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    Razões para ter um vira-latas como melhor amigo!

    Mãe de Cachorro - Ana Corina | 13 de março de 2009
    Foto: Bebel, vira-latas linda e doce que achei na rua ontem de noite (depois boto um cartaz).
    Já está castrada (Sim! Assim rápido!), consultada, banhada etc. enfim, pronta para adoção.
    Porte pequeno. Contatos: anacorina@maedecachorro.com.br / 9621-1867 / 8405-223 / 3025-2334

    Fresquinha para todas as mães e pais de vira-latas e para todos os que ainda não têm o melhor cão do mundo em suas vidas! Acabei de achar net e não podia deixar de botar aqui:

    Por Cristiano Baldi – Especial para o Yahoo!

    Um cão sem raça definida (SRD) é aquele que não tem a origem definida em um pedigree, que é um certificado que atesta a ascendência do animal. Já o termo vira-lata se refere ao comportamento de muitos cães SRD que, abandonados, vagam famintos pelas ruas, revirando latas de lixo atrás de algo para comer. Um cão SRD abandonado, ao menos em teoria, deixa de ser um vira-lata depois de ser adotado por alguém. E isso vem acontecendo cada vez mais: adotar cães abandonados virou na moda.

    Cada vez mais gente prefere escolher um vira-lata, em um abrigo para animais, a comprar um cãozinho de raça. Este é de fato um hábito muito saudável que, além de diminuir a população de animais abandonados em nossas cidades, ajuda no controle das zoonoses. Mas junto com a popularização da prática, surgiram alguns mitos.

    O primeiro deles é de que ao adotar um vira-lata filhote, ao contrário do que acontece com os cães de raça, não se pode saber qual o temperamento e o tamanho que ele terá quando adulto. A verdade é que o temperamento depende muito mais da criação do que da raça. Assim, se o bichinho for tratado com amor e respeito, provavelmente será dócil e carinhoso. E o tamanho pode sim ser estimado. Segundo a veterinária gaúcha Fernanda Pante, que trabalhou por alguns anos em um abrigo para animais abandonados em Caxias do Sul, a partir dos dois meses já é possível intuir o porte. “Há alguns indícios, como o tamanho das patas e um ossinho no crânio, chamado crista do occiptal, que é mais proeminente em raças maiores”, diz ela.

    Fernanda, que adotou dois vira-latas, desfaz também outro mito: “algumas pessoas adotam cães adultos achando que o manejo é simples, que não dá trabalho e que eles aprenderão rápido. Mas há cães adultos que tem um manejo mais complicado. Antes de adotar um animal adulto é preciso se informar sobre a personalidade dele. Será que o bichinho é adequado para aquilo que estou procurando?”.

    Outra crença muito comum reza que os vira-latas seriam mais inteligentes. O publicitário, ator e locutor gaúcho Rafa Tombini, dono do Pirata, um simpático SRD malhado, concorda: “eles são mais amigos e mais inteligentes e por isso podem parecer um pouco agitados”. Segundo Fernanda, isso pode até ser verdade, mas talvez não seja uma característica genética: “a gente nota que eles são extremamente espertos. Muitos animais que vieram da rua passaram por condições bem difíceis. É possível que por isso eles tenham aprendido a se virar melhor, de um jeito mais criativo.”

    A crença de que os cães vira-latas seriam mais resistentes a doenças também é verdadeira. Os cães de raça, por terem menor variedade genética, ficam mais suscetíveis a moléstias. “O vira-lata tende a ser mais resistente justamente por conta de uma grande mistura de genes”, diz Fernanda.

    Ao adotar um vira-lata, além de arrumar um amigão, você estará fazendo uma boa ação para toda a sociedade. Mas não esqueça: o mais importante para quem deseja ter um cãozinho é o comprometimento. Seja de raça ou não, o animal precisa de cuidado, carinho e dedicação. Se nada disso faltar, a sua história certamente terá um final feliz.

    Categoria: Adoção, Adotados, Animais de rua, Textos favoritos
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    2 Comentários:

    1. catadoradepalavras disse:

      14 de março de 2009 às 03:01

      Realmente senti como se aqui fosse um espaço para mim mesma… Afinal, não tive gestação, mas sou mãe sim! De uma linda cachorrinha…
      Esta semana passamos por algumas dificuldades, em função da idade dela e hoje, especialmente, estava falando desta minha vontade (de adotar uma outra filha cão) lá na clínica veterinária!
      Gente pra que comprar cães, se já existem tantos esperando uma família e um lar…
      Tomara que as pessoas cada vez mais vão encontrando razões para ter um vira latas e, assim, consequentemente, diminui a comercialização de cães. Eu nunca gostei da ideia de vender animais, porque para mim é como se estivesse vendendo gente…
      Grande abraço

    2. Sandra disse:

      13 de março de 2009 às 21:45

      Oi querida! Eu tinha salvo essa mensagem do Yahoo para postar lá no blog com os devidos comentários. Não é verdade quando eles dizem que “o temperamento depende muito mais da criação do que da raça”. O temperamento é um fator 100% genético, depende dos pais e avós biológicos. O comportamento sim, é uma influência do ambiente e do tratamento dado pelos donos. Há uma grande confusão entre esses dois termos. Um cachorro com temperamento dominante vai sempre ser dominante, porém isso pode ser melhorado muito com treinamento e com os donos certos. Um cachorro com temperamento dócil pode virar uma fera se sofrer abusos. Beijos!!!

    Os comentários estão fechados.

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