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    Alô prefeitura de Palhoça!!! Vamos cuidar dos animais também?

    Mãe de Cachorro - Ana Corina | 1 de Abril de 2009
    Para quem é aqui da Grande Florianópolis, não é novidade o drama dos animais em Palhoça. E por enquanto eles só contam com a ajuda de protetores independentes e da Amigos e Protetores dos Animais de Palhoça (APRAP).
    Lembrando que as pessoas podem ajudar a APRAP contribuindo financeiramente com qualquer valor, apadrinhando castrações a partir de R$ 60,00 (sessenta reais), doando produtos e/ou serviços (impressão de folhetos, bunners, remédios, rações, potes de água/comida, casinha ou transporte de animais etc.), doando algumas horas de seu dia participando dos eventos de adoção, fazendo transporte de animais e divulgando o endereço www.bichoderua.blogspot.com e o orkut Cães e Gatos APRAP para que outras pessoas possam não só conhecer e ajudar os animais através da APRAP, mas também adotá-los e, mais importante de tudo, aprender sobre a causa para que possam ensinar e assim educar mais e mais pessoas!

    Os depósitos devem ser feitos somente na conta da APRAP (ninguém está autorizado a recolher nehuma doação em nome da APRAP).
    Banco do Brasil
    Ag. Palhoça 2383-3
    cc 19.999-0, podem
    A P ANIMAIS PALHOCA APRAP
    CNPJ (para quem quiser fazer DOC/TED): 08.187.936/0001-85
    Contatos: (48) 8415-8845 / aprap.palhoca@gmail.com

    Entrevistei por e-mail a Shalma, diretora da ONG, para que pudéssemos ter uma noção de como andam as coisas por lá, confira!

    • Mãe de Cachorro: Qual é a situação dos animais de rua e/ou vítimas de maus-tratos em Palhoça hoje?
    APRAP: É precária, de total abandono e descaso porque não existe nenhuma política pública de bem-estar animal e nem mesmo preventiva com relação às zoonoses.

    • Mãe de Cachorro: Existe alguma política pública que trate do problema?
    APRAP: Embora a APRAP tenha conseguido incluir no orçamento para 2009 uma emenda coletiva dos Vereadores de Palhoça no valor de R$175.000,00 (cento e setenta e cinco mil reais) além dos R$55.000,00 (cinquenta e cinco mil reais) anteriormente alocados no PPA (Plano Pluri Anual) do orçamento da Secretaria de Saúde também para 2009, perfazendo um total de R$230.000,00 (duzentos e trinta mil reais) somente para ações de controle populacional e bem-estar animal NADA ainda foi feito. Já terminamos o primeiro trimestre de 2009 e nada foi ainda realizado.

    • Mãe de Cachorro: Já houve alguma iniciativa no sentido de amenizar a situação?
    APRAP: A APRAP vem trabalhando gestões de políticas públicas junto à câmara de Vereadores, à Secretaria de Educação e à Secretaria de Saúde porque entendemos que se não houver um trabalho educacional sobre essa relação humanos x animais, se não houver um programa PERMANENTE de esterilização de animais e se não houver vontade política a situação só tende a piorar e a sociedade já não aguenta mais ver animais abandonados nas ruas, doentes, famintos e sendo o reflexo do tipo de governo que se tem. Em 2008 houve um convênio com a Prefeitura onde foram esterilizados 309 (trezentos e nove) animais. [–> Gente, aqui eu gostaria de fazer uma observação: é uma quantidade muito, muito, muito pequena! O bom seriam no mínimo vinte castrações por dia]
    • Mãe de Cachorro: E sobre as políticas de educação da população?

    APRAP: A APRAP, na semana de 4 a 12 de outubro de 2008, fez um trabalho juntamente com a Secretaria de Educação de Palhoça onde exibiu durante toda a semana para toda a rede pública do ensino fundamental municipal o Filme “Criando Um Amigo”, da WSPA, entidade internacional da qual a APRAP é afiliada e já disponibilizamos também outros filmes para essa faixa etária. O ideal seria que a Secretaria de Educação treinasse seus professores para incluir durante o ano letivo eixos temáticos sobre “posse responsável”. Porém, com as dificuldades motivacionais que os professores enfrentam, fica dificíl conseguir incluir mais esse tema no curriculum escolar. mas anualmente entregamos nosso projeto Educacional “PATINHAS PELUDAS NA ESCOLA” na esperança de podermos no anos seguinte, contar com esse tema importantissimo para a formação de valores de nossas crianças.

    Em todos os eventos de adoção que promovemos, distribuimos folhetos contendo os “Cuidados com seu cão” e os “Cuidados com seu Gato”, também da WSPA. Ambos visam educar as pessoas para os cuidados básicos necessários para se manter um animal saudável, ou seja: as vacinações, a castração, a alimentação de qualidade, a necessidade de atenção para os animais estarem bem psicologicamente etc.

    • Mãe de Cachorro: Como a APRAP trabalha para minimizar o drama dos animais de rua e vítimas de maus-tratos?
    APRAP: Através da Educação e através da esterilziação de animais. Fazemos no mínimo 2 eventos de adoção mensalmente, onde todos os animais para doação estão desverminados, vacinados e castrados ou com a castração garantida (se forem filhotes fora da idade de castração). Não recolhemos animais porque não temos como foco o abrigo de animais abandonados, nossa meta é diminuir o sofrimento e o abandono dos animais através de ações de educação e esterilização.
    Com relação aos maus-tratos, pedimos sempre que a pessoa faça a denúncia formal através de um Boletim de Ocorrência que pode ser feito até pela Internet, através da Delegacia Civil virtual, e que entregue a cópia para a APRAP poder intrervir. Sempre que conversamos com os dencunciantes, ou com pessoas que nos pedem para recolher animais abandonados, informamos que não temos canil e que ele (denunciante ou pessoa que achou algum animal) terá que nos ajudar na hospedagem já que ele será retirado da pessoa que pratica maus-tratos ou das ruas. Nós nos comprometemos em ajudar com parte da alimentação, com as vacinas, vermífugos, porém sempre procuramos compartilhar responsabilidade porque entendemos que o problema é de todos nós!

    • Mãe de Cachorro: Existe parceria com outras ONGs de Palhoça e/ou da Grande Florianópolis?
    APRAP: Não. Na Palhoça não existe nenhuma outra Ong de proteção e visando o bem-estar animal. Existem pessoas independentes que fazem trabalhos isolados e o grande desafio da APRAP é aglutinar estas pessoas para fortalecer o trabalho de todos.Temos parceria com o Instituto ECOSUL de Florianópolis que nos dá assessoria em ações educacionais e nos possibilita algumas ações, temos também participação na RESA – Rede Catarinense de Solidariedade aos Animais, além de ajudar o Grupo São Francisco de Proteção Animal da Baixada do Maciambú, na doação de alguns animais e outras ações.

    • Mãe de Cachorro: Como a população poderia ajudar o trabalho da APRAP?
    APRAP: Se cada pessoa fizer sua parte, fica fácil pra todos! Os empresários e os comerciantes, através de suas representações (ACIP e CDL) poderiam ajudar muito, direcionando contribuições financeiras para ações de esterilização de animais. Ninguém quer ver em frente de seu comércio animais famintos, rasgando sacos de lixo, deitados na porta de sua loja ou abandonados em caixinhas nas portas de suas fábricas. É muito comum a APRAP receber telefonemas para recolher e alimentar animais abandonados, levar animais feridos ou doentes a veterinários e assumir todos os custos… As pessoas não entendem que NÃO RECEBEMOS VERBAS PÚBLICAS para nada… Todas as ações que praticamos são financiadas pelos sócios-contribuintes e simpatizantes da causa animal, somos pessoas comuns que têm, como todas, família, trabalho, estudos e necessidades de lazer. Membros de uma ONG são pessoas normais que necessitam também cuidar de suas vidas e que não podem viver 24 horas à disposição de pessoas que ligam para pedir ajuda para elas e não para os animais… É sempre as mesma conversa: “Eu achei ou eu peguei um animalzinho atropelado… Você vem pegá-lo pra levar no veterinário? Ele está gritando/sofrendo desde ontem…”. Poxa, por que essa pessoa não faz sua parte??? Deixa o animal gritar 24 horas pra depois telefonar pedindo ajuda pra ela mesma, porque quem faz não espera nada, faz e pronto.

    • Mãe de Cachorro: Que medidas o poder público poderia tomar para, se não solucionar, ao menos diminuir significativamente o problema?
    APRAP: Bem…

    1. Criando e fazendo cumprir Leis que regessem sobre cuidados responsáveis com os animais, sua identificação, uso de coleiras, castração animais, proibição de comércio não autorizado (criadores de fundo de quintal) e punindo pecuniariamente o descumprimento destas Leis;
    2. Criando um FUNDO MUNICIPAL DE BEM-ESTAR ANIMAL gerido por um CONSELHO MUNICIPAL DE BEM-ESTAR ANIMAL que deliberaria e fiscalizaria o uso destes recursos financeiros;
    3. Criando um PROGRAMA PERMANENTE DE ESTERILIZAÇÃO DE ANIMAIS e um CANIL MUNICIPAL apenas para abrigar animais em situação extrema de risco, além da contratação de ao menos 2 (dois) médicos veterinários com especialidade em ortopedia e cirurgia de esterilização pela técnica do gancho snuck, que é a única técnica que permite esterilizar e soltar novamente o animal na rua, pois tem baixo índice de complicação pós-operatória.
    Se conseguirmos isso já estaremos muito bem. Há a necessidade urgente da criação de um órgão público com recursos para cuidar destas questões. A APRAP não pode e não quer assumir o que é de responsabiliade do Município, ela foi criada com o objetivo de AJUDAR a máquina pública.
    • Mãe de Cachorro: E como a população poderia pressionar a Prefeitura a tomar estas medidas?
    APRAP: No ano passado entregamos um abaixo-assinado com mais de 1.200 (mil e duzentas) assinaturas que foram colhidas em apenas 2 (dois) meses nos eventos de adoção que a APRAP promove, e com isto, conseguimos uma verba de R$24.000,00 (vinte e quatro mil reais) para esterilozar no mínimo 210 (duzentos e dez) animais. Conseguimos alocar outros recursos e totalizamos 309 (trezentas e nove) esterilizações feitas. Houve, na época, a promessa de que seria um PROGRAMA PERMANENTE ANUAL porém, o ano político passou e até o momento, este repasse financeiro não foi renovado sob a alegação de que seria criada uma Gerência de Controle de Zoonoses e Bem-Estar Animal ligada à Secretaria de Saúde e À Fundação do Meio Ambiente, mas até agora nada de concreto foi realizado.

    Tememos indicações políticas de pessoas que não conhecem profundamente a problemática dos animais abandonados, caso esta estrutura seja realmente efetivada, tememos que o investimento realizado em 2008 e todo o esforço dispendido para castrar os 309 (trezentos e nove) animais seja perdido porque sabemos que a reprodução dos animais de rua se dá em progressão geométrica e, portanto, se ficarmos mais alguns meses sem castar animais, perderemos esta batalha… Precisamos de uma grande pressão através dos protetores, dos simpatizantes da causa, das pessoas que realmente se incomodam em ver um animal sofrendo nas ruas para que liguem para a Secretaria de Saúde, liguem para o Prefeito, assinem um abaixo-assinado, enfim, mostrem à administração pública que os contribuintes exigem que parte de seus impostos sejam aplicados na questão do bem-estar animal e controle de zoonoses na Palhoça.

    AJUDE os animais de Palhoça fazendo contato com os políticos e cobrando providências!

    Categoria: Animais de rua, Blogs e Sites, Denúncias, Fazenda de Filhotes (Puppy Mill), Leis, Notícias
    Atenção!
    Plágio é crime federal previsto na Lei 9.610/98.
    Conheça a Licença de Uso do blog e saiba o que você pode fazer ou não com os posts do Mãe de Cachorro!

    12 Comentários:

    1. priscila pereira disse:

      12 de setembro de 2013 às 10:49

      Olá,amo animais já tenho 2 que achei na rua,e agora alguns dias atrás meu esposo achou uma gatinha que quase foi atropelada ele trouxe ela para casa ,resolvemos ficar com ela só acredito que logo ela vai ficar no cio e gostaria de perguntar se vcs sabem aonde posso castrar ela por um valor rasoavel,já que liguei para ulgumas clinicas e eles pedem um valor que no momento não posso paagar por motivo financeiro mesmo,pq se não eu não ligaria em pagar.abraço e fico muito feliz em saber que tem pessoa maravilhosas cuidando desses bichinhos que merecem todo amor e cuidado.agradeço

    2. Gabriela disse:

      29 de Janeiro de 2013 às 13:08

      Boa tarde,

      Moro em Palhoça e a pouco um cachorro foi abandonado na minha rua.

      Ele está muito debilitado.

      Rua: Florianópolis
      Jardim Aquárius, Palhoça, SC

      Por favor, preciso de ajuda.

      Não sei mais o que fazer. A prefeitura não tem um trabalho de zoonoses.

      Obrigada,

      Gabriela

    3. Anonymous disse:

      24 de Março de 2011 às 20:05

      Na guarda do cubatão em palhoça, entrando na servidão dourados ao lado da casa 62, na reta da guarda perto do celito mercado, tem um cão pitbu amarelo trancado na casa que tem uma venda, sei lá, num espaço mínimo e cheio de britas. Quando eu cheguei perto da casa o cão nem se mexeu. Deitado estava e deitado ficou. Posso ser leiga nessas coisas mas dá pra perceber que o animal está sofrendo alí sem saír do lugar. Liguei pra prefeitura de florianópolis e eles nem informaram o que eu poderia fazer porque eles só cuidam de lá.

      Tenho depressão e não consigo lidar com essas coisas mas tenho muita pena de animais e procuro fazer o que posso. Moro em apartamento e já estou com duas vira-latinhas que abandonaram na chuva em palhoça, em janeiro deste ano na pinheira e eu as vi e não tive coragem de deixar elas lá e agora estão no meu apartamento e crescendo cada vez mais, mas já adotei elas que são muito queridas e estou até melhorando e elas estão super felizes comigo. Depois delas, achei outro vira-latinhas preto morrendo, acho que recém nascido, não sei, era muito pequeno, mas foi na noite de sábado no carnaval. Cuidei dele a noite de sábado para domingo com bolsa de água quente, muita coberta e caldo de carne (a boca dele estava trancada, sei lá, mas dei gatorade e água de coco também em gotinhas de hora em hora, mas domingo de manhã às 10 horas ele morreu. Parece que uma parte da gente morre com eles. Tenho até medo de sair de casa e achar novos filhotinhos abandonados ou algum cão sofrendo.

    4. Ana Corina disse:

      7 de Janeiro de 2011 às 11:50

      Oi, Ana Flávia,
      veja a resposta da Shalma:

      Oi querida,

      ela me mandou esse e-mail e me ligou hoje, já pedi pra ir alguem lá amanhã e vou dar noticias se eles acataram a conversa ou se teremos que agir com policia e BO.

      Vou dando noticias, bjs e um bom 2011 pra vc e família

      bjs
      Shalma Teixeira
      Diretora Coordenadora
      48 4107-0845
      48 8415-8845
      48 9625-8845
      http://www.aprap.org.br
      http://www.wspabrasil.org
      http://www.adotaretudodebom.com.br
      http://www.queroumbicho.com.br SC Palhoça

      Assine a Petição para a criação da Primeira Promotoria Brasileira de Defesa dos Animais em SC. Ajude a acabar com a violência contra os animais e a impunidade desses crimes. Divulgue essa inciativa!
      http://www.peticaopublica.com/?pi=aprap

    5. Ana Corina disse:

      6 de Janeiro de 2011 às 20:37

      Ana, vou repassar para a APRAP para ver o que eles podem fazer, mas gostaria que você enviasse seu endereço de e-mail para eu repassar a eles também, ok?

    6. Anonymous disse:

      6 de Janeiro de 2011 às 01:46

      Boa noite,

      Sou Ana Flávia, Veterinária e simplesmente apaixonada por animais. Sou de SP e já perdi a conta de quantos animais eu e minha mãe ajudamos. Meu marido diz que ando nas ruas caçando animais em dificuldades e que estou sempre com o radar ligado.
      Tirei dez dias de férias agora no início de 2011 e fui para Palhoça e pude ver a situação precária dos animais inclusive cuidei de dois que estavam perdidos de sarna porém, um em especial não me sai da mente. Quando voltávamos para SP, estava um transito absurdo entre Palhoça e o Pedágio de Florianópolis e então nós cortamos caminho por uma entrada em direção a praia de fora e notei um animal em péssimo estado, no entanto, ele não estava abandonado, por incrível que pareça ele estava no quintal enorme de uma casa preso a uma corrente de meio metro, exposto ao sol escaldante e magro, MUITO magro!!! O chão do quintal era de pedrinhas o que aumenta ainda mais o calor e então para amenizar seu sofrimento, o cachorro cavou um pequeno buraco para deitar.
      Fiz meu marido parar o carro, toquei na casa, mas ninguém saiu e o pobre do animal nem se quer levantou para saber o que estava acontecendo de tão fraco que estava.
      Fui obrigada a entrar no carro e seguir meu caminho, porém, percorri os 800 km até a minha casa com aquela pobre criatura na mente e imaginando como eu poderia ajudá-lo de tão longe.
      Durante o caminho eu liguei na prefeitura de Florianópolis, Polícia do Meio Ambiente, Zoonose de Florianópolis…Inúmeros telefones e ninguém podia ajudar e então resolvi procurar ajuda na net.
      Acabei de chegar em SP e a primeira coisa que estou fazendo é enviar este e-mail, pois não consigo imaginar que amanhã fará novamente 30 graus e aquele coitado não terá como se proteger. Sinceramente, é melhor que ele viva nas ruas onde ele poderá ao menos tentar viver do que ficar a mercê de um louco e exposto a todo este sofrimento.
      Durante o caminho de volta estava muito sol e ele estava direto em mim o que me fazia martelar ainda mais o sofrimento deste animal. Por favor, alguém sabe como posso ajudar? Faria um BO tranquilamente o problema é que sou de SP e não sei se quer o nome do dono do animal, marquei apenas o endereço: Av. Arcanjo Candido da Silva número 647 (Av. Beira Mar).
      Por favor, me ajudem a ajudá-lo!!! Existe alguém que poderia verificar a situação deste animal neste endereço? Talvez uma conscientização do proprietário do animal resolvesse.

      Conto com a ajuda de vocês.

    7. vaniarte e artesanato disse:

      10 de Fevereiro de 2010 às 03:53

      É IMPOSSÍVEL ANDAR PELAS RUAS DE PALHOÇA SEM SOFRER. SEMPRE HÁ UM CACHORRO ABANDONADO, COM FOME, SEDE E DOENTE. E O DESCASO DAS PESSOAS É INACREDITAVEL. O PIOR SÃO OS OLHARES QUE DÃO QUANDO ALGUÉM PARA PRA DAR UMA ATENÇÃO A ESSAS CRIATURAS. EU SOU MUITO CRITICADA POR TENTAR AMPARAR, OU AMENIZAR A DOR DESSES AMIGUINHOS. MAS NÃO LIGO, SIGO MEU CORAÇÃO E SEMPRE QUE POSSO AJUDO UM DELES. SOU PROFESSORA E SEMPRE CONVERSO MUITO COM MEUS ALUNOS SOBRE CRIAR OS ANIMAIS APENAS POR DIVERÇÃO. ACHO QUE JÁ PLANTEI ALGUMAS BOAS SEMENTES EM SEUS CORAÇÕES, JÁ CONSEGUI MOSTRAR A ALGUNS QUE OS ANIMAIS TAMBÉM SENTEM COMO NÓS SENTIMOS. FICO FELIZ COM O TRABALHO DA APRAP. E TORÇO PARA QUE SEJA SEGUIDO POR MUITOS OUTROS.

    8. Eu hein?!?! disse:

      2 de Abril de 2009 às 19:02

      Estive algumas vezes em Palhoça pra levar adotados (que não ficaram) e visitar outros e realmente a situação é muito crítica. Saí de lá deprimida por não poder recolher/ajudar os muitos cães que vi perambulando pelas ruas.
      Tá faltando atuação efetiva do poder público de lá.
      Senhor prefeito de Palhoça, faça alguma coisa!!!
      Bjks

    9. Anonymous disse:

      1 de Abril de 2009 às 13:57

      Parabéns pela entrevista Ana!
      Realmente a situação em Palhoça é muito triste. Dia desses passei por lá e tive vontade de fechar os olhos pra não ver a quantidade exorbitante de animais perambulando nas ruas: filhotes, animais magros… é uma tristeza! Assim como outros municípios da Grande Florianópolis e tantos outros municípios do estado que não tem política pública alguma de proteção aos animais nem ao menos de esterilização! Um absurdo!

      bj
      Li

    10. cahhh disse:

      1 de Abril de 2009 às 13:44

      Olá!
      Meu nome é Camila, sou estudante da UNISUL de Palhoça (Pedra Branca) e gostaria de deixar minha indignação em relação à quantidade de cachorros que são jogados no campus da minha faculdade todos os dias. É impressionante! O pior é saber que ninguém lá faz nada pra mudar isso! Nem uma campanha contra abandono, nem uma campanha pra castração, NADA!
      Sou natural de Campinas-SP, onde minha mãe e eu fazemos parte do GAAR (grupo de apoio aos animais de rua). O GAAR fez um trabalho muito bonito de castração de cachorros e gatos de rua. De pouco em pouco, conseguimos dominuir muito os animais que eram abandonados nos bairros mais pobres.
      A UNICAMP também fez uma super campanha, onde os cachorros eram cadastrados e castrados, e depois de recuperados, doados. Conclusão? Não tem mais cachorro solto por lá.
      Claro que precisa da ajuda de todos: da própria universidade, dos alunos, dos grupos de apoio aos animais e claro, dos veterinários… Mas a minha questão é: TEM COMO FAZER!! Não adianta ter o dinheiro e não correr atrás para MUDAR a situação!

      É uma luta de todos. Se cada um fizer sua parte, fica tudo mais fácil.

      Deixo aqui meu pedido de ajuda, para que olhem TAMBÉM para o campus da UNISUL – Pedra Branca, pois a situação lá está calamitosa.

      Beijos e parabéns pelo blog!!!

      Camila Figueiredo.

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