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    Tudo que ele precisa, ela não sabe!

    Mãe de Cachorro - Ana Corina | 25 de outubro de 2009
    O Vieira, leitor assíduo e participativo aqui do blog, combinou já há algum tempo comigo de mandar as reportagens dominicais que lê no jornal Folha de SP. Nem sempre as publico porque às vezes elas simplesmente não são relevantes ou condizentes com a temática do Mãe de Cachorro.

    Hoje, ele mandou a matéria e também um recadinho Estou te mandando mesmo pq combinei de todo domingo enviar a reportagem da semana para você, às vezes aparece algo realmente interessante, mas acho que não é o caso.

    Não, caro colega Vieira, definitivamente não é o caso. Mas vem aqui para o blog por um motivo muito simples: ilustrar como existem pessoas totalmente alienadas da realidade, não só a social, onde vemos diariamente incontáveis animais sofrendo nas rua, mas também a do seu próprio animal, que está sendo exposto à tortura psicológica diária de querer procriar por um simples capricho de sua tutora desinformada que ainda não o castrou, o que, como bem sabemos, acabaria com seu sofrimento muito mais do que se ele cruzasse todo santo dia com várias cadelas e ainda evitaria incontáveis filhotes nascendo em um mundo onde eles simplesmente têm muito mais chances de ter uma vida ruim do que uma feliz.

    Gostaria que todos vocês clicassem nas imagens abaixo para ampliá-las e ler a matéria e, depois, prosseguirem com a leitura do post.

    Clique nas imagens para lê-las.

    Gente, mais do que irritada, estou é profundamente triste.
    Se uma jornalista famosa, reconhecida, com coluna diária em um dos jornais de maior circulação no país sabe zero a respeito de castração e de seus benefícios e, pelo que podemos depreender de seu texto infeliz (que ela tenta fazer passar por “bonitinho”), também sabe zero sobre a importante questão da superpopulação de animais de rua e do abandono de animais que atinge também os cães de raça, como o tão ‘amado’ schnauzer dela, o que podemos esperar da população como um todo, a quem direcionamos todas as nossas atenções para tentar educar sobre tudo isso? Bem, ao menos eu tento, diária e incansavelmente. Inclusive, clique aqui para conhecer um caso, dentre tantos, de schnauzers abandonados (fora os que são repassados, dados de qualquer maneira pra quem aceitar, sem a menor preocupação do tipo de vida que terão). Também a revista Veja ganhou um ‘pito’ muito bem dado da Nina Rosa (Instituto Nina Rosa), que você confere clicando aqui, por publicar besteiras e desinformações…

    • A matéria já começa com um título infeliz, “Encalhado”, gíria preconceituosa aqui empregada no mesmo sentido que nos humanos, para rotular alguém que não conseguiu casar ou, no mínimo, achar uma namorada. Navios encalham, submarinos encalham, canoas encalham. Pessoas e animais não encalham (tá bom, baleias encalham, mas no sentido mais triste e fatal da palavra). Eu, que já desgostava quando via as pessoas chamando outras de encalhadas, desgostei mais ainda quando li a senhora Bergamo chamando seu amigo peludo de encalhado;
    • O João Bergamo tem cinco anos. (…) Ele está no auge da vida (…) cheio de amor pra dar., diz a autora. Eu digo: ele já tem cinco anos e não foi castrado ainda? Há longos cinco anos esse pobre cão sente o cheiro de todas as fêmeas no cio, também não castradas por outros tutores ignorantes dos benefícios desta simples cirurgia para seus animais e tudo que a senhora Mônica consegue fazer é empreender uma verdadeira cruzada (ops! com o perdão do trocadilho) para cruzar seu cão? Cheio de amor pra dar? Amor é algo que os cães têm infinita e incondicionalmente para ofertar. O ato sexual que garante a reprodução da espécie não tem nada a ver com amor, é hormonal e completamente desprovido de significação sentimental ou sexualidade como é compreendida por nós, humanos;
    • Depois ela conta que levou o João para cruzar com uma schnauzer idosa, já no seu último cio! De novo, outra aula de ignorância. Nem ela nem o tutor da coitada da cadela sabiam dos perigos de cruzar uma cadela de idade avançada? Foram adiante mesmo a cadela sendo idosa, tudo em nome de quê? Segundos de “prazer” para o João? Que não é prazer, é escravidão, é obrigação imposta pela mãe natureza, que fez tudo perfeito e precisa que as espécies sobrevivam e multipliquem-se, não importando se os filhotinhos vão viver trancafiados em sacadas, se terão suas cordas vocais arrancadas por serem, como o João Bergamo, “barulhentos”, se serão amarrados e jogados ao mar/rio/lagoa para morrer, ou abandonados em uma rua erma para morrerem de fome/frio/sede/atropelamentos/espancamentos/doenças etc. etc. Ou seria para vender os filhotes e ganhar uns míseros trocados, o que, com certeza, não é o caso da senhora Mônica, mas talvez possa ser o daquele que deveria ser um guardião para a pobre cadela (que felizmente não engravidou, afinal, a mãe natureza ainda sabe o que faz e com certeza subjugar cadelas velhinhas ao suplício de uma gestação em idade avançada não é uma delas!)?;
    • “faltam “mulheres” no planeta dos cachorros.” Não, dona Mônica, o que falta, e muito, no planeta dos cachorros é o mínimo de informação e consciência da parte de seus tutores humanos, pessoas que deveriam ser seus melhores amigos, mas só conseguem enxergar-se como donos e tiranos. São os humanos que castram e amam verdadeiramente seus cachorros que estão em falta, não ‘mulheres’ para eles reproduzirem simplesmente para aplacar a consciência das pessoas, que têm a ingenuidade de achar que os animais têm noção de sexualidade e não conseguem ver o suplício que é para eles, totalmente deslocados da sua natureza selvagem, domesticados que estão há milênios, ter que ainda conviver com instintos ancestrais, que não mais cabem em nosso mundo de hoje. Quem ama, castra. Infelizmente, no planeta dos cachorros, faltam pessoas que sabem disso;
    • em países frios é até pior, elas só ficam no cio uma vez por ano. Graças ao bom Deus e à sábia natureza! Se só ficando no cio uma vez por ano animais ainda são constantemente explorados para serem verdadeiras fábricas de filhotes, imaginem se ficassem no cio todo mês?;
    • Ironicamente, achei um texto ÓTIMO sobre as responsabilidades de botar nossos cães para cruzar sabem onde? Em um site de criadores! Sempre digo que 99% dos criadores não presta, mas o 1% existe e este texto maravilhoso e instrutivo prova isso. Não deixem de conferir, inclusive a senhora Bergamo deveria lê-lo! Vejam como ele termina:
      Poderá levar anos até que você adquiria todo esse conhecimento e talvez você se dê conta que seu animal é um excelente companheiro e não base para criação. A maioria dos grandes criadores começaram exatamente dessa maneira. Descobriram que produzir um animal excepcional exige um substancial investimento financeiro e um compromisso por toda a vida, mesmo sabendo que não há recompensa material para isso.
      Criar cães hoje em dia é assunto sério. Antes de seguir adiante, visite o Centro de Zoonoses mais próximo à sua casa e veja o que acontece com cães que foram criados por pessoas que pensavam que seria “divertido” ter uma ninhada. O “milagre da morte” pela eutanásia é tão educador quanto o “milagre da vida”. Se você assim mesmo decidir criar cães, esteja ao menos consciente das conseqüências.
      Valerá a pena?
      Na maioria dos casos, a resposta é não. A decisão de NÃO cruzar seu animal de estimação é uma das decisões mais inteligentes, educadas e profundas que você pode fazer. Pense nisso e releia todo esse texto. E só depois decida.

    • “É que não há cadelas andando livres, leves e soltas pelas ruas de Higienópolis (…) Elas estão sempre presas pela coleira, o que torna impossível qualquer aproximação, a não ser com a concordância dos “pais” da princesinha.” E o que a senhora Mônica Bergamo pretendia? Que seu João simplesmente cruzasse com cadelas pela rua para aliviar a consciência de sua guardiã, e depois seguir seu caminho, deixando para trás uma cachorra prenhe e futuros filhotes ‘sem pai’??? E esse tom de deboche pelo fato das cadelas estarem passeando de coleira e guia? O que foi isso? Ainda bem que é assim, ou a autora não sabe que incontáveis acidentes acontecem com cães que passeiam soltos? Meu Deus, este texto tem tanta desinformação que com certeza vou esquecer de comentar metade!;
    • “A maioria das pessoas só quer que sua cadelinha cruze com um cãozinho da mesma raça, do mesmo tamanho – e da mesma cor. E schnauzers brancas, mínis, não são fáceis de encontrar.” E este comentário vem após ela dizer que os tutores são preconceituosos… Engraçado… Ela, que tem um cão comprado, de raça pura, agora quer que ele cruze com uma cadela qualquer, só pela obrigação que ela mesma acha que ele tem de cruzar, o que gerará mais uma ninhada de cães sem raça definida, comumente taxados de ‘vira-latas’ e, desde seu nascimento, já rejeitados por este estigma… Depois ela segue, citando uma veterinária que não serviu pra nada, já que só soube falar de cios em países frios e genes recessivos, mas não lembrou de falar dos benefícios da castração, principalmente para os machos, que sofrem diariamente por não serem castrados…

    Sabem o que é o pior de tudo? Garanto que no fim da semana que vem inúmeras pessoas já terão feito contato com a senhora Bergamo oferecendo suas pobres cadelas para cruzarem com o ‘famoso João’. Vou parar de escrever agora, porque não aguento mais, porque estou tão triste com uma matéria desse tipo num jornal de grande circulação na edição semanal que provavelmente mais vende e mais é lida, já que domingo a maioria das pessoas está livre para ler, que simplesmente não consigo continuar…

    Vocês, leitores maravilhosos e conscientes, que continuem a me ajudar a educar as pessoas através de seus comentários aqui no blog.

    Para quem quiser reclamar com a Folha, o que certamente farei também, o máximo de contato que achei foi o contato do Ombusdan do jornal: ombudsman@uol.com.br

    Com certeza a senhora Mônica Bergamo não é uma pessoa ruim, só está visivelmente desinformada e mal assessorada (já que essa veterinária amiga dela não serviu pra porcaria nenhuma, a ponto dessa matéria descabida ter sido publicada). Em épocas em que a luta pelos direitos dos animais cresce, uma reportagem como esta só serve para ser um gigantesco passo atrás. Espero que este post sirva para ao menos minimizar seus efeitos. Por favor, o repassem exaustivamente e leiam o texto que indiquei no site do Canil Terra dos Gigante, porque ele realmente merece ser lido.

    Para incentivá-los a ler o artigo indicado, outro trecho dele:

    Estatísticas dos Estados Unidos falam que a cada hora nascem cerca de 2500 filhotes e 450 seres humanos. Portanto desde o nascimento, só um em cada quatro filhotes terá chances de encontrar um bom lar. Encontrar um lar permanente é ainda mais difícil – somente um em cada 10 cães permanece com seus donos originais por toda a sua vida. Cinco trocarão de dono antes de completar um ano de vida. E o saldo terminará em abrigos, abandonados ou indesejados. Mesmo que seu cão seja um cão de raça caro, seus filhotes estão sujeitos às mesmas estatísticas. Milhões de cães serão sacrificados anualmente em instituições ao redor do mundo já que não há lares suficientes para abrigá-los. Há tantos animais abandonados hoje em grandes cidades, que os legisladores já pensam em coibir ou limitar drasticamente a criação de cães.”
    Categoria: Animais e nós, Castração, Denúncias, Fazenda de Filhotes (Puppy Mill)
    Atenção!
    Plágio é crime federal previsto na Lei 9.610/98.
    Conheça a Licença de Uso do blog e saiba o que você pode fazer ou não com os posts do Mãe de Cachorro!

    12 Comentários:

    1. Mariana Bergamo disse:

      26 de fevereiro de 2012 às 03:59

      Ana,

      sei que o post é antigo, mas alem de tudo ela colocou o nome do meu avô no cachorro dela! Ele se chamava João Bergamo!!!

      Me da pena saber que a maior parte dessas pessoas que vão passear no shopping e tem a bela idéia de comprar um cachorro (nada contra comprados, pq eu tbm tenho uma salsicha que comprei) não procuram se informar do que é melhor para os seus peludos!!!!

      Ainda bem que não é da minha família!

      • Mãe de Cachorro – Ana Corina disse:

        26 de fevereiro de 2012 às 09:50

        hehehe Mari, toda vez que vc me escreve e aparece teu sobrenome, lembro desse post… Beijo!

    2. Fernanda disse:

      27 de outubro de 2009 às 13:00

      Enquanto a "dona" se preocupa em cruzar e cruzar e cruzar seu cãozinho, nós tiramos as ninhadas e as "shinauzer's" idosas da rua pois não servem mais para reproduzir!!! E é assim que a mentalidade humana cada vez mais me enoja!Isso mesmo me enoja! Deus ajude que o Sr. João não tenha problemas de próstata por não ser castrado e ter a obrigaçãod e ser "pai".AFFF quanta ignorância!!!

    3. Ana Corina disse:

      26 de outubro de 2009 às 22:42

      Ah, mais um dos (muitos) casos de schnauzers sofredores…

      http://adotenaocompre.blogspot.com/2009/08/grafite-schnauzer-miniatura-macho-para.html

    4. Ana Corina disse:

      26 de outubro de 2009 às 22:40

      Pois é, minha gente… Enquanto nos matamos para conscientizar as pessoas com nossos blogs de circulação ínfima qdo comparados a um jornal como a Folha, assistimos estupefatos mais preconceitos, desinformação e mitos com consequências trágicas sendo repassados… Agradeço o engajamento de todos, sei que tem muita gente escrevendo sem vir comentar aqui, pois mandam e-mails contando e espero, de coração, que outras pessoas que não sejam leitoras do Mãe de Cachorro também tenham ficado inconformadas com a matéria e estejam pedindo providências de retratação.

      Agora, PAUSA PRA EU RIR MUITO! Pri "morra reforma ortográfica"? "canário a quatro?" HAHAHAHA

      AMEI, AMEI, AMEI e estou rindo sozinha, ALTO! ahahahaha.

      Beijocas

    5. Não Compre, Adote disse:

      26 de outubro de 2009 às 21:36

      Aff, cheguei a ficar cansada de ler essa BOBAGEM toda! Sério, minha barriga dava nós de enjôo ao ler essa matéria (sim, com acento tb, morra reforma ortográfica – não, não estou grávida 😉

      Fico triste pensando na repercussão dessa matéria, não só quantas tutoras de schnauzers-mini-brancos-do-canário-a-quatro vão procurar o tal cão quanto quantas famílias em suas casas vão pensar "é, meu totó também tá encalhado, acho que vou ali na rua resolver o problema dele logo logo".

      É triste a ignorância humana. Mas Ana, estamos aqui também para informar, não é? Muitas de nós, ante nossa ignorância sobre o abandono, pensamos em pelo menos algumas dessas coisas no passado…

      Beijo,
      Pri
      Não Compre, Adote!

    6. Claudia disse:

      26 de outubro de 2009 às 19:01

      Ana, uma das coisas que mais me arrependo na vida é de não ter castrado minha sheepdog Cleópatra, que se foi vítima de um câncer.
      Tenho certeza de que se fosse bem orientada pela vet – o que não foi o caso – eu a teria castrado e possivelmente evitado esta doença maldita.
      Quem ama castra SIM e qualquer um que não faça isso está condenando seu bichinho por pura ignorância.
      Minhas duas atuais fêmeas são castradas e muito saudáveis.
      Este texto não tem nada de engraçado, é pura ignorância.
      Beijos
      Claudia

    7. Veridiana disse:

      26 de outubro de 2009 às 10:36

      Também escrevi, escrevi ontem mesmo, pois li o texto dessa irresponsável logo pela manhã. De fato, Bergamo deveriar procurar outra profissão ou passar por um cursinho de reciclagem profissional. Escrevi o seguinte (tanto para o ombudsman quanto para a redação da Revista):

      "Quero manifestar meu completo repúdio ao texto "Encalhado", de Mônica Bergamo (edição de 25 de outubro de 2009, coluna Bichos).
      Primeiro: ela promove a criação de fundo de quintal quando declara que quer cruzar o cãozinho. Por que cruzar? Se quer mais um animal, então arranje mais um. Não precisa pôr mais uma ninhada no mundo. O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e a União Internacional Protetora dos Animais (Uipa) estão lotados de bichinhos (muitos de raça!) à espera de um dono, sem falar nas ONGs, associações e protetores independentes. Se preferir comprar um filhote que seja igualzinho ao cachorro dela, há canis idôneos que trabalham pelo aprimoramento da raça e podem lhe vender um bom animal. Qualquer dessas opções é melhor do que pôr no mundo uma nova ninhada, fazendo cruzamentos aleatórios (até porque ela é contra o "racismo", ela aceita cruzar seu schnauzer com cadelas de qualquer raça. Será que ela já parou para pensar que uma ninhada de vira-latinhas é forte candidata ao abandono?).
      Segundo: ela reclama que em seu bairro os cães só andam com guia e coleira. Que coisa mais chata, né? Porque legal mesmo é o cachorro andar solto, pular nas pessoas (inclusive nas que têm pavor de animais), atacar outros cães, correr o risco de ser atropelado, de fugir etc. Com guia e coleira, fica realmente difícil o cachorro da jornalista se atracar com uma cadelinha à revelia do dono desta.
      Nunca senti tanta decepção com um texto da Revista da Folha. Uma revista desse nível deveria defender sempre a guarda responsável de animais, que entre outras coisas compreende a castração e o passeio com guia e coleira!"

    8. Bianca disse:

      26 de outubro de 2009 às 00:56

      não queria ter lido isso !!

      já me manifestei :

      Estou profundamente decepcionada com a matéria feita por Monica Bergamo neste domingo , sobre seu schnauzer “ encalhado” .
      Sra Monica nunca visitou um CCZ ? Nunca viu um animal vítima de maus tratos na rua?

      Nunca ouviu dizer : quem ama, castra ?

      Tem tanta coisa absurda naquele texto , que longe de “ engraçadinho” , é profundamente desinformativo , não educa , muito pelo contrário , só serve para atrapalhar o árduo trabalho que os protetores de animais fazem às duras penas neste país tão marcado pelo desrespeito e interesses próprios. Acho que um jornal com essa circulação deveria ser mais cauteloso ao publicar matérias tão desinformadas .

      Escrevo com muito pesar , e cabe aqui o que disse Nina Rosa em carta à veja são Paulo ( como é que pode alguns meios de comunicação serem TÃO desinformados ?) : Se não tem idéia de como ajudar ( na luta pelo RESPEITO aos animais) , poderiam ao menos não atrapalhar.

      Bianca

    9. Kelen disse:

      25 de outubro de 2009 às 23:40

      Ana, resolvi nem ler a idiotice do texto do cão "encalhado", só de raiva…mas vou reclamar mesmo assim, por e-mail.
      Pulei direto p/ o texto do criador consciente sobre os benefícios da castração. Excelente!

    10. marina disse:

      25 de outubro de 2009 às 21:59

      pra mim realmente quem ama castra, pensar no lucro de um filhote de raça me dói o coração! minha filha é castrada e acabei de adotar um coelho que seria engordado pro abate (tá eu sei que 1 coelho não faz muita diferença pq ficaram outros 100 pra engorda, mas se cada um fizer sua parte ajuda) e amanhã vou conversar com o professor de cirurgia pra ver se ele castra meu lindo Noir

    11. Mariana Schneider disse:

      25 de outubro de 2009 às 19:00

      Tem tanta coisa imbecil e infeliz nessa reportagem que eu ia precisar de muito tempo e saco pra ficar comentando tudo. Mas o que mais me deixou BOBA, é que ela não é uma pessoa desinformada apenas no que concerne a vida dos cães (aliás, mude de profissão, se você ainda não aprendeu a pesquisar é porque está no ramo errado). Ela teve a infelicidade de mencionar que não há cães errantes em Higienópolis, mas deixou bem claro que está disposta a mudar essa realidade (porque deve ser um dos únicos bairros do país que não têm animais de rua, isso se realmente não os têm) ao cruzar seu pet com outras cadelas, sem saber qual seria o destino dos filhotes.
      Eu acho que boa parte do povo da mídia não tem nocão ALGUMA da responsabilidade que tem nas mãos. Assim como eles informam, eles deseducam e perpetuam a ignorância. E esse foi um exemplo bem nítido disso.

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