas até hoje. Mas, na realidade, você não tem ideia do que está se passando dentro dele. Os verdadeiros problemas podem aparecer no mês seguinte ou no ano seguinte. Leia o que o médico-veterinário, Dr. Pedro Rivera tem a dizer sobre a relação entre vacinas e doenças crônicas:
“Vacinose é a reação que decorre de inoculações comuns. Reações podem levar meses a anos para aparecerem. Em nossa clínica, vimos hipotireoidismo, otites, doenças imunológicas, afecções articulares e distúrbios comportamentais como reações da vacinação excessiva.
O médico-veterinário Dr. Charles Loops, diz:
“Vacinações representam um grande ataque ao sistema imune, (o que) causa irregularidades e anormalidades na imunidade, o que então se manifesta na forma de doenças crônicas que variam de condições potencialmente fatais a crises auto-imunes que acabam com a qualidade de vida do animal, como é o caso das alergias de pele crônicas.  O que vemos hoje são gerações de animais vacinados em excesso.
A médica-veterinária Dra. Pat Bradley, observa:
“Os problemas mais comuns que atendo e que estão diretamente relacionados às vacinas no dia-a-dia são otites e doenças de pele, como eliminação de secreções e coceira crônicas. Também vejo problemas comportamentais, como medo e agressividade. Muitas vezes, os proprietários relatam que esses problemas ocorrem logo após a vacinação, e que são exacerbados com cada inoculação. Em um contexto mais generalista e assustador, vejo a saúde geral e a longevidade dos animais deteriorando.”
Deixe o Jornal da American Veterinary Medical Association (AVMA) de 1996 resumir tudo para você:
Não existem dados científicos para apoiar a atual recomendação para a administração anual de vacinas. Além disso, a repetida administração de vacinas pode estar associada com um risco maior de anafilaxia e doenças anto-imunes.”
Nesta mesma edição:
Existe pouca documentação científica para apoiar as recomendações das bulas para administrar a maioria das vacinas anualmente. No passado, acreditava-se que a vacinação anual não faria mal e provavelmente ajudaria muitos animais. Contudo, preocupações sobre efeitos colaterais têm começado a mudar essa atitude. O cliente está pagando por algo que não tem efeito ou que tem o potencial de provocar uma reação adversa.”
Protocolos de vacinação anual sempre se basearampreste atençãonas sugestões dos fabricantes das vacinas – e não nos resultados de pesquisas independentes. Será que é de surpreender que eles recomendam reforços anuais? Não se deixe intimidar por seu veterinário!
Don Hamilton, médico-veterinário, alerta: NÃO deixe seu veterinário fazer você sentir culpa!
“Outra tendência observada nos últimos anos é a coerção de proprietários para procedimentos como vacinações. A coerção pode ser forte, como a recusa em fornecer serviços, até mesmo tratamento emergencial, a menos que as vacinas do animal estejam ‘em dia’.  (Nos Estados Unidos) às vezes até mesmo cães e gatos em estado crítico são vacinados a fim de serem admitidos para tratamento.
Outros meios mais sutis incluem a indução do medo e/ou da culpa por meio de afirmações (como uma figura autoritária) de que animais de companhia correm risco caso não sejam vacinados anualmente, e que deixar de obedecer a essa recomendação é sinal de negligência.
Táticas como essas podem gerar sentimentos de culpa no dono, o que leva a uma decisão de vacinar um animal que não corre risco movida por medo. Isso é anti-ético, senão evidência de incompetência, e a recusa do dono deve ser uma resposta aceitável.”
A conclusão é clara: VOCÊ deve tomar o controle do protocolo de vacinação de seu animal.
Lembro que o texto acima é uma TRADUÇÃO –> Nota da tradutora:Você tem direito de se informar e de participar das decisões referentes à vacinação de seu animal. Para uma conversa produtiva com o veterinário de sua confiança, sugerimos que você discuta com ele as informações e fontes citadas na tradução deste artigo.”
Artigo: “Puppy Shots and Dog Vaccinations”, escrito por Michele Welton e publicado aqui. Tradução: Sylvia Angélico Reprodução expressamente proibida.
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Comentários

  • Suzan Afonso disse:
    2 de agosto de 2010 às 1:23 pm

    Olá mãe!!

    Eu concordo plenamente com esse assunto, mas TEnho uma Duvida.

    Meu noivo me perguntou (E quando levarmos nossa filha pra viajar? Vamos nos exigir vacina atualizada. O que faremos?)

    eu não soube responder. Mas sei que em Viagem sou obrigada a mostrar o cartão de vacina da Chii e eles cobram mesmo… ao menos todas as empresas pelas quais ja viajei.

    você poderia Responder-nos sobre isso?

    Obrigada

    Su.

  • Ana Corina disse:
    2 de agosto de 2010 às 1:24 pm

    Oi Suzan,

    a ÚNICA vacina obrigatória para que um cão/gato viaje é a contra a raiva. Já que lei é lei, paciência. Mas é muito diferente aplicá-la ocasionalmente para vijar e aplicá-la todo santo ano só por aplicar, né?

    Bj

  • Suzan Afonso disse:
    2 de agosto de 2010 às 2:32 pm

    Sim é verdade! Obrigada pela Resposta!

    Beijos e ÓTIMA SEMANA!

    Su.

  • marina disse:
    2 de agosto de 2010 às 2:56 pm

    o problema é que o ministério da agricultura exige a vacinação anual, sem ela não podemos levar nossos filhos conosco a lugar algum. não li ainda a reportagem toda, vou ler depois com calma
    bjocas

  • Ana Corina disse:
    2 de agosto de 2010 às 2:59 pm

    NÃO TEM QUE DAR nenhuma além da raiva, não! Obrigatória é só a contra a raiva e ainda assim não tem nada que o vet possa fazer pra te obrigar. Se teus animais não vão morder ninguém, vais precisar comprovar vacina contra raiva quando? Só pra viagem. E outra, há vários Estados onde a doença está extinta. Aqui em Floripa a PRÓPRIA PREFEITURA NÃO VACINA pq a doença não existe mais. Beijo!

  • Miguel Eibel disse:
    2 de agosto de 2010 às 4:40 pm

    Boa tarde!
    Esta leitura tem que ser obrigatória também para os donos de Pet shoppings que pelo cadastro olham a época de vacinação e ficam enchendo a paciencia dos donos para vacinar os cães e eles levarem a porcentagem do dinheiro!
    vejo cada dia mais gente conciente que reclamam das clinicas que continuam com pensamentos de décadas passadas!
    É complicado você colocar uma idéia na cabeça de uma pessoa ela ir fazer o certo e o veterinario não aprovar!
    Tudo de bom e uma bela tarde!

    http://migueleibel.blogspot.com

  • Camilli Chamone disse:
    2 de agosto de 2010 às 10:43 pm

    Excelente texto, Ana! P-A-R-A-B-É-N-S!

    Meus cães tinham um vet clínico muito bom, mas acabei deixando-o, porque ele implicava demais com essa questão de eu utilizar o protocolo parecido com o da dra. Jean Dodd´s em meus cães.
    Para minha surpresa, mês passado, quando levei meus cães para fazer a vacina contra leishmaniose, na clínica dele, ele me questionou MUITO INTERESSADO, sobre este protocolo!!!

    Aos poucos as pessoas vão se abrindo aos novos conhecimentos.

    ——————
    Susaz Afonso,

    se seu veterinário lhe der um atestado, justificando a ausência da vacinação do cão, mas sua total competência para viajar, você estará resguardada.
    Sou expert neste assunto!

    Abraços!

  • Cão Feliz disse:
    3 de agosto de 2010 às 12:41 am

    Olá,

    Muio bom seu post, fico feliz em encontrar tantos blogs interessados nos cuidados caninos!

  • Priscila disse:
    3 de agosto de 2010 às 11:16 am

    Ana, muito bom ler um texto que esclarece tantas dúvidas.

    Vou colocar um link no post que publiquei ontem. ;)

    Beiijos

  • Lúcia disse:
    3 de agosto de 2010 às 12:59 pm

    Essa foi direta pra mim, né?
    Pior que a gente faz questão de vacinar crente que tá fazendo o melhor mesmo. Nada além disso.
    Vou ler com carinho.

    Beijos

  • Ana Corina disse:
    3 de agosto de 2010 às 1:05 pm

    Oi, gente, que bom que vocês gostaram. Leiam, estudem, DIVULGUEM, porque é a saúde dos nossos amores em jogo.

    Lúcia querida, confesso que NÃO. Na verdade, escrevo antes de mais nada pra mim, porque não é porque eu trato de temas aqui que os pratico todos, então estou sempre ME lembrando, sabe? Claro que neste caso das vacinas o meu desespero é avisar e alertar todo mundo porque é a saúde dos nossos amores (e até dos nossos bolsos!) em jogo. Mas não foi direta ou indireta, não, meu anjo. Beijo!

  • Lúcia disse:
    3 de agosto de 2010 às 1:23 pm

    Oi querida,

    na verdade eu não quis nem dizer que você falou pensando em mim, mas a verdade é que me atingiu em cheio, já que é um assunto que ficou sensível pra mim depois de nossa última conversa. É difícil desconstruir algumas certezas que a gente tem (tipo "vacinas são boas, quanto mais melhor"). Estou trabalhando minha mente pra hora que seria dos próximos reforços.

    Muito interessante o texto. Obrigada por nos manter informados =)

    Beijos

  • Anonymous disse:
    3 de agosto de 2010 às 5:03 pm

    E quanto a vacinação contra leptospirose , que o reforço é recomendado a cada 6 meses?
    Isabella

  • Ana Corina disse:
    3 de agosto de 2010 às 6:47 pm

    Oi Isabella,
    pense comigo, meu anjo: se o reforço ANUAL não é recomendado e prejudica a saúde, IMAGINE O SEMESTRAL! É lógico que só faz mais mal ainda.
    E outras 2 coisas:
    - uma amiga minha é veterinária e trabalhou pra empresa que faz a vacina de lepto e disse que NÃO precisa a cada seis meses;
    - o livro STOP THE SHOTS que comprei diz que a vacina de lepto é uma das que mais reações provoca.

    Releia o artigo que vc vai entender que
    "Vacinações de rotina são provavelmente a pior coisa que fazemos com nossos animais. Elas causam todo tipo de enfermidades. Repetir anualmente as vacinas é uma afronta ao equilíbrio energético dos nossos animais. Veterinários imunologistas nos dizem que vacinas precisam ser aplicadas apenas uma ou duas vezes no decorrer da vida do animal. Em primeiro lugar, não há necessidade para vacinações anuais e, em segundo lugar, elas definitivamente causam doenças crônicas."

    Não é o caso de não vacinar NUNCA, leia os outros posts que recomendei e este com mais atenção que vais entender.

    Se tiver alguma dúvida ainda, escreva novamente, ok?

    Beijo!

  • Ms. Siebert disse:
    3 de agosto de 2010 às 9:59 pm

    A "lenda das 3 doses" e da vacinação anual é mto dificil de tirar das idéias já programadas das pessoas, assim como mta coisa no mundo. Esses dias, uma pessoa ficou mto brava comigo quando eu falei que nao vacinava os meus anualmente, por INDICAÇÃO DA VETERINÁRIA (que é homeopata) e pela falta de necessidade, que já li sobre o assunto e tal… mesmo assim, a pessoa fica arredia, me culpando, dizendo q se eles pegarem uma doença a culpa será minha, etc. Acontece o mesmo com alimentação natural, dizendo que vou matar eles se der carne crua, pq tem bacterias, etc.

    Tenho um cão que adotei e trouxe dos EUA e nunca tinha percebido que nos récordes dele (essa vet quem pediu) a vacinação estava de 4 em 4 anos, que é o normal sugerido pela EMPRESA que fabrica a vacina e os veterinarios americanos. Ou seja, ele tomou vacina qdo nasceu (UMA DOSE da múltipla aos 3 meses – na Califórnia é proibido retirar os filhotes com menos 2 meses da mãe, no comércio legal de cães) e depois mais uma aos 4 anos (qdo trouxe ele pra cá) e aqui no Brasil vacinei mais 2 vezes (hj ele vai fazer 9 anos). Como ele tem demodécica e atopia, a cada vacina, despencava toda imunidade e os pêlos iam-se todos… então a vet proibiu a vacina!

    Não era pra escrever tanto… heheh

    Bjos

  • Ana Corina disse:
    5 de agosto de 2010 às 5:16 pm

    Oi todo mundo!

    Recebi e-mail de uma leitora minha que repassou este post e que recebeu resposta onde uma terceira pessoa colocava as seguintes questões:
    –> só citei veterinários estrangeiros para contar a vocês sobre o excesso de vacinação;
    –> ela contou veterinários de sua confiança e nenhum apoiou nada sobre o excesso de vacinação;
    –> ela insiste que vacina contra lepto deve ser aplicada a cada 6 meses.

    Vou colar pra vocês minha resposta a elas, assim quem tiver as mesmas dúvidas já lê também.

    "Oi C., oi V. (e, por favor, repassem minha resposta a quem mais vocês tenham mandado e-mail, para que todos fiquem cientes dela, ok?)

    Acho ótima essa troca de opiniões, informações, é assim que aprendemos e buscamos o melhor para nossos amores peludos e particularmente, adoro aprender!

    Também acho importante desfazer um conceito aqui, C.: não me considero ativista, não faço parte de ONGs e não sou sequer protetora. Meu blog é pessoal, é o trabalho de uma mãe de cachorro que compartilha as informações que encontra e estudacom o mundo, mas sou apenas uma voluntária da causa animal ao falar de questões como guarda responsável, adoção etc.

    Vamos às vacinas:
    Sabem quando comecei a pensar sobre elas? Quando um veterinário alopata (ou seja, não tem nem a desculpa de ser 'holístico', 'natureba', é veterinário 'tradicionalista' mesmo) aplicou a vacina polivalente no Shoyo e conversou comigo sobre isso tudo, vai saber por quê! Ele contou que nos cães dele só fazia as primeiras doses, o reforço com um ano e nunca mais! E isso mesmo sendo alguém que vai pra casa constantemente infectado por doenças que atende na clínica! Aqui em Floripa inclusive a prefeitura não vacina os cães contra raiva porque a doença está extinta. De lá pra cá, 7 anos se passaram e pelo menos outros três veterinários me contaram "em off" que não vacinam seus próprios bichos todos os anos. Em seguida, fui dona de petshop, o que me deixou mais próxima de vários veterinários e o que me fez ver o quanto a saúde não interessa, porque não dá lucro! Vendi o comércio porque não consegui vender minha alma e minha ética ao lucro em cima da saúde de quem amo tanto. Então quando falo em custos, gastos etc. estou bastante inteirada do assunto, podem ter certeza.

    Cito autores nacionais, sim, o texto reproduzido abaixo é apenas um da série "vacinações" no blog e inclusive a veterinária dos meus animais trabalha com o protocolo diferenciado de vacinação e tem material citado no meu primeiro post sobre o assunto. Um dos textos desta veterinária pode ser lido no link http://homeopatas. blogspot.com/2009/01/vacinas- e-vacinose-em-ces-e-gatos

    Infelizmente, a maioria do material é em inglês porque simplesmente os países da Europa, da Oceania e os Estados Unidos e o Canadá já promovem esta discussão há mais tempo.

    O alerta está sendo feito por veterinários renomados mundialmente, só não presta atenção quem não quer ou quem não tem conhecimento para ler as publicações, daí nossos trabalho de tradução: para ajudar as pessoas a saber do assunto mesmo não lendo em inglês. As fontes sobram e o mais importante é: não há comprovação científica da necessidade dos reforços vacinais, o que há é indicação das empresas que vendem as vacinas.
    Em nenhum momento é dito que animais não devam ser vacinados, apenas que a vacinação deve acontecer apenas quando realmente necessária.
    Vai vacinar um cão que mora em apartamento contra leptospirose pra quê, por exemplo? Vai dar vacina contra giárdia? Comprovadamente não só inútil, como também nociva?

    (continua no comentário abaixo)

  • Ana Corina disse:
    5 de agosto de 2010 às 5:21 pm

    (continuando) Meu Deus, as próprias associações veterinárias seguidas pelo mundo inteiro classificam as vacinas em 'necessárias', 'opcionais' e 'não recomendadas' e nas necessárias estão apenas parvovirose, cinomose e raiva! Sobre a vacina de lepto, foi uma veterinária amiga minha que trabalhou na empresa que a fabrica quem me contou que NÃO PRECISA DE REFORÇO SEMESTRAL. Mesmo que eu não tivesse estudado tudo que estudei, não vou acreditar nela por qual motivo? Pelo amor de Deus! Se a vejo NÃO entupindo seus próprios cães e gatos de vacinas, isso já me diz muita coisa!

    Conversar com “vets de confiança” é a mesma coisa que nada se não estivermos embasados para poder ao menos questioná-los. O que é um vet de confiança? Que base usamos para classificar assim? Se não estudamos para conversar com eles, sequer saberemos se estão falando algum absurdo ou não. Infelizmente, a maioria dos vets no Brasil só sabem repetir os panfletos dos fabricantes. Muitos não sabem que na maioria das vezes os panfletos dos produtos vêm disfarçados de trabalho científico. A V. fala que não foram apresentadas provas, mas está citado no meu último post um trecho de um dos livros mais respeitados pelos veterinários do mundo inteiro. E falo de vets tradicionais, não só dos holísticos. O Kirk é uma bíblia veterinária mesmo, assim como o Ettinger, que também fala sobre as vacinações anuais não serem necessárias.Leiam este link, é bastante interessante: http://www. cachorroverde.com.br/vacinatrianual.php

    Agora, V., é justamente por eu "pesquisar e ir fundo" que tenho não só confiança para publicar os alertas que venho dando sobre excesso de vacinação e alimentação natural como também confiança para tratar meus animais desta maneira. São livros e mais livros, sites e mais sites especializados lidos, muitas conversas com diferentes veterinários, que inclusive NÃO vacinam seus cães anualmente, mas o fazem com cães/gatos de clientes, e muito estudo, muito esforço, muito tempo gasto sem nenhum tipo de remuneração financeira, apenas o desejo real e sincero de ajudar outras pessoas a manter seus animais saudáveis.

    A imunidade dos animais funciona da MESMA forma que a nossa. Mas não é de se estranhar que existam critérios para a imunização humana que não existem para os pets???
    A Medicina Veterinária segue no encalço da Medicina Humana – com exceção das áreas de Nutrição e de Imunização, pesadamente dependentes de produtos e de lobby farmacêutico/industrial. Não existe cabimento em aplicar 10 – 15 vacinas todos os anos – sem DOSIFICAR de acordo com o peso, inclusive – nos pets. Não existe nenhum embasamento científico para tal. E mesmo os fabricantes, ao determinarem quão imunogênicas (isso se refere à capacidade de uma vacina de gerar anticorpos duradouros no organismo) se esquecem da imensurável imunidade CELULAR, que é muito importante, pois impede que vírus e bactérias saiam das células que eles infectaram e ganhem todo o corpo.

    Meu conselho: tenham bom senso e estudem imunologia. E saibam que não é teoria da conspiração, não é terrorismo. É questão de individualizar a vacinação de acordo com os verdadeiros riscos a que cada pet está exposto.

    E desculpe, querer que os vets de uma hora para outra admitam que estão vacinando desnecessariamente, é fantasia! Imagino o descrédito e crítica a que eles se exporiam. NUNCA seriam tão ingênuos a ponto de fazer isso…rs Tem que conversar com eles em outro contexto. O sistema todo está em crise.
    (continua no comentário abaixo)

  • Ana Corina disse:
    5 de agosto de 2010 às 5:23 pm

    (continuando e encerrando)
    Anteontem mesmo, uma amiga minha esteve em uma palestra sobre doenças infecciosas de felinos domésticos e me contou que o veterinário, que NÃO é holístico, comentou:

    “Na Veterinária, acontece um fenômeno esquisito e, na minha opinião, muito negativo. O marketing dos fabricantes de vacinas está pesadíssimo e voltado para o consumidor final, que é leigo e responde a anúncios emotivos e frases de efeito. O fabricante espertamente estampa a contra-capa de uma revista sobre raças de cães com a última V11 e escreve “MAIS PROTEÇÃO” e ilustra com a foto de uma moça jovem e bonita abraçada a um cãozinho. Amanhã, surgem mil moças que se identificaram com o anúncio, EXIGINDO que eu tenha e aplique essa vacina no cãozinho dela, que mora em apartamento e é alérgico. E ai de mim se eu não aplicar! Quer dizer, cadê a MINHA voz ativa? Voz de quem estudou mais, de quem sabe o que necessário ou não?? Tenho uma filhinha e levei ela para fazer umas vacinas de criança no posto de saúde. Você acha que eu sei que marca foi aplicada? Acha que fiquei questionando se era V2, V3, etc? Não. Mas na Veterinária é assim!”

    Se vocês tiverem interesse em realmente estudar e pesquisar, seguem algumas fontes:
    [Gente, aqui não tenho como colar os links de todos os textos indicados para leitura como no e-mail que enviei a elas, mas se vocês acessarem o link http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=1104, estão todos lá!

    Grande abraço e ótimo dia para vocês!"

    Espero que seja útil a outras pessoas com dúvida!

  • Camilli Chamone disse:
    6 de agosto de 2010 às 12:23 am

    Como geneticista e biologista molecular.
    Além de filha de imunologista (portanto, bastante à vontade no assunto também), assino embaixo!
    :)

  • Ms. Siebert disse:
    6 de agosto de 2010 às 2:50 am

    Ana, quando vc falou da medicina humana e veterinária, não podemos esquecer que a indústria farmaceutica está por tras disso tudo! Várias marcas de vacinas e remédios veterinários são marcas dos remédios humanos tb.

    E essa onda de reposição hormonal? E a vacina da h1n1 (aliás, cade essa gripe que matava muito ano passado?)? E os médicos q estudam 8 anos pra sempre concluir q é virose? Isso não é privilégio dos pets… temos q desconfiar de tudo! O médico da minha mãe insistiu mto pra ela fazer reposição hormonal, mesmo com as 3 irmãs dela tenham feito e ter tido câncer na época da reposição(uma morreu). Ela simplesmente nao fez, passou por sensações estranhas por 1 ou 2 anos na menopausa e passou! E foi a única que coinscidentemente nao teve câncer. Antigamente como se fazia? Não se fazia… Hoje é muito questionável (até mesmo o efeito do anti concepcional) mas indústria farmaceutica que patrocina todos congressos, pesquisas… abafam os médicos que tentam alertar! E na veterinária? Acredito que acontece o mesmo, com mais veemencia ainda, pois nao se trata de humanos….

  • Cassia disse:
    7 de agosto de 2010 às 2:45 pm

    Oi, Ana! Texto bastante elucidativo! Dei uma olhada no "Your Purebred Puppy" e tenho gostado muito das ideias e princípios que a Michele Welton defende. Quanto à questão de um novo paradigma para o protocolo de vacinações dos nossos peludos, percebo que a maior dificuldade está, justamente, em encontrar veterinários que defendam esta conduta. Muito pouco se fala abertamente sobre isso (aí, o trabalho de conscientização que você e a Camilli tem feito neste sentido torna-se ainda mais importante!). Conversei com uma amiga veterinária que se nostrou totalmente a favor de um novo protocolo vacinal no Brasil. E a vaterinária da Winie também tem se mostrado bastante aberta quanto ao tema. É isso aí, vamos espalhar as sementes, para que se tornem árvores fortes e frondosas! Bjs e bom fim de semana!

  • Ana Corina disse:
    8 de agosto de 2010 às 8:57 pm

    Oi Cássia querida,
    Vc viu a parte educativa da Michele Welton? Interessante, né? Beijo!

  • Anonymous disse:
    16 de agosto de 2010 às 10:35 pm

    Jura que vcs têm coragem de arriscar passear c/ seus cães sem vacinação anual num país onde existem centenas de cães doentes???

    Boa sorte!!!

  • Ana Corina disse:
    17 de agosto de 2010 às 3:04 am

    "Anônimo",

    Como você tem coragem de vacinar seu cão em excesso mesmo tendo em mãos amplo material provando dos seus malefícios?

    Bom, deve ser da mesma maneira como você NÃO tem coragem sequer de se identificar ao comentar.

    Quer saber como eu tenho coragem de sobra para não só pra trazer informação relevante e com embasamento de profissionais renomados mundialmente, como ainda deixar de poluir meu cão anualmente com vacinas não só desnecessárias, como nocivas quando aplicadas sem critério e em excesso? ESTUDANDO MUITO, coisa que pelo visto você não fez. Porque se fizesse, te garanto que terias muito mais receio de matar teu cão com excesso de vacinas do que a possibilidade dele contrair alguma doença.

  • Anonymous disse:
    18 de agosto de 2010 às 5:27 pm

    Oi Ana Corina!

    Adorei este artigo que encontrei por acaso. Acredita que o veterinário que levo meus pets há anos agora quer vaciná-los a cada 6 meses, 2 doses de vacina em um intervalo de 21 dias? Achei um absurdo, e artigos como estes me ajudaram a manter a decisão de evitar vacinação em excesso.
    Sou a favor de vacinação, mas somente na quantidade necessária para proteger, não para prejudicar a saúde dos animais a longo prazo.
    Beijos e parabéns.
    Renata

  • Ana Corina disse:
    18 de agosto de 2010 às 5:29 pm

    MEU DEUS, Renata! Que loucura! Agora imagine se vc fosse como 90% da população que escuta um absurdo desses e nem questiona? :-(

  • Anonymous disse:
    26 de agosto de 2010 às 7:38 pm

    Como futura veterinária… Vou procurar saber sobre o assunto e questionar meus professores, que são excelentes e recomendam o reforço anual da vacina. Inclusive, o reforço semestral da vacina contra leptospirose. Mas tenho certeza que esse "artigo"… Possui graves falhas.

  • Ana Corina disse:
    26 de agosto de 2010 às 7:49 pm

    Esse "artigo" como vc o chama cita não apenas veterinários de renome internacional como uma das "bíblias" da medicina veterinária mundial e foi traduzido também por uma futura veterinária que inclusive tem o apoio de seu orientador para fazer o trabalho de conclusão de curso sobre os malefícios do excesso da vacinação.
    De mais a mais, a carta que uma veterinária brasileira traduziu foi escrita e assinada por vários veterinários não só com anos de prática e experiência, como com reconhecimento por seus trabalhos. Você pode lê-la clicando no link a seguir http://homeopatas.blogspot.com/2010/02/estamos-vacinando-demais-ii.html

  • Anonymous disse:
    28 de agosto de 2010 às 3:22 pm

    Peço desculpas pelo comentário anterior. Uma professora minha falou sobre isso. Porém, ela é a favor das vacinações iniciais, até os 4 meses de vida, e após o reforço de 3/3 anos.

  • DR philippe crmv SP 2449 disse:
    12 de setembro de 2010 às 11:10 am

    REALMENTE CONCORDO QUE A RE VACINAÇÃO ANUAL PARA CÃES ADULTS DEIXA DE SER NECESSARIA PARA UMA IMUNIZAÇÃO DE DOENÇAS A VIRUS , MAS VAMOS NOS LEMBRAR QUE A LEPTOSPIROSE É UMA BACTERIA E QUE O PODER IMUNOLOGICO DA VACINA NÃO EFETIVAA POR MAIS QUE 8 A 9 MESES ESPERO QUE OS INTERNAUTAS ESTEJAM A PAR DESTA PARTICULARIDADE MUITO IMPORTANTE ANTES DE AFIRMAREM QUE NÃO HA NECESSIDADE DE REVACINAÇÃO NENHUMA !!!!!
    O FATO QUE A VACINA ANTIRABICA IMUNIZA É CERTO MAIS OD TITULOS DE ANTICORPOS EXISTENTES NA CIRCULAÇÃO CAEM APOS DETERMINADO TEMPO E QUE É NECESSARIO A REVACINAÇÃO PRELO MENOS A CADA 2 ANOS
    ATENCIOSAMENTE

  • Flavia disse:
    18 de setembro de 2010 às 10:11 pm

    Boa noite, gostaria de saber se a vacina utilizada nestes países onde se pesquisa sobre seus efeitos colaterais são as mesmas vacinas éticas comercializadas aqui nos consultórios veterinários do Brasil, ou elas tem alguma especificaçâo de que podem ser reaplicadas a cada 3 anos?

  • Ana Corina disse:
    19 de setembro de 2010 às 2:37 pm

    Oi Flávia,
    são as mesmas vacinas, dos mesmos laboratórios.

  • Anonymous disse:
    7 de outubro de 2010 às 8:02 pm

    Voltei… Para dizer que após quase ter concordado com o artigo, a cachorrinha de 11 anos da minha professora (Veterinária, a favor do artigo), morreu de cinomose.

  • Ana Corina disse:
    7 de outubro de 2010 às 10:20 pm

    Oi, comentadora anônima,
    Você, como estudante de veterinária, deve saber que cães vacinados também morrem de cinomose e que, inclusive, muitos cães "pegam" as doenças justamente das próprias vacinas aplicadas (e que usam vírus vivo), certo?
    Como também deve saber que cada caso é um caso e que toda a leitura que recomendei deixa bem claro que o que é necessário é um protocolo vacinal personalizado, ou seja: se o animal não é exposto ao vírus, não deve ser tratado como um animal que é exposto ao vírus.
    Um cão que mora em apartamento não pode ser tratado como um cão de alguém que chega diariamente em casa super infectado (caso dos veterinários).
    Desculpa, mas a morte da cadela não é argumento, ainda mais que eu não sei o que ela come, ela já era idosa e sei muito menos a quanto andava a imunidade dela.

  • Camilli Chamone disse:
    8 de outubro de 2010 às 12:38 am

    Querida Ana,

    há pouco tempo atrás, um bichinho mordeu a "mocinha" da Pedrita e a pobrezinha acordou inchadíssima, como se estivesse no cio. Fomos à clínica do veterinário fera que está acostumado a nos atender – um cara de vanguarda, professor universitário que não é engessado por protocolos – e tive a (quase) infeliz surpresa de ser atendida por uma vet recém-formada e pouco experiente.

    A moça, de cara, receitou para a Pedrita corticóide por 1 semana, apesar da mesma estar em plena "campanha vacinal" contra leishmaniose + comprimidos antinflamatórios + protetor gástrico… Meu Deus! Fiquei impressionada de ver como aquela moça, depois de estudar por mais de 5 anos, não era capaz de raciocinar sozinha e se atinha a protocolos.

    Foi aí que disse que tinha sido professora universitária por 1 década, inclusive de muitos veterinários, que não concordava com a prescrição dela pelos motivos X, Y e Z e que tinha certeza que haveria um tratamento menos problemático – do ponto de vista sistêmico – para uma cadelinha de 5 meses.
    Saí de lá com a idéia de "coloque uma fraldinha de bebês nela, desta maneira ela não se arrsta para coçar, a inflamação tenderá a se render sozinha – se estiver incomodando muito, use a pomada B."

    (cont.)

  • Camilli Chamone disse:
    8 de outubro de 2010 às 12:39 am

    Honestamente, ganhei meu dia ao ver aquela moça usar seus neurônios! (com 2 dias de fralda, a Pedrita estava 100%)

    Mas, sabe por que estou contando isso tudo? Porque li um comentário de uma pessoa que postou, anonimamente, dizendo que "um cão de 11 anos morreu de cinomose", rs.

    A mesma motivação que tive, quando conversei com a vet recém-formada, estranhamente estou sentindo agora! :-)

    Repare você que o leque de contigências que existe para que este cão possa ter adquirido a doença é ENORME, mas, infelizmente, essa pessoa está focada em apenas uma coisa.

    A boa notícia é que o "anônimo" não é um veterinário, né? :-)

    Parabéns pela busca do saber!

  • Ana Corina disse:
    10 de outubro de 2010 às 10:27 pm

    Oi, Camilli,

    Fico impressionada com a falta de curiosidade e questionamento de quem deveria ter IMENSO interesse em assuntos tão fundamentais. Enquanto isso, pessoas comuns estudam e estudam e estudam, usando a cabeça de modo muito mais inquisidor, científico e produtivo do que quem, de novo, deveria fazer tudo isto 100% do tempo…

    Arf!

    Beijo.

  • G.A.R.R.A. Grupo de Ação, Resgate e Reabilitação Animal. disse:
    12 de outubro de 2010 às 8:50 pm

    excelente o post

    já ouvi alguns veterinários falarem que é realmente desnecessário a vacinação em excesso

    o problema é: em quem devemos realmente confiar?

    meu maior medo, cinomose e parvovirose, muitos cães que estão nas ruas, passeando acabam tendo acesso constante aos virus…

    nesse caso, será que a vacinação anual não protegeria mais?

  • Ana Corina disse:
    13 de outubro de 2010 às 1:02 am

    O problema é que NÃO achamos quase a vacina só para cinomose e parvovirose (a Nobivac Puppy, ou V2) e com isso temos que entupir os pobrezinhos de vacinas polivalentes desnecessárias e, pior, prejudiciais. Se você encontrar a V2, ótimo!
    Cada cão deveria ter um protocolo de vacinas personalizado e é LÓGICO que um cão que vive nas ruas não deve ser encarado da mesma maneira que um cão de apartamento, por exemplo.
    ;o]

  • Adriana disse:
    1 de novembro de 2010 às 8:14 pm

    Ana tudo bem?
    Interessante essa matéria. O que você me aconselha a fazer aqui onde eu moro e sp têm muito virus cinomose meus cachorros faz dois anos que não vacino. Será que é bom vacinar ou não?
    Abraços Drika

  • Ana Corina disse:
    1 de novembro de 2010 às 9:36 pm

    Oi, Drika!

    Querida, você deve ler tudo e mais um pouco que indiquei e daí tirar suas conclusões. Não sou veterinária e não posso dizer "faça isto ou aquilo", sabe?

    Como eles já estão há 2 anos sem vacinar e vc diz que há muita cinomose onde mora, então acho legal você vacinar, sim. O que não é bom é o EXCESSO de vacinação, sabe? A vacinação é necessária.

    Se eu fosse você, procuraria a vacina chamada de V2, que protege cinomose e parvovirose. Se não achar, tente a V6 e só então a V8. A V10 é que EU não uso nem pagando!

    ;-D

  • Anonymous disse:
    20 de novembro de 2010 às 10:49 pm

    Mas, e se a pessoa está em um parque (por exemplo)passeando com seu cão que vive em apartamento e não foi vacinado, e vem um cão de rua pra fazer amizade, e ele tem alguma doença? Será mesmo que convém apenas a V2? A menos que o dono não vá deixar o seu cachorro se aproximar de nenhum outro na rua. Outra coisa, acho que quase todos os hotéis de cães exigem todas as vacinas. Então, se o dono quer viajar, como faz? Claro que achei interessante a proposta de vocês sobre vacinação personalizada no vet, mas aqui em Porto Alegre ainda não encontrei um único vet que faça isso. :(

  • Ana Corina disse:
    21 de novembro de 2010 às 2:04 pm

    Oi leitor(a) de Porto Alegre!

    Veja bem: em nenhum momento é falado em NÃO vacinar o cão e sim em fazer um esquema personalizado de vacinação.
    Um cão que já tomou uma vacina polivalente V8 de maneira correta e que tenha uma vida de apartamento, não tem necessidade de tomar o reforço todos os anos por vários motivos, entre eles por estar imune por um período maior do que um ano. A polivalente V2 protege contra as únicas doenças realmente terríveis e mais fatais: cinomose e parvovirose e ainda assim não precisa ser feita todos os anos. A veterinária do Shoyo, por exemplo, faz a V2 só de 3 em 3 anos em cães adultos.
    Procure veterinários homeopatas ou acupunturistas porque tem mais chances deles já terem estudado os malefícios da vacinação excessiva. Ou estude bastante sozinho(a) e faça contato com a veterinária do Shoyo (http://www.homeopatas.blogspot.com).

  • cristiane disse:
    23 de novembro de 2010 às 6:08 pm

    oi ana, tudo bem? estava pesquisando sobre calendário de vacinas e me deparei com o site e este artigo! nossa, achei de um bom senso incrível!!! nós tomamos vacinas apenas 1 na vez vida, pq seria diferente com eles?? minha cachorrinha, pedrita, teve parvovirose, qdo filhotinha e sobreviveu(ainda bem!), como vc sugere a vacinação dela? ela vive dentro de casa,com mais duas cachorrinhas que nada tiveram!
    tb tenho gatinhas, o protocolo serve para eles tb?? desde já agradeço a atenção e lerei com carinho as outras reportagens sobre o tema!
    um bjo
    cris

  • Amor e Miados disse:
    28 de dezembro de 2010 às 6:17 pm

    Ana, falei com a vet do Arthur logo que comecei a ler seus textos e outros em inglês sobre a supervacinação e conversando com outras mães e protetoras de Ong de gatos, concordamos em parar as vacinas dele ano a partir do ano que vem ( 5 anos de idade )
    O problema é que como divulgar esse assunto sem que as pessoas achem que é um sinal verde para poupar no cuidados dos animais e não fazer NENHUM esquema de vacinação :/

  • Ana Corina disse:
    29 de dezembro de 2010 às 12:06 pm

    Oi, querida!

    Olha, enfrentei esta mesma dúvida que você e resolvi tratar o assunto como ele merece: com bastante didática e respeito.
    Não podemos deixar de informar os leitores sobre algo TÃO importante e fundamental que está fazendo com que milhares de animais adoeçam com vacinação em excesso.

    Então a saída é estudar MUITO para não falar besteira e fazer textos claros, objetivos e pontuais, deixando claro que não se trata de NUNCA vacinar, mas sim de vacinar com critério, de maneira correta e em ocasiões onde realmente há necessidade.

    Um gato que mora em apartamento, que não sai NUNCA de lá, precisa ser vacinado todo santo ano sob QUAL justificativa? Nenhuma! É abusivo e chega a ser até criminoso, é uma falta de responsabilidade e até de competência de um veterinário que entope um animal desses de vacinas ano após ano, ainda mais quando já está mais do que provado que elas todas duram muitos anos, quando não a vida toda.

    Não sei se você lê em inglês, mas essas são as diretrizes 2010 da World Small Animal Veterinary Association sobre a questão da vacinação em excesso, se bobear, quando tiver tempo (ai, Jesus!) eu até traduzo, porque o material é maravilhoso e deveria ser lido por TODOS, principalmente os veterinários!
    http://www.wsava.org/PDF/Misc/VaccinationGuidelines2010.pdf

    Beijo!

  • Lilian (Marília-SP) disse:
    30 de dezembro de 2010 às 1:21 am

    Tenho 4 gatos e moramos em apartamento telado. Há anos deixei de aplicar vacina contra raiva neles. O vet ficou bravo e eu disse não.
    Agora, a quádrupla felina tenho aplicado todos os anos e ainda me encho de culpa quando atraso por falta de dindim. Vou relaxar e levar todo esse material prá minha vet ler. Ah…vou sim!!!
    Obrigada, pessoal.

  • elen disse:
    30 de dezembro de 2010 às 4:18 pm

    Adorei a matéria.
    Mirra, minha cachorrinha tem anemia hemolitica, doença auto imune. A vet dela, hematologista, diz que nao pode afirmar que o que desencadeou a anemia foi a overdose de vacina que uma vet deu, foram 4 vacinas no mesmo dia, porque segundo ela havia mais de 60 dias, mas pra mim foi ali o momento.
    Na mesma semana das citadas vacinas a Mirra já ficou com os pelos em volta dos olhos e boca bem escuros, ela é de cor branca, e passou a fazer xixi bem escuro também e odor bem caracteristico.
    Minha convicçao vem da observação, toda vez que a Mirra está em processo de hemolise, o xixi fica escuro e com aquele tal odor. Então posso concluir que o processo de hemodiálise começou ali e foi se agravando até que meses depois chegou a transfusao de sangue e etc.
    Hj está sob controle, mas já fez 4 transfusoes de sangue.
    Minha opiniao de leiga, mae, hj é vacina só para doença que mata, o resto jamais.
    Se bem que a Mirra nunca mais poderá ser vacinada.

  • Ana Corina disse:
    31 de dezembro de 2010 às 10:20 pm

    Meninas, programei a resposta da dra. Carmen para entrar no ar dia 2/janeiro, ok? Beijo a todas!

  • Anonymous disse:
    21 de fevereiro de 2011 às 6:33 pm

    Boa tarde!
    Ganhei um cachorrinho de 6 meses e que nunca foi vacinado. Será que a v8 basta? Tem diferença da vacina importada para as nacionais?
    Grato!
    ps.: Parabéns pela matéria!
    Ricardo Poços de Caldas MG
    puliti@engineer.com

  • Camilli Chamone disse:
    22 de fevereiro de 2011 às 12:40 am

    Olá Ricardo!
    Tudo bem?

    A Ana Corina costuma indicar este post do meu blog: http://www.blog.villechamonix.com/2010/04/o-blog-responde-meu-esquema-vacinal.html Ele fala sobre um esquema vacinal bastante adequado.

    Na idade que seu cão está, os artigos científicos mostram que apenas 01 (uma) dose da vacina múltipla (V2 ou V6 ou V8) basta.

    Infelizmente, vacinas nacionais não são confiáveis. :(

    Grande abraço!

  • Andréia N. Agostini disse:
    13 de março de 2011 às 2:34 pm

    Ola, agradeco a oportunidade de estar lendo esse post. Vou procurar o estudo original, nao por ter duvidado dele, muito pelo contrario. Para ver se atraves dos autores chego a mais fontes dezinteressadas de interesses secundarios e interessadas em revelar a VERDADE. Sei como e a postura de grandes laboratorios quando o interesse e vender o produto (vacina). Tambem acredito que nem todos veterinarios facam recomendacoes com mas intencoes, mas por desinformacao e desatualizacao… E e incrivel como a verdade quando chega a nossos ouvidos, traz consigo uma transparencia, que se voce estiver aberto a escutar, simplesmente nao ha como nao perceber como VERDADE. Para os animais, o sistema imune difere absolutamente em tudo na resposta fisiologica? Nao vou conseguir seguir acreditando mais… E tenho motivos pessoais para crer que esquemas vacinais em excesso piorem o sistema imunologico dos animais.. Nada melhor do que investigar por si mesmo. Obrigada Ana por trazer algo polemico mas com raizes profundas.

  • Joyce disse:
    22 de março de 2011 às 12:48 pm

    Olá pesssoal… uma dúvida?
    Em caso de viagem, que documento ou exame ou atestado é válido para não apresenar a vacinação anual de raiva?
    Em caso de mordida também exige-se a carterinha de vacinação, tem algum outro documento ou exame que substitui para evitar que o animal fique em quarentena por exemplo?
    Obrigada,
    Joyce

  • Joyce disse:
    22 de março de 2011 às 12:55 pm

    Ah sim… outro dúvida…
    Quando temos que deixar os peludos em hotéis a vacinação v10 ou equivalente é obrigatória.
    O que fazer nestes casos?

  • Gabriela Netto - Médica Veterinária Cantinho Animal disse:
    22 de março de 2011 às 5:58 pm

    Infelizmente no nosso país, mesmo você tendo apresentado o exame de pesquisa de anticorpos anti-rábicos, que no Brasil é realizado apenas pelo Instituto Pasteur, que fica localizado em São Paulo – SP (http://www.pasteur.saude.sp.gov.br/anticorpos/soro_animal.htm), a apresentação da carteira de vacinação contendo a vacina anti-rábica é obrigatória. Essa deve ter sido aplicada com pelo menos 30 dias antes para viagens aéreas. O exame de titulação é obrigatório em caso de viagens internacionais, ele leva 15 dias para ficar pronto o laudo e tem o custo elevado de R$150,00, fora o envio. A amostra de sangue deverá ser coletada com pelo menos 30 dias após a vacinação do animal e 3 meses antes da viagem do animal, tendo que ser assim, muito bem planejada com antecedência. A amostra deve ser colhida em tubo seco, uma quantidade suficiente onde possa separar um volume de soro não hemolisado de 0,5 ml e enviada para o Instituto Pasteur, sob refrigeração, acompanhado da requisição da sorologia animal devidamente preenchida pelo Médico Veterinário.

    Para qualquer tipo de viagem, seja ela, aérea ou terrestre, além da vacina anti-rábica em dia (aplicada há pelo menos 11 meses), o animal também deve ter um atestado de saúde, que deverá ser emitido por um Médico Veterinário, que irá examinar o animal e atestar que o mesmo está sadio e não apresenta nenhuma doença infecto contagiosa, parasitária ou miíase. Esse atestado tem validade de apenas 10 dias.

    Já no caso de mordida, infelizmente, caso seja acionado o Centro de controle de Zoonoses, o animal será recolhido, e deverá ficar em observação no CCZ por 10 dias (quarentena), mesmo ele tendo a titulação e a carteira de vacinação em dia. Infelizmente esse é o protocolo adotado (super atrasado) em nosso país.

    Atenciosamente,

    Dra. Gabriela M. Barroso Netto
    Médica Veterinária
    CRMV-SP:19.477

    Cantinho Animal
    Av. Dr. Altino Arantes, 647
    São Paulo – SP
    Fones: (11) 5585-2982 / 5589-2803

    http://www.twitter.com/CantinhoAnimal
    http://www.CantinhoAnimal.com/blog
    http://www.facebook.com/CantinhoAnimal

  • Anonymous disse:
    9 de agosto de 2011 às 4:25 pm

    Há dois anos vacinei meu gato e ele apresentou 15 dias depois uma alergia. Coçava-se agressivamente a ponto de formar feridas e arrancar o pelo. O diagnóstico do veterinário foi alergia psicogênica.No ano passado, vacinei novamente e aconteceu uma otite 15 dias após a vacinação. Neste ano, duas semanas após a vacinação, ele desenvolveu novamente a tal "alergia psicogênica". Estou me sentindo culpada por vaciná-lo todos os anos e provocar estas reações todas. Trata-se de um gato de idoso,com 15 anos de idade, que é o único pet que tenho. Moramos num apartamento. A tentativa de tratá-lo bem e de seguir as recomendações veterinárias estão me gerando culpa. Agora ele está tomando corticoides para amenizar o mal-estar. Minha dúvida: este artigo se refere a tríplice felina? Já não é necessário eu vaciná-lo todos os anos?

  • Mãe de Cachorro - Ana Corina disse:
    9 de agosto de 2011 às 5:50 pm

    Leia todos os posts do marcador "Vacinação" e você poderá decidir por você mesma.

    Veja a situação: seu gato já apresentou reações 3 vezes e agora está sendo tratado com VENENO, porque corticóide é veneno. É um animal idoso, que mora em apartamento. Quais as chances REAIS dele se contaminar? Muito próximas de zero.

    Leia todos os artigos, por favor. Não importa a vacina, mas polivalentes (o caso da tríplice) são as mais agressivas…

  • 30 de outubro de 2011 às 4:21 pm

    Em 2007 vacinei meus cães, um coker de 4 anos e um akita de 2, contra leishemaniose, como veterinário depois de aplicar um golpe, fugiu, eu fiquei sem o relatório e não conclui as 3 doses iniciais, fui em outro veterinário que falou que eu deveria aplicar novamente as 3 doses, uma vez que eu não tinha concluido as doses, eu fiz isso apesar do absurdo que eu paguei, só por medo pois já havia perdido dois cães com essa doença. Só que intuitivamente eu me preocupei achando que estava submetendo meus peludo a uma overdose e fiquei com essa culpa até hoje, e agora constatei que de fato a minha intuição estava certa, pois o meu akita passou a ter problemas de hipotirodismo e os pelos cairam em algumas regiões da cabeça e pescoço. Agora tenho de fazer controle constantemente com um outro veterinário de confiança, pois a anterior dizia que ele tinha sarna ou fungos e estava entupindo meu cachorro com cetoconazol. Estou angustiada pois amo meus cães e querendo protegê-los estou prejudicando-os por causa da falta de ética de alguns veterinários. Obrigada pela matéria que me ajudou a esclarecer muita coisa e principalmente atenuar o meu sentimento de culpa. Um grande abraço. Su

  • 31 de outubro de 2011 às 2:25 pm

    Oi Suely,

    Esse tipo de situação é ABSURDAMENTE comum e chega a me deprimir, já que quem supostamente é responsável pela saúde, na maioria das vezes está ajudando a CAUSAR a doença. Chegará o dia em que a prática da medicina veterinária no Brasil será OBRIGADA a levar em conta as inúmeras descobertas sobre os malefícios do EXCESSO de vacinação. Enquanto isso não acontece, cães e gatos pagam muitas vezes com a própria vida. Cabe a nós alertar o maior número de pessoas possível, tanto veterinários quanto mães e pais de cachorros e de gatos, sobre o assunto. Beijo.

  • luana disse:
    23 de novembro de 2011 às 10:44 pm

    Ana, sobre essa questão da falta de raciocinio dos vets, e de se guiarem pelos panfletos de fabricantes, deixa eu te contar: esses dias uma vet conhecida fez uma visita à fábrica da ração da r**** c. Sim, aquela mesma que usa conservantes cancerígenos e tals. Ela voltou maravilhada porque o milho usado na tal ração, considerada super premium, era de ótima qualidade, melhor que o milho usado na alimentação humana… Não aguentei… Perguntei “mas e o fato de que uma dieta adequada para cães sequer deveria conter grãos? e de que as melhores rações nos eua são livres de grãos? de que adianta conter milho ‘de alta qualidade’ se uma boa ração nem deveria conter milho??” Ela ficou sem palavras… pq com certeza nem sabe o que é uma dieta adequada… E trata-se de uma vet de clínica renomada… Isso é TÃO triste e desestimulante! bjo

  • 23 de novembro de 2011 às 11:50 pm

    É sim, por que ver quem mais deveria estar atrás de informações não usando a cabeça, dói na alma! Tem veterinário que se forma, vai clinicar e nunca mais abre um livro! Beijo.

  • [...] Artigo claro e pontual sobre os malefícios da vacinação excessiva de cães  gatos [...]

  • Luis Carlos disse:
    3 de dezembro de 2011 às 10:45 am

    Obrigado por divulgar a verdade e parabéns por sua coragem em contrariar diversos intere$$es (que não são dos pets).

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